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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de IlidioMA, há 4 minutos:

essa é boa. Então eleições parlamentares têm cariz pessoal apenas quando se atém ao PS? Os eleitores nacionais, bestas quadradas, não conseguem votar em legislativas sem descolar o Partido de seu líder, mas os eleitores Madeirenses, por certo com mais cm3 de volume cerebral que os seus compatriotas do continente, conseguem perfeitamente discernir as coisas, e sabem perfeitamente que votam num partido, não numa pessoa.

Mas é expectável outra coisa do "povo superior"?

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Citação de IlidioMA, há 32 minutos:

essa é boa. Então eleições parlamentares têm cariz pessoal apenas quando se atém ao PS? Os eleitores nacionais, bestas quadradas, não conseguem votar em legislativas sem descolar o Partido de seu líder, mas os eleitores Madeirenses, por certo com mais cm3 de volume cerebral que os seus compatriotas do continente, conseguem perfeitamente discernir as coisas, e sabem perfeitamente que votam num partido, não numa pessoa.

Não me estás a pedir para justificar as coisas que o Marcelo diz, pois não?

O facto é que ele disse o que disse quando empossou o Governo e, para ser coerente, foi confrontado com a necessidade de dissolver a Assembleia a partir do momento em que aceitou a demissão do Costa. Coisa que não acontece com a Madeira.

Editado por Descartes

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Citação de Descartes, há 43 minutos:

E agora? Já percebes?

Não sei. Não ter juízo e não ter mínima vergonha na cara são unha com carne? 

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Não sei. Não ter juízo e não ter mínima vergonha na cara são unha com carne? 

Boa questão.

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Citação de Simeone, há 1 hora:

Para mim, quanto mais ridicularizarem estes bananas, melhor. 

Há programas para isso como o do RAP.

 

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Citação de Petar Musa, há 24 minutos:

Há programas para isso como o do RAP.

 

Ter o homem à frente a levar com as suas trocas e baldrocas todas tem outro impacto.

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Citação de Simeone, há 1 hora:

Ter o homem à frente a levar com as suas trocas e baldrocas todas tem outro impacto.

Mas não tem de ser um jornalista a fazê-lo desta forma. Um jornalista, acho eu, deve fazer perguntas. A ciência é fazer as perguntas certas no momento certo, não é levar o jornalismo para o nível de comentário de tasca.

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Citação de Petar Musa, há 7 horas:

Vão ter um presidente chamado "Tranquada"? 😂😂😂

Tranquada Gomes, tem uma sociedade com o Coito Pita

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O à-vontade dele só demonstra que devem ser muitos lá dentro a fazer igual. 
o estranho é que isto já deu confusão no passado com outros deputados e mesmo assim a Assembleia da República não assegura que eles dão a morada certa?, ninguém achou estranho ele ter mudado a sua morada de Lisboa para Angola?

São todos cúmplices uns dos outros.🤣👀

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Citação de Descartes, há 2 horas:

Não me estás a pedir para justificar as coisas que o Marcelo diz, pois não?

O facto é que ele disse o que disse quando empossou o Governo e, para ser coerente, foi confrontado com a necessidade de dissolver a Assembleia a partir do momento em que aceitou a demissão do Costa. Coisa que não acontece com a Madeira.

mas a República não se gere pelo "dissódromo". Há princípios que nem sequer precisam de estarem patentes em lei para serem supremos, como a coerência, a proporcionalidade, a vera justiça. O PR não tem condições para aplicar um tratamento - que só será aferido a final - diferente do que deu ao Caso Influencer. Se o fizer, morre. Politicamente. Passa a ser o pior Presidente. quiçá de sempre. Passa a ser um Américo Thomaz que para aqui anda. Um ser seboso, rastejante. Uma inexistência política.

