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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de SAS_Robben, há 7 minutos:

Ai, as míticas "European Forest Cities" do Trump LOOOOL

Este gajo deve pesar que nós deste lado do Atlântico vivemos como os elfos em Lothlorien, só pode.

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Bem, o primeiro debate foi o shitshow que esperava.

Vou fazer todos os esforços possíveis para acreditar que estes debates não vão importar.

"This not going to end well"

Acho que pela primeira vez acreditei numa coisa que o Trump disse. E o pior é que isto foi uma ameaça.

O Trump acabou (novamente) de dizer aos seus apoiantes para irem aos locais de voto controlar a votação. 

Editado por SAS_Robben

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Citação de SAS_Robben, há 6 minutos:

Bem, o primeiro debate foi o shitshow que esperava.

Vou fazer todos os esforços possíveis para acreditar que estes debates não vão importar.

"This not going to end well"

Acho que pela primeira vez acreditei numa coisa que o Trump disse. E o pior é que isto foi uma ameaça.

O Trump acabou (novamente) de dizer aos seus apoiantes para irem aos locais de voto irem controlar a votação

Isso tem potencial para gerar uma confusão brutal que pode bem acabar com massacres.

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Estamos a falar de alguém que se perde as eleições vai perder também a liberdade logo a segur, por isso perdido por 1 perdido por 1000.

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Chocante este debate. O Trump sabe que tem um culto ao seu dispôr e está a aproveitar-se disso. Chris Wallace péssimo a moderar e a controlar a quantidade de falsidades ditas de parte a parte...mas muito mais de uma parte.

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Portanto qual é o consenso? 

No meio desta m*rda toda o Trump ganhou o debate?

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Citação de SAS_Robben, há 6 horas:

Pior, incentiva. Diz que alguem tem de tratar dos antifa

@antifa já foste

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Citação de a.lopes, há 1 hora:

Portanto qual é o consenso? 

No meio desta m*rda toda o Trump ganhou o debate?

Honestamente o debate foi horrivel, mas os "moderados" devem ter caído mais para o Biden. Achei que os segmentos em que ele falou diretamente para a camera tiveram algum sucesso, e tentou (com alguma, não muita, eficácia) apelar à working class. O Trump só ganhou para o seu culto, não sinto que a performance dele possa ter conquistado alguém "dividido".

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Citação de Black Hawk, há 6 horas:

É difícil não ganhar alguma empatia pela situação do Biden neste debate.

Houve ali uma sequência em que foi interrompido, fechou os olhos e esperou para retomar de onde tinha sido interrompido; disse um par de palavras, foi interrompido segunda vez, voltou a fechar os olhos.

fechar os olhos durante algum tempo para um candidato que por vezes é apelidado de "sleepy joe" não é lá muito bom.

O Trump sempre foi de debate à antiga onde se falava por cima uns dos outros, e isto com Biden funciona ainda melhor porque ele agora está com o raciocínio mais lento e demora a engrenar.

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O shitshow ainda foi maior do que se previa.

Mas o Biden esteve bem. Quem vota Trump já não iria deixar de votar de qualquer forma e com aquela postura e com as alarvidades que diz duvido que tenha convencido algum indeciso a votar em si, aliás se há indecisos ainda é porque são republicanos que não se identificam com o lado mais bronco do Trump, que foi o que esteve em evidência ontem. O Biden pouco mais tem de fazer do que manter a compostura, parecer presidencial e mostrar o perigo de mais um mandato Trump de forma a motivar o pessoal se dar ao trabalho de ir votar.

Editado por antifa

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Citação de Sandes., há 7 horas:

Btw, estou curioso com o que o NYT vai fazer com os taxes do Trump, visto ele ter garantido que pagou milhões em impostos federais... veremos

isso dos impostos tem mais que se diga. Provavelmente ele está a falar das empresas e de alguma fundação que tenha, esses gajos muitos vezes têm o património espalhado pelas empresas para pagarem menos impostos. Quando se falou dos impostos ele, para além de dizer que pagou milhões, deu a resposta esperada de que cada um tenta pagar o menos possível de impostos e depois rematou ao dizer que só se está a aproveitar da lei que o Biden passou ou criou (já não me lembro qual foi o termo).

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Citação de antifa, há 8 minutos:

O shitshow ainda foi maior do que se previa.

Mas o Biden esteve bem. Quem vota Trump já não iria deixar de votar de qualquer forma e com aquela postura e com as alarvidades que diz duvido que tenha convencido algum indeciso a votar em si, aliás se há indecisos ainda é porque são republicanos que não se identificam com o lado mais bronco do Trump, que foi o que esteve em evidência ontem. O Biden pouco mais tem de fazer do que manter a compostura, parecer presidencial e mostrar o perigo de mais um mandato Trump de forma a motivar o pessoal se dar ao trabalho de ir votar.

no meio da confusão até me passou alguma coisa, mas esta manhã já vi em dois canais jornalistas e analistas a dizer que o Biden insultou algumas vezes o Trump (só me lembro do palhaço e do mentiroso) e que isso não era bom para ele que quer passar a imagem de moderado.

