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Poeira

Como Conquistar uma Rapariga ou um Rapaz

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@Shai, vai doer, vai custar, vais pensar muitas vezes no assunto, mas acredita, vai passar e quando te aperceberes que te saiu um peso de cima ao te afastares da toxicidade...a leveza é imensa. Força!

 

PS - Outra coisa! Nunca, mas nunca, mas nunca, deixar os amigos e as pessoas próximas por alguém. Como em tudo na vida há um equilíbrio e os teus amigos e família já lá estavam antes de conheceres alguém. Afastei-me por duas vezes da vida e só aprendi à segunda que alguém gostar de nós é também respeitar o nosso espaço e o que somos. Nunca te diminuas por uma relação. 

Editado por Lifehouse

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@Shai um abraço!
Como alguém que anda há meses a sofrer por causa de uma moça, posso dizer que melhora.
Podes continuar f*dido, podes continuar a gostar dela, vais sentir muita coisa, mas provavelmente vais andar na m*rda uns tempos.
Mas melhora.

Vai sair com amigos, faz exercício, distrai-te e arranja tempo para ti e para o que gostas de fazer.

E lembra-te que ela é que fez m*rda, não tem nada a ver contigo, ou com algo que tenhas, ou não tenhas feito.
E a partir de agora não é tua responsabilidade, só tens de te focar em ti.

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O @Shai a meio do concerto:

shocked-surprised.gif

 

(Só a tentar trazer leveza à situação, grande abraço pá )

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Grande abraço, @Shai!

Bem sei que estas primeiras semanas são uma grande m*rda, mas vai melhorando aos poucos. Vê o lado positivo, a próxima dificilmente te faz pior do que isso. 😅 Só dá para melhorar!

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Entretanto estive a falar com ela ontem. Foi uma conversa civilizada, reconheceu que fez m*rda e mostrou genuíno arrependimento.

Foi bom para fechar o ciclo, agora como diz Rui Patrício é levantar a cabeça e pensar no próximo jogo.

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Citação de Duda34, Em 22/10/2024 at 10:05:

No final, bom para ti.

Tão isto... tanta gente agarrada a relacionamentos q pensam q são bons. Aqui o nosso amigo @Shai teve uma oportunidade de escapar. Com algum arame farpado, é verdade, mas saiu.

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Um abraço ao nosso amigo Shai.

Se calhar vou ser insultado mas eu meti os cornos uma vez (há ano e meio, mais ou menos). Com uma chavala que depois até falei no Frio sobre o assunto e que eu queria ter uma relação com ela, se calhar alguns lembram-se. Ela sabia que eu tinha namorada mas eu também lhe disse que queria acabar com ela e que não via futuro e tal. Um cabr*o no geral foi como agi.

Nessa vez, fez-me logo entender que a coisa já andava para o torto há uns tempos e que tinha que acabar e pronto. Acabei com ela dois ou três dias depois. Depois de refletir, creio que era uma situação em que claramente só não queria estar solteiro e então ia adiando, mas do meu lado o luto da relação já estava feito e na minha cabeça as coisas já tinham acabado e não havia amor. Sendo indisculpavel, creio que provavelmente é o que lhe aconteceu.

E tou de acordo com quem diz aí em cima para nunca deixar de fazer coisas com amigos. Eu fui deixando os meus amigos aos pouco nesta relação e quando acabou, ela espalhou tanta coisa sobre mim aos nossos amigos mutuos (algumas com razão, outras não) que eu acabei sozinho e a ter que refazer amigos com outras pessoas ou a retornar amizades. Malta que vinha ter comigo para desabafar, que fazia planos só comigo, gente que eu realmente pensava que era meus amigos, deixou de me falar de um momento para o outro.

Conclusão da experiência: 0/10, repetia a parte de acabar mas não como o fiz.

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Citação de jean-luc godard, há 54 minutos:

Um abraço ao nosso amigo Shai.

