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Gosto do absurdo a que se chegou para que o apoio a leis que não permitam que se manipulem eleições democráticas sejam consideradas posições 'centristas'.

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Citação de whatever, há 18 minutos:

Gosto do absurdo a que se chegou para que o apoio a leis que não permitam que se manipulem eleições democráticas sejam consideradas posições 'centristas'.

É a realidade americana.

O VOX tinha um artigo nesta semana exatamente sobre como o extremar do Supremo Americano já faz parecer o básico como uma conquista 

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Citação de Che, há 8 horas:

Primavera árabe na França. As forças do regime de Macron executaram um jovem de 17 anos, como resposta o povo francês ergue-se contra a repressão por parte do regime francês. 

Aqui no início do vídeo vê-se um agente do regime de Macron a mandar o povo francês para África. Isto após assassinarem um adolescente. O povo que se levanta em revolta contra a opressão do regime dá-lhes fogos de artifício. Lindo!

França vai cair!

Gravíssimo o que o polícia fez e não há desculpa.

Noutra realidade.

Infelizmente não soube esperar por que o rapaz fosse limpo por alguém do gang rival como em Marselha. 

Ou que o rapaz tivesse este estilo de vida na Arábia Saudita p.ex.

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Citação de HappyKing, há 25 minutos:

Curioso para perceber os próximos passos do governo britânico sobre o tema. 

Não sei se o outro absurdo de os colocar em navios atracados na costa continua em cima da mesa considerando os custos e as jogadas de interesses já reportadas.

O @Sandes. talves seja a melhor pessoa para falar sobre isto.

Editado por SAS_Robben
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Citação de SAS_Robben, há 16 minutos:

Não sei se o outro absurdo de os colocar em navios atracados na costa continua em cima da mesa considerando os custos e as jogadas de interesses já reportadas.

O @Sandes. talves seja a melhor pessoa para falar sobre isto.

É um tema interessante para se discutir, até pelos avanços (avanços no sentido de novidades porque na verdade são retrocessos) que a UE tem feito nesta temática. 

https://www.publico.pt/2023/06/07/mundo/noticia/ue-propoe-impor-ate-22-mil-euros-pagamento-estadosmembros-refugiado-recusado-2052542

O André Carvalho Ramos, jornalista, e a Marisa Matias tiveram há uns dias uma discussão interessante sobre isto num programa da CNN. 

Parte dessa discussão. 

Editado por HappyKing

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Citação de SAS_Robben, há 54 minutos:

Não sei se o outro absurdo de os colocar em navios atracados na costa continua em cima da mesa considerando os custos e as jogadas de interesses já reportadas.

O @Sandes. talves seja a melhor pessoa para falar sobre isto.

Quanto ao Rwanda, ainda deve ir a tribunal mais uma vez antes de acabar o barulho. Mas ainda espero que haja o normal de acusar advogados e juízes de serem leftist que querem sabotar o governo.

Quanto às barges, há alguns processos a decorrer mas acho que vai ser mais um escândalo de dinheiro nos bolsos de colegas. Como já disse, contratos de milhares de milhões atribuídos a empresas que já tinham sido horríveis no COVID. Uma vergonha

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Citação de Jimpo, há 3 horas:

Gravíssimo o que o polícia fez e não há desculpa.

Noutra realidade.

Infelizmente não soube esperar por que o rapaz fosse limpo por alguém do gang rival como em Marselha. 

Ou que o rapaz tivesse este estilo de vida na Arábia Saudita p.ex.

a noção ficou no crl e vocês sentem-se mesmo demasiado á vontade para dizer estas m*rda 

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Polícia francesa a despachar gás lacrimogéneo, repórter da CNN Portugal "Temos que nos afastar da praça" 

Manifestante dirige-se ao repórter de imagem para não ser filmado, repórter da CNN Portugal "INCRÍVEL, UM MANIFESTANTE CLARAMENTE COM UMA POSTURA AGRESSIVA QUASE NOS AGREDIU SÓ PORQUE ESTAMOS A RECOLHER IMAGENS NA PRAÇA!!!! 1"

 

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Cravo e Ferradura 

Editado por SAS_Robben
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Citação de Jimpo, há 5 horas:

Gravíssimo o que o polícia fez e não há desculpa.

Noutra realidade.

Infelizmente não soube esperar por que o rapaz fosse limpo por alguém do gang rival como em Marselha. 

Ou que o rapaz tivesse este estilo de vida na Arábia Saudita p.ex.

assim à barra larga? com o sol ainda no céu, para toda a gente ler? cum crl

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Citação de Jimpo, há 5 horas:

Gravíssimo o que o polícia fez e não há desculpa.

Noutra realidade.

