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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de PRFA47, há 5 minutos:

É o que foi detido por porte ilegal de arma?

 

De acordo com o que ouvi na rádio foi detido una pessoa em flagrante delito por porte de arma ilegal...

Não faço a menor ideia.

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Citação

Sondagem Expresso/SIC: PS lidera, mas sem ganhar votos à AD

Socialistas passam para a frente. Perdas à direita vão para abstenção e para os indecisos

Pela primeira vez desde que a AD assumiu o Governo, há mais de dois anos, o PS aparece em primeiro lugar numa sondagem ICS-ISCTE-Gfk Metris feita para o Expresso e a SIC. A vantagem é de três pontos sobre a AD nas intenções diretas de voto (24% contra 21%) e de quatro na projeção com distribuição dos indecisos (31% contra 27%), confirmando uma tendência de queda verificada noutras sondagens recentes. Os trabalhos de campo foram feitos entre os dias 15 e 24 deste mês, com 803 entrevistas válidas (ver ficha técnica).

INTENÇÃO DE VOTO

Como votaria se as eleições legislativas fossem hoje?

Resultados do total da amostra e projeção do resultado eleitoral. A projeção é calculada pela distribuição da intenção de voto após a exclusão dos inquiridos que dizem não votar (11%) e a imputação dos inquiridos indecisos (12%). A diferença para 100% corresponde à intenção de votos em branco e votos nulos (3%). A variação corresponde à diferença com o resultado da última sondagem (março 2026)

Se as eleições fossem hoje e fosse este o resultado, teria um carácter histórico: nunca o PS conseguiu vencer a AD. Nem no século passado (1979 e 1980) nem neste (2015, 2024 e 2025). Obtendo agora 31% no voto projetado (com distribuição de indecisos), isso significa para os socialistas uma subida de cerca de oito pontos face ao resultado obtido nas legislativas de maio passado (22,85%).

Contudo, o que esta sondagem também revela é que o PS passa para a frente mais por perda da AD do que por subida própria. No voto direto, de facto, os socialistas mantêm-se nos 24% da sondagem de março passado, significando que não crescem com transferências vindas da coligação liderada pelo PSD. A AD é que consolida a tendência de descida que já se vinha a registar, mas que aumenta agora de ritmo: enquanto em sondagens anteriores mantinha ou descia apenas um ponto, agora desce quatro.

Maioria de direita encolhe

Os dados claramente mostram que o desgaste eleitoral na AD — mas também no Chega e na IL — transita para a abstenção e para os indecisos. A percentagem de indecisos sobe de 9% para 12%. E os que declaram não querer votar passaram de 8% para 11%. Ocorre também uma subida substancial dos brancos e nulos, de 3% para 5%. Já a AD, no voto direto, perde quatro pontos percentuais (de 25% para 21%), de resto a mesma perda do Chega (de 21% para 17%). A IL também desce (de 4% para 2%).

Ao todo, a direita soma perdas de dez pontos percentuais nas intenções diretas de voto (de 50% para 40%). Com a distribuição de indecisos, a maioria do conjunto da direita (AD + Chega + IL) baixa de 59% para 50%.

Chega perde mais

No voto projetado, o partido de André Ventura perde cinco pontos da última sondagem para esta (de 25% passa para 20%), enquanto a AD, que perde quatro no voto direto, perde apenas dois quando é feita projeção de resultados. O partido de Ventura agora está abaixo do score que obteve nas últimas eleições (22,76%), falhando também por tabela, claramente, o objetivo de fixar o eleitorado extra que obteve na segunda volta das últimas presidenciais (33,17%). Pelo menos por ora, a estrela eleitoral do Chega não parece brilhar como noutros tempos.

As restantes perdas à direita são distribuídas a meio entre a AD e a IL: dois pontos percentuais cada. No voto projetado, a AD desce de 29% para 27% e os liberais passam de 5% para 3% (sendo que na sondagem de março estavam em crescimento). Nas legislativas de há um ano, a AD obteve 31,8% e os liberais 5,36%. Dito de outra forma: à direita do PS, todos os partidos estão agora abaixo dos resultados que obtiveram há um ano.