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Citação de IlidioMA, há 8 minutos:

mas a República não se gere pelo "dissódromo". Há princípios que nem sequer precisam de estarem patentes em lei para serem supremos, como a coerência, a proporcionalidade, a vera justiça. O PR não tem condições para aplicar um tratamento - que só será aferido a final - diferente do que deu ao Caso Influencer. Se o fizer, morre. Politicamente. Passa a ser o pior Presidente. quiçá de sempre. Passa a ser um Américo Thomaz que para aqui anda. Um ser seboso, rastejante. Uma inexistência política.

https://www.dnoticias.pt/2024/1/26/391729-marcelo-quer-oportunidade-para-aprovacao-do-orcamento-da-madeira-antes-de-decidir-futuro/

Parece-me óbvio que ele não pode tomar essa decisão neste momento. Pelo menos do modo que sugeres.

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Citação de antifa, há 5 horas:

Deve ter família ali na zona de Paredes onde dizem "cuarro" para dizer carro.

Máno, lebas uma Tranquada que tu bais bêr!

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Citação de IlidioMA, há 12 minutos:

mas a República não se gere pelo "dissódromo". Há princípios que nem sequer precisam de estarem patentes em lei para serem supremos, como a coerência, a proporcionalidade, a vera justiça. O PR não tem condições para aplicar um tratamento - que só será aferido a final - diferente do que deu ao Caso Influencer. Se o fizer, morre. Politicamente. Passa a ser o pior Presidente. quiçá de sempre. Passa a ser um Américo Thomaz que para aqui anda. Um ser seboso, rastejante. Uma inexistência política.

Sim. Outro princípio fundamental de competência constitucional atribuída ao Presidente da República é de garantir o regular funcionamento das instituições. O que implica que não seja ele a mandar mais lenha para uma fogueira que já parece um incêndio florestal. Era só o que faltava nesta altura, a uma semana de eleições nos Açores e a mês e meio de legislativas no país, que ele viesse anunciar que iria também dissolver a Assembleia da Madeira assim que a Lei o permita e marcar mais umas eleições na sua sequência.

Não estando a isso obrigado pela Lei nem pela sua palavra faz muito bem a tentar que as coisas se resolvam por lá com o mínimo de ruído, que já é enorme.

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Citação de smashing_pumpkin , há 9 minutos:

https://www.dnoticias.pt/2024/1/26/391729-marcelo-quer-oportunidade-para-aprovacao-do-orcamento-da-madeira-antes-de-decidir-futuro/

Parece-me óbvio que ele não pode tomar essa decisão neste momento. Pelo menos do modo que sugeres.

por isso é que realcei entre travessões "só será aferido a final". Não pode fazer hoje, mas se no final da história ele se mantiver na posição que afirmou hoje, brada aos céus o quão faccioso o homem seria.

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Citação de Descartes, há 2 minutos:

Sim. Outro princípio fundamental de competência constitucional atribuída ao Presidente da República é de garantir o regular funcionamento das instituições. O que implica que não seja ele a mandar mais lenha para uma fogueira que já parece um incêndio florestal. Era só o que faltava nesta altura, a uma semana de eleições nos Açores e a mês e meio de legislativas no país, que ele viesse anunciar que iria também dissolver a Assembleia da Madeira assim que a Lei o permita e marcar mais umas eleições na sua sequência.

Não estando a isso obrigado pela Lei nem pela sua palavra faz muito bem a tentar que as coisas se resolvam por lá com o mínimo de ruído, que já é enorme.

Não posso aceitar que o argumento para que a situação político-judicial madeirense tenha a final um tratamento diferente da situação político-judicial continental se deva a uma certa "fadiga em colocar a cruzinha" que os portugueses teriam em terem de ir mais uma vez a eleições.

 

E não consigo sequer vislumbrar que o mesmo presidente há dois meses diga que marca eleições para um Parlamento para garantir a estabilidade - e faz de novo para um segundo parlamento, um mês depois - agora diga que, afinal de contas, vejam bem, a solução que melhor garante a estabilidade é... não convocar eleições.... Quão estúpidos pensaria o inqulino de Belém que nós somos se apresentasse esse raciocínio em público?

