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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Como Moedas ajudou a SIC a ir buscar 500 mil euros

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Emails a que tivemos acesso mostram o gabinete do autarca a dar instruções à estação para a ajudar a pagar o Tribeca (só Robert de Niro cobrou 750 mil pelos direitos). Ao mesmo tempo, o DocLisboa arrancou sem apoios e sem conseguir sequer uma reunião na câmara.

Vamos a isso. Como podemos dar início ao processo? Fico a aguardar guidelines.” Estávamos em março de 2024 quando assessores do gabinete de Carlos Moedas e diretores da Impresa/SIC andaram a trocar emails como este para aprovação de um apoio financeiro para um festival de cinema organizado pelo grupo de comunicação social.

Não tenho acesso a tudo, mas nada de novo, PSD e SIC a lavar as costas uns aos outros

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Citação de Petar Musa, há 2 horas:

O 3 e o 8 não são inconstitucionais?

E para aí nem metade são da competência do presidente da câmara

 

Btw bom meltdown do Jonet na resposta ao JMT no Publico hoje

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Citação de antifa, há 29 minutos:

E para aí nem metade são da competência do presidente da câmara

 

Btw bom meltdown do Jonet na resposta ao JMT no Publico hoje

Consegues meter aqui o artigo?

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JMT : Mamdani, Jonet e Mariana Leitão: mérito, privilégio e família

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De Cascais a Nova Iorque, há gente nova a entrar na política, e ainda bem. Mas é fascinante ver como as novas elites políticas são produzidas dentro de famílias de elite, passam por escolas de elite, têm empregos de elite, para acabarem a defender o mérito e o talento em posições de elite. Bem sei que é assim desde o início do mundo. Mas para aqueles que não nasceram em berço de ouro, e lhes venderam a linda história do elevador social, é duro de ver. Até porque isto se passa à direita, à esquerda e ao centro.

À direita temos Mariana Leitão, futura líder da Iniciativa Liberal. Ao aproximar-se do poder, começou a ser escrutinada, e o escrutínio é embaraçoso para um partido com os princípios da IL: a sua vida profissional, pré-política, resume-se a 13 anos a trabalhar na empresa Puaça, uma subsidiária da Sonangol, onde chegou a administradora. Entrou aos 23 anos, com esta coincidência chata: o então todo-poderoso presidente da Sonangol, Manuel Vicente, era cliente do escritório do seu pai, António Leitão. Instada pelo Observador a comentar esse facto pouco meritocrático, disse: “Não estou habilitada para responder em relação à actividade profissional passada de advogado do meu falecido pai.” É o que em termos futebolísticos se chama uma bola para o pinhal. Dá ideia de que a IL gosta tanto de Joseph Schumpeter que decidiu adoptar para si própria o conceito de destruição criativa.

À esquerda temos Zohran Mamdani, apresentado como “um muçulmano nascido no Uganda de pais indianos”. Tecnicamente, é verdade. Mas dito assim, o que nos surge logo na cabeça é a imagem de imigrantes pobres a chegarem aos Estados Unidos em busca do seu “american dream”, e que após muito esforço oferecem aos filhos as oportunidades que eles nunca tiveram. Mamdani não é nada disso. Ele é filho único da indo-americana Mira Nair, licenciada em Harvard nos anos 70 e um nome que qualquer cinéfilo conhece de cor, autora do óptimo Casamento Debaixo de Chuva – Leão de Ouro em Veneza – e de Salaam Bombay! – premiado em Cannes e nomeado para os Óscares. O pai é um académico que foi durante 15 anos diretor do Instituto de Estudos Africanos da Universidade de Columbia. Notem: acho óptimo que Mamdani queira ser mayor de Nova Iorque aos 33 anos. A campanha que montou mostra um enorme talento político e não lhe quero tirar nenhum mérito – só peço que não confundam um filho das elites progressistas de Nova Iorque com um muçulmano anónimo nascido no Uganda.