FICHA TÉCNICA
Sondagem cujo trabalho de campo decorreu entre os dias 15 e 24 de maio de 2026. Foi coordenada por uma equipa do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) e do ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), tendo o trabalho de campo sido realizado pela GfK Metris. O universo da sondagem é constituído pelos indivíduos de ambos os sexos com idade igual ou superior a 18 anos e capacidade eleitoral ativa, residentes em Portugal Continental. Os respondentes foram selecionados através do método de quotas, com base numa matriz que cruza as variáveis sexo, idade (4 grupos), instrução (3 grupos), região (7 regiões NUTS II) e habitat/dimensão dos agregados populacionais (5 grupos). A partir de uma matriz inicial de região e habitat, foram selecionados aleatoriamente 113 pontos de amostragem, onde foram realizadas as entrevistas de acordo com as quotas acima referidas. A informação foi recolhida através de entrevista direta e pessoal na residência dos inquiridos, em sistema CAPI, e a intenção de voto recolhida através de simulação de voto em urna. Foram contactados 2444 lares elegíveis (com membros do agregado pertencentes ao universo) e obtidas 803 entrevistas válidas (taxa de resposta de 33%, taxa de cooperação de 47%). O trabalho de campo foi realizado por 43 entrevistadores, que receberam formação adequada às especificidades do estudo. Todos os resultados foram sujeitos a ponderação por pós-estratificação de acordo com a frequência de prática religiosa e a pertença a sindicatos ou associações profissionais dos cidadãos portugueses com 18 ou mais anos residentes no Continente, a partir dos dados da vaga mais recente do European Social Survey (Ronda 11). A margem de erro máxima associada a uma amostra aleatória simples de 803 inquiridos é de +/- 3,5%, com um nível de confiança de 95%.

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Publicado (editado)

A Samsung vai distribuir os lucros pelos 78mil trabalhadores na Coreia do Sul.

Cada trabalhador vai receber 290k euros!

Editado por Alonso.

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Citação de Alonso., há 46 minutos:

A Samsung vai distribuir os lucros pelos 78mil trabalhadores na Coreia do Sul.

Cada trabalhador vai receber 290k euros!

Não é bem assim, pelo que li no outro dia, assim por alto, irá distribuir para evitar uma greve, cerca de 10% dos lucros.
Será dividido por departamentos, por exemplo, o mercado da IA deles, ou algo parecido, cada trabalhador pode receber cerca de 400k, noutras area de chips à volta dos 75k e restantes trabalhadores noutras áreas, 4k.

Ou seja, nem todos irão receber quantias que podem melhorar muito a vida, mas claro, é uma decisão muito boa.

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Citação de Lebohang, há 1 hora:
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Sondagem Expresso/SIC: PS lidera, mas sem ganhar votos à AD

Socialistas passam para a frente. Perdas à direita vão para abstenção e para os indecisos

Pela primeira vez desde que a AD assumiu o Governo, há mais de dois anos, o PS aparece em primeiro lugar numa sondagem ICS-ISCTE-Gfk Metris feita para o Expresso e a SIC. A vantagem é de três pontos sobre a AD nas intenções diretas de voto (24% contra 21%) e de quatro na projeção com distribuição dos indecisos (31% contra 27%), confirmando uma tendência de queda verificada noutras sondagens recentes. Os trabalhos de campo foram feitos entre os dias 15 e 24 deste mês, com 803 entrevistas válidas (ver ficha técnica).

INTENÇÃO DE VOTO

Como votaria se as eleições legislativas fossem hoje?

Resultados do total da amostra e projeção do resultado eleitoral. A projeção é calculada pela distribuição da intenção de voto após a exclusão dos inquiridos que dizem não votar (11%) e a imputação dos inquiridos indecisos (12%). A diferença para 100% corresponde à intenção de votos em branco e votos nulos (3%). A variação corresponde à diferença com o resultado da última sondagem (março 2026)
Sondagem Expresso/SIC: PS lidera, mas sem ganhar votos à AD

Se as eleições fossem hoje e fosse este o resultado, teria um carácter histórico: nunca o PS conseguiu vencer a AD. Nem no século passado (1979 e 1980) nem neste (2015, 2024 e 2025). Obtendo agora 31% no voto projetado (com distribuição de indecisos), isso significa para os socialistas uma subida de cerca de oito pontos face ao resultado obtido nas legislativas de maio passado (22,85%).

Contudo, o que esta sondagem também revela é que o PS passa para a frente mais por perda da AD do que por subida própria. No voto direto, de facto, os socialistas mantêm-se nos 24% da sondagem de março passado, significando que não crescem com transferências vindas da coligação liderada pelo PSD. A AD é que consolida a tendência de descida que já se vinha a registar, mas que aumenta agora de ritmo: enquanto em sondagens anteriores mantinha ou descia apenas um ponto, agora desce quatro.

Maioria de direita encolhe

Os dados claramente mostram que o desgaste eleitoral na AD — mas também no Chega e na IL — transita para a abstenção e para os indecisos. A percentagem de indecisos sobe de 9% para 12%. E os que declaram não querer votar passaram de 8% para 11%. Ocorre também uma subida substancial dos brancos e nulos, de 3% para 5%. Já a AD, no voto direto, perde quatro pontos percentuais (de 25% para 21%), de resto a mesma perda do Chega (de 21% para 17%). A IL também desce (de 4% para 2%).

