SabezZ Publicado Janeiro 21 Citação de Hidden, há 9 minutos: Ninguém a contar o número de entrevistas do Ventura vs Seguro? Já se sabe quem será o vencedor do tempo de antena. Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado Janeiro 21 Este gajo é péssimo entrevistador. É sempre comido de cebolada 1 Compartilhar este post Link para o post
Caviar Publicado Janeiro 21 Citação de Hidden, há 10 minutos: Ninguém a contar o número de entrevistas do Ventura vs Seguro? A RTP já não entrevistava o Ventura desde segunda-feira 1 Compartilhar este post Link para o post
Duda34 Publicado Janeiro 21 Adoro o Chicão a rebentar o Ventura 1 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado Janeiro 21 Citação de Duda34, há 33 minutos: Adoro o Chicão a rebentar o Ventura O que é que ele disse desta vez? Citação de Caviar, há 1 hora: A RTP já não entrevistava o Ventura desde segunda-feira Falta o dia de reflexão. Com sorte chega-se lá. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Janeiro 22 Citação de Duda34, há 9 horas: Adoro o Chicão a rebentar o Ventura O Chicão é a maior surpresa positiva da política portuguesa das últimas décadas. Ninguém dava um tostão por ele, foi um líder partidário patético, mas tem-se mostrado um senhor. 13 Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Janeiro 22 Citação de Tio Hans, há 2 minutos: O Chicão é a maior surpresa positiva da política portuguesa das últimas décadas. Ninguém dava um tostão por ele, foi um líder partidário patético, mas tem-se mostrado um senhor. Um redemption arc quase tão bom quanto o do Isaltino. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Janeiro 22 Citação de Ghelthon, há 2 minutos: Um redemption arc quase tão bom quanto o do Isaltino. percebo, mas não concordo. O Isaltino é trafulha. Capacidades como político sempre lhe foram reconhecidas. Mas é trafulha. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Janeiro 22 Citação de Tio Hans, há 2 minutos: percebo, mas não concordo. O Isaltino é trafulha. Capacidades como político sempre lhe foram reconhecidas. Mas é trafulha. É precisamente isso que faz com que o redemption arc dele seja tão bom. Trafulha, preso, vence eleições com valores acima de 70%, e até vira comentador político na TV. Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado Janeiro 22 Citação de Ghelthon, há 1 minuto: É precisamente isso que faz com que o redemption arc dele seja tão bom. Trafulha, preso, vence eleições com valores acima de 70%, e até vira comentador político na TV. Principalmente quando continua a ser um trafulha sem vergonha, como mostrou recentemente com a cena dos restaurantes Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Janeiro 22 (editado) Críticas à proposta laboral do Governo vêm de "quem não é do século XXI", aponta ministra Spoiler As críticas chegam de várias frentes, mas para a ministra o caminho é só um: a proposta de alteração legislativa que apresentou no final de julho aos parceiros sociais vai chegar ao Parlamento, “com ou sem acordo em concertação social”. Rosário Palma Ramalho, que continua a tentar um acordo com patrões e sindicatos, esperando contar com a assinatura da UGT no documento final, voltou a reiterá-lo esta quarta-feira, no Parlamento, numa audição na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão. E foi mais longe. Confrontada por uma deputada socialista com as críticas ao anteprojeto legislativo que quer viabilizar, por parte de antigos ex-ministros da ala social democrata e do CDS, como Bagão Félix ou Silva Peneda, Rosário Palma Ramalho foi direta: “Esta é uma proposta para o trabalho no século XXI e às vezes é difícil de compreender por pessoas que não são do século XXI". Foi Ana Paula Bernardo, do Partido Socialista, quem recordou as críticas dos ex-ministros do Trabalho Bagão Félix e Silva Peneda que, numa entrevista ao Expresso, criticaram não só o método seguido pelo Executivo, como o próprio conteúdo da proposta de alteração ao Código do Trabalho desenhada por Rosário Palma Ramalho. “ Inoportuna e desequilibrada”, disse, na altura, o social-democrata José da Silva Peneda, antigo ministro do Emprego e da Segurança Social de Aníbal Cavaco Silva, em funções entre 1987 e 1993.O antigo governante classificou mesmo de “inábil” a forma como todo o processo foi conduzido, criticando também o seu sentido de oportunidade, em contraciclo com as necessidades da economia e das empresas, garantindo que a alteração da normas não está entre as prioridades dos empresários. Uma ideia, corroborada pelo presidente da DTS, José Teixeira, que em entrevista ao podcast “Liga dos Inovadores” do Expresso, classificou a proposta como uma “batalha sem sentido", influenciada por “alguns empresários muito conservadores”. Ecos de crítica que chegaram também de António Bagão Félix, antigo ministro do Trabalho e da Segurança Social de Durão Barroso — e responsável pela criação, em 2002, do Código do