Ao centro temos João Maria Jonet, que avançou como candidato independente à Câmara de Cascais. Jonet é mais um comentador a saltar directamente dos estúdios de televisão para a política. Na minha ideia lírica do que deve ser a comunicação social e o comentário político, acho sempre péssimo, mas ele tem ao menos a vantagem de nunca ter sido jornalista, como Sebastião Bugalho. Ainda assim, e tendo em conta que tem apenas 27 anos, e que pouco mais fez na vida além de estudar, comentar e tuitar, é extraordinário olhar para os nomes que apoiam a sua candidatura: de Marçal Grilo a Rita Blanco, de Pedro Marques Lopes a Proença de Carvalho, de Fernando Negrão a João Cordeiro. Alguém acredita que um jovem cheio de talento que tivesse nascido em Bragança de famílias pobres, em vez de em Cascais de famílias bem, conseguiria reunir aos 27 anos aquela salada russa de gente? O que têm aquelas pessoas em comum, afinal? Nada, excepto o mais importante – os círculos em que se movem.

https://www.publico.pt/2025/07/01/opiniao/opiniao/mamdani-jonet-mariana-leitao-merito-privilegio-familia-2138363

 

 

Resposta do Jonet: O privilégio de não ser João Miguel

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O tema do privilégio parece-me apropriado para primeiro artigo como candidato a Cascais. Abordo-o em resposta a João Miguel Tavares (J.M.T.), que não tem perdido oportunidade de criticar esta intenção.

Tem graça que quem se esforça tanto para enquadrar e compreender extremistas, procurando evitar generalizações injustas, produza tão bela generalização sobre privilegiados. Percebe-se porque acha que os comentadores não deviam ser políticos. Decide criticar sem se ver muito mais do que uma notificação push. É impressionista. Não lhe interessa percurso, contexto ou ideias. Não interessa estar informado nem ser construtivo. Também não quero candidatos assim e não serei assim.

J.M.T. nunca diz o que acha sobre o que digo, mas dedica-se a dizer o que não devia poder fazer. Em vez de conteúdo, critica apelidos. Nunca me atreveria a fazer o mesmo. Acho que J.M.T. é fundamental para que Rui Ramos tenha uma voz a anuir acriticamente e ainda mais para que Ricardo Araújo Pereira e Pedro Mexia tenham a confrontá-los uma caricatura. Faz falta ao espaço público quem exponha a posição de direita que qualquer outro teria vergonha de defender. Longe de mim associar o comentário direitista pavloviano de J.M.T. com a sua origem social. Acho que tem capacidade para ser muito melhor. Mas pronto, descobriu o filão de gritar “socialismo” e “bandido”. A mim interessa-me tanto como uma entrevista de rua sobre o tempo, mas não é por isso que lhe quero retirar direitos políticos.

Imagine-se o escândalo se eu dissesse que J.M.T. só está em painéis porque fica bem uma quota do interior esquecido. Que, se não fossem os amigos dos blogues, nunca teria chegado onde chegou e seria certamente mais gozado pelo que diz. Tenho o privilégio de não ser João Miguel, de não ter dentro de mim tantos complexos. Tenho noção que há por aí muito João Miguel que vê um apelido estrangeiro e origem cascalense e só pensa em cunhas e cifrões. Estou certo que isso me beneficia. Tal como me facilitou ter pais com estudos e estabilidade financeira para me poder focar em estudar também. Nunca neguei ser privilegiado e acho que reconhecê-lo é importante para quem acredita em igualdade de oportunidades. Agora, dizer que famosos estão todos feitos uns com os outros está ao nível de explicar as pirâmides com aliens. Não passa pela cabeça de J.M.T. que quem me apoia me tenha procurado porque gostou do que digo. Deve ser uma coisa que lhe acontece pouco, admito. Vale a pena que quem escreve neste jornal se informe. E há aqui quem possa ajudar. Recomendo a crónica “Fidalgos, queques e betinhos” para evitar confusões.

E, já agora, sugiro uma análise comparativa mais aprofundada. Veja qual o ranking das escolas em que andámos, ou declarações de IRS dos meus pais durante a minha infância, e compare com os dele (ajustando à inflação). Seja rigoroso para vermos quantas portas abre este nome de caixeiro-viajante belga. Qual será a diferença de mérito entre o comentador profissional, de 52 anos, que apareceu nos blogues e cresceu nos media e o candidato, de 27 anos, que apareceu nas redes sociais e cresceu nos media?

