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Dinheiro, investimentos e literacia financeira

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Citação de Mica, há 1 hora:

Ouvi isto hoje , mas não consegui ouvir até ao fim. Para mim, infelizmente, foi uma desilusão.

Começou bem, a explicar o papel das ações e concordo integralmente que são um dos investimentos mais seguros que existem, desde que se aguente posição por décadas e não se venda à mínima oscilação. Também concordo que pouco importa se compramos em ATH, em mínimos ou no dia 1 de janeiro, desde que o façamos e as mantenhamos.

Os depósitos a prazo serem fracos e o papel do Estado em baixar as taxas de juro nos certificados de aforro para os portugueses não tirarem o dinheiro do banco também concordo praticamente na integralidade, infelizmente acho que o papel do Estado aqui não tem sido o melhor. O incentivo devia ser precisamente o oposto: obrigar os bancos a borrar a cueca e assim a aumentar os juros dos depósitos a prazo.

O problema veio depois.

Ela acredita que no longo prazo consegue bater a gestão passiva, algo que, tirando aqueles dois monstros da Berkshire, duvido que alguém o consiga fazer. Depois também diz que é melhor selecionar as melhores empresas em vez de replicar um fundo. Lol. Vejam se descobrem a falácia aqui.

E depois ainda diz que o John Bogle inventou os ETFs em 1954. O que o John Bogle inventou foi os fundos de índice low-cost, que são uma coisa bem diferente, o ETF é transacionável como uma ação e por isso tem o problema que ela refere, de ser fácil vender no pânico. E já agora esses fundos de índice foram inventados em 1975 e não em 1954, mas ela pode estar a referir uma milestone qualquer que levou à criação dos low cost index funds mais tarde, vou dar essa de borla.

Usar o mesmo John Bogle para criticar a gestão passiva para mim foi o fio da navalha e tive mesmo de parar de ouvir (ia a 70% +/-). O John Bogle é só o maior apóstolo da gestão passiva que alguma vez existiu. Procurei até a afirmação que ela refere que ele fez, onde supostamente diz que a gestão passiva é um problema para a América no longo prazo, não encontrei nada, mas aposto que, a existir, está completamente descontextualizada.

É difícil desassociar estas afirmações do facto de ser CEO da Casa de Investimentos. É curioso, porque nunca refere o problema das taxas de gestão em fundos ativos, algo que o Bogle referia até À exaustão. Terá sido coincidência ou fazia parte dos 30% que decidi não ouvir?

O Save & Grow (que nem é um mau PPR e parece ter melhores resultados que o Stoik) tem uma rentabilidade de 9,7% em 5 anos, 4% abaixo do MSCI World e ainda mais abaixo do SP500. E nem sei se já estão contabilizadas aqui as comissões de manutenção.

Não posso recomendar nem a pessoas que não entendem muito sobre o assunto. E reparem, eu também tenho PPRs para além dos ETFs, mas tenho-os com um propósito específico e sei perfeitamente que o SP500 o vai bater nas calmas no médio/longo prazo. Pelo menos não ando iludido.

É o normal nela, sempre que dá entrevistas está indirectamente a dar argumentos para investir nos produtos da Casa de Investimentos. Nunca é explícita mas quem percebe um pouco da coisa nota sempre subliminarmente qual o objetivo.

O que não tira razão a muito do que diz, como referes.

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Hoje vai ser engraçado quando chegarem as 14h30. De que vão viver os influencers financeiros que vão ter de convencer a sua população a fazer DCA num mercado a negativo?

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Citação de Mica, há 1 hora:

Ouvi isto hoje , mas não consegui ouvir até ao fim. Para mim, infelizmente, foi uma desilusão.

Começou bem, a explicar o papel das ações e concordo integralmente que são um dos investimentos mais seguros que existem, desde que se aguente posição por décadas e não se venda à mínima oscilação. Também concordo que pouco importa se compramos em ATH, em mínimos ou no dia 1 de janeiro, desde que o façamos e as mantenhamos.

