Descartes Publicado Janeiro 8 Citação de smashing_pumpkin , há 5 minutos: https://www.dnoticias.pt/2026/1/8/476636-montenegro-fecha-a-porta-a-quem-tiver-situacao-contributiva-irregular/ Vai estalar uma guerra feia entre o psd-madeira e o nacional. Recordar que isto não é um mero subsídio, mas sim a garantia que todos os portugueses, mesmo os insulares, têm capacidade de se deslocar no seu território. Mas apesar disto tudo acho que a parte melhor é isto ser feito num portal que exige chave móvel digital ou leitor de CC. Uma boa maneira de mandar à m*rda grande parte da população. A seguir é o subsídio de alimentação. Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado Janeiro 8 Ok eu literalmente sinto que a minha vida pode acabar a qualquer momento por qualquer decisão deste governo mas as pessoas acham isto normal?? Parecem os sportinguistas a defender o nuno que partiu um vidro sobre uma adepta Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Janeiro 8 Citação de smashing_pumpkin , há 33 minutos: https://www.dnoticias.pt/2026/1/8/476636-montenegro-fecha-a-porta-a-quem-tiver-situacao-contributiva-irregular/ Vai estalar uma guerra feia entre o psd-madeira e o nacional. Recordar que isto não é um mero subsídio, mas sim a garantia que todos os portugueses, mesmo os insulares, têm capacidade de se deslocar no seu território. Mas apesar disto tudo acho que a parte melhor é isto ser feito num portal que exige chave móvel digital ou leitor de CC. Uma boa maneira de mandar à m*rda grande parte da população. Já o Governo dos Açores não está muito chateado com isso. Aquela Boliero é mesmo um panhonha Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Janeiro 9 Citação de Ghelthon, há 9 horas: Calma haters, está resolvido: Primeiro-ministro anuncia 275 novas viaturas para o INEM e mais camas para os hospitais - Expresso O privado vai entrar no mercado e precisa de meios. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Janeiro 9 O Marques Mendes foi guarda-redes do Fafe porque o pai era dirigente. Um guarda-redes com um metro e meio e ninguém desconfiou que era cunha? 😭 12 Compartilhar este post Link para o post
Roland Publicado Janeiro 9 Citação de noikeee, há 9 horas: Vi hoje, são 5 episódios e estão todos na RTP Play, tá muito bom o documentário. Sobre o mesmo tema, o podcast do observador também está excelente. Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado Janeiro 9 Citação de Mayday, há 6 horas: O Marques Mendes foi guarda-redes do Fafe porque o pai era dirigente. Um guarda-redes com um metro e meio e ninguém desconfiou que era cunha? 😭 Literalmente networking 1 2 Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Janeiro 9 Viaturas para o INEM anunciadas por Montenegro estão previstas desde 2023 e não chegam antes do Verão Spoiler O processo de compra dos novos veículos de emergência médica anunciados esta quinta-feira no Parlamento pelo primeiro-ministro já leva mais de dois anos e as viaturas só deverão estar prontas a ser utilizadas perto do Verão. Antes disso, terão de ser transformadas em ambulâncias ou viaturas médicas pelas marcas a quem foram adjudicados os lotes do concurso, um processo que demora entre três a seis meses, apurou o PÚBLICO. Já não chegam a tempo de acudir à crise deste Inverno, mas vão resolver um problema crónico de desgaste da frota do INEM. Com a Saúde mais uma vez debaixo de fogo, numa semana em que foi noticiada a morte de três pessoas enquanto aguardavam por socorro, Luís Montenegro anunciou que foi aprovada na quarta-feira a aquisição de 275 novas viaturas para o INEM, das quais 63 são ambulâncias, 34 são Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) e 78 "outros veículos”, num investimento de 16,8 milhões de euros. Notando que se trata de um “processo iniciado há meses”, o primeiro-ministro sublinhou que é “o maior investimento do género da última década", acrescentando que o Governo está a "resolver um problema crónico" herdado do passado. A compra também vem do passado, ainda do executivo de António Costa, mas o processo arrastou-se por mais de dois anos e até a ministra da Saúde já se queixou do peso da “burocracia do Estado” neste processo. Embora a primeira autorização para a renovação da frota do INEM remonte a Novembro de 2023, só esta semana foi aprovado o relatório final do concurso pelo Conselho Directivo da ESPAP (Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública). O concurso estava dividido em 15 lotes com um total de 282 viaturas e um preço máximo de 18,3 milhões de euros. Ao que o PÚBLICO apurou junto de fonte do INEM, não foram adjudicados todos os lotes, o que pode explicar a variação do número de viaturas e