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Dinheiro, investimentos e literacia financeira

Publicações recomendadas

Se eu alegar fins educativos, também posso ser agiota? 

Editado por Che

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no outro dia a minha filha pediu-me uma boneca. Comprei um contraplacado bétula 70x30x1,5 e meia dúzia de ferramentas. Agora está mais próxima de perceber o mundo do trabalho e que nada se tem sem esforço

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Aguardemos pelo post no Linkedin do Board Member do Dr. Justiça a dizer que usura por entidades não reconhecidas é crime.

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Citação de FabioK, há 10 horas:

Eficaz no sentido que se queres ter algo, tens que te esforçar em algo também. nesse caso, o sucesso académico enquanto és mais novo, pode te recompensar com bens materiais, um dia mais tarde pode te recompensar com outras coisas ( melhores empregos, melhores salários, etc , nao deve ser preciso um desenho)

Eu também acho que não é preciso um desenho para ver que uma criança daquela idade tem duas obrigações, estudar e ajudar nas tarefas domésticas, ser recompensada materialmente por obrigações parece-me desvirtuar o conceito de obrigação e estar a criar uma mecanismo de recompensa com base em bens materiais para fomentar boas práticas de responsabilidade, disciplina e organização parece-me estranho.

Eu também tinha colegas que tinham as prendas de anos indexadas às notas da escola. Não sei se são melhores ou piores adultos por isso, cada um educa os filhos como quer, mas sempre me pareceu bizarro. 

  • Concordo! 5

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Citação de Sandes., há 13 horas:

 

Um banco a sério tem pelo menos o fundo de garantia de depósito, que o revolut pelo menos não tem (tem uma garantia por um fundo qualquer da Lituânia).

Posto isto, tendo as poupanças noutro lado não vejo problema em receber o ordenado no revolut. Eu fiz isso durante algum tempo também

Pensei que desde que passaram a ser um banco em Portugal que teriam as mesmas condições/obrigações que os outros. A diferença seria o facto de não terem balcões nem estarem associados a um banco 'mãe'.

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Citação de Bashir, há 12 minutos:

Pensei que desde que passaram a ser um banco em Portugal que teriam as mesmas condições/obrigações que os outros. A diferença seria o facto de não terem balcões nem estarem associados a um banco 'mãe'.

Acho que tecnicamente não são considerados banco mas sim aplicação financeira

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https://eco.sapo.pt/2021/12/09/revolut-ja-e-oficialmente-um-banco-em-portugal/

Citação

A partir desta quinta-feira, os clientes em Portugal que decidirem passar o seu dinheiro para o Revolut Bank "passam a ter os seus depósitos protegidos pelo fundo de garantia de depósitos".

2021. Mas honestamente foi algo que tinha a ideia q eram um banco como os outros que temos, nunca confirmei, não tenho lá dinheiro.

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Podes operar em Portugal sendo sediado noutro país Europeu. Lendo a notícia acima eles referem que os depósitos estão protegidos pelo fundo de garantia de depósitos da Lituânia, já que o Revolut Bank está sediado na Lituânia e a licença foi dada lá. Acontece o mesmo com o Openbank (pertence ao Grupo Santander) que opera em Portugal com licença espanhola.

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Como fazem para declarar a transação de criptomoedas no IRS?

 

Editado por spaceman

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Alguém investe em ETF/stock com distribuição de dividendos?

Eu sei que em Portugal não é fiscalmente eficiente, mas sempre gostei do facto de poder tirar uma renda passiva dos investimentos.

De momento tenho apenas REITs, nomeadamente Realty Income (O) e VICI Properties (VICI) para complementar os ETF de crescimento onde invisto desde há 4 anos. Estou a ponderar se no futuro meto mais algumas stocks ao barulho para diversificar as fontes de dividendos, provavelmente apenas dividend aristocrats.

Gostava de algures no futuro conseguir no mínimo ter as contas mensais pagas com esses dividendos.

 

Desde que comecei (Julho de 2020) estou com crescimento anual médio de 10.5%.

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Tenho uma parte do portfolio em Dividend Income, maioritariamente Reits, de modo a conseguir um DY saudável de ~5-6% sem recorrer a Yield Traps ao mesmo tempo que garante apreciação a longo prazo. Mas enquanto não forem criadas as contas individuais de poupanças semelhantes às ISAs que este governo propunha no programa eleitoral, não faz muito sentido focar atenções nesta estratégia. Pelo que estou a ponderar, ou deixar o que está investido quieto, ou realocar esta parte para IWDA/VUAA. Se, e quando, forem criadas, então logo verei se vale a pena voltar a esta estratégia.