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Citação de Puto Perdiz, há 22 minutos:

isso dos impostos tem mais que se diga. Provavelmente ele está a falar das empresas e de alguma fundação que tenha, esses gajos muitos vezes têm o património espalhado pelas empresas para pagarem menos impostos. Quando se falou dos impostos ele, para além de dizer que pagou milhões, deu a resposta esperada de que cada um tenta pagar o menos possível de impostos e depois rematou ao dizer que só se está a aproveitar da lei que o Biden passou ou criou (já não me lembro qual foi o termo).

A cena é que depois de responder aquilo que dizes, o Trum foi questionado "point-blank" quanto é que pagou de impostos a titulo pessoal e ele disse milhões. Mesmo que possa ser argumentado o contrario posteriormente, se agora os tax reports saem mesmo e mostram o que o NYT alegou, é uma mentira e (mais) um insulto aos eleitores.

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Como esperado, foi um shitshow tão grande que só deu para rir, de tão mau que foi.

A minha parte favorita foi quando o Biden estava a enumerar coisas "number one, number two, number three" e o Trump o interrompe para dizer "no, you're a number two" 😂

Não acho que este debate tenha mudado o que quer que seja em efeitos práticos.

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Citação de doom_master, há 2 minutos:

Parece interessante, mas não tenho conta. Podes colar aqui?

Se estiveres no PC, basta abrir numa janela de navegação anónima.

  • Concordo! 1

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Spoiler

A falsa igualdade no acesso ao ensino superior em 2020

Enquanto aluna de um colégio, tive sempre noção de que na corrida que é o acesso ao ensino superior, partia 300 metros à frente dos meus colegas do ensino público. Desde um maior apoio na preparação para os exames às médias internas mais altas, era para mim claro que a recompensa não chegava de forma igual a todos.

Todos os anos, no dia das colocações no ensino superior, o Facebook enche-se dos prints dos resultados, que são recebidos em entusiasmo com inúmeros comentários de parabéns vindos de pais, amigos, amigos dos pais e até daquele familiar com quem não se falava há anos. É o dia em que todos os estudantes do país sentem que o trabalho dos últimos três anos foi recompensado. Ou assim deveria ser. Mas será que esta recompensa chega, realmente, de forma igual a todos?

Enquanto aluna de um colégio, tive sempre noção de que na corrida que é o acesso ao ensino superior, partia 300 metros à frente dos meus colegas do ensino público. Desde um maior apoio na preparação para os exames às médias internas mais altas, era para mim claro que a recompensa não chegava de forma igual a todos.

 

Se este fosso já é alarmante, e até muitas vezes cruel, infelizmente, este ano, assistimos a um fosso ainda maior ao nível das disparidades — provocado pela pandemia que afectou, particularmente, as classes mais baixas, aliada a um fraco apoio no ensino à distância por parte do ensino público, que se tem reflectido num aumento da procura do privado. Se estes dois pontos já eram gravíssimos no contributo para a desigualdade no acesso ao ensino superior, a gestão, por parte do Ministério da Educação, da pandemia transformou os 300 metros de desvantagem em muitos quilómetros.

A subida sem precedentes das médias dos exames nacionais levou a que os exames, outrora ferramentas importantes para suavizar o benefício a priori dos alunos do privado, deixassem de o ser. Várias medidas do Ministério da Educação podem ter contribuído para isto.

Em primeiro lugar, o facto de os exames terem passado de obrigatórios a apenas necessários para admissão à faculdade poderia explicar a subida das médias: podíamos deduzir que alunos que querem seguir o ensino superior numa certa área terão, à partida, mais aptidão para essa área e, portanto, as notas desses alunos seriam melhores. Contudo, ao analisarmos os dados do Instituto de Avaliação Educativa (Iave) relativamente ao número de provas das disciplinas em que as médias mais subiram, por exemplo Biologia, percebemos que houve um decréscimo de apenas 3% no número de alunos a realizar o exame, o que não justifica a subida da média de 3,2 valores, segundo a Uniarea. Também em Físico-Química, embora 95% do número habitual de alunos tenha realizado o exame, a média subiu, segundo a Uniarea, 3,3 valores.

 

O verdadeiro problema, no entanto, não é a subida das médias, mas sim a distribuição anormal das notas, que leva a que não haja diferenciação dos alunos. A medida de tornar algumas perguntas obrigatórias e outras opcionais nos exames fez com que, por exemplo, um 20 a Matemática correspondesse a acertar quatro perguntas obrigatórias (que totalizavam 7,2 valores) e apenas oito das 14 opcionais (podendo o aluno responder a todas sem penalização), tornando os 20 deste ano notas que estariam entre 14,5 e 20. A moda do exame de Matemática passou de oito, em 2019, para 19 e a de Físico-Química passou de seis para 18. Retirar o mérito aos alunos realmente bons permite que alunos com médias internas tendencialmente mais altas, tradicionalmente do ensino privado, sejam beneficiados.