Se calhar vou ser insultado mas eu meti os cornos uma vez (há ano e meio, mais ou menos). Com uma chavala que depois até falei no Frio sobre o assunto e que eu queria ter uma relação com ela, se calhar alguns lembram-se. Ela sabia que eu tinha namorada mas eu também lhe disse que queria acabar com ela e que não via futuro e tal. Um cabr*o no geral foi como agi.

Nessa vez, fez-me logo entender que a coisa já andava para o torto há uns tempos e que tinha que acabar e pronto. Acabei com ela dois ou três dias depois. Depois de refletir, creio que era uma situação em que claramente só não queria estar solteiro e então ia adiando, mas do meu lado o luto da relação já estava feito e na minha cabeça as coisas já tinham acabado e não havia amor. Sendo indisculpavel, creio que provavelmente é o que lhe aconteceu.

E tou de acordo com quem diz aí em cima para nunca deixar de fazer coisas com amigos. Eu fui deixando os meus amigos aos pouco nesta relação e quando acabou, ela espalhou tanta coisa sobre mim aos nossos amigos mutuos (algumas com razão, outras não) que eu acabei sozinho e a ter que refazer amigos com outras pessoas ou a retornar amizades. Malta que vinha ter comigo para desabafar, que fazia planos só comigo, gente que eu realmente pensava que era meus amigos, deixou de me falar de um momento para o outro.

Conclusão da experiência: 0/10, repetia a parte de acabar mas não como o fiz.

Ngl se um amigo meu andasse a meter os cornos a uma amiga minha também ficava a cagar para ele

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Estou a ver que precisamos todos de fazer uma excursão a Tia Kikas. 

Muita força @Shai a dor e tudo que possas sentir irá passar, só dar tempo ao tempo e com o sol que anda vais ver que até passa mais depressa do que irás pensar

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Citação de Sandes., há 1 hora:

Ngl se um amigo meu andasse a meter os cornos a uma amiga minha também ficava a cagar para ele

Ya, eles fizeram bem. Eu também teria a mesma reação 

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Vou-te dizer @Shai... És um Homem do crl. 

Teres reagido da forma como reajiste e ainda a protegeres e levares a casa...

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Acabei uma relação de 8 meses há umas 2 semanas; sinceramente, relativamente à pessoa em si e ao término, sinto-me maioritariamente aliviado o que por si já diz muito.
Mas só agora é que tou a ganhar alguma clareza quanto a certas coisas que foram acontecendo (a nível de dificuldade em compromissos simples, comunicação inconsistente, etc.) e não consigo deixar de me sentir completamente f*dido comigo mesmo por ter deixado as coisas irem acontecendo e não pôr logo os pontos nos ii - nem o digo no sentido de "what if" de relação melhorar mas sim relativamente à minha falta de assertividade e não ter conseguido dar-me ao respeito.
Houve momentos em que tentei expor as minhas necessidades e preocupações de forma mais leve mas encontrava-me sempre com uma barreira de alguém que não era capaz de assumir responsabilidade por m*rdas que tinha feito e que culpava sempre externalidades portanto não tinha propriamente o melhor espaço para tal mas eu ia sempre pensando que as coisas podiam correr melhor no futuro e que possivelmente o "culpado" até era eu por estar a ser demasiado needy.

Neste momento, apesar de não estarmos na mesma cidade, sinto que nem consigo "olhar" a moça nos olhos sem pensar no tone que fui em me ter deixado levar em cenas que em condições normais não toleraria pqp pensei que o pior seriam as saudades ou sentir falta dela (que sinceramente nem sinto tanto mas ainda não voltei a Lisboa), já alguém passou por isto?

 

 

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se não há vontade de compromisso, de nos sentirmos saudáveis ao lado da pessoa, esquece. segue em frente. a única coisa que me manteve agarrado foi mesmo o sexo, de resto era um pesadelo.  andei nisso 2 anos, não sei se superei ou vou superar tão rápido, mas sim já vivi isso.

