Petar Musa Publicado 10 Outubro 2023 Só de pensar que ia ouvir todos os dias aquela gente a berrar, tira-me toda a vontade de querer viver naquele país 5 Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado 10 Outubro 2023 Morria por dentro se tivesse de viver em Espanha Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 10 Outubro 2023 Citação de Jamarcus, há 1 hora: Eu vivia fácil em Espanha, mas não vivia bem com ser espanhol. Mira bobo. É fácil, venha essa união ibérica Compartilhar este post Link para o post
Duda34 Publicado 10 Outubro 2023 Adorava trabalhar em Madrid, mas não tanto como adoro trabalhar em Lisboa Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 10 Outubro 2023 A viver em Espanha teria de ser no sul. Cádiz, Málaga, Jerez ou Sevilla. Quem fez essa capa do I deveria viver 1 ano em Ceuta. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 10 Outubro 2023 😂 Anunciavam o voto contra e o resumo do documento antes de ser apresentado, sempre era mais simples. De resto, e sobre o orçamento, concordo com o Francisco Mendes da Silva no programa com o Daniel Oliveira: é um orçamento, mais um, que manieta a estratégia da direita porque se baseia em tudo aquilo que a direita propõe. Fiquei impressionado com os números do Daniel Oliveira sobre a redução do défice. Impressionante a velocidade a que está a ser feita comparado com outros países europeus (à custa do subfinanciamento e destruição de serviços públicos fundamentais). ___ Sobre o que estavam a falar gosto muito de espanhol (da língua), gosto muito de espanhóis e gosto muito de Espanha. Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 10 Outubro 2023 O orçamento do estado é nosso, grande Sporting! 2 Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 10 Outubro 2023 Citação de Cannonball, há 11 horas: A espanha é boa, pena é estar cheia de espanhois. ☝️ Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 10 Outubro 2023 Citação de HappyKing, há 19 minutos: Era isto que vinha aqui colocar. Citação de Rain Dog, há 16 minutos: O orçamento do estado é nosso, grande Sporting! A economia cresce sempre quando o Benfica é campeão. Compartilhar este post Link para o post
Ricardo Pinto Publicado 10 Outubro 2023 A Galiza tem um cultura parecida com o Minho e Trás os Montes, no geral, adoram Portugal, preferem vir a Portugal passar um fim de semana, que a outra cidade de Espanha, mas não se vê grande movimento independista. No geral não são a favor da monarquia, mas é "apenas" isso. Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 11 Outubro 2023 (editado) Em Espanha também apresentam orçamentos em que agitam a bandeira da redução do IRS, mas em que depois dão paulada da boa nos impostos indiretos? Editado 11 Outubro 2023 por Lifehouse Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 11 Outubro 2023 (editado) Citação de Lifehouse, há 39 minutos: mas em que depois dão paulada da boa nos impostos indiretos Quais são as alterações deste orçamento ao nível dos impostos indiretos? Reversão do IVA 0, agravamento do IUC para carros até 2007 e mais ? Editado 11 Outubro 2023 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
fornix Publicado 11 Outubro 2023 Citação de Che, há 10 horas: A viver em Espanha teria de ser no sul. Cádiz, Málaga, Jerez ou Sevilla. Costa Blanca/Brava > Costa del Sol Irrefutável. Compartilhar este post Link para o post
Robe Publicado 11 Outubro 2023 Citação de Che, há 10 horas: A viver em Espanha teria de ser no sul. Cádiz, Málaga, Jerez ou Sevilla. Quem fez essa capa do I deveria viver 1 ano em Ceuta. Viver em Sevilla deve ser o + aproximado aqui na Europa de viver no inferno. Só de imaginar a quantidade de dias com + de 40 graus... Compartilhar este post Link para o post
