Luis Enrique Publicado 29 Novembro 2018 Como é que isso funciona? É algo simples ou é preciso ser entendido no assunto? É que tenho algum dinheiro "parado" e queria ver se metia isto a render. Compartilhar este post Link para o post
Rei_Patricio Publicado 29 Novembro 2018 Tinha ouvido falar era na RAIZE . Alguém usa? Compartilhar este post Link para o post
Modulor Publicado 2 Dezembro 2018 Citação de Luis Enrique, Em 29/11/2018 at 14:43: Como é que isso funciona? É algo simples ou é preciso ser entendido no assunto? É que tenho algum dinheiro "parado" e queria ver se metia isto a render. Também estou interessado! Compartilhar este post Link para o post
Dutch Publicado 3 Dezembro 2018 Entendido, entendido não é preciso, mas leiam um bocado para perceber o que é cada coisa antes de meter dinheiro. Muitos grandes investidores defendem que as melhores estrategias são passivas (nao fazer nada, so la meter o dinheiro e esperar) e que nao e preciso te nenhum conhecimento especial do mercado. Agora se eu disser comprem isto ou aquilo, e voces nao souberem o que é, é pessimo para voces, principalmente porque se amanha ha um crash vao vender baixo quase de certeza. @ElliotReid13 O Elliot deu-me bastantes dicas ha alguns meses, desde ai vi imensos videos, li uns 10 livros sobre o assunto, e sei muito mais, pelo menos o basico, mas sou apenas um iniciante nos investimentos. Tentem aprender o que sao Bonds, o que sao fundos, fundos de bonds, fundos de equities, commodities, fundos de gestao activa vs fundos de gestao passiva etc. Um livro que o Elliot que recomendou e acho bastante facil de seguir e bom para comecar e o Bolsa- Investir nos mercados financeiros do Miguel Gomes da Silva. Explica o basico de cada produto e da para ter uma ideia geral do mercado para começar. Mais especifico de estrategias gosto dos Boogleheads, eles tem um forum e li tambem um livro, The Boogleheads Guide to Investing, é muito baseado em exemplos americanos, mas pronto como ideia geral está lá tudo. É baseado tudo nas ideias do Jack Bogle fundador da Vanguard 1 Compartilhar este post Link para o post
Modulor Publicado 3 Dezembro 2018 (editado) Agradecido pelas directrizes, era mesmo isso que procurava! @ElliotReid13 se quiseres vir dar mais uma achega, nunca é demais :mrgreen: Editado 3 Dezembro 2018 por Modulor Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 3 Dezembro 2018 Monkey traders ou monkey funds, algo assim. Significa que ganhas na bolsa sejas tu noob ou especialista. Ou macaco. Basta investires. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 3 Dezembro 2018 Citação de Rei_Patricio, Em 29/11/2018 at 22:29: Tinha ouvido falar era na RAIZE . Alguém usa? Longe, muito longe dessa m*rda. É um roubo, é uma aldrabice, é algo que só existe porque as fintech estão na moda e tem imensa pub gratuita. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 3 Dezembro 2018 Citação de Thierry Henry, Em 29/11/2018 at 09:40: Por acaso podia usar-se mais este tópico para partilha de investimentos. Cá vai: A minha teoria base é que o dinheiro custa-me imenso a ganhar. Sai do meu corpo e sai do corpo da minha mulher e não gosto de andar a brincar com ele. Assim sendo, sou prudente, tenho muito cuidado e tento ter uma carteira de investimentos o mais diversificada possível. Assim sendo, mantenho a maior parte do meu dinheiro em activos de menor risco, e menor retorno e menos dinheiro em activos mais voláteis mas com maior rentabilidade esperada. Vou descrevê-los por ordem crescente de risco: Depósitos à ordem: Tenho a maior parte do dinheiro à ordem. No entanto, tenho a maioria numa conta para a qual não tenho cartão, uma vez que pretendo evitar a tendência de gastar sabendo que tenho o dinheiro disponível. Se não tiverem crédito à habitação, fujam dos bancos tradicionais, CGD, NB, Santander, BCP, etc. São caros, têm comissões elevadas, têm menos instrumentos de poupança e investimento, etc. Optem por bancos como o ActivoBank, o Banco Invest ou o Carregosa, que não pagam comissões. Depósitos a prazo: Como abri