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Citação de IlidioMA, há 15 minutos:

Passa a ser o pior Presidente. quiçá de sempre. Passa a ser um Américo Thomaz que para aqui anda. Um ser seboso, rastejante. Uma inexistência política.

Cuidado, tivesses enumerado mais um vitupério ao Marcelo (três de rajada), e, reza a lenda, o Pinto Balsemão teria aparecido atrás de ti sorridente, nu e ereto.

Spoiler

40639361.jpg

 

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Citação de IlidioMA, há 30 minutos:

Não posso aceitar que o argumento para que a situação político-judicial madeirense tenha a final um tratamento diferente da situação político-judicial continental se deva a uma certa "fadiga em colocar a cruzinha" que os portugueses teriam em terem de ir mais uma vez a eleições.

 

E não consigo sequer vislumbrar que o mesmo presidente há dois meses diga que marca eleições para um Parlamento para garantir a estabilidade - e faz de novo para um segundo parlamento, um mês depois - agora diga que, afinal de contas, vejam bem, a solução que melhor garante a estabilidade é... não convocar eleições.... Quão estúpidos pensaria o inqulino de Belém que nós somos se apresentasse esse raciocínio em público?

Por mim podes continuar a surfar a onda da vitimização do PS a defender a manutenção de uma solução com o Centeno à frente do Governo.

Eu acho que ele esteve bem nos Açores. A bem dizer não tinha alternativa com o Chega a roer a corda chumbando um orçamento e dada a indisponibilidade do PSD para apresentar um segundo orçamento. Também acho que esteve bem na República ao aceitar a demissão do Primeiro-Ministro e, em consequência, dissolvendo a Assembleia dado o desgaste provocado pelos casos e casinhos que apareciam como cogumelos dia sim, dia sim. A que acresce a concordância com o que tinha afirmado em discurso oficial. E também acho que está bem agora a utilizar a margem de manobra que (ainda) tem para viabilizar uma solução que não passe pela dissolução de uma Assembleia eleita há 4 meses.

O resto é discussão partidário-futebolística em que se defende que os árbitros têm que manter o critério e se tomou uma decisão no passado, ainda que errada, são obrigados a decidir sempre da mesma maneira no futuro, ainda que continuando a insistir no erro.

Editado por Descartes
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Citação de Descartes, há 32 minutos:

a defender a manutenção de uma solução com o Centeno à frente do Governo.

defendi? Onde?

Citação de Descartes, há 33 minutos:

Por mim podes continuar a surfar a onda da vitimização do PS

eu diria que estou mais a atacar o PR que a defender o PS. Quero lá saber do PS. Vou votar desta vez pela primeira vez e sem grande vontade - e presumo que sem exemplo. Mas isto não é sobre o PS e o PSD, é sobre um PR não deixar a entender que tem filhos e enteados. Isso é muito importante, não vis à vis o cidadão Marcelo Rebelo de Sousa - quero lá saber de Marcelo Rebolo de Sousa - mas vis à vis a instituição Presidência da República.

 

Citação de Descartes, há 35 minutos:

dissolvendo a Assembleia dado o desgaste provocado pelos casos e casinhos que apareciam como cogumelos dia sim, dia sim

interpretação - ABUSIVA, diria eu, e a bold, para realce - tua. Não foi por mil casos que vamos a eleições, foi por um.

 

Ademais, ou bem que o que disseste à bocado é verdade, ou o que dizes agora. Os dois, não pode ser. Ou bem que o PR dissolve porque tinha dito que dissolvia, em qualquer caso, se o Costa saísse, ou bem que o PR dissolve porque houve mil casos. Em que ficamos? Ou a narrativa vai mudando conforme dê jeito?

Citação de Descartes, há 39 minutos:

O resto é discussão partidário-futebolística em que se defende que os árbitros têm que manter o critério e se tomou uma decisão no passado, ainda que errada, são obrigados a decidir sempre da mesma maneira no futuro, ainda que continuando a insistir no erro.

Mas então?? Admites que cometeu um erro em Novembro??? Não te percebo.

