smashing_pumpkin Publicado 7 Abril 2025 Citação de andriy pereplyotkin, há 2 minutos: Já é parva a gamificação dos debates, mas aqui o mais parvo é darem-lhe o espaço para o fazer. Não foi ele a enganar ninguém, sabiam o que ia acontecer. O comentário dele abre com "O PCP merece desaparecer, lamento; e para lá caminha." Ele há dias comparou a leitura de um livro escrito por alguém de esquerda com ouvir música de alguém xenófoba, racista ou agressor sexual. Há ali um trauma bem evidente. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 7 Abril 2025 Citação de smashing_pumpkin , Agora: Ele há dias comparou a leitura de um livro escrito por alguém de esquerda com ouvir música de alguém xenófoba, racista ou agressor sexual. Há ali um trauma bem evidente. Teve ali uns meses em que deve ter andado a tentar sacar uma alterna, porque houve uma sequência de colunas muito surpreendentes. Depois voltou ao normal. 1 2 2 Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 8 Abril 2025 Citação de andriy pereplyotkin, há 8 horas: Teve ali uns meses em que deve ter andado a tentar sacar uma alterna, porque houve uma sequência de colunas muito surpreendentes. Depois voltou ao normal. tentou levá-la à cinemateca, foi escorraçado, ela teve vergonha e deu-lhe ghost happens bruv Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 8 Abril 2025 (editado) https://x.com/Verdade240/status/1909206642572358061 Que cabeção o Pedro Duarte lol Editado 8 Abril 2025 por antifa Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 8 Abril 2025 Spoiler Rita Ferreira Luís Montenegro – 5 Paulo Raimundo – 6 Há um novo Paulo Raimundo nos debates: o líder comunista ganhou eficácia e acutilância em relação às prestações da campanha do ano passado e talvez isso tenha apanhado Luís Montenegro de surpresa. Ainda assim o primeiro-ministro (quase) nunca se deixou encostar às cordas e respondeu sempre na mesma medida aos ataques que iam saindo do lado contrário. Montenegro parte sempre com uma desvantagem: aquela que o obrigará, a cada debate, a ter de explicar a situação da empresa Spinumviva , das avenças de empresas privadas e as razões que levaram à queda do Governo e a novas eleições. É um tema em que Montenegro estará sempre à defesa e os opositores sempre ao ataque (com maior ou menor eficácia). Mas não foi aqui que Paulo Raimundo deixou o primeiro-ministro sem resposta. Também não foi no IRC, nem na política de defesa, nem na escolha ideológica de voltar a chamar os privados à gestão dos hospitais. Foi quando o secretário-geral do PCP apontou o facto de no fim de semana passado terem estado fechadas sete urgências pediátricas por falta de médicos. "Eu sou pai, o senhor é pai", disse Raimundo. E Montenegro calou-se. Apesar de um debate muito equilibrado, um ponto a mais pela superação das expectativas do lado de Paulo Raimundo. Miguel Cadete Luís Montenegro - 7 Paulo Raimundo - 7 Dado estarem a disputar eleitorados aparentemente diversos, o debate Montenegro vs Raimundo trazia como principal prato a defesa que o primeiro-ministro iria fazer relativamente ao tema do conflito de interesses. Luís Montenegro baixou a guarda - já não mostra tanto fastio com o escrutínio - mas não tocou na sua posição habitual: "eu é que sei se há conflito de interesses". Um erro que fará com que tenha que voltar a recuar sempre que surgirem dados novos relativos à Spinumviva ou outros dos seus empreendimentos. Quando disse "a situação é conhecida porque a dei a conhecer", tal não se verifica. Bastante mais surpreendente foi a prestação de Paulo Raimundo, muito acima dos debates das legislativas anteriores. Nomeadamente, quando defendeu a sua dama com garbo ao associar, em antecipação, o tema do filme Montenegro à saúde, assumindo que ambos decorrem da "promiscuidade entre interesses económicos e o poder político". Mesmo quando Luís Montenegro, sem surpresa, elencou a baixa do IRS, os aumentos das pensões, da comparticipação de solidariedade e os aumentos de remuneração em 17 áreas da função pública, o líder do PCP não esmoreceu e contra-atacou com as sete urgências pediátricas que estiveram fechadas no passado fim de semana, a falta de médicos, e o cada vez maior número de utentes sem médico de família. Montenegro assentiu que iria tratar disso na próxima legislatura. A segunda questão mais relevante seria a da despesa em Defesa e a da guerra. Aqui terá sido Montenegro a saber conduzir melhor o assunto, não desligando o investimento em políticas sociais do esforço em guerra. Contudo, fê-lo vivendo num mundo de fantasia sem contemplar o enorme esforço que pode estar a ser anunciado dentro em breve. Coube, ainda assim, a Raimundo a sentença mais definitiva, também ela desligada da provável realidade: "Não há necessidade de investir recursos públicos na guerra". No final, este ainda marcou pontos na questão da habitação ("não foi