uma conta no Carregosa, eles têm uns depósitos de boas vindas com taxas muito simpáticas. Caso contrário, às taxas miseráveis actualmente praticadas, mais vale ter o dinheiro à ordem. PPR: O PPR, em si, tem uma rentabilidade baixa e obriga a ter o dinheiro parado durante cinco anos, ou pagar taxas de levantamento elevadas. No entanto, há imensos PPR no mercado, com mais ou menos risco e consequentes diferenças de rentabilidade esperada. A grande vantagem do PPR é que, para quem tem menos que 35 anos, há um benefício fiscal em sede de IRS, que devolve 20% do montante investido até 400€. Ou seja, quem fizer um PPR de 2000€ por ano, recebe logo 20% quase à cabeça. A questão aqui é que obtendo o benefício, só se pode resgatar o PPR de acordo com os motivos previstos na lei (desemprego, reforma, invalidez e pagamento do crédito à habitação). Como nenhum de nós prevê a sua vida aos 20 ou 30 anos a pensar nas 3 primeiras, recomendo só se meterem nisso se tiverem casa para pagar. Empréstimo obrigacionista: Obrigações são empréstimos a uma empresa. Eu investi bem menos do que queria na Mota-Engil, porque houve imenso rateio. O risco é menor do que investir em acções mas, tenham cuidado, analisem bem as contas das empresas em que se estão a meter. Não há melhor conselheiro financeiro do que nós mesmos. Normalmente, os bancos como o Activo ou o Carregosa são mais baratos do que os bancos tradicionais neste género de investimentos. Acções: O mercado de acções é extremamente volátil. No entanto, a história mostra que quem investe em acções, no longo prazo, ganha muito dinheiro. No curto prazo, mais vale ir apostar o dinheiro no casino. A história mostra também que 99,99999% dos investidores não consegue ganhar mais dinheiro do que o mercado accionista, a não ser que se chamem George Soros ou Warren Buffett. Para além disso, andar a comprar e vender acções de várias empresa, tem custos significativos de transacção. A minha sugestão vai para a compra de ETFs, activos que representam conjuntos de outros activos, minimizando o risco e as comissões. Tenho algum dinheiro metido no IWDA - iShares Core MSCI World UCITS ETF, cotado na bolsa de Amesterdão. Para tal, uso a plataforma Gobulling através da minha conta no Carregosa. Este ETF representa os mercados accionistas dos países desenvolvidos do Mundo (Europa Ocidental, EUA, Canadá, Austrália, Japão, Hong-Kong, etc.) e a maior empresa nele representada, a Apple, representa apenas pouco mais de 2% do total do ETF). P2P: A nova moda dos investidores. Empréstimos a terceiros, com taxas muito convidativas, mas um risco muito maior. O mais famoso em Portugal é a Raize, que até já está cotada em bolsa. Acho a Raize miserável, as garantias não funcionam, são aceites empresas com erros colossais nas contas, só permite empréstimos a negócios e os calotes são mais que muitos. A Raize protege muito pouco os clientes. Eu tenho uns trocos investidos na Mintos, para mim a melhor e mais completa de todas as empresas P2P e na Grupeer, mais vocacionada para projectos imobiliários. Se depois pretenderem registar-se, eu posso dar-vos o meu referral e ganhamos todos mais uns cobres. 2 Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 4 Dezembro 2018 Citação de Modulor, há 20 horas: Agradecido pelas directrizes, era mesmo isso que procurava! @ElliotReid13 se quiseres vir dar mais uma achega, nunca é demais :mrgreen: As minhas recomendações continuam a ser aquelas que o Dutch mencionou: leiam o livro (está em todas as FNACs) e criem primeiro uma compreensão de como os mercados funcionam. Depois disso, das duas uma: ou têm interesse e tempo em meter as mãos na massa e começam a consultar os vários instrumentos detalhadamente e a criar o próprio portfólio (não necessitam de ser economistas nem nada, mas convém criar algum conhecimento de finanças primeiro, sobretudo a análise fundamental), ou investem em ETFs e, aqui, quanto menor for o vosso conhecimento e vontade de aprender, mais diversificado ele deve ser (MSCI1000, Total Stock Market, S&P500, incluir algumas