Há pessoas que gostam de se agarrar a uma característica distante, por muito que dela se tenham afastado. J.M.T. tem percorrido os corredores do sistema: imprensa escrita, televisão e conferências. Mas continua a achar que ter nascido em 1973, em Portalegre, lhe permite, em 2025, fazer de conta que é outsider. Evangelizar, sem por uma única vez lhe passar pela cabeça encabeçar um projeto ou formular uma proposta séria para mudar o que vive a explorar. É um populista, mas o populista preferido dos privilegiados.
 

Se João Miguel não vê extremistas, também parece não ver classistas ao espelho. Eu tenho o privilégio de não ser João Miguel porque me estou borrifando para saber de onde vim e estou interessado em saber para onde vou. Mas, de cada vez que vejo um texto como este, suspiro de alívio por não viver na angústia da inveja. Rezo para não chegar aos 50 com este azedume. E deixo um abraço solidário. Tenho muita sorte por não ser João Miguel.

 


fight!

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Citação de pedritsh, Em 27/06/2025 at 20:18:

Nada que não fosse esperado, depois de onde é que vinha a mama do Iva das vendas+irs e afins dos ordenados pagos nesses dias(visto que quem trabalha nesses recebe tipo 50€ ou mais e acaba por mamar com 50% de desconto quase portanto é quase um dia normal de trabalho) que ganham nestes 2 dias *4 semanas ao mês (temos 13 feriados nacionais portanto mesmo nos meses em que não temos um acaba por equilibrar com os que temos 2). 

Estes gajos nem os 4 dias de trabalho querem discutir quanto mais, eles se pudessem até acrescentavam era tirar as folgas ao pessoal. 

 

Editado por Banks29

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Depois para onde ia a malta passear? Para o ar livre? Estão tolos. 

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Falar no desemprego que a medida iria causar quando estamos em pleno emprego, querem diminuir drasticamente o número de imigrantes e temos uma taxa de natalidade baixa é de rir.

  • Concordo! 1

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A questão do Jonet é que ele já se lança a comentador, vindo ninguém sabe de onde nem pela mão de quem, com esta candidatura preparada.

Predestinou-se. Algo que só de permite aos privilegiados. 

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Citação de antifa, há 5 horas:

Depois para onde ia a malta passear? Para o ar livre? Estão tolos. 

Os velhotes no Porto continuam a passar as tardes de domingo na foz, dentro do carro, eles a ler o jornal ou a dormir, elas a ler revistas, a fazer crochet ou a dormir, também.

Entretanto, o candidato do PSD à câmara de Gaia é... Luís Filipe Meneses.

  • Triste 1

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O Ventura acabou de ameaçar e insultar o diretor-adjunto da psp na now. Ao mesmo tempo que instrumentaliza o suícidio de agentes da psp. 

Ninguém mete mão nesta pouca vergonha?

Editado por smashing_pumpkin

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Citação de smashing_pumpkin , há 2 minutos:

O Ventura acabou de ameaçar e insultar o diretor-adjunto da psp na now. Ao mesmo tempo que instrumentaliza o suícidio de agentes da psp. 

Ninguém mete mão nesta pouca vergonha?

É o novo normal.

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Citação de smashing_pumpkin , há 2 minutos:

O Ventura acabou de ameaçar e insultar o diretor-adjunto da psp na now. Ao mesmo tempo que instrumentaliza o suícidio de agentes da psp. 

Ninguém mete mão nesta pouca vergonha?

Fui puxar atrás por causa do teu comentário. A parte do "quero dizer isto cara a cara" enquanto aponta para uma câmara também é giro 

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Citação de Black Hawk, há 34 minutos:

Fun fact: o Moedas foi recentemente entrevistado no Alta Definição.

Foi sim senhor, eu estava a arrumar a louça e começou a dar.
Ele disse que não é vaidoso e lida bem com a crítica e eu quase me cuspi

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images?q=tbn:ANd9GcQRJq-svo_0b_EhZeV_Go4

Literalmente o Montenegro. 

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E mais uma figura de relevo do 25 de abril morre, Garcia dos Santos. Este oficial foi o responsável por estabelecer as ligações no Regimento de Engenharia da Pontinha (posto de comando do MFA), que possibilitaram ouvir as conversas do inimigo durante 24-abril e 25-abril, e criou a ordem de transmissões, que atribuiu nomes de código para as diferentes unidades revoltosas comunicarem entre si sem serem identificadas. 