Trabalho tal como o conhecemos (antes disso era um conjunto de normas avulsas), que assume incapacidade para compreender as opções do Executivo de quem, diz, terá conduzido o processo “um bocadinho ‘à bruta’. E esse não é um bom passo para um processo negocial que se quer leal, de boa-fé”. Críticas que não melindram a ministra. Em resposta à deputada socialista, Rosário Palma Ramalho acentuou a orientação futurista das normas que propõe, admitindo como normal que a sua abrangência não seja compreendida por antigos governantes que “não são do século XXI”. E reafirmou as virtudes das mais de 100 alterações que propõe ao Código do Trabalho. “A proposta não facilita os despedimentos. Facilita o procedimento para despedimento num ou dois casos, mas não facilita os despedimentos. A proposta não consagra o banco de horas de forma irrestrita, como diz, consagra o banco de horas individual subsidiário da contratação coletiva”, apontou, reiterando que “é uma proposta equilibrada”. Governo garante que “negociará com todas as forças políticas” Na audição, a ministra voltou a reiterar que dará à concertação social “o tempo que é necessário [para debater e chegar a acordo na legislação laboral]”, mas garante que o Governo “não vai eternizar” a discussão. Sem avançar prazos, Rosário Palma Ramalho garante que "quando for o momento oportuno, com ou sem acordo - mas, preferencialmente com acordo, naturalmente -, o Governo passará ao passo seguinte: transformará em proposta de lei e trará ao Parlamento e negociará com todas as forças políticas“, explicou a ministra em resposta a uma interpelação do Chega, que questionou a governante sobre se negociaria com essa força partidária as alterações à lei. Desde setembro que o Governo não reúne conjuntamente com parceiros sociais em concertação social. Com vários encontros previstos a acabarem adiados, numa cedência à agenda política (Orçamento do Estado, greve geral, eleições presidenciais), a ministra tem mantido uma negociação bilateral com as confederações patronais e os sindicatos, convocando-os para reuniões individuais. Na passada semana terão decorrido duas reuniões. Esta semana, além da reunião de ontem com a CGTP (onde também esteve o Primeiro-ministro, Luís Montenegro) e que terminou sem fumo branco, com o Governo a garantir que mantém a proposta de alteração legislativa, reunirá ainda com a UGT e uma das confederações patronais. Castro Almeida corrige declarações Mas se Rosário Palma Ramalho continua a garantir que, com ou sem acordo, a agenda de revisão laboral do Governo chegará ao Parlamento, a estratégia não parece ser consensual no Governo. Esta manhã, numa intervenção na conferência Conversa Capital, que assinala os dez anos do programa da Antena 1 e do Jornal de Negócios, o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel de Castro Almeida, defendeu que as alterações da lei laboral têm de ser aprovadas em concertação social para "ter pernas para andar". “É ponto assente que [o pacote laboral] tem de ter aprovado em concertação social, senão não tem pernas para andar”, disse Castro Almeida, acrescentando esperar "que haja margem para um acordo". O ministro sublinhou que o objetivo do Governo com as mais de 100 alterações legislativas que propõe é "fazer crescer a produtividade das empresas". E acrescentou: “O acordo a fazer é este: é ou não importante tomar medidas para a produtividade? Não vamos conseguir melhorar salários sem melhorar a competitividade”. Mais, apontou que “o grande exercício será elencar os essenciais para o crescimento da economia”, admitindo que se deixem cair as que não forem essenciais para o crescimento económico. Contudo, horas depois de ter proferido estas declarações apontando que a proposta do Governo não teria pernas para andar, e já numa intervenção na comissão parlamentar de Economia, Castro Almeida emendou a mão. “Aproveito para clarificar um ponto: defendo que se procure obter acordo na concertação social e que desejavelmente deve haver acordo na concertação social”, disse, acrescentando que, “se houver acordo, isso vai facilitar a sua aprovação na Assembleia da República e, nessa medida, terá melhores pernas para andar se merecer o acordo na concertação social”. E reforçou: “Não quer isto significar que a proposta do Governo não possa chegar à Assembleia mesmo que não haja acordo na Concertação Social”. Citação As críticas chegam de várias frentes, mas para a ministra o caminho é só um: a proposta de alteração legislativa que apresentou no final de julho aos parceiros sociais vai chegar ao Parlamento, “com ou sem acordo em concertação social”. Só quis detacar isto Editado Janeiro 22 por rcoelho14 Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado Janeiro 22 Citação de Tio Hans, há 1 hora: O Chicão é a maior surpresa positiva da política portuguesa das últimas décadas. Ninguém dava um tostão por ele, foi um líder partidário patético, mas tem-se mostrado um senhor. O Chicão é claramente um gajo com cabeça, não é um palhaço sem sumo, mas ter sido líder partidário aos 30 é insano. 6 Compartilhar este post Link para o post