obrigações, etc). Agora, os ETFs geram retornos de 5% a 12% se estiverem comprometidos a longo-prazo, não serve de nada colocar o dinheiro, perder 50% na próxima crise e levantar logo o restante, pois assim perdem o upside do ciclo económico. Os mercados de ações sobem e descem constantemente porque funcionam em ciclos, mas os pontos altos e baixos são sucessivamente mais altos, ou seja, num horizonte temporal suficientemente grande (minimo 10 anos), estarão sempre a fazer dinheiro. Citação de Tio Hans, há 12 horas: Longe, muito longe dessa m*rda. É um roubo, é uma aldrabice, é algo que só existe porque as fintech estão na moda e tem imensa pub gratuita. Se é aldrabice ou não, não sei. Mas a lógica a aplicar para essas fintechs é a mesma que se pode aplicar para outros instrumentos financeiros - existe sempre uma relação risco e retorno, isto é, quanto maior for o retorno maior será também o risco percebido pelos investidores. Se uma empresa está disposta a se financiar a 8%, 10% ou 12% - sobretudo para gestão de tesouraria - alguma coisa de muito errado se passa quando alguém tenta vender essa divida como se de um investimento seguro se tratasse. A minha convicção é que no próximo crash, esse tipo de empresas cai como um castelo de cartas, porque para recorrer a este tipo de dívida e juros é porque já se encontram no limiar da dor. Citação de Tio Hans, há 11 horas: Cá vai: É isto, apesar de sugerir a Degiro como broker (infinitamente mais em conta e, para quem quer colocar parte do salário em ETFs, faz uma diferença brutal), e recomendar que evitem depósitos à ordem ou a prazo para valores acima daquilo que contam gastar no pior cenário (para mim são 9 meses de despesas, mas varia de pessoas para pessoa). Isto, claro, se não estiverem a poupar para algo tipo comprar casa, carro ou outro investimento qualquer. Mas se forem jovens e tiverem um trabalho estável (ou facilidade em arranjar emprego), invistam à vontade em ETFs porque o mais provável é preferirem ter mais capital no longo-prazo, do que ter a flexibilidade de ter o dinheiro quase todo à mão. Compartilhar este post Link para o post
Modulor Publicado 4 Dezembro 2018 Obrigado a ambos, @ElliotReid13 @Tio Hans! Se vos enviar uma mp com uns pressupostos mais pessoais, têm uns minutos para dar umas dicas/conselhos a um nabo? Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 4 Dezembro 2018 Citação de Modulor, há 8 horas: Obrigado a ambos, @ElliotReid13 @Tio Hans! Se vos enviar uma mp com uns pressupostos mais pessoais, têm uns minutos para dar umas dicas/conselhos a um nabo? Claro. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 4 Dezembro 2018 Citação de ElliotReid13, há 8 horas: As minhas recomendações continuam a ser aquelas que o Dutch mencionou: leiam o livro (está em todas as FNACs) e criem primeiro uma compreensão de como os mercados funcionam. Depois disso, das duas uma: ou têm interesse e tempo em meter as mãos na massa e começam a consultar os vários instrumentos detalhadamente e a criar o próprio portfólio (não necessitam de ser economistas nem nada, mas convém criar algum conhecimento de finanças primeiro, sobretudo a análise fundamental), ou investem em ETFs e, aqui, quanto menor for o vosso conhecimento e vontade de aprender, mais diversificado ele deve ser (MSCI1000, Total Stock Market, S&P500, incluir algumas obrigações, etc). Agora, os ETFs geram retornos de 5% a 12% se estiverem comprometidos a longo-prazo, não serve de nada colocar o dinheiro, perder 50% na próxima crise e levantar logo o restante, pois assim perdem o upside do ciclo económico. Os mercados de ações sobem e descem constantemente porque funcionam em ciclos, mas os pontos altos e baixos são sucessivamente mais altos, ou seja, num horizonte temporal suficientemente grande (minimo 10 anos), estarão sempre a fazer dinheiro. Eu até recomendo que a malta se fique por esses ETFs diversificados. Há menos custos de transacção, menos trapalhadas e, lá está, menos necessidade de um conhecimento profundo do mercado. Recomendo uma gestão passiva