Editado por Vaart10
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Citação de Banks29, há 22 horas:

Estes gajos nem os 4 dias de trabalho querem discutir quanto mais, eles se pudessem até acrescentavam era tirar as folgas ao pessoal. 

Eu feliz e infelizmente trabalho no retalho.
Na empresa que eu trabalho acaba por andar toda a gente no mesmo esquema: Folgas aos Sab/dom; 6ª e 5ª; 3ª e 4ª; 2ª Domingo.

A minha empresa faz uma coisa muito gira, quando há feriados todos os managers têm folga no dia do feriado.
Por exemplo: 15 de agosto calha numa sexta. Nessa semana folgo sexta e domingo. Como sou mais caro, f*do-me.

Há muita gente que trabalha na empresa em regime fim de semana por necessidade. Muitos são estudantes, freelancers, etc. O fim deste tipo de trabalhos ia influenciar muito negativamente a vida destas pessoas.
Outra coisa que iria acontecer era dispensar full-times. Nesta empresa é normal folgarmos em todas as lojas na páscoa. Ao ter todos a folgar no mesmo dia vou ter excesso de pessoas em 2 dias da semana.

Por mim era uma maravilha. Quando estava em Espanha e na Suíça fazíamos a nossa vida já a contar com tudo fechado e não havia stress algum.
A quantidade de aniversários, festas, fins de semana e afins que falto porque estou a trabalhar é um absurdo e já deixou de valer a pena estar neste ramo. (sem contar com muitas outras coisas)  

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Hugo Soares num só dia confirmou entendimentos com o Chega para os novos escalões do IRS e para a nova lei da nacionalidade e imigração. 

Como é que era o mantra da AD? "Não é não?" 

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Citação de Ion Timofte, há 11 minutos:

Eu feliz e infelizmente trabalho no retalho.
Na empresa que eu trabalho acaba por andar toda a gente no mesmo esquema: Folgas aos Sab/dom; 6ª e 5ª; 3ª e 4ª; 2ª Domingo.

A minha empresa faz uma coisa muito gira, quando há feriados todos os managers têm folga no dia do feriado.
Por exemplo: 15 de agosto calha numa sexta. Nessa semana folgo sexta e domingo. Como sou mais caro, f*do-me.

Há muita gente que trabalha na empresa em regime fim de semana por necessidade. Muitos são estudantes, freelancers, etc. O fim deste tipo de trabalhos ia influenciar muito negativamente a vida destas pessoas.
Outra coisa que iria acontecer era dispensar full-times. Nesta empresa é normal folgarmos em todas as lojas na páscoa. Ao ter todos a folgar no mesmo dia vou ter excesso de pessoas em 2 dias da semana.

Por mim era uma maravilha. Quando estava em Espanha e na Suíça fazíamos a nossa vida já a contar com tudo fechado e não havia stress algum.
A quantidade de aniversários, festas, fins de semana e afins que falto porque estou a trabalhar é um absurdo e já deixou de valer a pena estar neste ramo. (sem contar com muitas outras coisas)  

Eu entendo, também já trabalhei em retalho (no meu caso foi no Pingo Doce e Contintente) e tinha a questão das folgas rotativas. 

A mim a cena das folgas só me incomodava até haver aquelas 2 semanas em que estás Segunda/Domingo e depois é que estás de fim de semana, essas 2 semanas eram infernais.

Quando falei dos 4 dias de trabalho, refiro-me as pessoas e não as empresas, as empresas podem continuar com os 7 dias de trabalho normalmente e assim não precisam de despedir ninguém porque continuas a precisar das pessoas para esse dia extra de folga dos outros. A meu ver até podia abrir a porta as empresas a terem de contratar pelo menos mais uma pessoa em média para determinados trabalhos. A

Tem é de se chegar a um consenso. Não podes dizer que não ao fechar aos Domingos/Feriados e depois assobiar para o lado quando os outros países já adoptam a regra dos 4 dias e aqui escolheram 5 ou 6 empresas que são dos amigos que ficam com o cu alapado na assembleia (a regra não devia ser mandatória, devia ser concordada entre as partes...Ou seja, eu e o meu chefe discutíamos se eu queria fazer 4 ou 5 dias de trabalho porque afinal não fazemos menos horas, apenas menos 1 dia de trabalho) e em grande parte dos outros países está a ter sucesso. As empresas no UK 92% delas manteve essa regra dos 4 dias. Imagina que para a semana tinhas um aniversário, não preferias puder trabalhar esta semana 5 dias e para a semana 4 dias ? Claro que isto é sempre complicado mas haver a chance de trocar com um colega e ele ter 4 dias esta semana e tu teres para a semana que era a dele. 