É que para além de ser fiscalmente ineficiente, é praticamente impossivel ultrapassarem os rendimentos dos ETFs acumulativos. A FED aumentou a taxas de juro para combater a inflação e abrandar a economia. Uma situação que já dura há 2 anos. Não só os Reits foram prejudicados, como a inflação continua mais alta do que o desejado (higher for longer), como a economia não abrandou e continua a bater novos máximos.

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Citação de NIkeL, há 2 horas:

Alguém investe em ETF/stock com distribuição de dividendos?

Eu sei que em Portugal não é fiscalmente eficiente, mas sempre gostei do facto de poder tirar uma renda passiva dos investimentos.

De momento tenho apenas REITs, nomeadamente Realty Income (O) e VICI Properties (VICI) para complementar os ETF de crescimento onde invisto desde há 4 anos. Estou a ponderar se no futuro meto mais algumas stocks ao barulho para diversificar as fontes de dividendos, provavelmente apenas dividend aristocrats.

Gostava de algures no futuro conseguir no mínimo ter as contas mensais pagas com esses dividendos.

 

Desde que comecei (Julho de 2020) estou com crescimento anual médio de 10.5%.

Percebo o que pretendes, mas já fizeste as contas para ver se compensa? Perdes 28% dos teus lucros, não faço ideia se vives junto mas se sim podes conseguir até 800€ de reembolso no IRS se tu e a pessoa que vive contigo colocar 2000€ por ano (cada um) num PPR. Dessa forma manténs um investimento num produto com benefícios fiscais, e se escolheres um bom PPR também terás boa rendibilidade a longo prazo (o SGF Stoik por exemplo).

É mais para manteres o juro composto a trabalhar nos teus ETFs, porque compensa mesmo muito.

Há uns dias fiz aqui umas contas, a colocar 300€ por mês num PPR e 200€ na Degiro, com as taxas médias de rendibilidade de 5% e 8%, respetivamente (tem sido a média a longo prazo), ao fim de 25 anos tenho mais dinheiro na Degiro mesmo após pagar os 28% à saída sobre tudo (no PPR pagaria 8%)

Editado por Mica

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Citação de Mica, há 1 hora:

Percebo o que pretendes, mas já fizeste as contas para ver se compensa? Perdes 28% dos teus lucros, não faço ideia se vives junto mas se sim podes conseguir até 800€ de reembolso no IRS se tu e a pessoa que vive contigo colocar 2000€ por ano (cada um) num PPR. Dessa forma manténs um investimento num produto com benefícios fiscais, e se escolheres um bom PPR também terás boa rendibilidade a longo prazo (o SGF Stoik por exemplo).

Ias tão bem lançado e depois espetaste-te ao comprido. Um PPR com uma carteira de investimentos peculiar (para ser simpático...), que cai mais que o SP500 e que nem sequer se aproxima dos seus rendimentos não pode ser considerado bom. Desde 2016, o Stoik cresceu ~37%, com uma rendibilidade anualizada de <4%p.a.

Os benefícios fiscais dos PPRs são muito giros e tal, mas as rentabilidades irrisórias e as comissões elevadas fazem com que eles sejam um produto financeiro de poupança/investimento medíocre. Apenas podem ser considerados interessantes para: 1- abater no crédito da HPP; 2- se tiverem rentabilidades ~ a ETFs equiparáveis; 3- se tiverem comissões de gestão baixas (<1%). O problema é que não há um PPR no mercado que faça check nestas 3 condições. Há PPRs que até têm altas rentabilidades superiores à do SP500, como o da Casa de Investimentos, mas por serem constituídos por 25-30 ações, possuem um risco muito elevado e não se equiparam a nada.

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Citação de fornix, há 20 minutos:

Ias tão bem lançado e depois espetaste-te ao comprido. Um PPR com uma carteira de investimentos peculiar (para ser simpático...), que cai mais que o SP500 e que nem sequer se aproxima dos seus rendimentos não pode ser considerado bom. Desde 2016, o Stoik cresceu ~37%, com uma rendibilidade anualizada de <4%p.a.

Os benefícios fiscais dos PPRs são muito giros e tal, mas as rentabilidades irrisórias e as comissões elevadas fazem com que eles sejam um produto financeiro de poupança/investimento medíocre. Apenas podem ser considerados interessantes para: 1- abater no crédito da HPP; 2- se tiverem rentabilidades ~ a ETFs equiparáveis; 3- se tiverem comissões de gestão baixas (<1%). O problema é que não há um PPR no mercado que faça check nestas 3 condições. Há PPRs que até têm altas rentabilidades superiores à do SP500, como o da Casa de Investimentos, mas por serem constituídos por 25-30 ações, possuem um risco muito elevado e não se equiparam a nada.