para toda a gente que quer apenas aplicar umas poupanças. Citar Se é aldrabice ou não, não sei. Mas a lógica a aplicar para essas fintechs é a mesma que se pode aplicar para outros instrumentos financeiros - existe sempre uma relação risco e retorno, isto é, quanto maior for o retorno maior será também o risco percebido pelos investidores. Se uma empresa está disposta a se financiar a 8%, 10% ou 12% - sobretudo para gestão de tesouraria - alguma coisa de muito errado se passa quando alguém tenta vender essa divida como se de um investimento seguro se tratasse. A minha convicção é que no próximo crash, esse tipo de empresas cai como um castelo de cartas, porque para recorrer a este tipo de dívida e juros é porque já se encontram no limiar da dor. Creio que não entendeste bem onde quis chegar. Eu não sou contra as fintech nem o P2P. Tenho uma pequena parte do meu património investida nisso. Sou contra a Raize, que acho que é uma espécie de scam. Na Mintos, que é a maior P2P que para aí anda, consigo investir em dezenas de países diferentes, em várias moedas, embora me concentre a 100% no euro, em vários tipos de empréstimos, agricultura, crédito pessoal, crédito automóvel, empresas, etc. Para além disso, posso optar pelo buyback guarantee, onde a entidade que angariou o empréstimo onde investi se responsabiliza por me devolver o dinheiro e juros em caso de calote e, cada angariador fica responsável por investir numa percentagem de cada empréstimo, o que aumenta a responsabilidade deles. Na Raize, só investes em empresas, só em Portugal, em empresas que, muitas vezes, apresentam contas com erros e sem qualquer protecção da angariadora, a própria Raize. Para além disso, o historia mostra que as garantias reais associadas a cada empréstimo, na Raize, não funcionam. E no final disto tudo, tiro melhor rentabilidade na Mintos do que tiraria na Raize. Citar É isto, apesar de sugerir a Degiro como broker (infinitamente mais em conta e, para quem quer colocar parte do salário em ETFs, faz uma diferença brutal), e recomendar que evitem depósitos à ordem ou a prazo para valores acima daquilo que contam gastar no pior cenário (para mim são 9 meses de despesas, mas varia de pessoas para pessoa). Isto, claro, se não estiverem a poupar para algo tipo comprar casa, carro ou outro investimento qualquer. Mas se forem jovens e tiverem um trabalho estável (ou facilidade em arranjar emprego), invistam à vontade em ETFs porque o mais provável é preferirem ter mais capital no longo-prazo, do que ter a flexibilidade de ter o dinheiro quase todo à mão. Estás a esquecer-te de uma coisa, nós somos humanos, não máquinas. E a maior parte das pessoas não tem estômago para aguentar perdas e ver o seu dinheiro a fugir. Não dá. Embora concorde contigo. Compartilhar este post Link para o post
Modulor Publicado 4 Dezembro 2018 Citação de Tio Hans, há 17 minutos: Claro. Gracias! (Vou enviar a mesma MP que entretanto enviei ao Elliot, aproveito a boa vontade e conhecimentos dos dois :mrgreen:) Compartilhar este post Link para o post
Thierry Henry Publicado 5 Dezembro 2018 Por acaso andava a pensar nisso, já que tenho conta na CGD mas estou quase a começar a pagar comissões. Que bancos oferecem melhores soluções atualmente? Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 5 Dezembro 2018 E a Housers, alguém com experiencia? Citar We are writing to give you some exclusive news: a new project will be launched TODAY in Portugal, more specifically in Alcobaça. This is the first time that Housers finances a hotel unit in Portugal! The new development loan opportunity consists of the acquisition of two residential buildings that will be totally demolished to give way to a hotel with 17 rooms, just 3 minutes walking from the Monastery of Alcobaça. And the best part is... it has an interest of 8% in just 12 months! Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 9 Dezembro 2018 Nada contra a fiabilidade da Housers. Mas é um investimento em imobiliários, em mercados onde o sector está absurdamente caro. É uma forma interessante de diversificar investimentos mas não para enterrar uma parte significativa das poupanças. Compartilhar este post Link para o post