Simeone Publicado Janeiro 22 O Chicão está muito bem enquanto comentador, que aproveite agora para ganhar credibilidade nessa área. Espero que não caia no erro de voltar em breve para a política, mas de qualquer modo, duvido que essa porta se abra enquanto líder partidário, até porque a fama de coveiro do partido dificilmente lhe tiram. Também, pelas posições que tem vindo a assumir publicamente, parece-me que o Chicão é de um CDS que já não existe. Pode ser que lhe aconteça como o Freitas... 😅 Compartilhar este post Link para o post
PRFA47 Publicado Janeiro 22 Citação de antifa, há 1 hora: O Chicão é claramente um gajo com cabeça, não é um palhaço sem sumo, mas ter sido líder partidário aos 30 é insano. Sinceramente, acho que isso dizia mais do estado do CDS do que do Chicão... Compartilhar este post Link para o post
hugoooo_17 Publicado Janeiro 22 Nunca pensei ouvir no noticiário das 11h da tsf que o nosso primeiro-ministro apresentou uma queixa crime contra o utilizador do x volkswagen ou lá quem é! Este 2026... Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Janeiro 22 (editado) Paulo Nuncio a defender o voto no Ventura ❤️ Isto depois do Hugo Soares ter ontem em entrevista reforçado que os candidatos de centro eram o MM, Cotrim e Almirante, que o Seguro e Ventura eram extremos ❤️ Editado Janeiro 22 por rcoelho14 Compartilhar este post Link para o post
fns Publicado Janeiro 22 O Chicão aos dias de hoje parece um político de centro-esquerda. Ao que o mundo chegou. Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Janeiro 22 Citação de fns, há 7 minutos: O Chicão aos dias de hoje parece um político de centro-esquerda. Ao que o mundo chegou. A este ritmo o Hugo Soares e o Montenegro ainda o acusam de ser um perigoso comunista Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Janeiro 22 Citação O Boicote às Eleições Burguesas e a Falência da Esquerda Institucional Uma Clarificação Necessária Perante a posição de Boicote, correctamente tomada pelo PCTP/MRPP, face às eleições presidenciais de 2026, tem-se assistido a um fervoroso debate entre simpatizantes e críticos do Partido, habitualmente identificados com a "esquerda" do espectro político. As críticas mais habituais consistem, regra geral, em: a) condenar a não participação nestas eleições - como uma posição política que não seria válida de todo, porque estaria a pôr em causa a chamada democracia, como se um candidato do PCTP/MRPP concorresse em pé de igualdade com os candidatos do sistema!; b) referir, também, a participação do PCTP/MRPP em eleições anteriores, insinuando até algumas pessoas, que o Partido supostamente não teria seguido a sua própria palavra ao não ter denunciado o carácter burguês destas mesmas eleições, o que é completamente falso: o PCTP/MRPP sempre denunciou o carácter burguês de todas as eleições realizadas na chamada democracia e sempre explicou que o seu objectivo principal nunca foi, não é e nunca será concorrer a eleições, denunciando que não será através de eleitos para um parlamento burguês que a exploração terminará. O PCTP/MRPP, quando concorre a eleições, fá-lo para utilizar esse instrumento com o fim de denunciar o próprio sistema. Dito isto, podemos retirar dois ensinamentos muito claros desta tentativa de rebaixar politicamente a posição do Partido. (i) A esquerda institucional e os seus monstruosos aparatos partidários têm tido um enorme sucesso em fazerem crer aos seus eleitores e apoiantes –transformando-os em autênticos liberais pintados de vermelho que, sem se darem conta, defendem a manutenção do sistema capitalista – que as eleições podem trazer mudanças reais no aparato governamental, coisa que vai contra o próprio fundamento desta ferramenta de controlo que o capital impõe aos trabalhadores. O que é uma traição dos que se dizem comunistas. (ii) Ainda que abertamente negando, se confrontada, a esquerda institucional e os seus apoiantes vêem nas eleições o culminar da sua acção política e partidária, o objectivo final de todo o seu trabalho político desenvolvido fora das eleições. No caso do PCP, este parece fugir à regra devido à sua implantação – reformista – no movimento sindical, do qual se limita a obter pequenas conquistas pontuais, e, por vezes, nem isso, ficando-se pela defesa das conquistas que já estão a ser retiradas no momento, sem nunca apontar um futuro de luta a longo prazo. O que é uma traição dos que se dizem comunistas. É importante referir que, vá-se lá saber porquê, uma significativa parcela da "esquerda" que tece estas duras críticas, apela ao voto em António Filipe, candidato fantoche do P"C"P, tristemente célebre por orgulhosamente afirmar na televisão, que o P”C”P já há muito abandonara a "ditadura do proletariado" do seu