Infelizmente não soube esperar por que o rapaz fosse limpo por alguém do gang rival como em Marselha. 

Ou que o rapaz tivesse este estilo de vida na Arábia Saudita p.ex.

António Costa GIF - António Costa - Discover & Share GIFs

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

Cravo e Ferradura 

Sobre o segundo ponto:

Citação de Puto Perdiz, Em 26/06/2023 at 08:13:
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Affirmative action in American college admissions may be about to end. On October 31st the Supreme Court heard two cases in which lawyers argued that the current practice—which allows universities to favour applicants of some races over others—violates civil-rights laws and the constitution. Judging by the sceptical questioning of the conservative justices, who thanks to Donald Trump now command a majority, the question is not whether such preferences will be restricted, but whether they will survive at all.

 
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For more than 40 years the court has allowed some positive discrimination. But it has done so with discomfort. Too-obvious tactics like racial quotas, or awarding points for skin colour, were ruled excessive. The compromise was to consider race as one part of “holistic admissions” in a way that made its weight hard to discern. In 2003 Justice Sandra Day O’Connor declared the practice ought to be time-limited, expecting it to be unnecessary 25 years from then. If the court rules as expected in June 2023, five years ahead of Ms O’Connor’s schedule, there will be some sorrow, but hardly the same backlash as met the overturning of the right to abortion set in Roe v Wade. Surveys show that majorities of African-Americans, Californians, Democrats and Hispanics all oppose the use of race in college admissions (and in other areas). The demise of this unpopular scheme will offer a chance to build something better.

A diversity of backgrounds in elite institutions is a desirable goal. In pursuing it, though, how much violence should be done to other liberal principles—fairness, meritocracy, the treatment of people as individuals and not avatars for their group identities? At present, the size of racial preferences is large and hard to defend. The child of two college-educated Nigerian immigrants probably has more advantages in life than the child of an Asian taxi driver or a white child born into Appalachian poverty. Such backgrounds all add to diversity. But, under the current regime, the first is heavily more favoured than the others.

Racial preferences are not, however, the most galling thing about the ultra-selective universities that anoint America’s elite. The legal case against Harvard, one of the universities defending itself before the Supreme Court, has prised open its admissions records to show the scale of unjustified advantage showered upon the already privileged—disproportionately those who are white and wealthy. A startling 43% of white students admitted to Harvard enjoy some kind of non-academic admissions preference: being an athlete, the child of an alumnus, or a member of the dean’s list of special applicants (such as the offspring of powerful people or big donors).

A cynic could argue that racial balancing works as a virtue-signalling veneer atop a grotesquely unfair system. A study published in 2017 found that most of Harvard’s undergraduates hailed from families in the top 10% of the income distribution. Princeton had more students from the top 1% than the bottom 60%. When this is the case, it seems unfair that it is often minority students—not the trust-funders—who have their credentials questioned. University presidents and administrators who preen about all their diverse classes might look at how Britain—a country of kings, queens, knights and lords—has fostered a university system that is less riven with ancestral privilege.

Unfairness in American education will not be fixed by one court ruling. But it will shock a system in need of reform. Legacy admissions should be ended. Colleges claiming that alumni donations would wither without them should look to Caltech, mit and Johns Hopkins—top-notch institutions that ditched the practice and, as The Economist went to press, still seemed reputable and solvent. Blunt racial preferences will probably need to be replaced in response to the Supreme Court. But a less socially divisive system based on income could take their place. That would do a better job of taking actual disadvantage into account. It would still favour non-white and non-Asian Americans, because they are more likely to be poorer, but would do so using a racially neutral method.

In some ways, the question of who gets into a handful of elite universities is a distraction from the deeper causes of social immobility in America. Schooling in poorer neighbourhoods was dismal even before covid-19. The long school closures demanded by teachers’ unions wiped out two decades of progress in test scores for nine-year-olds, with hard-up, black and Hispanic children worst affected. Efforts to help the needy should start before birth and be sustained throughout childhood. Nothing the Supreme Court says about the consideration of race in college admissions will affect the more basic problem, that too few Americans from poorer families are sufficiently well-nurtured or well-taught to be ready to apply to college. However the court rules, that is a debate America needs to have.

 

Este artigo acho que dá uma perspetiva interessante sobre o assunto.  

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Eu compreendo o jimpo, pois está a viver em França e convive com uma realidade em que até adolescentes podem ameaçar a tua vida quando a tentas viver de forma civilizada e segura. 

A solução é e sempre será enfiar todos os adolescentes de sexo masculino, ou género, sei lá, em colégios militares durante dois ou três anos, para que saiam com um pingo de respeito pelo Estado de direito e até europeistas. 

Quem diz em França diz em todos os países do espaço Schengen.