Os depósitos a prazo serem fracos e o papel do Estado em baixar as taxas de juro nos certificados de aforro para os portugueses não tirarem o dinheiro do banco também concordo praticamente na integralidade, infelizmente acho que o papel do Estado aqui não tem sido o melhor. O incentivo devia ser precisamente o oposto: obrigar os bancos a borrar a cueca e assim a aumentar os juros dos depósitos a prazo.

O problema veio depois.

Ela acredita que no longo prazo consegue bater a gestão passiva, algo que, tirando aqueles dois monstros da Berkshire, duvido que alguém o consiga fazer. Depois também diz que é melhor selecionar as melhores empresas em vez de replicar um fundo. Lol. Vejam se descobrem a falácia aqui.

E depois ainda diz que o John Bogle inventou os ETFs em 1954. O que o John Bogle inventou foi os fundos de índice low-cost, que são uma coisa bem diferente, o ETF é transacionável como uma ação e por isso tem o problema que ela refere, de ser fácil vender no pânico. E já agora esses fundos de índice foram inventados em 1975 e não em 1954, mas ela pode estar a referir uma milestone qualquer que levou à criação dos low cost index funds mais tarde, vou dar essa de borla.

Usar o mesmo John Bogle para criticar a gestão passiva para mim foi o fio da navalha e tive mesmo de parar de ouvir (ia a 70% +/-). O John Bogle é só o maior apóstolo da gestão passiva que alguma vez existiu. Procurei até a afirmação que ela refere que ele fez, onde supostamente diz que a gestão passiva é um problema para a América no longo prazo, não encontrei nada, mas aposto que, a existir, está completamente descontextualizada.

É difícil desassociar estas afirmações do facto de ser CEO da Casa de Investimentos. É curioso, porque nunca refere o problema das taxas de gestão em fundos ativos, algo que o Bogle referia até À exaustão. Terá sido coincidência ou fazia parte dos 30% que decidi não ouvir?

O Save & Grow (que nem é um mau PPR e parece ter melhores resultados que o Stoik) tem uma rentabilidade de 9,7% em 5 anos, 4% abaixo do MSCI World e ainda mais abaixo do SP500. E nem sei se já estão contabilizadas aqui as comissões de manutenção.

Não posso recomendar nem a pessoas que não entendem muito sobre o assunto. E reparem, eu também tenho PPRs para além dos ETFs, mas tenho-os com um propósito específico e sei perfeitamente que o SP500 o vai bater nas calmas no médio/longo prazo. Pelo menos não ando iludido.

Bom post.

O meu conhecimento do tema é reduzido, portanto ainda bem que disseste isso tudo. Mas ainda assim acho que é informação útil para quem está a começar, sabendo sempre que os PPR nunca serão a única nem a melhor fonte de investimento, mas isso vai de cada um.

Achei interessante algo que ela disse e que não fui pesquisar: o facto de ser basicamente igual, a longo prazo, do momento em que investes. Ou seja, investir quando está baixo, quando está alto, ou não ligar (no sentido de ser alguém que investe sempre o mesmo valor nas mesmas alturas). A ser verdade, comprova que, de facto, pouco interessa o quando, o que interessa é estar.

Queres/querem comentar?

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O que interessa é que haja muita gente a investir recorrentemente e quem está lá há mais tempo, mais está a ganhar.

Faz lembrar algo.

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Citação de JackBauerPT, há 1 hora:

Hoje é aquele dia para não abrirem as XTBs da vida no vosso telemóvel.

Então? Logo hoje que ia bater a nota em WEBN. Não devo fazer? 

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Citação de Mica, há 1 hora:

Ouvi isto hoje , mas não consegui ouvir até ao fim. Para mim, infelizmente, foi uma desilusão.

Começou bem, a explicar o papel das ações e concordo integralmente que são um dos investimentos mais seguros que existem, desde que se aguente posição por décadas e não se venda à mínima oscilação. Também concordo que pouco importa se compramos em ATH, em mínimos ou no dia 1 de janeiro, desde que o façamos e as mantenhamos.