pedido um cêntimo à banca - que teve lucros de 5 mil milhões - para resolver a questão). Tornou por isso o debate menos confortável ao líder da AD, mostrando um surpreendente à vontade na discussão dos vários assuntos, num debate em que Montenegro pareceu não estar tão empenhado. Henrique Raposo Luís Montenegro - 5 Paulo Raimundo - 1 O PCP merece desaparecer, lamento; e para lá caminha. Perante a grande questão do nosso tempo (defesa; relações internacionais), Raimundo lançou um discurso à Miss Mundo; à Miss Rússia, ainda por cima. Não dá para respeitar. Perante uma das grandes questões económicas de Portugal (baixar IRC para sermos mais competitivos no quadro europeu; para fixarmos e atrairmos empresas), Raimundo disse esta preciosidade: “Quem procura Portugal para investir não pergunta pelo IRC.” É para rir ou para chorar? Na questão da saúde, Raimundo manteve o dogmatismo e o ódio à solução PPP que tem um histórico positivo e documentado. Queremos ou não queremos uma política assente em dados, estudos e modelos que funcionam? As PPP na saúde funcionaram muitíssimo bem. Todas as entidades independentes, ainda no tempo de Costa, mostraram isso. Montenegro só tem de recuperar as PPP que foram estupidamente extintas e alargar o modelo a outras. Pedro Cordeiro Luís Montenegro - 5 Paulo Raimundo - 6 Paulo Raimundo esteve melhor do que há um ano (e do que se esperava), sobretudo na denúncia da vitimização de Montenegro no caso Spinumviva. O primeiro-ministro repetiu as (não) justificações de sempre, atrapalhou-se, e apostou em não deixar o adversário falar. O comunista voltou a ser eficaz ao apontar a propaganda da semana passada no mercado do Bolhão, travestida de Conselho de Ministros. Esteve menos mal o governante na enumeração de medidas que tomou este ano, embora oscilando entre sorriso trocista nervosinho e ares de gravitas, e na defesa do envolvimento dos privados na saúde. Esta parte do debate foi equilibrada: Montenegro debitando ações (e tentando desajeitadamente colar o PCP ao PS), Raimundo retorquindo a cada uma com as condições de vida do português comum sob custos crescentes. Já na reta final, sobre a Ucrânia e o investimento em defesa, melhor a firmeza de Montenegro do que a cassete de Raimundo. Eunice Lourenço Montenegro — 6 Paulo Raimundo — 5 Houve debate, mas em vários momentos não se percebeu o que diziam. Uma coisa ficou clara neste debate, como disse, às tantas, o líder da AD: “Temos uma questão de fundo, um confronto entre dois projetos.” Paulo Raimundo começou bem sobre a questão ética relativa à empresa familiar criada por Montenegro em 2021, colocando o primeiro-ministro à defesa. Tão à defesa que tentou voltou ao assunto quando o debate já estava a avançar. Montenegro eficaz a desfiar medidas do governo, sobretudo as que dizem respeito aos bolsos dos portugueses. Raimundo mais combativo do que há um ano (a experiência conta) e bem a desfazer o discurso do líder da AD na saúde, onde o primeiro-ministro deixou uma promessa que outros já fizeram e deixaram por cumprir: médico de família para todos. Tal como deixou na defesa uma garantia – “Nós não trocamos as políticas sociais por investimento em segurança e defesa” – que o tempo irá pôr à prova. Mas ainda assim preferível ao discurso de “cassete” de Paulo Raimundo sobre a guerra. Spoiler Liliana Valente André Ventura – 4 Inês Sousa Real – 6 Passou apenas um ano, mas sinto que estou a ver o mesmo filme. André Ventura está repetitivo e se é verdade que a mensagem passa muitas vezes pela repetição, dizer só e apenas a mesma coisa cansa. Inês Sousa Real esteve combativa, a debitar números na ponta da língua e a lançar a Ventura algumas frases que ferem - “desvaloriza a pedofilia” e “andou de joelhos a pedir para fazer parte do governo AD”. De resto, foi um debate sem que se percebesse uma única ideia para melhorar o país, ainda que a líder do PAN tenha tentado por uma ou outra vez falar de propostas do partido. São dois mundos que não se tocam - muito menos o eleitorado, ainda que tenham andado ali a disputar qual dos dois partidos é mais amigo dos animais. Cada um esteve a falar para o seu público e para as suas redes sociais. E desta vez, nem creio que Ventura consiga muitos reels para partilhar. Talvez possa partilhar aquele momento tão non sense como o “they’re eating the dogs, they’re eating the pets” de Trump. Quando o líder do Chega falou numa suposta proposta do PAN para obrigar os animais a serem vegetarianos (!). Foi um debate intenso, com duas pessoas que até se tratam por tu, mas fraquito de conteúdo. Cristina Figueiredo Ventura – 5 Inês Sousa Real – 7 Com André Ventura como interveniente está sempre garantida a animação de um frente-a-frente. Mas nem sempre (para não dizer quase nunca) essa animação significa debate com elevação. Ora hoje, como há um ano, Inês Sousa Real esteve à altura do desafio. O