Koper Publicado 9 Dezembro 2018 Eu, de há 2 anos para cá, tenho feito P2P. Mas faço-o diretamente com quem precisa, usando apenas Paypal. Tem sido uma boa forma de rentabilizar algum dinheiro parado. Citação de Thierry Henry, Em 05/12/2018 at 09:19: Por acaso andava a pensar nisso, já que tenho conta na CGD mas estou quase a começar a pagar comissões. Que bancos oferecem melhores soluções atualmente? ActivoBank e o banco do CTT. Tenho conta no 1º e é tudo tranquilo. Compartilhar este post Link para o post
Mesut Ozil Publicado 12 Dezembro 2018 Citação de Koper, Em 09/12/2018 at 11:46: Eu, de há 2 anos para cá, tenho feito P2P. Mas faço-o diretamente com quem precisa, usando apenas Paypal. Tem sido uma boa forma de rentabilizar algum dinheiro parado. ActivoBank e o banco do CTT. Tenho conta no 1º e é tudo tranquilo. Como funciona isso? Sabes a quem "emprestas"? Se é de confiança ou não? Dá-me umas luzes. Compartilhar este post Link para o post
Koper Publicado 12 Dezembro 2018 Como tudo na vida, é um risco. Resumidamente, faço-o pelo PayPal. As pessoas fazem um post a pedir um dado valor, que devolvem em x data com adição de x juros. Ao mesmo tempo, dá para verificar o historial que têm para ter uma melhor noção das coisas. Depois, se entender que vale a pena, envio mensagem à pessoa. Normalmente peço identificação com a foto da pessoa a segurá-la e algum link de uma rede social. Como o envio do dinheiro para a pessoa é feito por PayPal, Isso acaba por me proteger, visto que posso reaver o dinheiro se a pessoa não me pagar de volta. Como envio por goods and services, é como se estivesse a comprar um serviço ou a comprar algo pelo Ebay. Se a pessoa não me devolver no tempo previsível, contesto no PayPal e o dinheiro, embora sem juros, acaba por ser me ser devolvido. É mais ou menos isso. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 12 Dezembro 2018 Citação de kareca, Em 05/12/2018 at 12:54: E a Housers, alguém com experiencia? @kareca não te podendo atestar da qualidade e fiabilidade do site, tudo o que leio me indica que a melhor plataforma de p2p imobiliário é a estateguru. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 12 Dezembro 2018 Citação de Tio Hans, há 48 minutos: @kareca não te podendo atestar da qualidade e fiabilidade do site, tudo o que leio me indica que a melhor plataforma de p2p imobiliário é a estateguru. Nem conhecia e parece ter um retorno maior que o housers. Eles só trabalham mercado do leste? Se tiveres conta manda o referral, ao que parece ganha-se mais 0.5% Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 12 Dezembro 2018 Não tenho, sorry. Tenho alguma resistência a entrar no mercado imobiliário. Compartilhar este post Link para o post
Pickle Rick Publicado 13 Dezembro 2018 Citação de Koper, há 3 horas: Como tudo na vida, é um risco. Resumidamente, faço-o pelo PayPal. As pessoas fazem um post a pedir um dado valor, que devolvem em x data com adição de x juros. Ao mesmo tempo, dá para verificar o historial que têm para ter uma melhor noção das coisas. Depois, se entender que vale a pena, envio mensagem à pessoa. Normalmente peço identificação com a foto da pessoa a segurá-la e algum link de uma rede social. Como o envio do dinheiro para a pessoa é feito por PayPal, Isso acaba por me proteger, visto que posso reaver o dinheiro se a pessoa não me pagar de volta. Como envio por goods and services, é como se estivesse a comprar um serviço ou a comprar algo pelo Ebay. Se a pessoa não me devolver no tempo previsível, contesto no PayPal e o dinheiro, embora sem juros, acaba por ser me ser devolvido. É mais ou menos isso. Mas fazem o post onde ? Os valores a emprestar costumam ser muito elevados ? Era da maneira que punha algum dinheiro a render. Compartilhar este post Link para o post
Koper Publicado 13 Dezembro 2018 Os valores é relativo. Faço-o no reddit/r/borrow Compartilhar este post Link para o post