Os depósitos a prazo serem fracos e o papel do Estado em baixar as taxas de juro nos certificados de aforro para os portugueses não tirarem o dinheiro do banco também concordo praticamente na integralidade, infelizmente acho que o papel do Estado aqui não tem sido o melhor. O incentivo devia ser precisamente o oposto: obrigar os bancos a borrar a cueca e assim a aumentar os juros dos depósitos a prazo.

O problema veio depois.

Ela acredita que no longo prazo consegue bater a gestão passiva, algo que, tirando aqueles dois monstros da Berkshire, duvido que alguém o consiga fazer. Depois também diz que é melhor selecionar as melhores empresas em vez de replicar um fundo. Lol. Vejam se descobrem a falácia aqui.

E depois ainda diz que o John Bogle inventou os ETFs em 1954. O que o John Bogle inventou foi os fundos de índice low-cost, que são uma coisa bem diferente, o ETF é transacionável como uma ação e por isso tem o problema que ela refere, de ser fácil vender no pânico. E já agora esses fundos de índice foram inventados em 1975 e não em 1954, mas ela pode estar a referir uma milestone qualquer que levou à criação dos low cost index funds mais tarde, vou dar essa de borla.

Usar o mesmo John Bogle para criticar a gestão passiva para mim foi o fio da navalha e tive mesmo de parar de ouvir (ia a 70% +/-). O John Bogle é só o maior apóstolo da gestão passiva que alguma vez existiu. Procurei até a afirmação que ela refere que ele fez, onde supostamente diz que a gestão passiva é um problema para a América no longo prazo, não encontrei nada, mas aposto que, a existir, está completamente descontextualizada.

É difícil desassociar estas afirmações do facto de ser CEO da Casa de Investimentos. É curioso, porque nunca refere o problema das taxas de gestão em fundos ativos, algo que o Bogle referia até À exaustão. Terá sido coincidência ou fazia parte dos 30% que decidi não ouvir?

O Save & Grow (que nem é um mau PPR e parece ter melhores resultados que o Stoik) tem uma rentabilidade de 9,7% em 5 anos, 4% abaixo do MSCI World e ainda mais abaixo do SP500. E nem sei se já estão contabilizadas aqui as comissões de manutenção.

Não posso recomendar nem a pessoas que não entendem muito sobre o assunto. E reparem, eu também tenho PPRs para além dos ETFs, mas tenho-os com um propósito específico e sei perfeitamente que o SP500 o vai bater nas calmas no médio/longo prazo. Pelo menos não ando iludido.

ela gere fundos de investimento, tinha de puxar a brasa à sua sardinha

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Citação de Ghelthon, há 15 minutos:

Bom post.

O meu conhecimento do tema é reduzido, portanto ainda bem que disseste isso tudo. Mas ainda assim acho que é informação útil para quem está a começar, sabendo sempre que os PPR nunca serão a única nem a melhor fonte de investimento, mas isso vai de cada um.

Achei interessante algo que ela disse e que não fui pesquisar: o facto de ser basicamente igual, a longo prazo, do momento em que investes. Ou seja, investir quando está baixo, quando está alto, ou não ligar (no sentido de ser alguém que investe sempre o mesmo valor nas mesmas alturas). A ser verdade, comprova que, de facto, pouco interessa o quando, o que interessa é estar.

Queres/querem comentar?

Bold: é verdade, ela tem toda a razão. No longo prazo a diferença é residual. Por isso é que deves investir mal possas, time in the market > timing the market.

Se o podcast tivesse parte 1 e parte 2, eu recomendaria ouvir a parte 1 a toda a gente. Assim não posso recomendar, não sou apologista que valha a pena ouvir umas verdades sob pena de ouvir outras coisas estapafúrdias.

A parte do Estado ter baixado as taxas de juro nos certificados de aforro para que as pessoas não fugissem dos bancos foi spot-on, ainda ninguém o tinha dito de forma tão clara e eu acho que ela tem toda a razão. Mas depois foi por aí abaixo e às tantas começou a notar-se o conflito de interesses. E usar o John Bogle para defender o seu ponto para mim foi a gota de água.

