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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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O problema da educação é estrutural. Inventar disciplinas de remendo pouco adiantará, num sistema, para usar a terminologia do Paulo Freire, de educação bancária. Depois é suposto rir ao ouvirmos na televisão pública o resultado desta filosofia? Parafraseando: "os dinossauros foram extintos devido ao 'Big Ben', que é o movimento das placas tectónicas". A mim isto dá-me calafrios; choca-me que, enquanto sociedade, falhámos aquelas pessoas e agora empacotamos a sua estultificação como entretenimento.

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Opa não sou especialista em educação, tou simplesmente a fazer um brainstorming. Deve ser possível fazer melhor a nível de educação, em que moldes exatamente não sei

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Citação de noikeee, há 30 minutos:

Opa não sou especialista em educação, tou simplesmente a fazer um brainstorming. Deve ser possível fazer melhor a nível de educação, em que moldes exatamente não sei

Começar por ter professores já não era mau 

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Citação de Lifehouse, há 2 horas:

O Montenegro arrumou o Ventura, mas os 20% que o Chega irá ter estão fechadinhos. O PS talvez ganhe, o Montenegro demite-se e o próximo líder do PSD vem a correr para os braços do Chega. 

Ganhar hoje em dia no sentido de ficar em primeiro tem cara vez menos importância. Mas acho que tanto PS como AD podem ficar em primeiro.

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Qual a posição dos partidos de direita no que toca a subsídios xuxalistas do fundo ambiental para compra de bicicleta? Sou subsídiodependente no que toca a bicicletas e quero comprar uma nova em Março mas se não me posso aproveitar do estado não vai dar. O site do fundo ambiental ainda não atualizou a informação para 2024

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Citação de Ticampos, há 13 minutos:

Ganhar hoje em dia no sentido de ficar em primeiro tem cara vez menos importância.

Isto não é de todo verdadeiro a partir do momento em que um dos candidatos assume que só governará caso fique em primeiro. Tem toda a importância neste contexto.

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Luís Montenegro é o homem que tudo faz para travar a direita neofascista. Colocou um travão nos Açores, ontem colocou um travão nas eleições de março. 

Ficará para a história do nosso país. Pelo menos ele tentou. Ele não normalizou o passarão. 

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O Montenegro perdeu uma oportunidade de perguntar porque raio o Ventura escreveu um livro sobre um homem ninfomaníaco com o nome dele.

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Citação de kareca, há 1 hora:

O molde é sempre o mesmo, com mais dinheiro.

Isto. SNS idem. Não é preciso inventar muito.

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Não é só dinheiro.
Muita coisa na função publica funciona mal por falta de dinheiro (vencimentos) mas também por ter uma organização arcaica até dizer chega é muita burocracia para umas coisas e muita facilidade noutras.
Falta organização e autonomia em certos sítios. 

Editado por Axadrezado

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Já alguém viu a lista de propostas do PS para "atrair" (o termo certo é "reter") os médicos no SNS? Do mais populista que há: obrigar a dar tempo à casa ou repor dinheiro quem for emigrar.

PNS, quando confrontado com as propostas inconstitucionais já veio dar o dito por não dito a dizer que só avança após "negociações" - talvez as mesmas quando o governo decidiu alterar os estatutos da Ordem.

Citação de Axadrezado, há 6 minutos:

Não é só dinheiro.
Muita coisa na função publica funciona mal por falta de dinheiro (vencimentos), mas também por ter uma organização arcaica até dizer chega é muita burocracia para umas coisas e muita facilidade noutras.
Falta organização e autonomia em certos sítios. 

É exatamente este o ponto - não é só dinheiro. Talvez por isso, nem com o novo regime de dedicação plena (o tal que ia aumentar 40% o ordenado de toda a gente, mas afinal são só 15% e ainda nem foi pago, talvez este mês já será reposto) aumentou a adesão. Falta, acima de tudo, organização e uma carreira atrativa.

No meu hospital já me disseram: quando fizer exame para especialista no próximo mês não terão vaga para mim, porque não veio autorização da Comissão Executiva. Talvez haja, se esperar uns meses. Posso ficar a trabalhar como especialista, mas com a carreira de interno.

Editado por lucho^

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Citação de HappyKing, há 1 hora:

Isto não é de todo verdadeiro a partir do momento em que um dos candidatos assume que só governará caso fique em primeiro. Tem toda a importância neste contexto.