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Citação de Pavel, há 3 horas:

a noção ficou no crl e vocês sentem-se mesmo demasiado á vontade para dizer estas m*rda 

Vocês quem? 

A primeira frase está lá e é a que interessa relativamente ao assunto que aconteceu. 

 

O resto passa-se num mundo que não existe e que inventei só para deixar um ponto.

Mas a vontade é tanta de chamar fachos e extremistas ao outros, normalmente da malta que é contra os sensacionalistas mas parecem eles mesmos a CMTv à procura de sangue. 

- Porque em Marselha desde 1 de Janeiro já houve 23 mortos por ajustes de contas em plena cidade, onde eu ou tu poderíamos estar a passar a pé na altura errada, e não há manifestações da população a pedir mais justiça, a pedir que os dealers parem de usar miúdos menores para os seus fins e que depois se descartem deles, que haja um sentimento de estarem acima da lei criando um clima de medo numa cidade. 

https://www.lefigaro.fr/actualite-france/fusillades-a-marseille-vers-un-nombre-d-homicides-record-dans-la-cite-phoceenne-en-2023-20230404 

 

Depois relativamente à segunda frase, tens uma população que sai à rua com o pretexto de se manifestar contra o polícia que matou o rapaz, sendo que esse polícia está preso e vai sofrer as consequências do seu acto sendo que já foi criticado pelo presidente e pelo ministro do interior. O que tinha de ser feito relativamente ao polícia foi feito, infelizmente o que poderia ter sido evitado não foi. 

As manifestações não existem, são simplesmente um pretexto para sair à rua e partir, meter fogo, roubar, atacar polícias que podiam ser eu e tu e que podem em muitos casos estar contra a acção do polícia em questão e no entanto estão ali com a possibilidade de saírem com lesões ou pior. 

Num país como a Arábia Saudita com muitas coisas que a maioria que está nas manifestações defende não acredito que pudessem manifestar dessa maneira, daí o comentário. 

@El Shafto respondi aí também. 

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Citação de Pavel, há 10 minutos:

ganha juízo masé crl 

Não dá, sou facho. 

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Citação de Jimpo, há 10 horas:

Não dá, sou facho. 

Tive à procura e não vi ninguém a chamar-te de facho, foste mesmo lá ter sozinho

Editado por Sandes.
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Citação de Jimpo, há 8 minutos:

Não dá, sou facho. 

Tu escreveste que foi uma infelicidade ter sido um polícia a derramar o sangue, em vez de rivais.

Também escolheste descrever como "estilo de vida" a realidade de alguém a quem o sistema, claramente, falhou.

Face a isto, o pessoal até foi simpático contigo nas reações, vou-te ser sincero. Mas se te queres fazer passar pelo meme do gajo que vai todo contrariado tatuar a suástica, estás à vontade.

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Citação de bmfpcdm, há 2 minutos:

Tu escreveste que foi uma infelicidade ter sido um polícia a derramar o sangue, em vez de rivais.

Também escolheste descrever como "estilo de vida" a realidade de alguém a quem o sistema, claramente, falhou.

Face a isto, o pessoal até foi simpático contigo nas reações, vou-te ser sincero. Mas se te queres fazer passar pelo meme do gajo que vai todo contrariado tatuar a suástica, estás à vontade.

Ora aqui está o ponto principal. Os países da união europeia têm o dever de incluir a juventude no projeto europeu, especialmente estes com comportamentos desviantes.

Como? Fazendo, por exemplo, o equivalente ao terceiro ciclo em colégios militares. Retirar estas crianças dos guetos, dar-lhes a oportunidade de viver um quotidiano onde a disciplina, a ordem, a seriedade, etc, existem e fazem-se existir. 

Quando terminarem os estudos a maioria não irá resvalar em comportamentos desviantes. Aliás, os guetos no prazo de uma década mudava para melhor pois homens estariam a regressar a casa e não fedelhos que querem ser o 50 Cent. 

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Citação de Cannonball, há 10 minutos:

Marselha, aquela cidade sem lei que aqui nesta lista de cidades com mais homicidios por habitatantes tem só umas 300 cidades à frente:

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_cities_by_homicide_rate

Muito mais seguro então e as 23 vidas perdidas é na boa. 

 

Citação de Sandes., há 6 minutos:

Tive à procura e não vi ninguém a chamar-me de facho, foste mesmo lá ter sozinho

Portanto num post em que crítico o polícia e o assassinato de um jovem retiram que só me faltou dizer "ainda bem", mas o Pavel quando diz "vocês sentem-se à vontade para dizer estas m*rda" está a falar de quem? Quando cada vez mais se tem falado aqui no aparecimento da extrema direita e de hoje em dia terem canais para dizerem o que querem. O vocês estava a falar de quem? Dos anjinhos? 

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