frente-a-frente até começou, por opção do entrevistador, pelos temas em que o líder do Chega está mais à vontade (crimes sexuais e insegurança). Mas a porta-voz do PAN nunca deixou sem resposta o adversário, soube contornar as armadilhas e até aproveitou a intervenção final (já sem possibilidade de repique pela outra parte) para o desafiar a “deixar de mentir ao país e deixar de oportunisticamente pegar na indignação das pessoas”. Ventura foi mais contido nas interrupções e nas provocações do que em vezes anteriores (e só por isso o 5 de nota). Sousa Real concorre a estas eleições para, na melhor das hipóteses, voltar a ser deputada única (como, aliás, Ventura lhe lembrou). Mas, no fim, foi ela quem venceu o debate. “A Inês não gosta mais de animais do que eu”, dizia Ventura. Lol, alguém acredita? Pedro Cordeiro André Ventura – 4 Inês Sousa Real – 5 André Ventura arrancou no estilo habitual, disparando em várias direções (não nego que com eficácia), mas Inês Sousa Real chegou para o Chega. Com a autoridade de quem defende penas duras para crimes sexuais, a líder animalista desmontou a falsa associação (eufemizada como “perceção”) entre delinquência e imigração e lembrou que o PAN, com uma deputada só, aprova mais medidas na matéria do que a direita radical. As interrupções permanentes não terão ajudado a interessar o eleitorado. Sousa Real marcou pontos nos desmentidos a Ventura e na questão (não de somenos para a democracia) da conduta boçal de membros do Chega no Parlamento, que mimoseiam deputadas com “mugidos de vaca” e outras abjeções. Menos interessante foi a parte sobre animais, uma espécie de concurso “eu gosto muito mais deles do que tu”. Feitas as contas, um frente a frente nada cativante, a que faltaram assuntos cruciais do nosso tempo. Nem no tema da governabilidade trouxe respostas esclarecedoras. Luís Pedro Nunes André Ventura - 3 Inês Sousa Real - 3 Não tinha saudades de ver André Ventura a fazer carinhas espantadas ou franzidas, a interromper para perturbar, sabendo que o ecrã televisivo está dividido a meio. No confronto entre o líder do Chega e a líder do PAN, já se falava de violações perpetradas por imigrantes no primeiro minuto de debate. A maior parte do mesmo foi conduzida e manipulada pelos temas de Ventura, que enfiou os seus mantras a martelo. Ficámos a saber que ambos são muito insultados no Parlamento e que se tratam por tu. Para além do menu habitual de populista xenófobo, Ventura trazia uma novidade para contrapor à questão da defesa das touradas: a crueldade do abate halal de animais (não mencionou o kosher). Mais uma vez, a questão dos muçulmanos — topam? Algures lá para o final, o moderador resolveu a questão do PAN numa pergunta: “Mas isso não é um vazio ideológico?”. É. Como tema final, Ventura ensaiou o “Montenegro é tão bandido como Sócrates”. Faltam 26 debates? Meu Deus. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 8 Abril 2025 O Henrique Raposo deveria ser afastado destas coisas por um simples motivo: ele não consegue ser imparcial. Para comentar os debates exige-se isso. Ele não consegue, logo é inútil para o trabalho. Compartilhar este post Link para o post
Lurker Publicado 8 Abril 2025 Citação de Lebohang, há 4 minutos: Mostrar conteúdo oculto Rita Ferreira Luís Montenegro – 5 Paulo Raimundo – 6 Há um novo Paulo Raimundo nos debates: o líder comunista ganhou eficácia e acutilância em relação às prestações da campanha do ano passado e talvez isso tenha apanhado Luís Montenegro de surpresa. Ainda assim o primeiro-ministro (quase) nunca se deixou encostar às cordas e respondeu sempre na mesma medida aos ataques que iam saindo do lado contrário. Montenegro parte sempre com uma desvantagem: aquela que o obrigará, a cada debate, a ter de explicar a situação da empresa Spinumviva , das avenças de empresas privadas e as razões que levaram à queda do Governo e a novas eleições. É um tema em que Montenegro estará sempre à defesa e os opositores sempre ao ataque (com maior ou menor eficácia). Mas não foi aqui que Paulo Raimundo deixou o primeiro-ministro sem resposta. Também não foi no IRC, nem na política de defesa, nem na escolha ideológica de voltar a chamar os privados à gestão dos hospitais. Foi quando o secretário-geral do PCP apontou o facto de no fim de semana passado terem estado fechadas sete urgências pediátricas por falta de médicos. "Eu sou pai, o senhor é pai", disse Raimundo. E Montenegro calou-se. Apesar de um debate muito equilibrado, um ponto a mais pela superação das expectativas do lado de Paulo Raimundo. Miguel Cadete Luís Montenegro - 7 Paulo Raimundo - 7 Dado estarem a disputar eleitorados aparentemente diversos, o debate Montenegro vs Raimundo trazia como principal prato a defesa que o primeiro-ministro iria fazer relativamente ao tema do conflito de interesses. Luís Montenegro baixou a guarda - já não mostra tanto