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Citação de Tio Hans, há 45 minutos:

Depende do que disserem ambos os contratos. Eu não posso, p.e.

Obrigado a todos pelo aviso, fui ler o contrato e dizia que não podia, sem autoriazação...No entanto, já falei com o meu chefe e ele disse que era tranquilo, que não havia problema algum.

Citação de Kaz, há 22 minutos:

podes ter 2 part-times, 2 full-times não é sequer permitido.

Neste caso seria um part e um full.

Citação de Catota, há 2 minutos:

Essa é a maior estupidez em muitos contractos. 

 

Querem que sejam pobres à força.

😞 eu serei sempre pobre.

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Seguindo a onda dos dois empregos...

 

Eu tenho um contrato com um atelier, no entanto quando surge a oportunidade vou fazendo uns trabalhos (na área) por fora. A melhor forma de declarar isto é com um acto isolado? Há forma desses rendimentos não levarem uma taxada tão grande, tipo empresa uni-pessoal?

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Citação de joe, há 2 horas:

Seguindo a onda dos dois empregos...

 

Eu tenho um contrato com um atelier, no entanto quando surge a oportunidade vou fazendo uns trabalhos (na área) por fora. A melhor forma de declarar isto é com um acto isolado? Há forma desses rendimentos não levarem uma taxada tão grande, tipo empresa uni-pessoal?

Depende de que valores estamos a falar anualmente.

Relativamente ao ato isolado, é "aceite" para os contabilistas que se faça apenas 1 por ano. Mais que isso, a AT já entende que se deve ter atividade aberta.

Assumindo que não terás grande estrutura de gastos, compensa mais abrir atividade em nome individual.

Até 12500€/ano estás isento de IVA (se abrires uma unipessoal não). Depois tens também um ano de isenção de segurança social. Após esse ano, tens de enviar declarações trimestrais a comunicar os teus rendimentos dos trabalhos por fora. Não me lembro do valor ao certo mas até +- 1700€/mês contínuas sem pagar qualquer valor a mais à segurança social, desde que mantenhas os descontos através do contrato de trabalho.

No entanto se o teu rendimento do contrato de trabalho já for elevado, e o rendimento obtido dos trabalhos por fora for relevante poderá compensar abrir uma unipessoal, mesmo não tendo grandes gastos.

É uma questão de efetuar cálculos.

 

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Citação de gunthi, Em 01/09/2020 at 22:53:

Depende de que valores estamos a falar anualmente.

Relativamente ao ato isolado, é "aceite" para os contabilistas que se faça apenas 1 por ano. Mais que isso, a AT já entende que se deve ter atividade aberta.

Assumindo que não terás grande estrutura de gastos, compensa mais abrir atividade em nome individual.

Até 12500€/ano estás isento de IVA (se abrires uma unipessoal não). Depois tens também um ano de isenção de segurança social. Após esse ano, tens de enviar declarações trimestrais a comunicar os teus rendimentos dos trabalhos por fora. Não me lembro do valor ao certo mas até +- 1700€/mês contínuas sem pagar qualquer valor a mais à segurança social, desde que mantenhas os descontos através do contrato de trabalho.

No entanto se o teu rendimento do contrato de trabalho já for elevado, e o rendimento obtido dos trabalhos por fora for relevante poderá compensar abrir uma unipessoal, mesmo não tendo grandes gastos.

É uma questão de efetuar cálculos.

 

 

Obrigado 🙂 
12500 no total certo? Ou só da actividade feita fora do contrato? 

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Citação de joe, há 13 horas:

 

Obrigado 🙂 
12500 no total certo? Ou só da actividade feita fora do contrato? 

Só dá atividade fora de contrato. No primeiro ano em que abres a atividade tens de fazer o proporcional. Por exemplo, se abrires a atividade em julho o limite para não cair em IVA no ano seguinte são 6250€.

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Se souberem alguma coisa para um recém-licenciado em Relações Internacionais pela UP, apitem, por favor.

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Citação de Lip McBoatface, há 2 horas:

acompanhas os concursos para embaixadas e UE, certo?

Ahm, não... 😦 Como é que posso concorrer?

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Citação de Rain Dog, Em 04/09/2020 at 01:52:

contrato verbal, posso sair nos primeiros 90 dias sem dar pré-aviso ou há alguma possibilidade de me tirarem salário?

 

De boca só mamadas!! /ljubomir

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Citação de Danskin, Em 08/09/2020 at 14:42:

Se souberem alguma coisa para um recém-licenciado em Relações Internacionais pela UP, apitem, por favor.

vais entrar sempre como estagiário durante meio ano, mas o MNE, Parlamento Europeu, Comissão Europeia e Conselho Europeu costumam ter regularmente recrutamentos para recém-formados. Penso que na EU não é muito difícil entrar, visto que me chegaram a fazer oferta e eu nem sequer entrevistei.

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Tive uma situação de m*rda hoje e que senti-me fraco por não ter reagido da maneira que sei e queria ter reagido. 