Ser primeiro por si só não lhe basta nem interessa. Ele tem de ficar em primeiro e ter maioria sem Chega. Coisa que pode não conseguir mesmo ficando em primeiro.

Editado por Ticampos

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O debate de ontem entre Luís Montenegro e André Ventura foi o mais desequilibrado dos 15 que já decorreram. Se no dia anterior a Mariana Mortágua goleou o Paulo Raimundo, ontem LM esmagou AV.

E Montenegro nem precisou de uma prestação superlativa. Foi a sua melhor até agora mas ainda ficou aquém dos melhores de Mariana Mortágua e Pedro Nuno Santos. Ventura, pelo seu lado, somou mais uma prestação miserável e, mesmo assim, conseguiu que este fosse o seu 2º melhor até agora.

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Individualmente Luís Montenegro subiu mais uma posição, ultrapassando o Rui Tavares. Já só tem a Mariana Mortágua à sua frente.

André Ventura respondeu concludentemente à ameaça de Paulo Raimundo para a posição de pior protagonista nos debates, cimentando a sua posição no final da tabela.

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Citação de lucho^, há 50 minutos:

Talvez por isso, nem com o novo regime de dedicação plena (o tal que ia aumentar 40% o ordenado de toda a gente, mas afinal são só 15% e ainda nem foi pago, talvez este mês já será reposto) aumentou a adesão.

Como assim? A previsão para o primeiro mês era que aderissem 1000 médicos. Aderiram praticamente o dobro (1800 e qualquer coisa) quando ainda não estão contabilizadas as adesões em Braga. 

Pode-se criticar o regime, as suas falhas nas é factual que superou as expetativas iniciais em termos de adesão. 

Editado por HappyKing

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Citação de Ticampos, há 11 minutos:

Ser primeiro por si só não lhe basta nem interessa

Claro que basta. O Chega, mesmo sem acordo, muito dificilmente irá deitar abaixo um governo de direita pois é previsível que seja castigado nesse contexto nas eleições que forçosamente se seguiriam. 

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Texto muito interessante do António Galamba sobre política, cidadania, informação, educação e outras matérias que gostamos de abordar por aqui:

 

A Importância do filtro

Nunca como agora, foi tão importante os cidadãos terem capacidade própria de filtragem, de depuração e de elaboração de análises próprias em relação ao que veem, ouvem ou lêem. A relativização de tudo, dos valores às realidades concretas, das ideias aos resultados obtidos, determina a consagração da geometria variável pelos protagonistas da atualidade. Vale tudo para prosseguir determinados efeitos, perceções ou resultados, incluindo dizer uma coisa e o seu contrário, num curto período de tempo.

A contradição é que, sendo o filtro vital para a configuração de escolhas informadas, persistimos em prosseguir processos educativos e de acesso aos conhecimentos em que o exercício da crítica, do pensamento e da triagem dos factos e das informações ora é colocado no plano da replicação (decorar para debitar), ora é entregue cada vez mais a terceiros, as realidades simplificadas construídas por alguém, os polígrafos e a inteligência artificial.
Não houve nem há nenhum esforço integrado e sustentado para ajustar o exercício de construção da cidadania às exigências dos nossos tempos, pela emergência de maiores incoerências, pelo recurso de todos os meios para atingir os fins, pela epidemia de desinformação e pela desmultiplicação de fontes de conhecimento com níveis de fiabilidade muito diferenciados.

Quando é cada vez mais importante a capacidade de exercício da crítica, do escrutínio e da exigência, parece haver um comodismo instalado na persistência do quadro existente, sendo manifesta a degradação das literacias, da capacidade de realização de juízos críticos e das vivências democráticas. A espiral de inconsistência que se regista no funcionamento do Estado de Direito e da sociedade portuguesa parece ser pasto que baste para a alimentação dos interesses em presença, entre o individual que se conforma com o que lhe calha e o comunitário que parece entregue a uma espécie de destino, mais ou menos fatalista em função dos pressupostos que coloca na avaliação das realidades e das propostas para o futuro.


