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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Elliot, nao percebi o que tentaste dizer, desculpa.

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8- Deixou as contas saudáveis? Olha que bom. Para o fazer sacrificou uma cidade como o Porto a ser uma cidade de provincia. Mas se a folha de excel está Ok, que se lixem as pessoas.

Uau :lol:

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@Elliot, a teoria das necessidades de Maslow só vale pelo seu valor histórico, nunca conseguiu obter qualquer suporte prático. Logo, pouca validade científica tem.

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E sim, isto cobriria a meu ver uma educação cultural razoável. Eu não tive mais do que isto, e considero-me uma pessoa minimamente culta, com gosto pela leitura, pela música e pela história. Se calhar muitas das pessoas da minha idade não partilham desses interesses, mas também parte do interesse de cada um após ser feito o estimulo durante o percurso escolar, sobretudo junto dos mais novos.

 

Parece-me que continuas a meter as opções de educação da cultura da sociedade num lote muito restrito. Eu considero que é algo que o sistema de educação dum país não consegue totalmente nem a uma taxa considerável incluir. E tens de tentar ver estas situações no papel do elo mais fraco, ou seja, a malta com poucos recursos e que seria bom ser integrada na sociedade, e isto é um dos meios.

 

O Wozwhatever tem um bom ponto ali. Em outros países isto é quase bem conseguido (como em outras coisas continua a ser algo elitizado (consequência do capitalismo ao uso de pessoas que se perdem no poder e ganância), não é preciso inventar muito, podemos ir buscar o que é feito lá fora (quase tudo) porque temos o ADN semelhante, não somos assim tão diferentes para que justifique tal discrepância de políticas.

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Haja meio termo gente. De certeza que as contas da cidade do Porto seriam possíveis estar no break-even ou até em lucro (tendo em conta a cidade que é) sem andar em modo merceeiro ou então em modo mecenas só para mostrar trabalho sem cuidado com a tesouraria.

 

Há vários anos que observo que quando alguém tem uma ideia fixada na cabeça torna-se autenticamente inflexível até quando tenta fazer um "compromise" (não me lembro da palavra em português). Vou presumir que isto não é só de agora e simplesmente faz parte do ser humano.

Editado por Lip Iverson

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Onde é que "sacrificou uma cidade como o Porto a ser uma cidade de provincia" é verdade?

A oferta cultural no Porto tem aumentado nos últimos anos. É visível o aumento do nº de espetáculos e de eventos, do nº de audiências...

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Há ainda outra coisa que quase ninguém se lembra, é que o mecenato das empresas em Portugal é uma vergonha, quase nulo.

Ainda agora no caso do Sequeira foi a vergonha que se viu, maior parte das doações foram de pessoas individuais, muito poucas empresas (até o pessoal da fundação Aga Khan doou um valor significativo).

 

As grandes empresas resumem-se a patrocinar grandes festivais e meia dúzia de eventos (isto maioritariamente no Porto e em Lisboa).

 

E é só preciso sair dos dois grandes centros urbanos portugueses para notar que as grandes empresas nacionais não fazem mecenato praticamente nenhum noutros pontos do país e as grandes empresas regionais têm muito pouca sensibilidade (para não lhe chamar outra coisa) nestes assuntos. Eu que moro num concelho capital de distrito numa zona bastante industrializada e com muitas médias empresas para a realidade portuguesa, é - me muito difícil ir ver uma peça de teatro que não seja feita pelo pessoal das associações de teatro amador do concelho/distrito (e mesmo estas são raras). Muito raramente há uma exposição de arte. Para haver um pequeno festival com diversas manifestações de arte pela cidade é necessário fazer um crowdfunding e apelar à população para arranjar 5000 euros. E tenho noção que não estou nos piores sítios do país.

 

2 cents de quem não está assim tão por dentro do assunto.

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Visitante

Elliot, nao percebi o que tentaste dizer, desculpa.

 

Não estive a resumir a cultura a números, apenas a prioridade dos seus apoios dentro de um orçamento apertado e com outras prioridades. Quando geres os teus rendimentos, não vais sacrificar nenhuma necessidade básica por mais cultura, e é isso que eu tenho querido fazer ver ao longo dos meus posts.

 

@Elliot, a teoria das necessidades de Maslow só vale pelo seu valor histórico, nunca conseguiu obter qualquer suporte prático. Logo, pouca validade científica tem.

 

Queres suporte prático? Tens o dia a dia de toda a gente, incluindo o teu. Não vais deixar e comer, de te vestir ou de ter um tecto para ir ver o Benfica ao vivo. Não reconheces a existência de prioridades básicas nas necessidades do ser humano? Eu não preciso de saber da validade científica, deixo isso para os investigadores.

 

Parece-me que continuas a meter as opções de educação da cultura da sociedade num lote muito restrito. Eu considero que é algo que o sistema de educação dum país não consegue totalmente nem a uma taxa considerável incluir. E tens de tentar ver estas situações no papel do elo mais fraco, ou seja, a malta com poucos recursos e que seria bom ser integrada na sociedade, e isto é um dos meios.