Ao todo, a direita soma perdas de dez pontos percentuais nas intenções diretas de voto (de 50% para 40%). Com a distribuição de indecisos, a maioria do conjunto da direita (AD + Chega + IL) baixa de 59% para 50%.

Chega perde mais

No voto projetado, o partido de André Ventura perde cinco pontos da última sondagem para esta (de 25% passa para 20%), enquanto a AD, que perde quatro no voto direto, perde apenas dois quando é feita projeção de resultados. O partido de Ventura agora está abaixo do score que obteve nas últimas eleições (22,76%), falhando também por tabela, claramente, o objetivo de fixar o eleitorado extra que obteve na segunda volta das últimas presidenciais (33,17%). Pelo menos por ora, a estrela eleitoral do Chega não parece brilhar como noutros tempos.

As restantes perdas à direita são distribuídas a meio entre a AD e a IL: dois pontos percentuais cada. No voto projetado, a AD desce de 29% para 27% e os liberais passam de 5% para 3% (sendo que na sondagem de março estavam em crescimento). Nas legislativas de há um ano, a AD obteve 31,8% e os liberais 5,36%. Dito de outra forma: à direita do PS, todos os partidos estão agora abaixo dos resultados que obtiveram há um ano.

FICHA TÉCNICA
Sondagem cujo trabalho de campo decorreu entre os dias 15 e 24 de maio de 2026. Foi coordenada por uma equipa do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) e do ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), tendo o trabalho de campo sido realizado pela GfK Metris. O universo da sondagem é constituído pelos indivíduos de ambos os sexos com idade igual ou superior a 18 anos e capacidade eleitoral ativa, residentes em Portugal Continental. Os respondentes foram selecionados através do método de quotas, com base numa matriz que cruza as variáveis sexo, idade (4 grupos), instrução (3 grupos), região (7 regiões NUTS II) e habitat/dimensão dos agregados populacionais (5 grupos). A partir de uma matriz inicial de região e habitat, foram selecionados aleatoriamente 113 pontos de amostragem, onde foram realizadas as entrevistas de acordo com as quotas acima referidas. A informação foi recolhida através de entrevista direta e pessoal na residência dos inquiridos, em sistema CAPI, e a intenção de voto recolhida através de simulação de voto em urna. Foram contactados 2444 lares elegíveis (com membros do agregado pertencentes ao universo) e obtidas 803 entrevistas válidas (taxa de resposta de 33%, taxa de cooperação de 47%). O trabalho de campo foi realizado por 43 entrevistadores, que receberam formação adequada às especificidades do estudo. Todos os resultados foram sujeitos a ponderação por pós-estratificação de acordo com a frequência de prática religiosa e a pertença a sindicatos ou associações profissionais dos cidadãos portugueses com 18 ou mais anos residentes no Continente, a partir dos dados da vaga mais recente do European Social Survey (Ronda 11). A margem de erro máxima associada a uma amostra aleatória simples de 803 inquiridos é de +/- 3,5%, com um nível de confiança de 95%.

Precisamos de mais uma investigação e busca. 

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Citação de Tio Hans, há 7 horas:

Foi detido um assessor do JL Carneiro, que já tinha sido assessor do AC quando era ministro de qualquer coisa.

É caso para dizer que o Duarte Moral foi imoral.

Moral da história: mais uma vitória para o Chega.

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Citação de Ricardo Pinto, há 2 horas:

Não é bem assim, pelo que li no outro dia, assim por alto, irá distribuir para evitar uma greve, cerca de 10% dos lucros.
Será dividido por departamentos, por exemplo, o mercado da IA deles, ou algo parecido, cada trabalhador pode receber cerca de 400k, noutras area de chips à volta dos 75k e restantes trabalhadores noutras áreas, 4k.

Ou seja, nem todos irão receber quantias que podem melhorar muito a vida, mas claro, é uma decisão muito boa.

Eu vi na France 2, foi a notícia que deram, não consigo confirmar se é verídico ou não 😅

E sim foi para evitar uma greve dos funcionários

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Buscas da PJ devido ao elevador da Glória, na Carris e na empresa que fazia a manutenção.

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Citação de aFilipe8, há 56 minutos:

Dependendo de como for aplicada, concordo. 

Eu também, normalmente isso deveria-se chamar trabalho e a pessoa não deveria receber um subsídio, mas ordenado.

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Ent se for despedido e me candidatar ao subsidio de desemprego, já n é isso q recebo, mas "prestação social unica"? E tenho de fazer trabalho comunitário?

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Citação de Plagio o Original, há 44 minutos:

Ent se for despedido e me candidatar ao subsidio de desemprego, já n é isso q recebo, mas "prestação social unica"? E tenho de fazer trabalho comunitário?