fastio com o escrutínio - mas não tocou na sua posição habitual: "eu é que sei se há conflito de interesses". Um erro que fará com que tenha que voltar a recuar sempre que surgirem dados novos relativos à Spinumviva ou outros dos seus empreendimentos. Quando disse "a situação é conhecida porque a dei a conhecer", tal não se verifica. Bastante mais surpreendente foi a prestação de Paulo Raimundo, muito acima dos debates das legislativas anteriores. Nomeadamente, quando defendeu a sua dama com garbo ao associar, em antecipação, o tema do filme Montenegro à saúde, assumindo que ambos decorrem da "promiscuidade entre interesses económicos e o poder político". Mesmo quando Luís Montenegro, sem surpresa, elencou a baixa do IRS, os aumentos das pensões, da comparticipação de solidariedade e os aumentos de remuneração em 17 áreas da função pública, o líder do PCP não esmoreceu e contra-atacou com as sete urgências pediátricas que estiveram fechadas no passado fim de semana, a falta de médicos, e o cada vez maior número de utentes sem médico de família. Montenegro assentiu que iria tratar disso na próxima legislatura. A segunda questão mais relevante seria a da despesa em Defesa e a da guerra. Aqui terá sido Montenegro a saber conduzir melhor o assunto, não desligando o investimento em políticas sociais do esforço em guerra. Contudo, fê-lo vivendo num mundo de fantasia sem contemplar o enorme esforço que pode estar a ser anunciado dentro em breve. Coube, ainda assim, a Raimundo a sentença mais definitiva, também ela desligada da provável realidade: "Não há necessidade de investir recursos públicos na guerra". No final, este ainda marcou pontos na questão da habitação ("não foi pedido um cêntimo à banca - que teve lucros de 5 mil milhões - para resolver a questão). Tornou por isso o debate menos confortável ao líder da AD, mostrando um surpreendente à vontade na discussão dos vários assuntos, num debate em que Montenegro pareceu não estar tão empenhado. Henrique Raposo Luís Montenegro - 5 Paulo Raimundo - 1 O PCP merece desaparecer, lamento; e para lá caminha. Perante a grande questão do nosso tempo (defesa; relações internacionais), Raimundo lançou um discurso à Miss Mundo; à Miss Rússia, ainda por cima. Não dá para respeitar. Perante uma das grandes questões económicas de Portugal (baixar IRC para sermos mais competitivos no quadro europeu; para fixarmos e atrairmos empresas), Raimundo disse esta preciosidade: “Quem procura Portugal para investir não pergunta pelo IRC.” É para rir ou para chorar? Na questão da saúde, Raimundo manteve o dogmatismo e o ódio à solução PPP que tem um histórico positivo e documentado. Queremos ou não queremos uma política assente em dados, estudos e modelos que funcionam? As PPP na saúde funcionaram muitíssimo bem. Todas as entidades independentes, ainda no tempo de Costa, mostraram isso. Montenegro só tem de recuperar as PPP que foram estupidamente extintas e alargar o modelo a outras. Pedro Cordeiro Luís Montenegro - 5 Paulo Raimundo - 6 Paulo Raimundo esteve melhor do que há um ano (e do que se esperava), sobretudo na denúncia da vitimização de Montenegro no caso Spinumviva. O primeiro-ministro repetiu as (não) justificações de sempre, atrapalhou-se, e apostou em não deixar o adversário falar. O comunista voltou a ser eficaz ao apontar a propaganda da semana passada no mercado do Bolhão, travestida de Conselho de Ministros. Esteve menos mal o governante na enumeração de medidas que tomou este ano, embora oscilando entre sorriso trocista nervosinho e ares de gravitas, e na defesa do envolvimento dos privados na saúde. Esta parte do debate foi equilibrada: Montenegro debitando ações (e tentando desajeitadamente colar o PCP ao PS), Raimundo retorquindo a cada uma com as condições de vida do português comum sob custos crescentes. Já na reta final, sobre a Ucrânia e o investimento em defesa, melhor a firmeza de Montenegro do que a cassete de Raimundo. Eunice Lourenço Montenegro — 6 Paulo Raimundo — 5 Houve debate, mas em vários momentos não se percebeu o que diziam. Uma coisa ficou clara neste debate, como disse, às tantas, o líder da AD: “Temos uma questão de fundo, um confronto entre dois projetos.” Paulo Raimundo começou bem sobre a questão ética relativa à empresa familiar criada por Montenegro em 2021, colocando o primeiro-ministro à defesa. Tão à defesa que tentou voltou ao assunto quando o debate já estava a avançar. Montenegro eficaz a desfiar medidas do governo, sobretudo as que dizem respeito aos bolsos dos portugueses. Raimundo mais combativo do que há um ano (a experiência conta) e bem a desfazer o discurso do líder da AD na saúde, onde o primeiro-ministro deixou uma promessa que outros já fizeram e deixaram por cumprir: médico de família para todos. Tal como deixou na defesa uma garantia – “Nós não trocamos as políticas sociais por investimento