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Citação de Erwin, Em 22/10/2024 at 01:04:

e muito fizeste tu em levá-la a casa.

fosse eu e tinha lá ficado, o gajo que a levasse.

de resto, força nisso, o tempo cura e de certeza que vais levar alguma coisa positiva disto tudo para a vida.

mesmo a sério “zukinha põe te a monte” 

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Citação de Apple, Em 31/10/2024 at 21:47:

Acabei uma relação de 8 meses há umas 2 semanas; sinceramente, relativamente à pessoa em si e ao término, sinto-me maioritariamente aliviado o que por si já diz muito.
Mas só agora é que tou a ganhar alguma clareza quanto a certas coisas que foram acontecendo (a nível de dificuldade em compromissos simples, comunicação inconsistente, etc.) e não consigo deixar de me sentir completamente f*dido comigo mesmo por ter deixado as coisas irem acontecendo e não pôr logo os pontos nos ii - nem o digo no sentido de "what if" de relação melhorar mas sim relativamente à minha falta de assertividade e não ter conseguido dar-me ao respeito.
Houve momentos em que tentei expor as minhas necessidades e preocupações de forma mais leve mas encontrava-me sempre com uma barreira de alguém que não era capaz de assumir responsabilidade por m*rdas que tinha feito e que culpava sempre externalidades portanto não tinha propriamente o melhor espaço para tal mas eu ia sempre pensando que as coisas podiam correr melhor no futuro e que possivelmente o "culpado" até era eu por estar a ser demasiado needy.

Neste momento, apesar de não estarmos na mesma cidade, sinto que nem consigo "olhar" a moça nos olhos sem pensar no tone que fui em me ter deixado levar em cenas que em condições normais não toleraria pqp pensei que o pior seriam as saudades ou sentir falta dela (que sinceramente nem sinto tanto mas ainda não voltei a Lisboa), já alguém passou por isto?

 

 

Revejo-me especialmente na parte de não conseguir por os pontos nos is, se as situações se repetem sistematicamente e não há mudanças tens de tomar uma decisão por mais complicado que seja, no meu caso e com o passar do tempo deixei-me acomodar, inicialmente fazia questão de lhe dizer quando me sentia incomodado mas ela via qualquer discussão como um confronto, bastava ser um pouco mais assertivo na forma como falo e já era o fim do mundo e eu habituei-me a aceitar certas situações que para mim não eram normais (amuanços a torto e a direito), comecei a relativizar, até que chega a um ponto em que já estão os 2 frustrados, o que podia ter sido resolvido não o foi, as situações vão-se acumulando e a relação vai-se degradando. E nem sempre por falta de amor.

Não tens de te sentir um tone, fizeste o que achavas melhor na altura, foi uma lição para o futuro. É normal que queiras acreditar na pessoa, que ela vai melhorar, que realmente os factores externos podem ter tido influência, até porque era a pessoa que gostavas. Quando gostamos é muito complicado não nos deixarmos levar pelo lado emocional, só com o devido distanciamento é que conseguimos fazer uma análise mais racional da situação. 

Editado por saidex

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Citação de saidex, há 23 horas:

Revejo-me especialmente na parte de não conseguir por os pontos nos is, se as situações se repetem sistematicamente e não há mudanças tens de tomar uma decisão por mais complicado que seja, no meu caso e com o passar do tempo deixei-me acomodar, inicialmente fazia questão de lhe dizer quando me sentia incomodado mas ela via qualquer discussão como um confronto, bastava ser um pouco mais assertivo na forma como falo e já era o fim do mundo e eu habituei-me a aceitar certas situações que para mim não eram normais (amuanços a torto e a direito), comecei a relativizar, até que chega a um ponto em que já estão os 2 frustrados, o que podia ter sido resolvido não o foi, as situações vão-se acumulando e a relação vai-se degradando. E nem sempre por falta de amor.

Não tens de te sentir um tone, fizeste o que achavas melhor na altura, foi uma lição para o futuro. É normal que queiras acreditar na pessoa, que ela vai melhorar, que realmente os factores externos podem ter tido influência, até porque era a pessoa que gostavas. Quando gostamos é muito complicado não nos deixarmos levar pelo lado emocional, só com o devido distanciamento é que conseguimos fazer uma análise mais racional da situação. 