Acho que só contempla o subsídio social de desemprego.

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Citação de challenger, há 3 horas:

Eu também, normalmente isso deveria-se chamar trabalho e a pessoa não deveria receber um subsídio, mas ordenado.

Obviamente que não são todos, mas há muitos que por terem o subsídio se acomodam e não tem uma busca ativa pelo trabalho, assim como quem recebe o RSI. É uma forma de as pessoas procurarem melhores condições, ou acham que neste cenário vão prestar serviços 40h/semana? 

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Citação de aFilipe8, há 3 minutos:

Obviamente que não são todos, mas há muitos que por terem o subsídio se acomodam e não tem uma busca ativa pelo trabalho, assim como quem recebe o RSI. É uma forma de as pessoas procurarem melhores condições, ou acham que neste cenário vão prestar serviços 40h/semana? 

Bla bla bla whiskas saquetas.

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Citação de Pavel, há 7 horas:

Se há necessidade desse trabalho social ser feito por pessoal obrigado é porque alguém está a falhar ao não criar esses postos de trabalho...

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Citação de aFilipe8, há 6 minutos:

Obviamente que não são todos, mas há muitos que por terem o subsídio se acomodam e não tem uma busca ativa pelo trabalho, assim como quem recebe o RSI. É uma forma de as pessoas procurarem melhores condições, ou acham que neste cenário vão prestar serviços 40h/semana? 

O valor de referência do RSI não chega a 247,56€ mensais. O do subsídio social de desemprego é de 537,13€ mensais. Mas alguém vive acomodado a receber esta miséria? 

Têm tanto olho e tanto dedo para apontar a quem é miserável, e tão pouco olho e pouco dedo para apontar a quem nos anda a lixar a vida a todos. 

Sei que a época já abriu, mas os gelados não se comem com a testa. 

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Citação de smashing_pumpkin, há 41 minutos:

Bla bla bla whiskas saquetas.

 

Citação de dpitz, há 36 minutos:

O valor de referência do RSI não chega a 247,56€ mensais. O do subsídio social de desemprego é de 537,13€ mensais. Mas alguém vive acomodado a receber esta miséria? 

Têm tanto olho e tanto dedo para apontar a quem é miserável, e tão pouco olho e pouco dedo para apontar a quem nos anda a lixar a vida a todos. 

Sei que a época já abriu, mas os gelados não se comem com a testa. 

No Reino Unido há o welfare conditionality, na Alemanha o Hartz IV / Bürgergeld, na França o RSA – Revenu de Solidarité Active, tudo países do terceiro mundo.

Mas que têm um papel importante para a procura ativa do emprego, contrapartida social, redução de fraudes, utilidade pública e eficiência económica, têm.

Eu sou defensor desta medida, mas desde sempre. Compreendo que existam outras visões. 

Editado por aFilipe8
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Acho que o Reino Unido não é um grande exemplo nesta matéria, basta procurar literatura sobre o tema. 

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Eu sou mais liberal, por isso revejo-me no sistema deles. Lá é quase tudo negociado entre empresa/trabalhador, o estado não se mete nisso. 

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Eu gostava é que tivessem especificado que "trabalhos comunitários" são esses... É limpar mato? Apanhar lixo das autoestradas? Arranjar calçadas? Cuidar de jardins públicos? E todos estes exemplos não serão trabalhos remunerados, com contrato de trabalho? É um anuncio tão vago que mais parece que é uma tentativa de arranjar-se mão de obra barata (olhando para o que pagam de RSI e subsidio de desemprego), em vez de contratarem pessoas para essas mesmas funções.

Mas nem tudo é mau - num meio de comunicação dizem que os detentores de abono de familia (crianças) e pensões de velhice ou invalidez estão excluidos de terem este previégio de fazerem "trabalho comunitário". Resta saber se esta medida também inclui quem está de baixa médica prolongada...

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Citação de aFilipe8, há 25 minutos:

Eu sou mais liberal, por isso revejo-me no sistema deles. Lá é quase tudo negociado entre empresa/trabalhador, o estado não se mete nisso. 

Pois, mas o sistema não funciona bem e não responde as necessidades das pessoas. O que é "quase tudo negociado entre empresa/trabalhador"?

Editado por Tugax.

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Citação de Tugax., há 2 minutos:

O que é "quase tudo negociado entre empresa/trabalhador"?

Até parece que em portugal não pode ser quase tudo negociado entre empresa e trabalhador. Há os mínimos olímpicos a nível legal, mas o resto há liberdade para negociar. Mas claro que a maioria dos empresários pretende fingir que essa liberdade não existe pois a liberdade que pretendem é para poderem rebaixar o trabalhador.

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