F_Tex Publicado 11 Outubro 2023 quem é que arranja estas 2? https://expresso.pt/orcamento-do-estado/2023-10-11-OE-2024-de-onde-vem-e-para-onde-vao-123-mil-milhoes-de-euros--d20bed92 https://expresso.pt/economia/contas-publicas/2023-10-11-FMI-Vitor-Gaspar-esta-menos-otimista-que-Medina-no-sucesso-das-contas-certas-9136d413 pq estão a falar dos hispano-cornos e não do orçamento de estado do nosso portugal? Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 11 Outubro 2023 paco de lucia ou carlos paredes? Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 11 Outubro 2023 (editado) Citação de Sandes., há 1 hora: Paco jemez Nessa categoria prefiro o miguel cardoso... ou o pepa Editado 11 Outubro 2023 por Plagio o Original Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 11 Outubro 2023 A mãe do Paco de Lucía era portuguesa, Luzia Gomes de Castro Marim. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 11 Outubro 2023 Clã Carreira > Clã Iglesias Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 11 Outubro 2023 Citação de F_Tex, há 4 horas: quem é que arranja estas 2? https://expresso.pt/orcamento-do-estado/2023-10-11-OE-2024-de-onde-vem-e-para-onde-vao-123-mil-milhoes-de-euros--d20bed92 https://expresso.pt/economia/contas-publicas/2023-10-11-FMI-Vitor-Gaspar-esta-menos-otimista-que-Medina-no-sucesso-das-contas-certas-9136d413 pq estão a falar dos hispano-cornos e não do orçamento de estado do nosso portugal? OE 2024: de onde vêm e para onde vão 123 mil milhões de euros? Ministério das Finanças conta com mais impostos indiretos e muitos fundos europeus para segurar excedente orçamental enquanto paga mais pensões e prestações sociais, aumenta a função pública e executa o PRR OOrçamento do Estado para 2024 prevê um excedente orçamental de 663,5 milhões de euros (0,2% do PIB). Este é o saldo positivo entre a previsão de receitas de 123.682 milhões de euros (44,7% do PIB) e as despesas de 123.019 milhões de euros (44,5% do PIB). Neste contexto inflacionista, 2024 será o segundo ano consecutivo de excedente orçamental para as contas públicas portuguesas. O Ministério das Finanças espera fechar 2023 com um saldo positivo na ordem dos 2191 milhões de euros (0,8% do PIB), por sinal, o “maior excedente orçamental da história da democracia portuguesa”. De 2023 para 2024, esse excedente orçamental será reduzido em cerca de 1527 milhões de euros. É o resultado de um aumento da despesa pública (+9%) superior ao da receita (+7,5%). Eis os grandes números. DE ONDE VEM O DINHEIRO? A receita pública deverá subir 8625 milhões de euros, de 115.057 milhões de euros (43,5% do PIB) em 2023 para 123.682 milhões de euros (44,7% do PIB) em 2024. O principal contributo virá da receita com impostos indiretos: mais 8,7% ou 3300 milhões de euros. Destaque para a previsão de aumentos das receitas de 37,3% no IABA - Imposto sobre o Álcool e as Bebidas Alcoólicas, de 20,1% no IUC - Imposto Único de Circulação, de 14,7% no IT – Imposto sobre o Tabaco, de 13,4% no ISP - Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos, de 7,9% no IVA - Imposto sobre o Valor Acrescentado e de 5% no ISV - Imposto sobre Veículos. Com o impulso dos fundos europeus, seguem-se as receitas de capital (mais 70,9% ou 2025 milhões de euros) e outras receitas correntes (mais 25,5% ou 1474 milhões de euros). Depois vêm as contribuições sociais (mais 4,4% ou 1441 milhões de euros), em linha com “a evolução esperada para o emprego e para a massa salarial, num contexto económico em que se espera que o mercado de trabalho mantenha a sua resiliência”. Por contraste, as receitas provenientes dos impostos diretos só aumentam 0,4% (mais 117 milhões de euros). No relatório do OE 2024, lê-se que “esta previsão resulta do efeito conjugado do crescimento dos impostos sobre a produção e a importação (8,7%), influenciado pela dissipação das medidas implementadas em 2023 para fazer face ao aumento dos preços da energia e dos bens alimentares, com o crescimento dos impostos sobre o rendimento e património (0,4%), que refletem a forte diminuição da carga fiscal no IRS, no sentido de mitigar o aumento verificado no período da crise financeira, e prossegue a