 

O Wozwhatever tem um bom ponto ali. Em outros países isto é quase bem conseguido (como em outras coisas continua a ser algo elitizado (consequência do capitalismo ao uso de pessoas que se perdem no poder e ganância), não é preciso inventar muito, podemos ir buscar o que é feito lá fora (quase tudo) porque temos o ADN semelhante, não somos assim tão diferentes para que justifique tal discrepância de políticas.

 

Mas é como disse, cultura é tudo, e estarás sempre exposto à cultura. Agora, como delimitas aquilo a que vale a pena expor os jovens e aquilo a que não vale? Caímos na subjectividade. E é por isso que eu dou a minha opinião pessoal, de que a exposição que eu tive à cultura quando estava na escola me permitiu ser uma pessoa relativamente culta e com vontade de consumir ainda mais cultura. Pá, se calhar não foi o suficiente para os meus colegas, e eles agora vivem vidrados com a Casa dos Segredos, não sabem falar línguas, nunca foram a mais nenhum lado tirando o Algarve, etc. Reconheço perfeitamente isso. Mas tendo um orçamento para gastar em actividades culturais, acredito que as escolas façam o que podem (ou podiam, se agora não houver mesmo nada). Agora, os orçamentos deveriam aumentar para estimular ainda mais os jovens para a cultura? Num cenário normal, diria que sim, mas no nosso caso muito específico, em que existem escolas sem condições, não há desporto, não actividades extracurriculares, não há apoio fora das aulas... é uma questão de prioridades, e eu pessoalmente acho que há outras mais importantes de momento.

De qualquer forma, a ideia de que o orçamento para a Cultura nunca é suficiente é um pouco vago. Se ele aumentasse, continuaria a haver sempre mais para fazer, portanto ele nunca seria suficiente - portanto, aproveitando os números que o Burkina apresentou na página anterior, deixa-me um pouco descansado saber que o país vai gastando em linha com os países culturalmente "mais evoluidos", e acho que para já isso deveria servir de consolo, já que a Cultura não está a ser tão sacrificada assim.

 

Há ainda outra coisa que quase ninguém se lembra, é que o mecenato das empresas em Portugal é uma vergonha, quase nulo.

Ainda agora no caso do Sequeira foi a vergonha que se viu, maior parte das doações foram de pessoas individuais, muito poucas empresas (até o pessoal da fundação Aga Khan doou um valor significativo).

 

As grandes empresas resumem-se a patrocinar grandes festivais e meia dúzia de eventos (isto maioritariamente no Porto e em Lisboa).

 

E é só preciso sair dos dois grandes centros urbanos portugueses para notar que as grandes empresas nacionais não fazem mecenato praticamente nenhum noutros pontos do país e as grandes empresas regionais têm muito pouca sensibilidade (para não lhe chamar outra coisa) nestes assuntos. Eu que moro num concelho capital de distrito numa zona bastante industrializada e com muitas médias empresas para a realidade portuguesa, é - me muito difícil ir ver uma peça de teatro que não seja feita pelo pessoal das associações de teatro amador do concelho/distrito (e mesmo estas são raras). Muito raramente há uma exposição de arte. Para haver um pequeno festival com diversas manifestações de arte pela cidade é necessário fazer um crowdfunding e apelar à população para arranjar 5000 euros. E tenho noção que não estou nos piores sítios do país.

 

2 cents de quem não está assim tão por dentro do assunto.

 

E tens toda a razão. As empresas estão sujeitas a algo (não por lei) a que se chama responsabilidade social, e em que esta se propõem a canalizar parte do seu lucro para a melhoria das condições da população local. E não é caridade, em todos os países ditos evoluidos há um apoio brutal à prática do desporto, à realização ou patrocínio de actividades culturais, à revisão da pegada ecológica da sua actividade, ao bem estar e beneficios para os seus funcionários, causas feministas, etc. Infelizmente, não há nada disso aqui, mas também não são tantas as empresas que conseguem ir fazendo lucro...

Editado por Visitante

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@Elliot, porém há pessoas que colocam as necessidades de segurança acima das necessidades de estima. À excepção das necessidades básicas, as restantes necessidades podem variar na sua ordem, depende do critério subjetivo de cada sujeito. Logo, se o critério é subjetivo e não é possível aplicar uma ordem pré-definida às necessidades, a mesma teoria não tem qualquer validade prática.

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"If she gets to pick her judges, nothing you can do folks," he said. "Although the Second Amendment people maybe there is, I don't know."

Trump sobre Hillary.

 

Está giro.

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"If she gets to pick her judges, nothing you can do folks," he said. "Although the Second Amendment people maybe there is, I don't know."

Trump sobre Hillary.

 

Está giro.

 

Pela primeira vez na história os serviços secretos americanos (que são responsáveis também pela segurança dos candidatos a presidentes) estão reunidos com uma campanha para investigar ameaças de morte a outro candidato.

 

Este psicopata (que não tem outro nome) todos os dias diz e faz coisas que o desclassificam para presidente seja do que for e no entanto pelo menos 30% dos americanos estão com ele.