Mas seja como for, não vejo vantagem em que a discussão prossiga, não me vejo a debater com alguém que, seriamente, tenta comparar o PR com um árbitro e futebol, não tenho pachorra para entrar nessa falta de seriedade intelectual.

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Citação de bmfpcdm, há 1 hora:

Cuidado, tivesses enumerado mais um vitupério ao Marcelo (três de rajada), e, reza a lenda, o Pinto Balsemão teria aparecido atrás de ti sorridente, nu e ereto.

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40639361.jpg

 

Imaginem se o Balsemão tem sido candidato a presidente, por ex , do Cavaco em 86.

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https://observador.pt/2024/01/26/israel-portugal-pede-respeito-por-medidas-do-tij-e-insiste-em-cessar-fogo/

https://observador.pt/2024/01/22/portugal-vai-participar-em-missao-no-mar-vermelho-para-acompanhar-navios-sob-ameaca-das-milicias/

A participação nisto é para continuar? Portugal vai mesmo proteger um país que está a ser credivelmente acusado de genocídio com uma contribuição que não é mais do que estética? Vamos ficar associados a isto porque os EUA nos mandam ou por vontade própria?

Não há uma sondagem sobre se Portugal devia participar nesta missão? Não interessa a opinião dos Portugueses?

 

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Citação de IlidioMA, há 42 minutos:

 

Ademais, ou bem que o que disseste à bocado é verdade,

Estou contigo em literalmente tudo o que disseste. Mas esta não posso deixar passar…

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Citação de IlidioMA, há 45 minutos:

defendi? Onde?

eu diria que estou mais a atacar o PR que a defender o PS. Quero lá saber do PS. Vou votar desta vez pela primeira vez e sem grande vontade - e presumo que sem exemplo. Mas isto não é sobre o PS e o PSD, é sobre um PR não deixar a entender que tem filhos e enteados. Isso é muito importante, não vis à vis o cidadão Marcelo Rebelo de Sousa - quero lá saber de Marcelo Rebolo de Sousa - mas vis à vis a instituição Presidência da República.

A partir do momento em que estás a utilizar a argumentação que o PS usa, estás a defender as suas conclusões.

 

Citação de IlidioMA, há 45 minutos:

interpretação - ABUSIVA, diria eu, e a bold, para realce - tua. Não foi por mil casos que vamos a eleições, foi por um.

Não é interpretação. É opinião. Na prática estou a transmitir os motivos que me levariam a tomar a mesma decisão que o Marcelo tomou se eu estivesse no lugar dele.

 

Citação de IlidioMA, há 45 minutos:

Ademais, ou bem que o que disseste à bocado é verdade, ou o que dizes agora. Os dois, não pode ser. Ou bem que o PR dissolve porque tinha dito que dissolvia, em qualquer caso, se o Costa saísse, ou bem que o PR dissolve porque houve mil casos. Em que ficamos? Ou a narrativa vai mudando conforme dê jeito?

Os dois não pode ser? Mas que raio de ideia vem a ser essa? Aliás, não foram dois motivos, foram cinco. Basta ler ou ouvir o discurso do próprio quando comunicou ao país a sua decisão:

Portugueses,

Chamado a decidir sobre o cenário criado pela demissão do Governo, consequência da exoneração do Primeiro-Ministro, optei pela dissolução da Assembleia da República e a marcação de eleições em 10 de março de 2024.

Fi-lo, depois de ouvir os partidos com assento parlamentar, e o Conselho de Estado, como impunha a constituição. Os primeiros, claramente favoráveis, o segundo com empate, e, portanto, não favorável à dissolução. Situação, aliás, que já ocorrera no passado com outros Chefes de Estado.

Fi-lo, portanto, por decisão própria no exercício de um poder conferido pela Constituição da República Portuguesa.

E fi-lo, por inúmeras razões.

A primeira – a natureza do voto nas eleições de 2022, personalizado no Primeiro-Ministro, com base na sua própria liderança, candidatura, campanha eleitoral, e esmagadora vitória.