em segurança e defesa” – que o tempo irá pôr à prova. Mas ainda assim preferível ao discurso de “cassete” de Paulo Raimundo sobre a guerra. Mostrar conteúdo oculto Liliana Valente André Ventura – 4 Inês Sousa Real – 6 Passou apenas um ano, mas sinto que estou a ver o mesmo filme. André Ventura está repetitivo e se é verdade que a mensagem passa muitas vezes pela repetição, dizer só e apenas a mesma coisa cansa. Inês Sousa Real esteve combativa, a debitar números na ponta da língua e a lançar a Ventura algumas frases que ferem - “desvaloriza a pedofilia” e “andou de joelhos a pedir para fazer parte do governo AD”. De resto, foi um debate sem que se percebesse uma única ideia para melhorar o país, ainda que a líder do PAN tenha tentado por uma ou outra vez falar de propostas do partido. São dois mundos que não se tocam - muito menos o eleitorado, ainda que tenham andado ali a disputar qual dos dois partidos é mais amigo dos animais. Cada um esteve a falar para o seu público e para as suas redes sociais. E desta vez, nem creio que Ventura consiga muitos reels para partilhar. Talvez possa partilhar aquele momento tão non sense como o “they’re eating the dogs, they’re eating the pets” de Trump. Quando o líder do Chega falou numa suposta proposta do PAN para obrigar os animais a serem vegetarianos (!). Foi um debate intenso, com duas pessoas que até se tratam por tu, mas fraquito de conteúdo. Cristina Figueiredo Ventura – 5 Inês Sousa Real – 7 Com André Ventura como interveniente está sempre garantida a animação de um frente-a-frente. Mas nem sempre (para não dizer quase nunca) essa animação significa debate com elevação. Ora hoje, como há um ano, Inês Sousa Real esteve à altura do desafio. O frente-a-frente até começou, por opção do entrevistador, pelos temas em que o líder do Chega está mais à vontade (crimes sexuais e insegurança). Mas a porta-voz do PAN nunca deixou sem resposta o adversário, soube contornar as armadilhas e até aproveitou a intervenção final (já sem possibilidade de repique pela outra parte) para o desafiar a “deixar de mentir ao país e deixar de oportunisticamente pegar na indignação das pessoas”. Ventura foi mais contido nas interrupções e nas provocações do que em vezes anteriores (e só por isso o 5 de nota). Sousa Real concorre a estas eleições para, na melhor das hipóteses, voltar a ser deputada única (como, aliás, Ventura lhe lembrou). Mas, no fim, foi ela quem venceu o debate. “A Inês não gosta mais de animais do que eu”, dizia Ventura. Lol, alguém acredita? Pedro Cordeiro André Ventura – 4 Inês Sousa Real – 5 André Ventura arrancou no estilo habitual, disparando em várias direções (não nego que com eficácia), mas Inês Sousa Real chegou para o Chega. Com a autoridade de quem defende penas duras para crimes sexuais, a líder animalista desmontou a falsa associação (eufemizada como “perceção”) entre delinquência e imigração e lembrou que o PAN, com uma deputada só, aprova mais medidas na matéria do que a direita radical. As interrupções permanentes não terão ajudado a interessar o eleitorado. Sousa Real marcou pontos nos desmentidos a Ventura e na questão (não de somenos para a democracia) da conduta boçal de membros do Chega no Parlamento, que mimoseiam deputadas com “mugidos de vaca” e outras abjeções. Menos interessante foi a parte sobre animais, uma espécie de concurso “eu gosto muito mais deles do que tu”. Feitas as contas, um frente a frente nada cativante, a que faltaram assuntos cruciais do nosso tempo. Nem no tema da governabilidade trouxe respostas esclarecedoras. Luís Pedro Nunes André Ventura - 3 Inês Sousa Real - 3 Não tinha saudades de ver André Ventura a fazer carinhas espantadas ou franzidas, a interromper para perturbar, sabendo que o ecrã televisivo está dividido a meio. No confronto entre o líder do Chega e a líder do PAN, já se falava de violações perpetradas por imigrantes no primeiro minuto de debate. A maior parte do mesmo foi conduzida e manipulada pelos temas de Ventura, que enfiou os seus mantras a martelo. Ficámos a saber que ambos são muito insultados no Parlamento e que se tratam por tu. Para além do menu habitual de populista xenófobo, Ventura trazia uma novidade para contrapor à questão da defesa das touradas: a crueldade do abate halal de animais (não mencionou o kosher). Mais uma vez, a questão dos muçulmanos — topam? Algures lá para o final, o moderador resolveu a questão do PAN numa pergunta: “Mas isso não é um vazio ideológico?”. É. Como tema final, Ventura ensaiou o “Montenegro é tão bandido como Sócrates”. Faltam 26 debates? Meu Deus. Dá para ter isto em formato tabela? V/E/D, com h2h como primeiro critério de desempate e diferença de pontos como segundo? Acho que ainda não se gamificou a política o suficiente. 