Só nas ultimas semanas o homem instigou a maior potência rival a hackearem servidores americanos (em alguns países que ele gosta era enforcado por isso), gozou com um bebé e a sua mãe, desrespeitou da forma mais nojenta a família de um soldado que morreu ao serviço do estado que ele quer comandar só porque são muçulmanos, em reuniões com estrategas militares tentou várias vezes perceber em que cenários pode usar uma bomba nuclear, disse que sempre quis uma Purple Heart como se essa medalha fosse a mesma coisa que ganhar uma medalha do futebol infantil, conseguiu por em causa a aliança com o Japão, ameaçou deixar os aliados da NATO sujeitos a invasões se não lhe pagassem, conseguiu na mesma entrevista dizer que conhecia bem o Putin mas também dizer que não o conhece de lado algum, mentiu ao dizer a NFL tinha lhe mandado uma carta a mostrar preocupação pela data dos debates quando a NFL negou a existência de tal carta, disse que se ele perder é sinal que as eleições estão compradas, disse que a sua concorrente é o diabo e agora insinuou a solução para a manutenção da 2ª emenda pode passar pelo assassinato da sua rival.

 

Agora vamos até pensar que realmente estas ultimas declarações foram mal interpretadas e que o que ele realmente queria dizer era para votarem nele e não na Hilary.

Será que queremos à frente da maior potência militar mundial um homem que só consegue formar frases que levam a interpretações dúbias?

 

Não me lixem. As eleições nos USA são sempre mais importantes do que eleições nacionais mas desta vez o Mundo tem de estar mais atento que nunca.

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Este psicopata (que não tem outro nome) todos os dias diz e faz coisas que o desclassificam para presidente seja do que for e no entanto pelo menos 30% dos americanos estão com ele.

 

É o que dá teres a Hillary como alternativa.

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É o que dá teres a Hillary como alternativa.

 

É por aí, basicamente.

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É o que dá teres a Hillary como alternativa.

 

Tb sairam emails que mostram clara promiscuidade entre a Fundação Clinton, o Departamento de Estado e vários grupos econômicos.

A tipa tb é uma politica metida em coisas nada claras e em tudo o que mete interesses e dinheiro.

Mas porra, antes uma "Sócrates" da vida que um lunático que acha que largar uma bomba nuclear na Europa é uma opção.

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https://venezuelanalysis.com/news/12125

O governo venezuelano recentemente decidiu começar a expropriar fábricas que parassem para greve ou despedissem determinado número de trabalhadores.

 

A primeira delas foi uma fábrica norte-americana de artigos de higiene. Conseguem hoje produzir 20% daquilo que o país necessita.

 

Que lhe tomem o gosto e continuem a expropriar as industrias. :)

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Tb sairam emails que mostram clara promiscuidade entre a Fundação Clinton, o Departamento de Estado e vários grupos econômicos.

A tipa tb é uma politica metida em coisas nada claras e em tudo o que mete interesses e dinheiro.

Mas porra, antes uma "Sócrates" da vida que um lunático que acha que largar uma bomba nuclear na Europa é uma opção.

 

A questão é que o Trump ladra muito, mas tenho muito mais receio da mordidela do Hillary.

 

Mas o facto de tanto um como o outro não terem sido corridos a pontapé da candidatura ao mais alto cargo do país diz muito sobre o que se passa actualmente nos Estados Unidos.

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https://venezuelanalysis.com/news/12125

O governo venezuelano recentemente decidiu começar a expropriar fábricas que parassem para greve ou despedissem determinado número de trabalhadores.

 

A primeira delas foi uma fábrica norte-americana de artigos de higiene. Conseguem hoje produzir 20% daquilo que o país necessita.

 

Que lhe tomem o gosto e continuem a expropriar as industrias. :)

 

Lol que demencia esse governo venezuelano

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A questão é que o Trump ladra muito, mas tenho muito mais receio da mordidela do Hillary.

 

Mas o facto de tanto um como o outro não terem sido corridos a pontapé da candidatura ao mais alto cargo do país diz muito sobre o que se passa actualmente nos Estados Unidos.

 

A Clinton e o Trump, em termos de política internacional, só diferem na questão da gestão dos atuais aliados do USA. De resto, querem é matar e esfolar.

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A questão é que o Trump ladra muito, mas tenho muito mais receio da mordidela do Hillary.

 

Mas o facto de tanto um como o outro não terem sido corridos a pontapé da candidatura ao mais alto cargo do país diz muito sobre o que se passa actualmente nos Estados Unidos.

 

Como já disse várias vezes, n gosto a Hillary porque é "bussiness as usual" e por isso mesmo o "meu" candidato era o Bernie mas n entendo como alguem tem mais medo dela que do Trump. Ultrapassa-me esse ponto de vista.

Noutra eleição nunca estaria do lado dela mas nesta é um "no brainer" porque ao menos com ela sei o que contar.

 

Portanto, sem dúvida que o maior trunfo da Hillary é não ser o Trump.

Editado por SAS_Robben

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