contínua melhoria do rendimento e do poder de compra das famílias”. Somando os impostos diretos e indiretos, a carga fiscal subirá de 24,9% do PIB em 2023 para 25,1% do PIB em 2024 (mas se a esses impostos juntarmos as contribuições sociais e outros encargos, então a carga fiscal total no próximo ano chegará aos 38% do PIB, de acordo com a proposta de Orçamento do Estado). E PARA ONDE VAI ESTE DINHEIRO? A despesa pública deverá subir 10.153 milhões de euros, de 112.866 milhões de euros (42,6% do PIB) em 2023 para 123.019 milhões de euros (44,5% do PIB) em 2024. Os maiores contributos para o aumento da despesa pública são as prestações sociais (mais 3110 milhões de euros), o investimento público (mais 1793 milhões de euros) e os salários da função pública e demais gastos com pessoal (mais 1538 milhões de euros). O Ministério das Finanças destaca o crescimento de 6,6% dos gastos com prestações sociais, “refletindo um conjunto de iniciativas de apoio ao rendimento, nomeadamente a atualização das pensões com um aumento estimado de cerca de 2300 milhões de euros em termos brutos, o reforço de prestações de combate à pobreza, por forma a aproximar o seu valor de referência ao limiar da pobreza, o apoio aos jovens (gratuitidade dos passes até aos 23 anos) e às famílias, através do alargamento do abono de família e do incentivo à utilização dos transportes públicos através do Programa Incentiva + Transportes, bem como do apoio às rendas”. Já o impulso do investimento (mais 24,2%) está relacionado “em grande medida, com a execução dos investimentos estruturantes, que incluem projetos no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência”. A subida das despesas com pessoal (mais 5,5%) reflete “os efeitos das políticas de valorização do emprego público, tais como as atualizações remuneratórias, as melhorias na organização e desenvolvimento de carreiras, as respetivas progressões e o acelerador dessas progressões”, indica a proposta de Orçamento do Estado para 2024. ---/--- FMI: Vítor Gaspar está menos otimista que Medina no sucesso das 'contas certas' O FMI não prevê que Portugal registe excedentes orçamentais até 2028 e adia para 2025 a descida da dívida pública para menos de 100% do PIB, segundo as previsões apresentadas por Vítor Gaspar, o responsável do Fiscal Monitor Portugal não consegue obter excedentes orçamentais até 2028 e só descerá a dívida pública abaixo de 100% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, segundo as previsões avançadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) esta quarta-feira em Marraquexe, em Marrocos, onde decorre a assembleia geral anual da organização e do Banco Mundial. As previsões do FMI são menos otimistas que as contidas na proposta de Orçamento do Estado para 2024 apresentadas em Lisboa na terça-feira. Vítor Gaspar, o ex-ministro das Finanças português do tempo do resgate da troika, é o responsável no FMI desde 2014 pelo Fiscal Monitor, o relatório mundial de previsões e recomendações de política orçamental, onde se prevê, nesta edição de outubro, que Portugal registe os défices orçamentais mais baixos da zona euro em 2023 e 2024, próximos de zero, e uma descida do peso da dívida no PIB para 99,9% em 2025. As previsões e projeções sobre os saldos orçamentais e a evolução do rácio da dívida pública no PIB vêm publicados nos anexos estatísticos do Fiscal Monitor. Recorde-se que, na terça-feira, Fernando Medina, o atual ministro das Finanças, avançou com previsões de excedente orçamental nas contas públicas em 2023 e 2024 (0,8% e 0,2%, respetivamente) e uma descida da dívida para 98,9% do PIB já no próximo ano. SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS DAS PREVISÕES DE GASPAR E MEDINA O cenário base de partida para a economia portuguesa é muito similar quanto ao crescimento do PIB. A previsão para 2023 avançada por Medina é de 2,2% e a estimada pelo FMI é de 2,3%. Quanto a 2024, a previsão é igual: um abrandamento