Assim o disse, logo em 30 de março do ano passado, no discurso de posse do Governo, ao falar em eventual substituição a meio do caminho. Sublinhando o preço das grandes vitórias inevitavelmente pessoais e intencionalmente personalizadas.

Segunda – a fraqueza da formação de novo Governo com a mesma maioria, mas com qualquer outro Primeiro-Ministro, para tanto não legitimado política e pessoalmente pelo voto popular.

Terceira – o risco, já verificado no passado, de essa fraqueza redundar num mero adiamento da dissolução para pior momento, com situação mais crítica e desfecho mais imprevisível. Vivendo o Governo até lá como um Governo presidencial, isto é, suportado pelo Presidente da República e o Presidente da República como um inspirador partidário. Tudo enfraquecendo o papel presidencial, num período sensível em que ele deve ser, sobretudo, uma referência interna e externa.

Quarta – a garantia da indispensável estabilidade económica e social que é dada pela prévia votação do Orçamento do Estado para 2024, antes mesmo de ser formalizada a exoneração do atual Primeiro-Ministro, em inícios de dezembro. A aprovação do Orçamento permitirá ir ao encontro das expetativas de muitos Portugueses, e acompanhar a execução do PRR, que não pára, nem pode parar, com a passagem de Governo a Governo de gestão, ou mais tarde com a dissolução da Assembleia da República.

Quinta – maior clareza e mais vigoroso rumo para superar um vazio inesperado, que surpreendeu e perturbou tantos Portugueses, afeiçoados, que se encontravam, aos oito anos de liderança governativa ininterrupta. Devolvendo assim a palavra ao Povo. Sem dramatizações nem temores.

É essa a força da Democracia. Não ter medo do Povo.

 

Citação de IlidioMA, há 45 minutos:

Mas então?? Admites que cometeu um erro em Novembro??? Não te percebo.

Não admiti coisa nenhuma. Muito pelo contrário, conforme ficou bem claro no meu parágrafo anterior. Aqui o que refiro é a consequência lógica de um raciocínio dessa natureza baseado na aplicação cega daquilo a que se chama "critério". Argumento frequentemente utilizado na análise de situações semelhantes mas não idênticas, com contextos, enquadramentos, circunstâncias e momentos diferentes.

 

Citação de IlidioMA, há 45 minutos:

Mas seja como for, não vejo vantagem em que a discussão prossiga, não me vejo a debater com alguém que, seriamente, tenta comparar o PR com um árbitro e futebol, não tenho pachorra para entrar nessa falta de seriedade intelectual.

Falta de seriedade intelectual é fazer passar a ideia que estou a comparar o Presidente da República a um árbitro de futebol quando eu estou a comparar a tua argumentação sobre esta matéria com a argumentação de um qualquer grunho membro de uma claque.

O que me poderia deixar satisfeito porque isso indicava que a minha comparação fez todo o sentido dado que nem conseguirias interpretar condignamente uma simples analogia. Mas não deixa. Porque, apesar de tudo, ainda te reconheço capacidade ao nível da interpretação de textos. Por isso, das duas uma, ou estás a fazer-te parvo de propósito ou bebeste uns copitos a mais.

Editado por Descartes

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Citação de Boitswana , há 7 horas:

Máno, lebas uma Tranquada que tu bais bêr!

Não é assim.

 

Deixei a puorta tranquada e foi buscar puão no cuarro. Cantal alembrou-me que as chavs ficaro dentro de casa

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Citação de Descartes, há 7 horas:

A partir do momento em que estás a utilizar a argumentação que o PS usa, estás a defender as suas conclusões.

 

Não é interpretação. É opinião. Na prática estou a transmitir os motivos que me levariam a tomar a mesma decisão que o Marcelo tomou se eu estivesse no lugar dele.