 

Citação

We often notice others’ mistakes more easily than our own. When we have the ability to be objective and not filled with the emotion of a situation, mistakes seem so obvious. One of the more common times this occurs is when we see others making mistakes in relationships – especially when they keep giving chances to others that we can objectively see the person doesn’t appear to deserve.

The late Dr. Paul Meehl explained a frequent reason for this through the example of a broken leg. It went something like this: Imagine John and Andy are racing each other. They’ve raced nine previous times, with John winning each race. Who would you predict to win the next one?

What if you learned John recently broke his leg? That changes things, right?

The idea Meehl explained is that we have strategies/decision rules to predict what will occur in the future and to prepare ourselves – in the case of the race between John and Andy, that past behavior is a good predictor for future behavior. The exception is when we learn of something that could change the accuracy of our previous way of predicting. In this case, despite John’s history of dominance, there is something that changes the effectiveness of our previous approach to predicting (the broken leg). Dr. Meehl used the term “broken leg” to indicate anything that significantly changes the usefulness/accuracy of a formula to predict/anticipate. 

The reason this is important is that there aren’t many “broken legs” in the real life – things that truly change the accuracy of our decision rules and beliefs, but we sometimes act as if there are. In the case of seeing the mistakes of others, it’s easy to recognize them giving someone chances upon chances and being hurt by it. It’s easy to see that they need to see things as they are and make healthier decisions for themselves.

If we’re honest with ourselves, however, we can recognize this tendency in ourselves. We want something to be a certain way, so we try to explain away what is contradictory. This may involve others whom we care for or admire. Sometimes it’s about ourselves. 

One example is when we’re trying to explain others’ behaviors away. For a variety of reasons, we can dismiss important signs in relationships. The more we feel the need to explain away others’ or our own behaviors, the more we should take notice that we’re treating a lot of things like broken legs – and there are very few of those. Perhaps it’s because of a strong desire to feel cared for or the person has some characteristics that we strongly value. Or maybe there’s a behavior that we believe is wrong or not good for us, but we make an excuse for it. 

It’s important to realize that a red flag doesn’t necessarily mean that we end the relationship or stop an activity. But recognizing the desire to make excuses allows for us to be in a relationship or activity with our eyes wide open and able to set boundaries within the relationship to where we’re not blindsided, taking on others’ problems, or enabling another person’s behavior. As Maya Angelo said, “when people show you who they are, believe them the first time.”

https://www.campbellps.com/the-broken-leg

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Citação de whatever, há 1 hora:

One example is when we’re trying to explain others’ behaviors away. For a variety of reasons, we can dismiss important signs in relationships. The more we feel the need to explain away others’ or our own behaviors, the more we should take notice that we’re treating a lot of things like broken legs – and there are very few of those. Perhaps it’s because of a strong desire to feel cared for or the person has some characteristics that we strongly value. Or maybe there’s a behavior that we believe is wrong or not good for us, but we make an excuse for it. 

No meu caso era por aqui mas sim, é muito isso. 

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Preciso de escrever, desabafar, deitar cá para fora algo que eu sei a resposta final.

Basicamente estou para terminar uma relação (ou melhor, ela está para terminar) que há muito que não é saudável para ninguém e que a única coisa que nos "agarra" são os pequenos de 4 anos. Não tenho a menor dúvida que, se não existisse "eles", há muito que isto estava mais do que resolvido.

Sei que estou a deixar a cobardia vir ao de cima, lá no fundo (por alguma razão) continuo a "sonhar" com uma continuidade e não quero tomar a decisão que está à frente dos meus olhos.

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Citação de Kluivert, há 2 minutos:

Preciso de escrever, desabafar, deitar cá para fora algo que eu sei a resposta final.