Um italiano nascido na Sicília, que viveu 30 anos no protetorado francês em Marrocos e que está em França há outros 30. 

Estava a tratar o homenzinho e ele solta o "o Ronaldo fez mais 2 golos", conversa puxa conversa e perguntei se ele tinha visto o jogo de Portugal ou o da França ao que ele responde "não vejo a equipa da França, é só pretos, quem vir aquilo pensa que é uma equipa africana". Estava a fazer o tratamento há cerca de 10 minutos, estava a alongar a perna e pedi desculpa que tinha de ir ver uma coisa. 

A vontade foi de parar o tratamento, mandar o homem com o crl, e dizer que não o tratava mais. Mas tinha começado à pouco tempo a sessão, ele ia achar estranho e pedir satisfações o que iria criar uma discussão para o qual não estava nem estou preparado porque o nível de francês que tenho é o "bem educado", iria rapidamente perder a razão, e não tenho capacidade para argumentar numa discussão estando enervado numa língua estrangeira. 

Fiz o tratamento até ao fim, e no fim disse que não tinha disponibilidade pra semana e meti na agenda de outro colega.

Acabei por "passar o problema" pra outro quando deveria era ter acabado o problema. 

Só um desabafo, prefiro estar a escrever do que a falar com um amigo, mas é uma situação de m*rda porque não estive à altura como deveria ter estado. 

Editado por Jimpo
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Estar à altura não significa obrigatoriamente confrontar. Estar à altura também é saber que batalhas valem a pena lutar e quando confrontar ou não.

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100% de acordo com o @NIkeL. Tiveste a clareza de reflectir no assunto e perceber que não irias chegar a lado nenhum numa confrontação, e portanto foste profissional, fizeste o teu trabalho, e pronto. Não vejo razões para te massacrares, honestamente.

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Ele não precisa de mudar-lhe de ideias, mas pode perfeitamente dizer que não concorda de forma cordial. Anyway, reflectiste sobre isso e é um bom passo, e não te julgues muito porque essa reação de não querer entrar em confronto está muito dentro de nós e necessita de muito trabalho.

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Por um lado se o @Jimpo fosse o Dono da clinica, mandava-o para o crl e recusava-se a ter lá um cliente assim...

 

Por outro lado, os Donos 'disto tudo' estão bem a cagar se os seus clientes são racistas, burros ou outra coisa qualquer, desde que paguem, até podem ser assassinos. 

 

Portanto, acho que se fosses o Dono do estabelecimento terias outra atitude, ou cagavas por completo porque é só mais um retardado, ou então confrontavas o homem e punhas-lhe no crl. 

 

 

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Citação de Lip McBoatface, há 5 horas:

Ele não precisa de mudar-lhe de ideias, mas pode perfeitamente dizer que não concorda de forma cordial. Anyway, reflectiste sobre isso e é um bom passo, e não te julgues muito porque essa reação de não querer entrar em confronto está muito dentro de nós e necessita de muito trabalho.

Mas é óbvio que se ele disser que não concorda vai gerar ali um conflito, uma discussão que dificilmente será cordial até. É lose-lose

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Why? Percebo se falasses do facto de ele estar no trabalho e poder-lhe trazer problemas como o perder esse cliente e sabe-se lá o que o chefe faria.

Vamos ver, ele não precisa de entrar numa discussão, quando o outro lhe disse aquelas ideias também não estava a contar em sempre que o disser ser confrontado, presumo.

Tu podes discordar e recusar a discutir com a pessoa se não queres entrar por aí, ou podes dar argumentos sem esperar que a outra pessoa mude de ideias, está no teu direito.

Não é algo muito comum porque normalmente associamos a discórdia a uma inevitabilidade para o confronto mas não tem de ser assim, as duas pessoas tem de decidir passar para esse ponto e quererem ouvir-se. Muita discussão com esse pessoal já é tu a tentares fazer com que a pessoa deixe de ter essa opinião e eles não te estão realmente a ouvir, mesmo que respondam. Parece uma discussão mas são dois monólogos, nenhuma das pessoas se quer realmente ouvir... mas demonstrar a tua discórdia já é uma boa forma de ao menos evitar o risco de consentir por calar.

edit. Que é um exercício colosso de auto-controlo ter essa calma, isso sim claro que é. But still, talvez seja eu só com esta visão, mas eu não me lembro das vezes que discordei e aceitei que a pessoa discordasse e tentei ouvir a pessoa, por mais atroz que a opinião destas fosse... however lembro-me das vezes que fiquei calado. Temos de parar de pensar que a maioria das pessoas muda de ideias com uma conversa só, as vezes apresentar factos não chega. Uma opinião forte, por mais estúpida que seja, significa que está impregnada na pessoa, exige imenso trabalho mudar a ideia dessa pessoa e envolve contacto e a abilidade de ser flexível. https://thecorrespondent.com/668/science-shows-the-remedy-for-hatred-and-prejudice-is-as-simple-as-it-is-revolutionary-contact-with-our-enemies/88381200248-b3a0b29d

edit2. Para mim, nesta história, é mais importante o facto de ter acontecido numa dinamica de cliente e empregado, se ele fosse discordar com a pessoa está a faze-lo dentro de uma dinamica que provavelmente só o vai prejudicar... isto foi algo que não considerei no comentário anterior. However, supostamente ele terá todo o direito de indicar que não deu ao cliente a confiança para ter esse tipo de conversa por exemplo, se é esse o caso, e o chefe dele deverá defende-lo nesse sentido porque não é para isso que ele está a pagar... sei que isto não é binário mas não temos de comer e calar sempre, contra mim falo.