Também acho importante referir que o exemplo que ela traz várias vezes, o Warren Buffett, é a mesma pessoa que repete sistematicamente que a maioria esmagadora das pessoas ficará bem melhor com um fundo passivo como um low cost index fund. Quantas pessoas estão dispostas a ler 8h por dia relatórios de empresas? Quantas pessoas começaram a investir aos 12 anos e investem há 75 anos? Então não sei porque é que continuam a tentar imitá-lo em vez de assumir que somos limitados e não conseguimos fazer melhor que a média das empresas cotadas no SP500.

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ainda referir que enquanto não mudarem o que o anterior governo fez, os impostos sobre as mais valias das acções/ETF's podem ser reduzidos conforme os anos que os detiveram

As mais-valias resultantes da venda de ações são tributadas à taxa autónoma de 28%, mas com novidades importantes para 2025:

  • Ativos detidos por mais de 8 anos — 30% das mais-valias ficam isentas (taxa efetiva de 19,6%)

  • Ativos detidos entre 5 e 8 anos — 20% das mais-valias ficam isentas (taxa efetiva de 22,4%)

  • Ativos detidos entre 2 e 5 anos — 10% das mais-valias ficam isentas (taxa efetiva de 25,2%)

fazendo assim ainda menos atrativos os PPR's como o da casa de investimentos devido as comissões de gestão

Editado por lordbifana

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Citação de Robe, há 47 minutos:

Hoje vai ser engraçado quando chegarem as 14h30. De que vão viver os influencers financeiros que vão ter de convencer a sua população a fazer DCA num mercado a negativo?

E não faz sentido fazer DCA? (pergunta sem qualquer ironia) 

A minha noção de DCA é investires independentemente do estado do mercado, sendo que há gente que aconselha fazer DCA x2 nestas alturas, mas aí já entramos no campo do timing the market. 

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Citação de lordbifana, há 17 minutos:

ainda referir que enquanto não mudarem o que o anterior governo fez, os impostos sobre as mais valias das acções/ETF's podem ser reduzidos conforme os anos que os detiveram

As mais-valias resultantes da venda de ações são tributadas à taxa autónoma de 28%, mas com novidades importantes para 2025:

  • Ativos detidos por mais de 8 anos — 30% das mais-valias ficam isentas (taxa efetiva de 19,6%)

  • Ativos detidos entre 5 e 8 anos — 20% das mais-valias ficam isentas (taxa efetiva de 22,4%)

  • Ativos detidos entre 2 e 5 anos — 10% das mais-valias ficam isentas (taxa efetiva de 25,2%)

fazendo assim ainda menos atrativos os PPR's como o da casa de investimentos devido as comissões de gestão

Sim, embora eu ache que o PPR tenha um papel psicológico importante para as pessoas. Por exemplo um casal pode ir buscar até 800€/ano no reembolso do IRS, o que neste ano em específico pode muito bem ser a diferença entre pagar ou não. Para além disso há a questão do resgate para pagamento de prestações de crédito habitação, numa determinada altura da vida poderá fazer a diferença. Tem o seu papel, muitas vezes fazem sentido, mas não é por isso que são melhores que um ETF que replique um fundo como o SP500.

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Citação de Mica, há 49 minutos:

Tem o seu papel, muitas vezes fazem sentido, mas não é por isso que são melhores que um ETF que replique um fundo como o SP500.

Eu vejo como sendo completares, pelo menos no que penso ser o meu perfil.

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Citação de Ghelthon, há 12 minutos:

Eu vejo como sendo completares, pelo menos no que penso ser o meu perfil.

Também são complementares, sim. Num PPR comum tens alguma exposição a obrigações, monetário/euribor, e depois 60% ou mais são mercados emergentes e SP500 (o costume). Podes usar isso para ter uma exposição global de 5 ou 10% em obrigações ou euribor, ou seja deixa de ser necessário comprares um ETF de obrigações porque já estás exposto a isso pelo PPR.