Basicamente estou para terminar uma relação (ou melhor, ela está para terminar) que há muito que não é saudável para ninguém e que a única coisa que nos "agarra" são os pequenos de 4 anos. Não tenho a menor dúvida que, se não existisse "eles", há muito que isto estava mais do que resolvido.

Sei que estou a deixar a cobardia vir ao de cima, lá no fundo (por alguma razão) continuo a "sonhar" com uma continuidade e não quero tomar a decisão que está à frente dos meus olhos.

Tens mesmo de ganhar coragem porque quanto mais arrastares isso quem será mais prejudicado são os pequenos.

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Citação de kareca, há 1 hora:

Tens mesmo de ganhar coragem porque quanto mais arrastares isso quem será mais prejudicado são os pequenos.

Sem dúvida, uma das melhores coisas que me aconteceu na infância foi quando os meus pais se divorciaram quando eu tinha 9/10 anos.

Deixou de ser discussão a toda hora, especialmente quando o meu pai chegava às tantas bebedo, para ter uma casa com a minha mãe a minha irmã com toda a tranquilidade e amor.

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Citação de Kluivert, há 2 horas:

Preciso de escrever, desabafar, deitar cá para fora algo que eu sei a resposta final.

Basicamente estou para terminar uma relação (ou melhor, ela está para terminar) que há muito que não é saudável para ninguém e que a única coisa que nos "agarra" são os pequenos de 4 anos. Não tenho a menor dúvida que, se não existisse "eles", há muito que isto estava mais do que resolvido.

Sei que estou a deixar a cobardia vir ao de cima, lá no fundo (por alguma razão) continuo a "sonhar" com uma continuidade e não quero tomar a decisão que está à frente dos meus olhos.

Às vezes sofremos imenso por antecipação para tomar uma decisão e depois na prática nem custa tanto assim.

Provavelmente já criaste 1001 cenários bem piores do que aquilo que vai acontecer na realidade. É mais um casal que não deu certo e o tempo vai ajudar a curar. Não é o fim do mundo, há muitos filhos de pais separados felizes.

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Como filho de pais divorciados, o pior influência para os míudos é ter pais que não conseguem comunicar e coordenar como deve ser e que estão infelizes um com o outro. Nem os melhores atores e atrizes do mundo conseguirão fingir constantemente que está tudo bem.

O melhor a fazer, seja como um casal que se ama como com pais divorciados é, apesar dos desentendimentos, mostrar e agir de forma a proporcionar o exemplo que querem ser para eles.

Eu diria que se estás num relacionamento que não tem reparo, eles terão mais a ganhar em ver os seus pais em novas relações que são saudáveis e de amor que uma que se sustém só para manter uma ilusão de estabilidade que apesar da aparência física (vivem na mesma casa por exemplo, dormem na mesma cama) é apenas isso a este ponto, uma ilusão. Seria também um desperdício da única vida que tens viver numa situação emocional sem capacidade de prosperar, quando há tanta gente por aí com quem isso pode acontecer.

O que estou a dizer não tem de corresponder exatamente ao teu caso, não te conheço obviamente. Estou só a discutir o que me parece ser a perspectiva a adotar.

Só espero que numa situação de separação, que vocês tenham o apoio necessário da família e amigos para as coisas não se tornarem tóxicas e que procurem trabalhar em conjunto em prol deles, sem vergonha em ir pedir ajuda externa e neutra para mediar e dar conselhos (por exemplo, nessa idade pode ser importante, para não criar um choque que leve no futuro a dificuldades em lidar com abandono/rejeição, que quem quer que saia da casa o faça progressivamente, por exemplo retirando pertences aos poucos).

Claro que para isso acontecer, há que ter a sorte de que a tua parceira veja as coisas da mesma forma.

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Uma tentativa de mensagem de conforto para os e-amigos que também são muito introvertidos. Felizmente ainda há mulheres a darem o primeiro passo dado que nós somos uns artolas do cacete a maioria das vezes. A vida é boa às vezes. Forte abraço

#juntosnofmjuntosemtudo

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