Será talvez por esta razão, que os debates políticos se colocam sobretudo num plano de arremesso dos passados, mais ou menos distantes, sempre a partir das leituras subjetivas de cada um e a contar com a memória escassa dos portugueses, e no brandir de medos, riscos e dúvidas que não foram superadas pelos exercícios políticos anteriores. As pessoas, as instituições e as empresas estão cada vez mais soterradas nas sobrevivências dos quotidianos para terem uma presença de espírito não promovida e exercitada para a aplicação de filtros eficazes ao que é dito. Os protagonistas sabem que é o presente e o futuro que são relevantes, mas insistem em projetar-se para o passado das leituras à medida para tentar mobilizar os eleitores, com mensagens cada vez mais simplificadas sobre realidades que são cada vez mais complexas. O exercício político e a falta de filtro só podem conduzir a um quadro em que, depois das eleições, no essencial, nada será como o que foi dito em algum momento do processo, também porque alguns estão determinados em prometer tudo a todos, outros em defender o que podiam ter feito e não fizeram, havendo quem modele as narrativas em função das sondagens e das circunstâncias. A falta de coerência, de rigor e de senso conta com a deficiente existência de filtros cívicos em cada um de nós ou com a existência de pretensos filtros comunitários que são seletivos nas realidades analisadas, dentro do arbítrio existente na sociedade, nos diversos setores.


Sem memória e sem filtros ativos na avaliação das realidades e das propostas, o quadro de degradação das vivências democráticas e da coesão social prosseguirá na medida em que a configuração cívica dos cidadãos ao que lhe é conferido seja o suficiente para sobreviver e ter uma apreciação tolerável com as circunstâncias. Todos estão a contar com essa insuficiência de exigência, que foi e é alimentada em diversas fases das nossas vidas e no funcionamento da sociedade. Quebrar esse ciclo, por vontade dos decisores ou por impulso dos cidadãos, é um desafio decisivo para fazer o que ainda não foi feito cinquenta anos depois da revolução e melhorar os caminhos percorridos, que transformaram para melhor o país.


Até lá, haja filtro, já que senso e tento na língua não há.

 

https://ionline.sapo.pt/artigo/810766/a-import-ncia-do-filtro?seccao=Opiniao_i&utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques

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Citação de HappyKing, há 44 minutos:

Como assim? A previsão para o primeiro mês era que aderissem 1000 médicos. Aderiram praticamente o dobro (1800 e qualquer coisa) quando ainda não estão contabilizadas as adesões em Braga. 

Pode-se criticar o regime, as suas falhas nas é factual que superou as expetativas iniciais em termos de adesão. 

Aderiram os que foram "obrigados"/os que passam automaticamente para esse regime: médicos de família, diretores de serviço e responsáveis de CRI. Fora isso, não houve grandes adesões voluntárias.

Editado por lucho^
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Citação de lucho^, há 16 minutos:

Aderiram os que foram "obrigados"/os que passam automaticamente para esse regime: médicos de família, diretores de serviço e responsáveis de CRI. Fora isso, não houve grandes adesões voluntárias.

Não é verdade. O número que referi são adesões voluntárias. 

Quase dois mil médicos aderem à dedicação plena. Porto regista a maior adesão (sapo.pt)

Cerca de 1800 médicos já aderiram ao regime de dedicação plena do SNS, superando a previsão inicial para o primeiro mês. Nas ULS do São João, Santo António e IPO Porto já aderiram voluntariamente mais de 500 médicos.

Mais abaixo:

Neste novo modelo não estão incluídas as especialidades de saúde pública e de medicina geral e familiar, uma vez que a sua adesão é automática. 

Editado por HappyKing
Edit com os comentários positivos do Perdiz.

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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Não é verdade. O número que referi são adesões voluntárias. 

Quase dois mil médicos aderem à dedicação plena. Porto regista a maior adesão (sapo.pt)

Cerca de 1800 médicos já aderiram ao regime de dedicação plena do SNS, superando a previsão inicial para o primeiro mês. Nas ULS do São João, Santo António e IPO Porto já aderiram voluntariamente mais de 500 médicos.

"Neste novo modelo não estão incluídas as especialidades de saúde pública e de medicina geral e familiar, uma vez que a sua adesão é automática."

esse pessoal não está nos 2000.

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Citação de Robe, há 6 horas:

Vivemos numa timeline estranha quando o Montenegro ontem limpou o chão com o Ventura

O Ventura bem que podia ir ao personal stylist do da IL, se mesmo maquilhado está com aquele aspecto acabado, então não sei.