Editado por Lip McBoatface
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Se o gajo tivesse elogiado o Messi, o Nikel estava aqui a sugerir mandar o homem para o crl.

😛

Jk, acho que fizeste bem @Jimpo, apesar de ser uma situação um pouco frustrante, duvido que conseguisses convencer alguem assim a pensar de outra forma se o tivesses confrontado. Infelizmente.

Editado por Solero
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Citação de Kaz, Em 01/09/2020 at 17:49:

podes ter 2 part-times, 2 full-times não é sequer permitido.

De certeza? Tenho um amigo meu que esteve uns meses com 2 empregos a full-time e só não continuou porque de facto não aguentou o ritmo.

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Obrigado aí pelas respostas. 

Não é situação fácil porque acaba por ser um atendimento ao público. Só fico chateado comigo mesmo porque se o mandasse pastar não perdia assim tanto e faço um serviço que mesmo que esta pessoa não venha, tenho agenda para encher na mesma. 

Só gostava de ter mais capacidade argumentativa e de tomar a opção que era a certa e que eu próprio na altura já sabia que era a certa, que seria de lhe dizer que estava errado. Já foi bom não ter concordado (algo que noutra situação até seria capaz de o fazer só para agradar à pessoa) e soltei algo do género que até gostava de ver a equipa de França jogar, acabei por não concordar com ele nem discordar. 

Há vários factores para isto ter acontecido, há racismo em França, estou numa aldeia com muitos estrangeiros (romenos, búlgaros, marroquinos, portugueses, polacos e mais umas minorias) com uma população envelhecida que acabaram de eleger nas últimas eleições municipais um presidente de junta da Rassemblement National, e sou alguém com empatia e as pessoas sentem isso o que lhes dá a ideia que as percebo e dá azo a se abrirem comigo no tratamento, o que facilita comentários destes também, acho eu. Mas há limites e o senhor ultrapassou-os. 

Só acho que "falhei" porque devia ter cortado mais severamente e mostrar que não tolero nem concordo com comentários daquele género por isso concordo com o @Lip McBoatface 

Agora como é óbvio não vou puxar o assunto no próximo tratamento, mas espero estar mais à vontade para agir mais depressa e bem. 

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Olá amigos

sera que me podem ajudar?

 

a situação e a seguinte, tou no Uk há mais de uma decada

estudei economia, depois trabalhei 5 anos no governo escocês onde me especializei em tecnologia e inovação e há coisa de um ano fui contratado por uma tech SME para ser Business Development / Product owner (dois leads, o outro e o tech lead e eu sou o market lead)

 

com a situação que se está a passar por aqui, não vejo outra hipótese de equacionar alternativas... Portugal sendo uma delas

 

a minha namorada e Britânica mas com família da África do Sul e poderia pedir nacionalidade de la se for essa a nossa decisão. Ela é formada em matemática, com bastante experiencia em seguradoras e agora está a estudar programação (2o ano)

 

eu tou um bocado na corda bamba, nunca ambicionei muito voltar a Portugal, mas nesta situação de incerteza talvez seja a hipótese mais fácil, mesmo que seja temporária 

 

para já devo conseguir manter o meu emprego de cá, já que tou a trabalhar remotamente e isso da bem para nos sustentarmos mas...se a empresa de repente decidir voltar a trabalhar no escritório as coisas mudam logo de figura

eu saí daí com 17 anos por isso não conheço nada do mundo profissional por isso pensei vir aqui pedir ajuda!

acham que há empregos suficientes para formados que não falam Português? Eu sou do norte e aí será certamente difícil mas se calhar em Lisboa há mais oportunidades?

da minha parte, se eu tiver que arranjar emprego aí, que tipo de salário poderia em esperar?

 

lisboa parece ser mesmo a melhor opção para empregos mas as rendas de casa parecem impraticáveis para salários daí!

 

obrigado desde já, qualquer informação já me vai ajudar um pouco!

 

 

 

 

 

 

 

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já equacionaste outros países da Europa? Holanda e Bélgica, dentro da área dela, podem ser sítios onde se arranje trabalho em ingles nessas áreas.

Mas diria que trabalho remoto nas vossas áreas é mais que possível.

Editado por Lip McBoatface
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vai passar umas férias à África do Sul, e fica por Stellenbosch.

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