do investimento anunciados pelo primeiro-ministro. Por outro lado, o concurso tinha uma variável que permitia aos concorrentes apresentar uma proposta com mais viaturas do que o definido no caderno de encargos pelo mesmo valor. Os lotes que não foram adjudicados serão alvo de um novo procedimento concursal, adiantou a mesma fonte. Após a primeira autorização de despesa para a renovação da frota do INEM, aprovada em Novembro de 2023, o Governo de António Costa caiu e a compra foi reprogramada a 30 de Agosto de 2024, no primeiro Governo de Luís Montenegro. O pedido de abertura do concurso foi enviado para a ESPAP em Outubro de 2024, mas só nove meses depois foi aberto. Em Novembro de 2025, novamente questionado pelo PÚBLICO sobre o processo, o INEM respondeu que estava a aguardar a conclusão do concurso, estando previstas ainda para aquele ano a aquisição de um total de 103 viaturas, designadamente, 50 ambulâncias, 36 VMER, três motas de emergência médica, sete unidades móveis de intervenção psicológica de emergência, seis ambulâncias de transporte inter-hospitalar pediátrico e uma viatura de transporte de pessoal. O prazo voltou a derrapar. Transformação de veículos leva até seis meses Até que as primeiras viaturas estejam no terreno, o processo vai somar mais de dois anos e meio. Segundo fonte do INEM, depois de os lotes serem adjudicados às empresas vencedoras, estas têm de fazer as alterações aos veículos que constam do caderno de encargos e que passam, por exemplo, por transformar carrinhas em ambulâncias com células sanitárias para transporte de doentes. Segundo fonte do INEM, este processo demora normalmente entre três a seis meses, mas as entregas deverão ser parceladas. O desgaste da frota do INEM tem sido identificado como um problema grave pelos vários conselhos directivos que passaram pelo instituto nos últimos anos. A Comissão Técnica Independente, que foi nomeada para elaborar um relatório que sirva de base à “refundação do INEM”, sinalizou que “cerca de 50% do parque de viaturas é antigo, estando sujeito a desgaste, com as consequentes despesas de manutenção e com inoperacionalidade frequente”. Além do trunfo dos novos veículos para o INEM, Luís Montenegro também informou os deputados que a ministra da Saúde e a do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social decidiram "criar uma resposta rápida entre 400 e 500 camas em unidades intermédias para poder tirar do sistema hospitalar casos sociais que tiram capacidade às situações de emergência". Já antes do Natal, a ministra da Saúde — que ainda não se pronunciou sobre as mortes que ocorreram esta semana em contexto de atraso no socorro — considerou os internamentos sociais “uma situação que é impossível de manter”. Ana Paula Martins prometeu então uma solução para breve, que estava a ser trabalhada com o Ministério da Segurança Social. O PÚBLICO pediu esta quinta-feira esclarecimentos a ambos os ministérios, designadamente sobre quando e onde irão funcionar estas camas, mas não obteve resposta até à publicação deste artigo. Mas a solução tarda e o ano não podia ter começado mais agitado com as urgências da região de Lisboa e Vale do Tejo, em especial as da margem Sul do Tejo, sobre forte pressão. Ao ponto de demorarem horas para devolver as macas das ambulâncias aos bombeiros, criando graves constrangimentos ao socorro. Só na quarta-feira, morreram duas pessoas, em Sesimbra e em Tavira, num contexto de demora dos meios de emergência pré-hospitalar. E a estes dois casos junta-se o de um homem de 78 anos que morreu no Seixal, na terça-feira, após três horas de espera pelo INEM. A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde abriu os respectivos processos de inquérito a cada um dos três casos para averiguar “a qualidade dos serviços prestados ao utente na perspectiva da prontidão” e o Ministério Público informou que abriu um inquérito ao caso do Seixal, tendo determinado a realização da autópsia médico-legal. INEM anunciou reforço para a margem Sul Ainda pouco se sabia sobre os casos de Sesimbra e de Tavira, quando o presidente do INEM anunciou, depois de uma reunião com o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, um reforço permanente de várias ambulâncias dos bombeiros para dar resposta aos constrangimentos identificados na Margem Sul do Tejo, mas sem quantificar. “Identificámos constrangimentos principalmente na cidade de Lisboa e na Área Metropolitana de Lisboa, mas o grande foco, neste momento, tem a ver com a margem Sul”, afirmou Luís Cabral, explicando que o “reforço inicial” será para esta região. Nas outras situações em que foi identificada a necessidade de um reforço, nomeadamente na cidade