Citação de Grillo, há 6 horas:

Lourenço também é boa. Mas a Silampos têm as panelas de pressão melhores 😂

Coloquei melhorar a vida, mas podia ter posto "acreditar que alguém que é bancado por quem é vai arrasar com os poderes instituídos". O Chega é o que é porque também cativa essa gente das abstenções na praia. Malta que se está pouco cagando para saber realmente o que as entidades representam, só vêem o que está na superfície. Ouvem umas patadas do Ventura, quanto muito, lêem as gordas do que eles apresentam na assembleia e decidem que é nele em quem vão votar, não se dão ao trabalho de ler programas, de saber quem os financia. Vêem o soundbyte e pronto. São o partido mais adaptado ao que vivemos em tantos outros assuntos hoje em dia, neste mundo de tudologia e derivados.

O que disseram ai para trás foi que os 3 partidos com maior representação parlamentar têm este direito. Agora o porquê desta distinção e porque serem 3 é que era bom saber.

Mas isso foi o que disse, há muitas pessoas que votam nestes partidos e não acreditam que a vida deles vai melhorar, só acreditam que "vai acabar a mama", seja lá o que isso for, e que os tais grupos privilegiados que curiosamente são sempre os mesmos e estão nos dois extremos, de um lado os milionários e banqueiros e do outro as pessoas mais destituídas, que são uma aliança curiosa porque alegadamente nenhum deles trabalha, mas vivem todos faustosamente, vai deixar de viver em impunidade.

Nunca ouves o pessoal que vota nestes partidos com esperança de ganharem mais, de terem mais oportunidades, ou melhores condições, é sempre na base de que um outro grupo qualquer, que é responsável pela miséria de vida que levam, ir começar a sofrer também.

Citação de noikeee, há 4 horas:

A minha opinião é que o problema não é haver muitos ou poucos votantes, mas haver alguma falta de educação popular do que é que cada partido e cada ideologia realmente representa.

No tempo dos meus pais eles dizem que houve muito brevemente uma disciplina no secundário chamada "Introdução à Política" que apareceu no pós 25 de Abril e rapidamente também desapareceu do currículo. Julgo ter sido uma curiosidade daqueles tempos turbulentos e ter sido introduzida por termos uma população que nem sabia o que era termos mais do que um partido, e parece-me também ser algo muito controverso e muito dado a indoctrinação dos alunos pela posição política dos próprios professores. Não sugiro repescar essa disciplina, mas acho que poderíamos pelo menos estudar por alto na escola o que é o comunismo, o capitalismo, o socialismo, a social-democracia, o liberalismo, o fascismo, etc. Não há espaço para enfiar tipo 2 semanas desta matéria numa disciplina de filosofia no secundário ou assim, sei lá?

Eu acho que é mais a nível de educação, mas para lá da escola também há coisas que se podem fazer... Com um pouco de criatividade, coisas na televisão pública para lá destes debates.. sei lá..

O Arnaldo Matos andou nisso anos e anos e não me parece que tenha servido de grande coisa.

Editado por whatever
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Citação de Puto Perdiz, há 35 minutos:

lembram-se daquele cromo que invadiu com uma megafone a apresentação de um livro?

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tem os olhos do salvador martinha

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Citação de HappyKing, há 11 minutos:

Não é verdade. No número que referi estão incluídas muitas adesões voluntárias. 

Quase dois mil médicos aderem à dedicação plena. Porto regista a maior adesão (sapo.pt)

Cerca de 1800 médicos já aderiram ao regime de dedicação plena do SNS, superando a previsão inicial para o primeiro mês. Nas ULS do São João, Santo António e IPO Porto já aderiram voluntariamente mais de 500 médicos.

Assim sendo, retiro o que disse e vou editar o post inicial para evitar confusões.

De qualquer forma, a notícia tb não é totalmente esclarecedora, uma vez que fala apenas dos médicos de família e de saúde pública, sendo que todos os diretores de serviço hospitalares e integrantes em CRI (os que integram equipas multidisciplinares) também aderem por decreto - não serão a maioria, mas provavelmente ajudam a engordar o número.

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Citação de Puto Perdiz, há 57 minutos:

lembram-se daquele cromo que invadiu com uma megafone a apresentação de um livro?

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já é a segunda vez em poucos dias que me fazes abrir perfis do twitter que me causam ódio visceral, isto não pode ser

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