4 Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 8 Abril 2025 Citação de Lurker, há 16 minutos: Dá para ter isto em formato tabela? V/E/D, com h2h como primeiro critério de desempate e diferença de pontos como segundo? Acho que ainda não se gamificou a política o suficiente. Vou começar um LLM com o gajo do ADN acho que na próxima época consigo ir à conference 1 12 Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 8 Abril 2025 Os debates de ontem foram só tristes. O Paulo Raimundo pode ser boa pessoa, mas coitadinho (apesar de ontem parecer ter estado bem melhor). Mas melhor isso do que ser um banana como o Montenegro. No PAN vs Chega pronto...A Inês Sousa Real ainda tentou puxar conversa sobre medidas, mas o Ventura estava mais focado em tentar sacar soundbytes. Hoje temos Livre vs Chega que já tem sido um clássicos dos últimos anos, qual Porto vs Benfica da política. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 8 Abril 2025 Citação de HappyKing, há 12 horas: Não vi o debate todo, fui acompanhando algumas partes apenas. O debate correu assim tão mal ao Montenegro para haver várias pessoas no vários canais a dizer que esteve pior que o Raimundo? Vou tentar explicar resumidamente. O Paulo Raimundo quis dizer, em basicamente todos os temas, "olha Luís, sou burro, estou impreparado e, como tal, vou dizer uma barbaridade qualquer para que tu rebentes comigo. Imagina que eu sou o Secretário e tu és o Acosta". E o Montenegro "respondeu, pá, eu sou tão burro e impreparado como tu e, como tal, em vez de ser o Acosta vou ser o Kaviedes". 13 Compartilhar este post Link para o post
lastdance Publicado 8 Abril 2025 Citação de Black Hawk, há 1 hora: O Henrique Raposo deveria ser afastado destas coisas por um simples motivo: ele não consegue ser imparcial. Para comentar os debates exige-se isso. Ele não consegue, logo é inútil para o trabalho. Esse não é aquele que tem uma foto de beto e diz sempre as m*rda mais estupidas possiveis no expresso? Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 8 Abril 2025 Citação de Lurker, há 1 hora: Dá para ter isto em formato tabela? V/E/D, com h2h como primeiro critério de desempate e diferença de pontos como segundo? Acho que ainda não se gamificou a política o suficiente. O @Descartes fez isso no ano passado Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 8 Abril 2025 Citação A extincão das espécies (de esquerda) O capitalismo do futuro quer destruir o Estado como motor ou como simples regulador económico É o chamado “banho de sangue”. Os mercados caem a seguir à “carnificina” das tarifas. Os termos são os dos massacres. Os investidores perdem milhares de milhões. Os bancos centrais estão assustados. Os gráficos mergulham nas profundezas. A Ásia do Pacífico, farol do século XXI, treme. A China retalia. O Japão, um país rico e ordenado, ou melhor, organizadamente rico, chama a isto uma “grave crise geral”. O Vietname, um país que tem crescido ao ritmo de 8 a 10%, pede a Trump que conceda um prazo para a aplicação da nova tarifa de quase 50%. O pânico cresce. Cresce na Ásia e cresce em Wall Street. Dispara nas bolsas mundiais. Na Europa, como de costume, não há uma voz unívoca para responder às tarifas, uns querem retaliação e outros negociação e suavização. Macron, como de costume, finge que é o líder dos europeus perante o silêncio alemão. Von Leyen finge que manda, ignorada pelos americanos como interlocutora. O bluff europeu não é apenas o da Ucrânia uber alles. Passou a ser o da preponderância de um mercado de quase 500 milhões de consumidores. Um número que não detém ou assusta os americanos, que sabem que a Europa é um conjunto de países vassalos. Taxar as tecnológicas? A Europa pode levar com uma tarifa de 50% ou mais. E como pretende a Europa avançar no projeto tecnocrático e tecnológico se depende da supremacia tecnológica e dos serviços financeiros americanos? Em Portugal, à beira de umas eleições desinteressantes, discute-se ao lado. Pequenas preocupações quotidianas, mais apoios, menos apoios, puxa daqui e estica dali, e a política geral de depois logo se vê, deixa ver o que os outros vão fazer. Tal como na crise do subprime, os portugueses incluindo os políticos portugueses, demoram tempo a interiorizar e compreender as consequências desta crise, até ao momento em que a água começar a faltar nos canos financeiros do “oásis” e o Estado, o maior pagador e credor, começar a ter os cofres sob ameaça. O PS, decerto com problemas a ler notícias internacionais, parece que apresentou gloriosamente o programa de Governo como se nada estivesse a acontecer. Em vez de falar com seriedade sobre a implosão do globalizado comércio mundial que as tarifas criam, com consequências sistémicas devastadoras, o PS prometeu dar mais dinheiro aos pobres e aos crentes da igreja. Tendo recusado emitir um som sobre o projeto utópico/distópico do “rearmamento da Europa”, o PS finge que não existe uma crise internacional gravíssima. Que trará