Eu como quero ter 80% da minha carteira em ações, tenho o PPR na base e depois carrego mais forte no SP500 pela Degiro para atingir esses valores. Bitcoin fica com 10% e os restantes 10% estão em obrigações ou euribor já presentes no PPR.

Se no futuro quiser baixar a exposição a ações também é fácil, ou invisto menos na Degiro, ou compro um ETF de obrigações. No PPR não meto mais de 1750€ por ano (que é o que me compensa neste momento - estou velho).

 

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Citação de TiltSLB, há 1 hora:

E não faz sentido fazer DCA? (pergunta sem qualquer ironia) 

A minha noção de DCA é investires independentemente do estado do mercado, sendo que há gente que aconselha fazer DCA x2 nestas alturas, mas aí já entramos no campo do timing the market. 

Claro que faz. A minha piadola é mais para aquela epidemia de novos influencers de finanças PT que pouco acrescentam que não seja DCA em SP500. Isto é muito bonito dizer em alturas de ATH. Quero ver o que vão dizer agora com o mercado em queda livre

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Citação de Robe, há 3 minutos:

Claro que faz. A minha piadola é mais para aquela epidemia de novos influencers de finanças PT que pouco acrescentam que não seja DCA em SP500. Isto é muito bonito dizer em alturas de ATH. Quero ver o que vão dizer agora com o mercado em queda livre

Ah, isso. 

Pah, tenho consumido muito conteúdo da área no YouTube mas tento escolher com algum critério, tuga então não vejo nenhum. 

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Citação de Robe, há 6 minutos:

Claro que faz. A minha piadola é mais para aquela epidemia de novos influencers de finanças PT que pouco acrescentam que não seja DCA em SP500. Isto é muito bonito dizer em alturas de ATH. Quero ver o que vão dizer agora com o mercado em queda livre

vão dizer isto
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😂

Editado por lordbifana
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Citação de Mica, há 9 horas:

Ouvi isto hoje , mas não consegui ouvir até ao fim. Para mim, infelizmente, foi uma desilusão.

Começou bem, a explicar o papel das ações e concordo integralmente que são um dos investimentos mais seguros que existem, desde que se aguente posição por décadas e não se venda à mínima oscilação. Também concordo que pouco importa se compramos em ATH, em mínimos ou no dia 1 de janeiro, desde que o façamos e as mantenhamos.

(...)

O Save & Grow (que nem é um mau PPR e parece ter melhores resultados que o Stoik) tem uma rentabilidade de 9,7% em 5 anos, 4% abaixo do MSCI World e ainda mais abaixo do SP500. E nem sei se já estão contabilizadas aqui as comissões de manutenção.

Bold: Isto depende um bocado do perfil do investidor. Se for para investir regularmente em low cost ETFs, então sim, pouco importa. No limite reforças os investimentos nas correções. Agora para aqueles que acham que o mercado americano estava sobrevalorizado, e com razão, e preferem stock picking, comprarem ações em ATH não faz sentido nenhum e vai contra os conceitos de Value Investing que muitos, inclusive o próprio Buffet, defendem. Quem tem tempo e conhecimentos para tal anda sempre à procura de empresas com balanços sólidos que tenham share prices de 52-week low ou com bons descontos para os respetivos ATH (paypal, adobe, nike, e outras por aí a fora).

O S&G, enquanto PPR, é mais vantajoso que o Stoik. Apesar de serem um Fundo de gestão ativa, que têm umas 25 Mega Caps na sua carteira, ainda estão longe de baterem um ETF global e ainda têm uma comissão de gestão 1.5-1.7%. E acho que isto diz muito dos restantes PPRs...

Citação de JackBauerPT, há 8 horas:

Hoje é aquele dia para não abrirem as XTBs da vida no vosso telemóvel.