significativo para 1,5%, mas, mesmo assim, crescendo acima da média da zona euro. No que toca à orientação estratégica para o orçamento, a concordância é muito ampla. Medina aponta a obtenção de excedentes orçamentais como fundamental para a reputação de Portugal nos mercados internacionais e a descida robusta do rácio da dívida como um objetivo político central para retirar a economia portuguesa da zona de risco de nova crise de dívida. Gaspar recomenda exatamente o mesmo às economias desenvolvidas com dividas elevadas. No Fiscal Monitor afirma-se que “em muitos países são necessárias políticas orçamentais mais apertadas não só para reabilitar almofadas e conter riscos nas finanças públicas, mas também para contribuir para os esforços dos bancos centrais no sentido de um regresso atempado às metas de inflação”. O responsável no FMI pelo Fiscal Monitor desaconselha vivamente “a perpetuação das politicas que impliquem um trajeto orçamental insustentável”. Em Lisboa, Medina assumiu a mesma postura do World Economic Outlook, apresentado na terça-feira pelo FMI, recomendando prudência orçamental e sintonia no aperto das duas políticas, a monetária e a orçamental. Apesar de pontos de partida macroeconómicos e de orientação similares, Medina aponta na proposta de Orçamento do Estado para 2024 a estimativa de que 2023 terá o maior excedente orçamental desde o 25 de abril, de 0,8% do PIB, e para o próximo ano projeta um novo excedente, ainda que de dimensão mais curta (0,2%). Quanto a Gaspar, nas previsões do Fiscal Monitor, Portugal deverá registar défices de 0,2% e 0,1% do PIB respetivamente este ano e no próximo e até final do período de projeções em 2028 não conseguirá alcançar nenhum saldo positivo, mantendo-se em défices de 0,2%. Isso não retira a Portugal, no âmbito das previsões do FMI, o feito de ter o défice mais baixo em 2023 e 2024 na zona euro. Com um desempenho melhor só Chipre e a Irlanda com excedentes superiores a 1,5% do PIB naqueles dois anos. A Grécia deverá registar um défice de 0,8% do PIB em 2024, ainda segundo o FMI. Na trajetória da dívida, o rácio deverá descer para 108,3% em 2023 e cair para 104% do PIB em 2024, segundo as contas da equipa de Vítor Gaspar, em contraste com uma descida mais rápida para 103% este ano e 98,9% no próximo ano, nas contas do Orçamento do Estado para 2024 apresentado na terça-feira. DOIS OBJETIVOS POLÍTICOS ALCANÇADOS Mesmo tendo em conta as previsões menos otimistas do FMI, Portugal consegue nos próximos anos duas metas políticas: ficar longe do grupo de défices excessivos, acima de 3% do PIB, e sair do clube das economias da zona euro sobreendivididas, com dívidas acima de 100% do PIB. Nas previsões do Fundo, o clube do défice excessivo incluirá em 2024 sete economias do euro, com a Bélgica a liderar com 4,8% do PIB, com um esforço mínimo de consolidação orçamental, de apenas uma décima em relação ao ano anterior. O grupo inclui, também, a França (4,5%), Eslováquia (4,4%), Itália (4%), Malta (3,9%), Estónia (3,2%) e o nosso vizinho peninsular, Espanha (3%). O clube da dívida acima de 100% na zona euro sofre um rearranjo: Portugal sairá em 2024, segundo o governo em Lisboa, ou em 2025, de acordo com o FMI. A liderar o clube continuará a Grécia, seguida de Itália, França, Bélgica e Espanha. Em 2028, a Bélgica subirá para a terceira posição, com uma trajetória de aumento de quase 10 pontos percentuais em relação a 2023. Apesar do substancial esforço de redução por Atenas, de cerca de 23 pontos percentuais entre 2023 e 2028, o nível de divida ainda estará em 145% no final da projeção, com a Grécia a conservar a liderança. 4 Compartilhar este post Link para o post
Cannonball Publicado 11 Outubro 2023 Citação de Robe, há 5 horas: Viver em Sevilla deve ser o + aproximado aqui na Europa de viver no inferno. Só de imaginar a quantidade de dias com + de 40 graus... Tb tens Granada, devem ser ela com ela. Compartilhar este post Link para o post