mais privações aos portugueses. Compromete-se a dar o que não sabe se pode dar. Entretanto, o Bloco de Esquerda acusa o PS de ignorar a crise da habitação e quer baixar o preço das casas à força, julgando que compete ao Estado interferir coercivamente no direito de propriedade privada, considerado sagrado no moderno Estado de direito democrático. Esta conceção retrógrada do Estado como entidade planificadora e centralizadora da economia continua em vigor nas cabeças de esquerda, grudadas ao século XX. A esquerda vai perder estas eleições, pressinto. As coisas são como são, diz o lugar-comum. Não há espaço para experiências. Quando se fala na crise da esquerda, ou das esquerdas, ouve-se sempre a frase, a crise das esquerdas é por culpa das esquerdas. A frase passa por ser uma espécie de silogismo com a premissa lá dentro. A esquerda em crise criou a sua crise. Ora isto é uma tautologia. É verdade que a esquerda colaborou ativamente no próprio declínio ao transferir as preocupações históricas da matriz da luta de classes para as causas das minorias e dos direitos das minorias. Imigrantes, homossexuais, transgéneros, injustiças do me too e injustiças do colonialismo, reavaliações e reposições históricas com destruições de símbolos, etc. A conversa acabou na casa de banho, ou seja, nas casas de banho trans como assunto fulgurante do pensamento contemporâneo. Na América nasceram as questões, com modificações europeias. As acusações ao colonialismo europeu diferiram da americana reavaliação da escravatura como postulado de todas as declinações civilizacionais da underclass negra. Tais movimentos progressistas de emancipação e de ideologias de género, com a cauda de cancelamentos e censuras, contribuíram para a eleição e potestade de Donald J. Trump. Julgando que estavam a preparar e escovar um futuro Martin Luther King ou uma Rosa Parks, os woke acabaram a entronizar o egotismo de Jay Gatsby e Tom Buchanan. Rich are different, na citada conversa entre Hemingway e Fitzgerald. Os ricos são diferentes porque têm mais dinheiro. O mundo político americano é agora um mundo de ricos que capturaram o voto dos pobres. Mas, um grande mas, a esquerda não tem a culpa exclusiva disto. Não foi apenas por se ter dedicado a microcausas e aos direitos humanos que as esquerdas perderam a clientela e ficaram com um nicho composto por fiéis de uma igreja minoritária e por prosélitos que não aprendem as lições da História. Uma das grandes causas da menorização das esquerdas, da derrota, não resulta de terem trocado a análise marxista da História pela ignorância e negação dos movimentos sociais e económicos contemporâneos. A esquerda não conseguiu compreender o capitalismo na fase tecnológica avançada, não tentou aprender as vantagens da revolução algorítmica, não penetrou a opacidade codificada e matemática e científica dos códigos e da linguagem dos códigos. E não previu o que a revolução tecnológica poderia fazer ao mercado de trabalho. Tal como não sabe o que a IA irá fazer aos trabalhadores. Será, prevê-se, uma razia. Dizem os tecnocratas. Os outros partidos, os políticos dos outros partidos, também não sabem nada deste admirável mundo novo, mas, no laboratório americano, o poder político aliou-se a Silicon Valley. E foi o mentor Peter Thiel, the ghost in the machine, o fantasma na máquina, que resgatou Trump da obsolescência e dos tribunais e colocou J. D. Vance como seu copiloto. Não foi Musk, foi Thiel, Musk veio depois. Ao contrário de Trump, um ignorante sem cultura política e um formidável mercador de sonhos, um vendedor nato, Thiel acredita que o tempo da democracia liberal acabou. E tem os filósofos de suporte. Uma hierarquia avançada de empreendedores e oligarcas comandará a História e garantirá o bem-estar coletivo, com um homem forte no topo. Um homem forte ao serviço. A esquerda não podia prever isto. Afastada do poder financeiro, do poder do controle do dinheiro, não se consegue defender disto e não percebe isto. Na verdade, antes da santa aliança entre tecnocracia e poder popular, entre oligarcas e MAGAS, as esquerdas já tinham contra si o facto de o poder financeiro não só não lhes pertencer como serem dele o inimigo principal. Ninguém em seu perfeito juízo, no eleitorado, está convencido de que a esquerda controla a economia, quando a economia é controlada pela finança. Desde o subprime aprendemos isto. Quando muito, o eleitorado dará ao Estado um poder, cada vez mais restrito neste estádio do capitalismo, para controlar os pagamentos e investimentos públicos que resultam dos impostos. O Estado tenderá a ser abolido se a aliança entre tecnologia e capital se consumar e for abençoada pelo poder político, é essa a intenção tanto da Casa Branca como da oligarquia. O capitalismo do futuro quer prescindir do Estado como protagonista económico ou como parceiro económico. Quer destruir o