Então não? Empresas como a Nvidia e a Google estão finalmente a ficar atrativas do ponto de vista da valorização. Daqui até à reforma ainda faltam muitas décadas, há tempo para subir.  Acho que o ponto mais desafiante para nós, pequenos investidores, é conseguir investir regularmente e ao mesmo tempo por dinheiro de parte para tirar proveito das correções / bear markets. Para se ter noção, a Berkshire está, há algumas semanas, com valores recordes em cash. Pode-se interpretar isto que, na óptica deles, talvez considerassem o mercado sobrevalorizado, e não viam benefícios em investir neste momento. Se estivermos nos prelúdios de um bear market, de certeza que vão começar a investir forte e feio nos próximos meses quando os P/E começarem a cair a pique.

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Citação de fornix, há 1 hora:

Bold: Isto depende um bocado do perfil do investidor. Se for para investir regularmente em low cost ETFs, então sim, pouco importa. No limite reforças os investimentos nas correções. Agora para aqueles que acham que o mercado americano estava sobrevalorizado, e com razão, e preferem stock picking, comprarem ações em ATH não faz sentido nenhum e vai contra os conceitos de Value Investing que muitos, inclusive o próprio Buffet, defendem. Quem tem tempo e conhecimentos para tal anda sempre à procura de empresas com balanços sólidos que tenham share prices de 52-week low ou com bons descontos para os respetivos ATH (paypal, adobe, nike, e outras por aí a fora).

O S&G, enquanto PPR, é mais vantajoso que o Stoik. Apesar de serem um Fundo de gestão ativa, que têm umas 25 Mega Caps na sua carteira, ainda estão longe de baterem um ETF global e ainda têm uma comissão de gestão 1.5-1.7%. E acho que isto diz muito dos restantes PPRs...

Então não? Empresas como a Nvidia e a Google estão finalmente a ficar atrativas do ponto de vista da valorização. Daqui até à reforma ainda faltam muitas décadas, há tempo para subir.  Acho que o ponto mais desafiante para nós, pequenos investidores, é conseguir investir regularmente e ao mesmo tempo por dinheiro de parte para tirar proveito das correções / bear markets. Para se ter noção, a Berkshire está, há algumas semanas, com valores recordes em cash. Pode-se interpretar isto que, na óptica deles, talvez considerassem o mercado sobrevalorizado, e não viam benefícios em investir neste momento. Se estivermos nos prelúdios de um bear market, de certeza que vão começar a investir forte e feio nos próximos meses quando os P/E começarem a cair a pique.

Sim, referia-me a ETFs, exatamente o que ela se refere no podcast.

O PPR S&G parece-me superior, mas a comissão de gestão também é maior que a do Stoik (1% + 10% sobre os ganhos, ou seja 1 - 1,2% na loucura). O S&G também é mais agressivo, embora eu pessoalmente não ligue muito à classe de risco, prefiro olhar para a carteira do próprio PPR. Como ela disse (e eu concordo) as ações são vistas como sendo de maior risco que um depósito a prazo, mas no longo prazo ganhas dinheiro quase de certeza, ao passo que com um depósito a prazo ficas a ver navios. Portanto isso do risco tem muito que se lhe diga, para mim é mais arriscado deixar o meu dinheiro a desvalorizar no banco, para quem precisar dele em breve é ao contrário.

Seja como for, se compararmos isso ao TER de 0,07% de um ETF SP500 na Vanguard, já para não falar dos ganhos superiores típicos deste ETF, está tudo +/- dito.

Editado por Mica

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Citação de JackBauerPT, há 12 horas:

Hoje é aquele dia para não abrirem as XTBs da vida no vosso telemóvel.

Depende. Quem negoceia os futuros, ontem mal o Trump falou foi uma vela de 15 minutos que limpou 4% no NASDAQ e uma perda de 1.9T de dolares do SP500. Quem fez short foi dinheiro fácil.

 

Editado por Kimi Raikkonen

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Citação de Mica, há 14 horas:

Sim, referia-me a ETFs, exatamente o que ela se refere no podcast.