de Lisboa, as mudanças vão passar por transformar ambulâncias sazonais em definitivas, explicou. O presidente da LBP, António Nunes, comprometeu-se a “levar ao limite a capacidade de resposta” e a pedir às corporações de Lisboa e Setúbal maior fluidez na comunicação com o INEM sobre a disponibilidade dos meios. Considerando que não existe falta de meios para socorro — os que existem são suficientes "se forem muito bem geridos" em alturas de crise, como a que se atravessa actualmente —, António Nunes sinalizou que o dispositivo de emergência pré-hospitalar, que foi acordado no ano passado, não foi renovado este ano por decisão do anterior conselho directivo do INEM, liderado por Sérgio Dias Janeiro. O presidente da Liga afirmou ter dado conta disso mesmo ao Governo, nomeadamente à ministra da Saúde, e ao director-executivo do SNS, sem que nada tenha sido feito a esse respeito. “É um assunto que morreu. Pronto, foi uma decisão que foi tomada, acabou", afirmou. 1 6 Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado Janeiro 9 É só mais uma mentira. Chega a um ponto que mais uma, menos uma, é indiferente. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Janeiro 9 (editado) Citação de smashing_pumpkin, há 6 minutos: É só mais uma mentira. Chega a um ponto que mais uma, menos uma, é indiferente. Literalmente só mais uma, porque não é a primeira vez que o Montenegro anuncia coisas que foram aprovadas e/ou decididas pelo anterior Governo. Editado Janeiro 9 por Ghelthon 1 Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado Janeiro 9 Citação de Ghelthon, Agora: Literalmente só mais uma, porque não é a primeira vez que o Montenegro anuncia coisas que foram aprovadas e/ou decididas pelo anterior Governo. Ao menos sê directo e fala logo do Datacenter de Sines, Ghelton. 🤣🤣 Compartilhar este post Link para o post
Modulor Publicado Janeiro 9 Ia dizer "que vergonha", mas já foram tantas que já percebi que vergonha é mesmo coisa que não assiste a esta malta. Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado Janeiro 9 Citação de rcoelho14, há 3 horas: Viaturas para o INEM anunciadas por Montenegro estão previstas desde 2023 e não chegam antes do Verão Ocultar conteúdo O processo de compra dos novos veículos de emergência médica anunciados esta quinta-feira no Parlamento pelo primeiro-ministro já leva mais de dois anos e as viaturas só deverão estar prontas a ser utilizadas perto do Verão. Antes disso, terão de ser transformadas em ambulâncias ou viaturas médicas pelas marcas a quem foram adjudicados os lotes do concurso, um processo que demora entre três a seis meses, apurou o PÚBLICO. Já não chegam a tempo de acudir à crise deste Inverno, mas vão resolver um problema crónico de desgaste da frota do INEM. Com a Saúde mais uma vez debaixo de fogo, numa semana em que foi noticiada a morte de três pessoas enquanto aguardavam por socorro, Luís Montenegro anunciou que foi aprovada na quarta-feira a aquisição de 275 novas viaturas para o INEM, das quais 63 são ambulâncias, 34 são Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) e 78 "outros veículos”, num investimento de 16,8 milhões de euros. Notando que se trata de um “processo iniciado há meses”, o primeiro-ministro sublinhou que é “o maior investimento do género da última década", acrescentando que o Governo está a "resolver um problema crónico" herdado do passado. A compra também vem do passado, ainda do executivo de António Costa, mas o processo arrastou-se por mais de dois anos e até a ministra da Saúde já se queixou do peso da “burocracia do Estado” neste processo. Embora a primeira autorização para a renovação da frota do INEM remonte a Novembro de 2023, só esta semana foi aprovado o relatório final do concurso pelo Conselho Directivo da ESPAP (Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública). O concurso estava dividido em 15 lotes com um total de 282 viaturas e um preço máximo de 18,3 milhões de euros. Ao que o PÚBLICO apurou junto de fonte do INEM, não foram adjudicados todos os lotes, o que pode explicar a variação do número de viaturas e do investimento anunciados pelo primeiro-ministro. Por outro lado, o concurso tinha uma variável que permitia aos concorrentes apresentar uma proposta com mais viaturas do que o definido no caderno de encargos pelo mesmo valor. Os lotes que não foram adjudicados serão alvo de um novo procedimento concursal, adiantou a mesma fonte. Após a primeira autorização de despesa para a renovação da frota do INEM, aprovada em Novembro de 2023, o Governo de António Costa caiu e a compra foi reprogramada a 30 de Agosto de 2024, no primeiro Governo de Luís Montenegro. O pedido de abertura do concurso