Estado como motor ou como simples regulador económico. A contradição insanável neste sistema, o grão de areia na máquina, é que os eleitores das classes baixas ou descontentes, a massa MAGA, tenderão a contrariar isto se não obtiverem progresso visível nas vidas. As manufaturas não vão regressar aos Estados Unidos, as fábricas arruinadas não vão reabrir, as minas de carvão não vão ser reativadas, os empregos não irão explodir de prosperidade. Inflação, recessão, palavras aterradoras. Prevê-se que a IA traga mais desemprego e destituição. O futuro, com tanta destruição criativa, é um enigma. O que farão as massas desiludidas? Marcharão nas ruas ou ficarão em casa a planear o terrorismo verbal em rede e a fantasiar com os óculos da realidade virtual? Historicamente, quando chega a fome chegam o protesto e a violência. E a esquerda brande as armas tradicionais, o coletivismo e o Estado generoso e protetor. E toma a Bastilha. Mas, um grande mas, a tecnologia pensa já no modo de neutralizar e anestesiar as massas. De reduzir o protesto. De o controlar. É provável que a tecnologia ganhe. É provável que a guerra, o estado de guerra constante, uma nova iteração do medo e da ignorância, seja utilizado como pretexto para a demolição do Estado com o consentimento das massas ignaras. É provável que o passado não regresse e que as massas históricas da esquerda estejam num processo de extinção. As alterações económicas e sociais, as revoluções a que assistimos, são como as alterações climáticas. Conduzem à extinção das espécies. 2 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 8 Abril 2025 Preços das casas em Portugal sobem quase três vezes mais do que no resto da Europa | Habitação | PÚBLICO O alpinismo continua. Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado 8 Abril 2025 Citação de Lebohang, há 27 minutos: A Clara é uma pessimista quase cómica que vê sempre a catástrofe à frente, mas parece-me que está um pouco mais esclarecida do que a maior parte dos analistas políticos em relação ao que está a acontecer... Não sei é até que ponto as tarifas fazem parte do plano, ou é pura e simplesmente loucura do Trump que o Thiel & companhia toleram para se manterem agarrados ao poder Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 8 Abril 2025 Citação de HappyKing, há 6 minutos: Preços das casas em Portugal sobem quase três vezes mais do que no resto da Europa | Habitação | PÚBLICO O alpinismo continua. mercado a funcionar 🤷♂️ Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 8 Abril 2025 Citação de antifa, há 4 horas: https://x.com/Verdade240/status/1909206642572358061 Que cabeção o Pedro Duarte lol Por pouco não se escondeu debaixo da secretária. Sobre os debates de ontem, uma hora cheia de pouco ou nada. Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 8 Abril 2025 Citação de Pavel, há 7 horas: tentou levá-la à cinemateca, foi escorraçado, ela teve vergonha e deu-lhe ghost happens bruv Isso tambem me aconteceu mas não comecei a ser de direita Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 8 Abril 2025 Citação de El Colosso, há 2 horas: Isso tambem me aconteceu mas não comecei a ser de direita quem é que te escorraçou? 🥊🥊 Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 8 Abril 2025 Citação de Pavel, há 2 minutos: quem é que te escorraçou? 🥊🥊 Eu estudei em Letras, o que não faltavam eram alternas que dão cabo do caração 1 Compartilhar este post Link para o post
hugoooo_17 Publicado 8 Abril 2025 chegamos ao dia em que numa coluna de opinião de um dos mais reputados jornais nacionais se usa o termo "lol" Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 8 Abril 2025 Continuam a por a Clara Ferreira Alves nisto quando é evidente que não tem jeito nenhum nas experiências passadas. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 8 Abril 2025 Citação de Lebohang, há 9 horas: O @Descartes fez isso no ano passado Pois fiz. Citação de Lebohang, há 8 horas: Lebo, a tua contribuição com os artigos de opinião que vais aqui colocando é inestimável. Só tenho uma sugestão. Se pudesses colocar o autor do artigo era ótimo. Poupavas-me uma série de clicks. 😉 1 2 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 8 Abril 2025 A Mariana não falou em comboios no debate da defesa. Foi um bocadinho melhor que o Raimundo. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 8 Abril 2025 Este último ponto da Mariana é interessante. O Pedro Nuno Santos espera que o governo dele seja viabilizado por alguém que ele diz praticamente todos os dias que não é confiável e que os portugueses não podem confiar. E o Pedro Nuno continua com uma postura nestes debates que não é a dele. Ou secalhar é. Mas não é a que vendiam dele. Sempre na defensiva. Até em alguns pontos com alguma aparente falta de preparação ou pelo menos menor que a da Mariana. Compartilhar este post Link para o post