Alias, se tivéssemos esta questão dos 4 dias em vigor, acredito que nem estariam a discutir a questão dos centros comerciais. 

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Citação de SAS_Robben, Em 18/06/2025 at 09:02:

Se há pessoas no parlamento que trasmite pura energia de ódio e arrogância das SS é a Rita Matias.

https://x.com/ritamariamatias/status/1940850958151610698?t=JNJ8WhrHUzXWjPQrznavjw&s=19

https://x.com/ritamariamatias/status/1941185438892613707?t=dlETAaXnJljS-086yH9CXg&s=19

O derradeiro sonho desta coisa com aspeto humano era voltar a 1944 e ser ela o elemento da Gestapo que encontrou a Anne Frank

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E aparentemente andaram a dizer essa lista na Assembleia da República com total impunidade por parte do Vice-Presidente da AR que presidia aos trabalhos

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Sobre as inconstitucionalidades da proposta de nova lei da nacionalidade:

Imigração e nacionalidade: assim, de repente, algumas inconstitucionalidades (Ana Rita Gil):

Citação

a) Perda da nacionalidade para naturalizados há menos de dez anos: acaba com um princípio estrutural português - o de que não há distinção (a não ser para eleição de Presidente da República) entre nacionais de origem e naturalizados. Agora passamos a ter duas categorias diferentes de cidadãos nacionais. Esta medida levanta ainda dúvidas de proibição da discriminação a nível penal: se a pena (de prisão ou outra) é suficiente para cidadãos de origem (ou naturalizados há 11 anos), por que motivo não o é para quem foi naturalizado há nove?

b) Outro princípio basilar era o de que o Estado não podia retirar a nacionalidade aos seus cidadãos. Portugal, aqui, distinguia-se de outros Estados europeus, que se apressaram a alterar os seus regimes no rescaldo dos atentados terroristas nos inícios do século XXI, retirando a nacionalidade em caso de envolvimento em crimes desse tipo. Os organismos internacionais não proíbem, em si, a retirada unilateral de nacionalidade, mas reservam-na para atos que põem em causa a sobrevivência do Estado. Ora, com as propostas do Governo, será possível tal retirada em caso de crimes como ofensa à integridade física ou outros puníveis com pena de prisão de cinco anos ou mais. Direito fundamental à cidadania, proporcionalidade das penas, tudo respostas a que espero que o Tribunal Constitucional seja chamado a responder.

c) Reagrupamento familiar: entretanto, descobriu-se que havia uma Diretiva na UE nesta matéria e não se podia suspender reagrupamentos só porque nos apetece. Então a ideia foi restringi-los ao mínimo dos mínimos, ao limiar mais baixo que a diretiva permita. Quando ela foi aprovada, restringiu tanto o direito, que o Parlamento Europeu decidiu pedir ao Tribunal de Justiça da UE que a anulasse por violação do direito à família. Este só não o fez porque confiou que os Estados não desceriam tão baixo, e continuariam a respeitar os Direitos Humanos. Assim o fizemos durante mais de 20 anos. Esta semana decidimos inverter a marcha. Então vai ser assim: filhos de imigrantes podem vir já, cônjuge espera dois anos. Os filhos que escolham com quem querem ficar. É assim para toda a gente, menos para os imigrantes altamente qualificados e ainda aqueles que o Governo continua a insistir que fazem muita falta à sociedade portuguesa: os titulares de vistos gold.

d) O Governo quer ainda restringir o direito à tutela jurisdicional efetiva, dizendo que, face à omissão da AIMA perante um pedido de reagrupamento familiar, não se pode recorrer a ações urgentes nos tribunais administrativos (como a intimação para proteção de direitos, liberdades e garantias). Como assim? Então agora decide-se por decreto fechar a porta dos meios que temos de acesso aos tribunais? Sou só eu a ver aqui um dos mais importantes princípios do Estado de Direito a ruir?

No mesmo sentido, Jorge Miranda aponta inconstitucionalidades na nova Lei da Nacionalidade do Governo.

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