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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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A justificação para o alerta de míssil sobre o Hawaii foi... alguém ter carregado no botão errado. Ainda bem que não carregaram no botão para o lançamento de mísseis nucleares.

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E o Rio ganhou. Uma vitória que não foi assim tão expressiva quanto isso (algo como 55-45). Gosto, ao menos não ganhou a facção dos interesses.

 

Vamos ver se consegue pôr o PSD a discutir novos assuntos que interessem á maioria dos portugueses, senão vai ser uma Ferreira Leite 2.0

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Tou um pouco away da política portuguesa (ou se calhar nunca me interessei tanto quanto a internacional), quais são as principais diferenças ideológicas entre o Rui Rio e o Santana? Ou era uma disputa mais a nível de personalidade?

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Tou um pouco away da política portuguesa (ou se calhar nunca me interessei tanto quanto a internacional), quais são as principais diferenças ideológicas entre o Rui Rio e o Santana? Ou era uma disputa mais a nível de personalidade?

Nem eles souberam esclarecer. icon_mrgreen.gif

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Rio vai ter que fazer muito melhor que passos na oposição, mas como é que um homem que não gosta de debater, discutir ideias, de participar no jogo politico de forma aberta (nem a cara a um jornalista consegue dar) vai fazer oposição?

 

Vai acabar por ser uma mão cheia de nada.

 

Para quem anda a sentir falta de ditadores, Rui Rio vai ser um must.

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Tou um pouco away da política portuguesa (ou se calhar nunca me interessei tanto quanto a internacional), quais são as principais diferenças ideológicas entre o Rui Rio e o Santana? Ou era uma disputa mais a nível de personalidade?

O Santana é bastante mais conservador e o Rio admite coligar-se com o.PS.

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O Santana é bastante mais conservador e o Rio admite coligar-se com o.PS.

Essa é a imagem que está a passar a impressa, mas em relação a discurso não é isso que está a passar.

Rio quer superavit, Santana não. Pelas ideias económicas que foram postas na mesa, pareceu-me que o Rio é mais Passos do que o Santana é.

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Eu estava a falar de conservador nos costumes, num debate qualquer na rádio fizeram-lhes aquelas perguntas de algibeira sobre drogas e prostituição e o Santana nem quis tocar nos temas.

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Eu estava a falar de conservador nos costumes, num debate qualquer na rádio fizeram-lhes aquelas perguntas de algibeira sobre drogas e prostituição e o Santana nem quis tocar nos temas.

Ah certo!

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Eu estava a falar de conservador nos costumes, num debate qualquer na rádio fizeram-lhes aquelas perguntas de algibeira sobre drogas e prostituição e o Santana nem quis tocar nos temas.

 

Verdade. Quis passar, à força, ao lado disso.

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Pudera. Faz o que eu digo, não faças o que eu faço.

 

 

Fico feliz pelo Rio porque não o vejo a ter menos de 28% e, consequentemente, vejo mais difícil uma maioria absoluta do PS, que era a morte do artista nesta altura. De qualquer modo há perigos, como em tudo. O Costa e o Rio são unha com carne.

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Nas eleições internas do PS-Madeira, o Emanuel Câmara foi o vencedor, contra o até então líder do partido, Carlos Pereira. A particularidade, neste caso, é que o Câmara convidará o Paulo Cafôfo, atual presidente da autarquia do Funchal, para ser o candidato dos socialistas às regionais de 2019. Eu diria que, na teoria, o Cafôfo - que, após 40 anos de PSD na câmara do concelho mais populoso da Região, conseguiu duas vitórias consecutivas -, apresenta-se, possivelmente, como o candidato mais forte que a oposição já teve. Por se tratar, ainda, de uma fase precoce, não se pode dizer que o regime vigente esteja ameaçado, mas acredito que, pela primeira vez, o PSD-Madeira terá um opositor concreto. E, claro, isso só pode ser positivo para o debate político.

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OQkfDJ2zVNo

 

hmmm, portugal.... hmmm.... :lol:

Incrível como alguns media portugueses ficaram logo com ela na mão para escrever coisas como "Portugal envolvido em polémica de Trump". :lol:

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Nas eleições internas do PS-Madeira, o Emanuel Câmara foi o vencedor, contra o até então líder do partido, Carlos Pereira. A particularidade, neste caso, é que o Câmara convidará o Paulo Cafôfo, atual presidente da autarquia do Funchal, para ser o candidato dos socialistas às regionais de 2019. Eu diria que, na teoria, o Cafôfo - que, após 40 anos de PSD na câmara do concelho mais populoso da Região, conseguiu duas vitórias consecutivas -, apresenta-se, possivelmente, como o candidato mais forte que a oposição já teve. Por se tratar, ainda, de uma fase precoce, não se pode dizer que o regime vigente esteja ameaçado, mas acredito que, pela primeira vez, o PSD-Madeira terá um opositor concreto. E, claro, isso só pode ser positivo para o debate político.

 

Não acredite que o Cafôfo ganhe ao Albuquerque, mas isto pode perfeitamente resultar que o PSD pela primeira vez desde o 25 de Abril não tenha maioria absoluta cá.

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Não acredite que o Cafôfo ganhe ao Albuquerque, mas isto pode perfeitamente resultar que o PSD pela primeira vez desde o 25 de Abril não tenha maioria absoluta cá.

Isso é sotaque?

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Não acredite que o Cafôfo ganhe ao Albuquerque, mas isto pode perfeitamente resultar que o PSD pela primeira vez desde o 25 de Abril não tenha maioria absoluta cá.

Eu também acho que não, até porque a máquina partidária do PSD-Madeira, nomeadamente junto das gerações mais velhas, ainda está sólida. O que me agrada, neste caso, e olhando para os líderes que os partidos da oposição tem tido, é aparecer alguém que, teoricamente, terá argumentos para, pelo menos, fazer com que o PSD não esteja tão confortável. Se, como dizes, significar a existência de uma maioria relativa, já é significante. E, nesse caso, tendo em conta que em contexto regional a relação PSD-CDS não é tão evidente como a nível nacional, a governação poderá ficar difícil.

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