 

Os dois não pode ser? Mas que raio de ideia vem a ser essa? Aliás, não foram dois motivos, foram cinco. Basta ler ou ouvir o discurso do próprio quando comunicou ao país a sua decisão:

Portugueses,

Chamado a decidir sobre o cenário criado pela demissão do Governo, consequência da exoneração do Primeiro-Ministro, optei pela dissolução da Assembleia da República e a marcação de eleições em 10 de março de 2024.

Fi-lo, depois de ouvir os partidos com assento parlamentar, e o Conselho de Estado, como impunha a constituição. Os primeiros, claramente favoráveis, o segundo com empate, e, portanto, não favorável à dissolução. Situação, aliás, que já ocorrera no passado com outros Chefes de Estado.

Fi-lo, portanto, por decisão própria no exercício de um poder conferido pela Constituição da República Portuguesa.

E fi-lo, por inúmeras razões.

A primeira – a natureza do voto nas eleições de 2022, personalizado no Primeiro-Ministro, com base na sua própria liderança, candidatura, campanha eleitoral, e esmagadora vitória.

Assim o disse, logo em 30 de março do ano passado, no discurso de posse do Governo, ao falar em eventual substituição a meio do caminho. Sublinhando o preço das grandes vitórias inevitavelmente pessoais e intencionalmente personalizadas.

Segunda – a fraqueza da formação de novo Governo com a mesma maioria, mas com qualquer outro Primeiro-Ministro, para tanto não legitimado política e pessoalmente pelo voto popular.

Terceira – o risco, já verificado no passado, de essa fraqueza redundar num mero adiamento da dissolução para pior momento, com situação mais crítica e desfecho mais imprevisível. Vivendo o Governo até lá como um Governo presidencial, isto é, suportado pelo Presidente da República e o Presidente da República como um inspirador partidário. Tudo enfraquecendo o papel presidencial, num período sensível em que ele deve ser, sobretudo, uma referência interna e externa.

Quarta – a garantia da indispensável estabilidade económica e social que é dada pela prévia votação do Orçamento do Estado para 2024, antes mesmo de ser formalizada a exoneração do atual Primeiro-Ministro, em inícios de dezembro. A aprovação do Orçamento permitirá ir ao encontro das expetativas de muitos Portugueses, e acompanhar a execução do PRR, que não pára, nem pode parar, com a passagem de Governo a Governo de gestão, ou mais tarde com a dissolução da Assembleia da República.

Quinta – maior clareza e mais vigoroso rumo para superar um vazio inesperado, que surpreendeu e perturbou tantos Portugueses, afeiçoados, que se encontravam, aos oito anos de liderança governativa ininterrupta. Devolvendo assim a palavra ao Povo. Sem dramatizações nem temores.

É essa a força da Democracia. Não ter medo do Povo.

 

Não admiti coisa nenhuma. Muito pelo contrário, conforme ficou bem claro no meu parágrafo anterior. Aqui o que refiro é a consequência lógica de um raciocínio dessa natureza baseado na aplicação cega daquilo a que se chama "critério". Argumento frequentemente utilizado na análise de situações semelhantes mas não idênticas, com contextos, enquadramentos, circunstâncias e momentos diferentes.

 

Falta de seriedade intelectual é fazer passar a ideia que estou a comparar o Presidente da República a um árbitro de futebol quando eu estou a comparar a tua argumentação sobre esta matéria com a argumentação de um qualquer grunho membro de uma claque.

O que me poderia deixar satisfeito porque isso indicava que a minha comparação fez todo o sentido dado que nem conseguirias interpretar condignamente uma simples analogia. Mas não deixa. Porque, apesar de tudo, ainda te reconheço capacidade ao nível da interpretação de textos. Por isso, das duas uma, ou estás a fazer-te parvo de propósito ou bebeste uns copitos a mais.

Epa, vamos ver sequer se há governo, existem dois partidos que desde que foram eleitos tem feito de tudo para dividir e polarizar a política, aclamando que está na hora de limpar o socialismo de Portugal.

Qualquer pessoa normal sente o ódio que existe na político, eu tenho dificuldade de falar de político a pessoas que se dizem de “direita” e acham que a ameaça a Portugal e o PS e não o chega 

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