programa político, ou seja, abandonou claramente o caminho da revolução. Outros momentos caricatos da campanha presidencial dos "revisas", incluem: a afirmação de que António Filipe "não se dá com essa gente", referindo-se aos manifestantes na greve geral que não desmobilizaram quando a Intersindical o havia ordenado; a cómica e triste cassete já gasta de apelo à defesa da constituição burguesa (que por mais progressista que seja, mantém-se burguesa); e, entre outras afirmações chauvinistas e militaristas, a declaração de que o que o P"C"P procura alcançar em Portugal é uma "Democracia Avançada". E de que se trata quando se aponta esta "Democracia Avançada"? De uma social-democracia que, semelhantemente a todos os outros casos de países aplaudidos pelo seu estado de bem estar social, vive à custa dos povos do terceiro mundo, vítimas do imperialismo. Aquilo a que assistimos é ao desnorte e luta pelo poder dos diferentes sectores da direita e da pretensa esquerda! É o poder da classe dominante e a comunicação social ao seu serviço que decidem quem pode ser candidato, quem pode fazer campanha e quem vai vencer as eleições. Não tenhamos ilusões! No fim de contas, não seria melhor esta pretensa esquerda ter-se juntado e em conjunto ter apresentado um único candidato, com um programa mínimo, que defendesse os interesses do povo trabalhador? Em vez de individualmente cada um apresentar os seus próprios fantoches, montando um espectáculo que não passa de campanha para cada uma das respectivas forças políticas? Uma atitude estranhamente sectária, sendo que não existe nenhuma diferença prática entre todos estes partidos que operam sob a máscara da "esquerda". É neste quadro de falência política e ideológica da esquerda institucional e de esgotamento do eleitoralismo enquanto via de transformação social, que se deve compreender a posição de boicote. Importa esclarecer que o boicote não constitui uma posição de passividade, nem uma fuga à luta política. Pelo contrário, o boicote consciente às eleições burguesas é uma posição activa de recusa da legitimação do Estado capitalista e das suas instituições. É a afirmação clara de que a emancipação da classe dos proletários não passará pelo voto, mas pela organização, pela luta e pela construção de um poder próprio, fora e contra os mecanismos de controlo do Estado. É obrigação de um verdadeiro partido comunista chamar a atenção para esta farsa e não pactuar com ela. Destruamos as ilusões eleitoreiras no seio do proletariado, Ergamos a alternativa operária e comunista! Morte aos traidores! O POVO VENCERÁ! 1 Compartilhar este post Link para o post
fornix Publicado Janeiro 22 Citação de hugoooo_17, há 59 minutos: Nunca pensei ouvir no noticiário das 11h da tsf que o nosso primeiro-ministro apresentou uma queixa crime contra o utilizador do x volkswagen ou lá quem é! Este 2026... Lol, o Vargas costuma apanhar todas as incongruências e palermices (estou a ser simpático) que o LM e os seus acéfalos pares debitam, e agora é alvo de uma queixa-crime por ter feito uma sátira. Falta muito para as próximas legislativas? Não dá para meter a ir de férias como no FM? 1 Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Janeiro 22 Citação de Lebohang, há 24 minutos: Citação António Filipe, candidato fantoche do P"C"P Incrível. Vou ter de ler isto com atenção Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado Janeiro 22 Citação de fornix, há 12 minutos: Lol, o Vargas costuma apanhar todas as incongruências e palermices (estou a ser simpático) que o LM e os seus acéfalos pares debitam, e agora é alvo de uma queixa-crime por ter feito uma sátira. Falta muito para as próximas legislativas? Não dá para meter a ir de férias como no FM? Nas próximas legislativas provavelmente o Chega será o partido mais votado. Ou irás ter PS+PSD a se unirem num bloco central, o que traria alguma estabilidade precária por 2 ou 3 ou 4 anos mas entregaria a 100% a posição de oposição ao Chega; ou então, o mais provável dado as recentes mudanças de posição, vamos ter o PSD a apoiar o Chega como parceiro minoritário. Queres mesmo isso? Ou então metemos de férias por 20 ou 30 anos até o dia que o Sr. Dr. presidente-1º ministro-rei-imperador Ventura cai da cadeira Compartilhar este post Link para o post
Lurker Publicado Janeiro 22 Que não passe em claro a gravidade desta queixa contra o Volksvargas. Para o Montenegro está tudo bem com a difamação, deturpação e campanha de desinformação diária que vem da sua direita. Já um texto claramente satírico é uma ótima oportunidade para silenciar o gajo que não perde uma oportunidade para demonstrar a incongruência (para ser simpático) dos líderes deste Governo. 1 12 Compartilhar este post Link para o post
Thierry Henry Publicado Janeiro 22 A moderação avisa que pelo preço de 5€ por post poderá eliminar os posts difamatórios contra @Luís @Montenegro. Compartilhar este post Link para o post