 

a crónica

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Citação de JackBauerPT, há 9 horas:

Estamos a falar de alguém que se perde as eleições vai perder também a liberdade logo a segur, por isso perdido por 1 perdido por 1000.

acreditas mesmo nisso? A Hillary também ia com o crl.
Pessoas poderosas e ricas não vão abaixo assim do nada.

O Trump parece que tá a fazer um debate numa tasca. Este gajo é demente.

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Citação de Victarion, há 16 minutos:

O Trump parece que tá a fazer um debate numa tasca. Este gajo é demente.

E novidades?? 

Comecei a ver o House of Cards desde início há dias, e apesar de ser uma série de 2013, parece que tou a ver qualquer coisa baseada numa época de há 50 anos atrás, tanto mudou a política americana nos últimos anos.

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Citação de Puto Perdiz, há 1 hora:
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A falsa igualdade no acesso ao ensino superior em 2020

Enquanto aluna de um colégio, tive sempre noção de que na corrida que é o acesso ao ensino superior, partia 300 metros à frente dos meus colegas do ensino público. Desde um maior apoio na preparação para os exames às médias internas mais altas, era para mim claro que a recompensa não chegava de forma igual a todos.

Todos os anos, no dia das colocações no ensino superior, o Facebook enche-se dos prints dos resultados, que são recebidos em entusiasmo com inúmeros comentários de parabéns vindos de pais, amigos, amigos dos pais e até daquele familiar com quem não se falava há anos. É o dia em que todos os estudantes do país sentem que o trabalho dos últimos três anos foi recompensado. Ou assim deveria ser. Mas será que esta recompensa chega, realmente, de forma igual a todos?

Enquanto aluna de um colégio, tive sempre noção de que na corrida que é o acesso ao ensino superior, partia 300 metros à frente dos meus colegas do ensino público. Desde um maior apoio na preparação para os exames às médias internas mais altas, era para mim claro que a recompensa não chegava de forma igual a todos.

 

Se este fosso já é alarmante, e até muitas vezes cruel, infelizmente, este ano, assistimos a um fosso ainda maior ao nível das disparidades — provocado pela pandemia que afectou, particularmente, as classes mais baixas, aliada a um fraco apoio no ensino à distância por parte do ensino público, que se tem reflectido num aumento da procura do privado. Se estes dois pontos já eram gravíssimos no contributo para a desigualdade no acesso ao ensino superior, a gestão, por parte do Ministério da Educação, da pandemia transformou os 300 metros de desvantagem em muitos quilómetros.

A subida sem precedentes das médias dos exames nacionais levou a que os exames, outrora ferramentas importantes para suavizar o benefício a priori dos alunos do privado, deixassem de o ser. Várias medidas do Ministério da Educação podem ter contribuído para isto.

Em primeiro lugar, o facto de os exames terem passado de obrigatórios a apenas necessários para admissão à faculdade poderia explicar a subida das médias: podíamos deduzir que alunos que querem seguir o ensino superior numa certa área terão, à partida, mais aptidão para essa área e, portanto, as notas desses alunos seriam melhores. Contudo, ao analisarmos os dados do Instituto de Avaliação Educativa (Iave) relativamente ao número de provas das disciplinas em que as médias mais subiram, por exemplo Biologia, percebemos que houve um decréscimo de apenas 3% no número de alunos a realizar o exame, o que não justifica a subida da média de 3,2 valores, segundo a Uniarea. Também em Físico-Química, embora 95% do número habitual de alunos tenha realizado o exame, a média subiu, segundo a Uniarea, 3,3 valores.

 

O verdadeiro problema, no entanto, não é a subida das médias, mas sim a distribuição anormal das notas, que leva a que não haja diferenciação dos alunos. A medida de tornar algumas perguntas obrigatórias e outras opcionais nos exames fez com que, por exemplo, um 20 a Matemática correspondesse a acertar quatro perguntas obrigatórias (que totalizavam 7,2 valores) e apenas oito das 14 opcionais (podendo o aluno responder a todas sem penalização), tornando os 20 deste ano notas que estariam entre 14,5 e 20. A moda do exame de Matemática passou de oito, em 2019, para 19 e a de Físico-Química passou de seis para 18. Retirar o mérito aos alunos realmente bons permite que alunos com médias internas tendencialmente mais altas, tradicionalmente do ensino privado, sejam beneficiados.

 

a crónica

Estava completamente a leste destas alterações nos exames nacionais. Que shitshow incrível.

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