foi enviado para a ESPAP em Outubro de 2024, mas só nove meses depois foi aberto. Em Novembro de 2025, novamente questionado pelo PÚBLICO sobre o processo, o INEM respondeu que estava a aguardar a conclusão do concurso, estando previstas ainda para aquele ano a aquisição de um total de 103 viaturas, designadamente, 50 ambulâncias, 36 VMER, três motas de emergência médica, sete unidades móveis de intervenção psicológica de emergência, seis ambulâncias de transporte inter-hospitalar pediátrico e uma viatura de transporte de pessoal. O prazo voltou a derrapar. Transformação de veículos leva até seis meses Até que as primeiras viaturas estejam no terreno, o processo vai somar mais de dois anos e meio. Segundo fonte do INEM, depois de os lotes serem adjudicados às empresas vencedoras, estas têm de fazer as alterações aos veículos que constam do caderno de encargos e que passam, por exemplo, por transformar carrinhas em ambulâncias com células sanitárias para transporte de doentes. Segundo fonte do INEM, este processo demora normalmente entre três a seis meses, mas as entregas deverão ser parceladas. O desgaste da frota do INEM tem sido identificado como um problema grave pelos vários conselhos directivos que passaram pelo instituto nos últimos anos. A Comissão Técnica Independente, que foi nomeada para elaborar um relatório que sirva de base à “refundação do INEM”, sinalizou que “cerca de 50% do parque de viaturas é antigo, estando sujeito a desgaste, com as consequentes despesas de manutenção e com inoperacionalidade frequente”. Além do trunfo dos novos veículos para o INEM, Luís Montenegro também informou os deputados que a ministra da Saúde e a do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social decidiram "criar uma resposta rápida entre 400 e 500 camas em unidades intermédias para poder tirar do sistema hospitalar casos sociais que tiram capacidade às situações de emergência". Já antes do Natal, a ministra da Saúde — que ainda não se pronunciou sobre as mortes que ocorreram esta semana em contexto de atraso no socorro — considerou os internamentos sociais “uma situação que é impossível de manter”. Ana Paula Martins prometeu então uma solução para breve, que estava a ser trabalhada com o Ministério da Segurança Social. O PÚBLICO pediu esta quinta-feira esclarecimentos a ambos os ministérios, designadamente sobre quando e onde irão funcionar estas camas, mas não obteve resposta até à publicação deste artigo. Mas a solução tarda e o ano não podia ter começado mais agitado com as urgências da região de Lisboa e Vale do Tejo, em especial as da margem Sul do Tejo, sobre forte pressão. Ao ponto de demorarem horas para devolver as macas das ambulâncias aos bombeiros, criando graves constrangimentos ao socorro. Só na quarta-feira, morreram duas pessoas, em Sesimbra e em Tavira, num contexto de demora dos meios de emergência pré-hospitalar. E a estes dois casos junta-se o de um homem de 78 anos que morreu no Seixal, na terça-feira, após três horas de espera pelo INEM. A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde abriu os respectivos processos de inquérito a cada um dos três casos para averiguar “a qualidade dos serviços prestados ao utente na perspectiva da prontidão” e o Ministério Público informou que abriu um inquérito ao caso do Seixal, tendo determinado a realização da autópsia médico-legal. INEM anunciou reforço para a margem Sul Ainda pouco se sabia sobre os casos de Sesimbra e de Tavira, quando o presidente do INEM anunciou, depois de uma reunião com o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, um reforço permanente de várias ambulâncias dos bombeiros para dar resposta aos constrangimentos identificados na Margem Sul do Tejo, mas sem quantificar. “Identificámos constrangimentos principalmente na cidade de Lisboa e na Área Metropolitana de Lisboa, mas o grande foco, neste momento, tem a ver com a margem Sul”, afirmou Luís Cabral, explicando que o “reforço inicial” será para esta região. Nas outras situações em que foi identificada a necessidade de um reforço, nomeadamente na cidade de Lisboa, as mudanças vão passar por transformar ambulâncias sazonais em definitivas, explicou. O presidente da LBP, António Nunes, comprometeu-se a “levar ao limite a capacidade de resposta” e a pedir às corporações de Lisboa e Setúbal maior fluidez na comunicação com o INEM sobre a disponibilidade dos meios. Considerando que não existe falta de meios para socorro — os que existem são suficientes "se forem muito bem geridos" em alturas de crise, como a que se atravessa actualmente —, António Nunes sinalizou que o dispositivo de emergência pré-hospitalar, que foi acordado no ano passado, não foi renovado este ano por decisão do anterior conselho directivo do INEM, liderado por Sérgio Dias Janeiro. O presidente da Liga afirmou ter dado conta disso mesmo ao Governo, nomeadamente à ministra da Saúde, e ao director-executivo do SNS, sem que nada tenha sido feito a esse respeito. “É um assunto que morreu. Pronto, foi uma decisão que foi tomada, acabou", afirmou. Montenegro, o gajo que não faz um crl no trabalho de grupo mas assina na mesma. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado Janeiro 9 Ministra da Saúde afasta demissão: "Não pedi nem pedirei para sair do Governo" https://www.publico.pt/2026/01/09/politica/noticia/ministra-saude-afasta-demissao-nao-pedi-pedirei-sair-governo-2160588 Perceberam ou não? Compartilhar este post Link para o post
fornix Publicado Janeiro 9 Moedas defende que Marques Mendes "é a pessoa" que portugueses querem Oh Moedas, vai-te encher de moscas sff. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Janeiro 9 Citação de Peplin, há 21 horas: Tudo muito certo na tua análise, mas eu não fiz a apologia do apoio dos partidos de esquerda a António José Seguro. A minha visão das Presidenciais pressupõe candidaturas mais pessoalistas e menos partidárias. Claro que terão sempre um quê de partidário porque é um cargo político, mas ver pessoas a concorrer apenas e só para representarem o partido em que estão filiados não concordo. Daí ter dito que, para isso, mais vale estarem quietos no seu canto a ver de fora. Havendo a possibilidade de um nome forte e agregador no quadro político da esquerda, acho que BE, Livre e PCP devem sempre procurar um entendimento no sentido de fortalecer essa candidatura com um apoio comum, dando-lhe dimensão. Bem sei que tal é pedir demasiado à esquerda, sempre tão fragmentada e sectária, mas pá, está na hora de começar a pensar e a fazer diferente, interpretando melhor os tempos que vivemos. O problema é que esse tal nome forte e agregador se ficou pelo Sampaio da Nóvoa. Um candidato requentado que não conseguiu sequer a 2ª volta quando a geringonça estava a governar o país, quanto mais agora... E como diz o povo, gato escaldado da água fria tem medo. Com a recusa de Sampaio da Nóvoa deixou de haver condições para aparecer outro nome. O PS, embora contrariado, lá teve que aceitar o candidato que tomou a iniciativa pessoal de se apresentar a votos e os partidos à esquerda do PS foram forçados a fazer prova de vida. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado Janeiro 10 Citação de BrunoCardoso, há 10 horas: 😀 Wtf Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Janeiro 10 Segundo o Expresso, o PSD está aflito com as presidenciais, devido à possibilidade do MM não passar à segunda volta. Já foram dadas ordens a deputados e autarcas do partido para se empenharem. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado Janeiro 10 Citação de Descartes, há 16 horas: O problema é que esse tal nome forte e agregador se ficou pelo Sampaio da Nóvoa. Um candidato requentado que não conseguiu sequer a 2ª volta quando a geringonça estava a governar o país, quanto mais agora... E como diz o povo, gato escaldado da água fria tem medo. Com a recusa de Sampaio da Nóvoa deixou de haver condições para aparecer outro nome. O PS, embora contrariado, lá teve que aceitar o candidato que tomou a iniciativa pessoal de se apresentar a votos e os partidos à esquerda do PS foram forçados a fazer prova de vida. Verdade e eu referi o Carvalho da Silva sem ter verificado a sua idade, já vai com 77 anos, colocando-o também fora destas contas. Resta... ninguém. Mas essa prova de vida numas presidenciais é que para mim não fazem muito sentido, porque são diferentes de todas as restantes e não obrigam, na minha opinião, a que se apresente um candidato claramente partidário só para tenham tempo de antena. É que mal por mal, o Seguro esteve fora uns anos, ainda deu para dissociar-se da ribalta política. Citação de antifa, há 6 horas: Wtf 15% vai votar num instagrammer e 20% num tiktoker, é o que temos e o que merecemos. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Janeiro 10 O Carlos César seria também um bom candidato. Mas é daqueles que preferia perder do que ter o apoio do PCP Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Janeiro 10 Citação de Petar Musa, há 3 horas: O Carlos César seria também um bom candidato. Compartilhar este post Link para o post
Duda34 Publicado Janeiro 11 Citação de Petar Musa, há 15 horas: O Carlos César seria também um bom candidato. Fds lol Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado Janeiro 11 Está feito. Agora é aguardar pelos resultados dia 18 Compartilhar este post Link para o post