O PPR S&G parece-me superior, mas a comissão de gestão também é maior que a do Stoik (1% + 10% sobre os ganhos, ou seja 1 - 1,2% na loucura). O S&G também é mais agressivo, embora eu pessoalmente não ligue muito à classe de risco, prefiro olhar para a carteira do próprio PPR. Como ela disse (e eu concordo) as ações são vistas como sendo de maior risco que um depósito a prazo, mas no longo prazo ganhas dinheiro quase de certeza, ao passo que com um depósito a prazo ficas a ver navios. Portanto isso do risco tem muito que se lhe diga, para mim é mais arriscado deixar o meu dinheiro a desvalorizar no banco, para quem precisar dele em breve é ao contrário.

Seja como for, se compararmos isso ao TER de 0,07% de um ETF SP500 na Vanguard, já para não falar dos ganhos superiores típicos deste ETF, está tudo +/- dito.

são produtos incomparáveis desse ponto de vista: um é de 'gestão ativa' outro de gestão passiva. um ETF SP500 não é um 'produto' propriamente dito. a questão é o que já falaram, se uma gestão ativa é capaz de trazer resultados que compensem as comissões que se cobram [que se têm de cobrar, não se trabalha de borla] (e até que ponto 'gestão ativa' é gestão ativa na maior parte dos casos; uma estratégia desse género de investir em x empresas específicas é afastada do que se encontra num ETF - até pode haver algo semelhante, mas dá para perceber a ideia).

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Citação de bobzz, há 52 minutos:

são produtos incomparáveis desse ponto de vista: um é de 'gestão ativa' outro de gestão passiva. um ETF SP500 não é um 'produto' propriamente dito. a questão é o que já falaram, se uma gestão ativa é capaz de trazer resultados que compensem as comissões que se cobram [que se têm de cobrar, não se trabalha de borla] (e até que ponto 'gestão ativa' é gestão ativa na maior parte dos casos; uma estratégia desse género de investir em x empresas específicas é afastada do que se encontra num ETF - até pode haver algo semelhante, mas dá para perceber a ideia).

Incomparáveis deste ponto de vista: sim. Mas ambos tem imensas similitudes, nomeadamente a que produtos estão expostos. A diferença é que num tens intermediários e noutro não, o que afeta diretamente os teus ganhos.

Por isso a gestão ativa faz tanto sentido quanto os benefícios que podes tirar dela, e eles existem. Em tudo o resto o SP500 é superior por razões naturais, és tu que recebes os lucros, só 0,07% ao ano é que não é teu e as comissões de compra que eventualmente existam (na Degiro é 1€ por mês)

Editado por Mica

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Citação de Mica, há 18 minutos:

Incomparáveis deste ponto de vista: sim. Mas ambos tem imensas similitudes, nomeadamente a que produtos estão expostos. A diferença é que num tens intermediários e noutro não, o que afeta diretamente os teus ganhos.

Por isso a gestão ativa faz tanto sentido quanto os benefícios que podes tirar dela, e eles existem. Em tudo o resto o SP500 é superior por razões naturais, és tu que recebes os lucros, só 0,07% ao ano é que não é teu e as comissões de compra que eventualmente existam (na Degiro é 1€ por mês)

se investires 100€ por mês estás basicamente a pagar 1% que é a comissão de gestão de um fundo não ETF, ou tou a ver mal?

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Citação de bobzz, há 13 minutos:

se investires 100€ por mês estás basicamente a pagar 1% que é a comissão de gestão de um fundo não ETF, ou tou a ver mal?

Sim, é verdade, pagas 12€ ao ano por 1200€ nesse caso. E a partir do segundo investimento de cada mês são 3€.

Acho que a Degiro já não é das melhores há algum tempo, e compensa investires mais de cada vez (se puderes claro).

A vantagem face aos outros produtos que discutimos é que isto não escala e tende a ser uma percentagem baixa a não ser que invistas pouco.

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goddamn, eu sou investidor a longo prazo mas estes últimos dias são um belo teste à compostura duma pessoa ahah, só nos últimos 15 minutos foi mais outro rombo com a abertura dos mercados europeus, daqueles momentos em que ficas na dúvida se neste momento o time to market passa a ter alguma relevância.

Olhar para a evolução dos últimos anos ajuda um pouco, os índices continuam com valores maiores que no início de 2022.

 

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