Podes usar o PPR para obter o benefício fiscal e pagar as commodities lá de casa com isso (se ele conseguir os 800€, mete-os numa conta a parte e vai dando para pagar luz e água p.e.) e pode deixar os ETFs em paz a gerar juro composto, porque são um excelente produto para isso.

Eu gosto do SGF Stoik e é um PPR muito acima da média, mas não vou discutir se é bom ou mau porque depende muito do tipo de investidor que és

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Citação de NIkeL, há 4 horas:

Alguém investe em ETF/stock com distribuição de dividendos?

Eu sei que em Portugal não é fiscalmente eficiente, mas sempre gostei do facto de poder tirar uma renda passiva dos investimentos.

De momento tenho apenas REITs, nomeadamente Realty Income (O) e VICI Properties (VICI) para complementar os ETF de crescimento onde invisto desde há 4 anos. Estou a ponderar se no futuro meto mais algumas stocks ao barulho para diversificar as fontes de dividendos, provavelmente apenas dividend aristocrats.

Gostava de algures no futuro conseguir no mínimo ter as contas mensais pagas com esses dividendos.

 

Desde que comecei (Julho de 2020) estou com crescimento anual médio de 10.5%.

Faço DCA em dois ETF (utilizo o sistema de pie da t212 que distribui automaticamente): 85% VWCE e 15% QDVE.

Estou com rentabilidade na ordem dos 18% (puxada pelo QDVE, que é naturalmente mais arriscado dado que só tem empresas de tecnologia.

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Citação de fornix, há 2 horas:

É que para além de ser fiscalmente ineficiente, é praticamente impossivel ultrapassarem os rendimentos dos ETFs acumulativos.

Sim, nem que seja pela tributação que levas em cima ao receber o dividendo mesmo que o reinvistas.

Citação de Mica, há 2 horas:

Percebo o que pretendes, mas já fizeste as contas para ver se compensa? Perdes 28% dos teus lucros, não faço ideia se vives junto mas se sim podes conseguir até 800€ de reembolso no IRS se tu e a pessoa que vive contigo colocar 2000€ por ano (cada um) num PPR. Dessa forma manténs um investimento num produto com benefícios fiscais, e se escolheres um bom PPR também terás boa rendibilidade a longo prazo (o SGF Stoik por exemplo).

É mais para manteres o juro composto a trabalhar nos teus ETFs, porque compensa mesmo muito.

Há uns dias fiz aqui umas contas, a colocar 300€ por mês num PPR e 200€ na Degiro, com as taxas médias de rendibilidade de 5% e 8%, respetivamente (tem sido a média a longo prazo), ao fim de 25 anos tenho mais dinheiro na Degiro mesmo após pagar os 28% à saída sobre tudo (no PPR pagaria 8%)

Claro que não compensa, eu sei que é preferível ter esse dinheiro num IWDA, mas nem tudo é uma questão de matemática pura. O mental também joga e o facto de ir caindo algum durante o ano tem peso. Imagina um ano negativo em que perco 5, 10%, o que seja nos ETF acumulativos. Sei que nesse ano mesmo assim vão cair ali umas centenas ou milhares de euros na conta nesse ano.

Em relação aos PPR, não vejo razão para investir. Não tenho a facilidade de mobilizar que tenho com ETF, não tenho a mesma rentabilidade média e uma parte é comida em comissões.

Citação de Robe, há 5 minutos:

Faço DCA em dois ETF (utilizo o sistema de pie da t212 que distribui automaticamente): 85% VWCE e 15% QDVE.

Estou com rentabilidade na ordem dos 18% (puxada pelo QDVE, que é naturalmente mais arriscado dado que só tem empresas de tecnologia.

Eu é IWDA+QDVE, aproximadamente com a mesma percentagem, mas não sou rígido, vou metendo a olho nos 2 todos os meses. Depende mais de quanto meto nesse mês e de como da para dividir pelos 2 e não sobrar dinheiro.

Editado por NIkeL

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Citação de NIkeL, há 15 minutos:

Sim, nem que seja pela tributação que levas em cima ao receber o dividendo mesmo que o reinvistas.

Claro que não compensa, eu sei que é preferível ter esse dinheiro num IWDA, mas nem tudo é uma questão de matemática pura. O mental também joga e o facto de ir caindo algum durante o ano tem peso. Imagina um ano negativo em que perco 5, 10%, o que seja nos ETF acumulativos. Sei que nesse ano mesmo assim vão cair ali umas centenas ou milhares de euros na conta nesse ano.

Em relação aos PPR, não vejo razão para investir. Não tenho a facilidade de mobilizar que tenho com ETF, não tenho a mesma rentabilidade média e uma parte é comida em comissões.

Eu é IWDA+QDVE, aproximadamente com a mesma percentagem, mas não sou rígido, vou metendo a olho nos 2 todos os meses. Depende mais de quanto meto nesse mês e de como da para dividir pelos 2 e não sobrar dinheiro.

Mas tens noção que vais ter anos em que vão dar prejuízo? (O IWDA deu prejuízo em 12 dos últimos 45 anos, não é assim tão pouco). Vai-te obrigar a andar a trocar de estratégia de ano para ano ou então a poupar nos verões para os invernos.

Nos últimos anos os retornos tem sido muito acima da média, não será sempre assim

Editado por Mica

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Citação de Mica, há 34 minutos:

Eu gosto do SGF Stoik e é um PPR muito acima da média, mas não vou discutir se é bom ou mau porque depende muito do tipo de investidor que és

To be fair, quando a média é lixo (e quer queiramos ou não, esta é a realidade dos PPRs em Portugal), não é muito difícil ser-se acima da média. A maioria dos PPRs têm uma gestão ativa porque têm o objetivo de baterem os benchmarks do mercado. Independentemente do tipo de investidor (e quem investe no Stoik tem de ter noção que investe maioritariamente num mercado volátil de ações, com todos os riscos que daí advêm), se um PPR não consegue bater um benchmark numa bull run, e depois ainda consegue a proeza de ter quedas maiores nas correções...

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Citação de fornix, há 35 minutos:

To be fair, quando a média é lixo (e quer queiramos ou não, esta é a realidade dos PPRs em Portugal), não é muito difícil ser-se acima da média. A maioria dos PPRs têm uma gestão ativa porque têm o objetivo de baterem os benchmarks do mercado. Independentemente do tipo de investidor (e quem investe no Stoik tem de ter noção que investe maioritariamente num mercado volátil de ações, com todos os riscos que daí advêm), se um PPR não consegue bater um benchmark numa bull run, e depois ainda consegue a proeza de ter quedas maiores nas correções...

Difícil ou não, é. Para além do serviço e transparência serem excelentes mas também não espero menos de uma Degiro.

Eu tenho EMIM e IWDA e estou muito confortável em alocar mais capital a esses produtos que ao meu PPR (e agora só recebo 350€ no máximo) mas é um produto com benefícios fiscais e para quem investe pouco demora mais a compensar um ETF por causa dos 28% à saída.

Mas estava enganado com os 5%, tens razão é 3,8%.

Apesar de tudo eu acho uma pena interromper um juro composto num ETF e só o faria em circunstâncias muito particulares.

 

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Citação de Mica, há 54 minutos:

Mas tens noção que vais ter anos em que vão dar prejuízo? (O IWDA deu prejuízo em 12 dos últimos 45 anos, não é assim tão pouco). Vai-te obrigar a andar a trocar de estratégia de ano para ano ou então a poupar nos verões para os invernos.

Nos últimos anos os retornos tem sido muito acima da média, não será sempre assim

Acho que não entendeste. Eu tenho uma parte do portfolio em etf e uma mais pequena em REITS. Mesmo em anos negativos, sei que os REITs me vão dar algum retorno.

Não mudo estratégia nenhuma conforme o ano, vou sempre fazer DCA nos ETF, estejam em alta ou em baixa.

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Citação de NIkeL, há 2 minutos:

Acho que não entendeste. Eu tenho uma parte do portfolio em etf e uma mais pequena em REITS. Mesmo em anos negativos, sei que os REITs me vão dar algum retorno.

Não mudo estratégia nenhuma conforme o ano, vou sempre fazer DCA nos ETF, estejam em alta ou em baixa.

Como começaste com a questão dos ETFs pensei que só ias usar esses 👍

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Citação de Mica, há 21 minutos:

Difícil ou não, é. Para além do serviço e transparência serem excelentes mas também não espero menos de uma Degiro.

Eu tenho EMIM e IWDA e estou muito confortável em alocar mais capital a esses produtos que ao meu PPR (e agora só recebo 350€ no máximo) mas é um produto com benefícios fiscais e para quem investe pouco demora mais a compensar um ETF por causa dos 28% à saída.

Mas estava enganado com os 5%, tens razão é 3,8%.

Apesar de tudo eu acho uma pena interromper um juro composto num ETF e só o faria em circunstâncias muito particulares.

 

Investimento em ETF tem que ser sempre com visão a longo prazo. Em 4 anos de ETF já ganho em média mais do que esse benefício fiscal e a minha meta é a mais de 15/20 anos...

Historicamente o sp500 dá 10% ao ano, portanto se investires esses 2000 anuais, com os juros compostos rapidamente deixa de compensar o benefício fiscal na minha opinião.

Gestão ativa nao compensa primeiro porque há comissões a pagar e a realidade diz-nos que dificilmente alguém bate o mercado a longo prazo.

Editado por NIkeL

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