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Sumudica by Night

Superliga Europeia confirmada, (NÃO) arranca em Agosto

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Citação de SAS_Robben, há 4 minutos:

A JP Morgan nunca na vida se ia meter nisto para perder um tostão que fosse. Devem ter estes 12 pelos tomates.

Mas a cena passa precisamente por aí: os clubes não têm bases algumas nisto; se a JP Morgan salta fora, os clubes ficam à beira da estrada de calças na mão. Pelo menos é essa a percepção com que fico.

Os clubes avançaram com isto sem prever o backlash que surgiu. Acreditaram mesmo que os outros clubes e as ligas nacionais encolheriam os ombros e continuariam a participar pacificamente nas provas domésticas.

Como disse ontem há umas quarenta páginas, é preciso uma audácia do crl para acreditar que isto seria assim, mas pronto.

Agora que se aperceberam que se calhar a participação nesta prova poderá implicar uma gigantesca reformulação dos próprios moldes que compõem a existência destes clubes, descobriram que deram um passo mal dado. E os relatos de haver clubes a ficar com "cold feet", como refere o outro tweet, é uma consequência disso.

É que se os clubes forem excluídos de competições domésticas, sobra-lhes apenas esta liga premium. Esta liga premium é sustentada inteiramente por um banco privado. Se este corta o financiamento, a liga vai com o crl e os clubes não têm absolutamente nada a que se agarrarem. A única esperança é que isto possa ser um sucesso de tal forma que poderão surgir novos financiadores/patrocinadores dispostos a continuar a injectar os balúrdios anunciados.

Mas o backlash está a ser tal que me parece improvável que isto tenha esse sucesso. Continuo com a mesma opinião que já dei nas primeiras páginas: a JP Morgan vai descobrir que isto não tem pernas para andar porque nós vemos o desporto de uma perspetica completamente diferente da perspetiva americana.

Não me parece que os americanos liguem um cu a isto e os asiáticos não vão ligar mais a isto do que já ligam à Champions. Os europeus já lhe declararam guerra aberta e em todas as frentes: políticos e governos, jogadores, clubes, entidades e adeptos. Os tais doze clubes já devem ter percebido que se enfiaram voluntariamente entre a espada e a parede.

Ficarei muitíssimo surpreendido se isto tiver outro outcome que aquele que estou a imaginar.

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Se os jogadores e treinadores puderem rescindir contratos unilateralmente isto pode vir a ser um fail de dimensões épicas, basta os nomes mais sonantes terem o mínimo de decência e não se deixarem levar somente pelo dinheiro. Se deixarem aí sim, o futebol está mesmo perdido.

Editado por pm2lp

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O Wenger explicou bem há uns anos. A super liga será sempre para matar a Premier League. 

Se o Bayern e o PSG entram abria-se um novo paradigma na Europa. 

Quem está na Superliga acabará por morrer, o mundo continuará igual só que isto nivela duma forma fantástica. 

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Ainda hei de perceber qual a lógica do City entrar nisto.

Investimento das Arábias para melhorar a imagem exterior, não precisam de + dinheiro nem nada do género.

Devem ser os primeiros a roer a corda

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Citação de paladino77, Agora:

Ainda hei de perceber qual a lógica do City entrar nisto.

Investimento das Arábias para melhorar a imagem exterior, não precisam de + dinheiro nem nada do género.

Devem ser os primeiros a roer a corda

Acho que foi por FOMO.

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Quase de certeza que será o City o clube que se fala que vai saltar fora.

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A Sky está a tentar vender ideia que há clubes a roer a corda. Curiosamente, têm um contrato milionário para a transmissão da Premier League...

Já a BBC conta outra história. O "big 6" continua unido no seu propósito

 

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Citação de Black Hawk, há 35 minutos:

Há um problema adicional que me passou agora pela cabeça e que no meio do turbilhão (não consegui ler as quase 20 páginas que entretanto surgiram aqui) julgo que ninguém ainda focou: tudo isto é pago pela JP Morgan.

O que acontece no dia que a JP Morgan decidir que não quer financiar mais isto porque não é rentável, ou não tão rentável como julgaram que seria, por criar backlash suficiente para afastar novos investidores/patrocinadores ou até por passarem por dificuldades económicas sérias devido a alguma recessão económica severa e não conseguirem avançar com o dinheiro?

Não é que seja adivinho, mas aposto que será sempre uma questão de tempo até uma destas hipóteses, ou outra que não esteja a antecipar, aconteça e a JP Morgan há de ter arranjado uma escape rope para se salvaguardar caso tudo corra mal. Se até eu com 10 anos tinha sempre uma escape rope preparada quando jogava Pokemon, não haveria a JP Morgan de ter uma neste filme...

Rebenta a bolha. Com uma dimensão muito superior àquela em que estes clubes já vivem agora (e relembro que estamos a falar de clubes que, na sua maioria, têm estádios milionários para construir e/ou pagar, por exemplo). É capaz de não ser bonito de se ver.

Btw, estou capaz de apostar que o City é a equipa que está a vacilar. O Khaldoon e o resto da malta não precisam do dinheiro dos americanos para nada, provavelmente foram nisto apenas por uma questão de estatuto e de pertença ao grupo dos "crescidos". Mas já se devem ter apercebido que isto lhes traz bem mais prejuízo do que lucro, a todos os níveis. Desde logo, nivela a pujança financeira dos 12, quando até aqui o City tinha claramente uma vantagem financeira sobre os outros.

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Mesmo sem esta ESL ir avante quais serão as repercussões que está rebelião terá junto da UEFA e dos outros clubes? 

Não acredito que enquanto estes membros das respectivas direcções se mantenham no cargo sejam vistos com bons olhos pelo plebeus que não entram nesta "competição". 

Editado por TiltSLB

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Citação de Che, há 24 minutos:

O Wenger explicou bem há uns anos. A super liga será sempre para matar a Premier League. 

Se o Bayern e o PSG entram abria-se um novo paradigma na Europa. 

Quem está na Superliga acabará por morrer, o mundo continuará igual só que isto nivela duma forma fantástica. 

Os alemães dificilmente entrariam nisto. É totalmente contra aquilo que eles defendem em relação à Europa.... E o PSG, por razões já anunciadas, tb nunca iria entrar.

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Citação de HIM, há 1 minuto:

Os alemães dificilmente entrariam nisto. É totalmente contra aquilo que eles defendem em relação à Europa.... E o PSG, por razões já anunciadas, tb nunca iria entrar.

Os alemães por causa dos adeptos. Não fosse a regra dos 50+1 e se calhar a coisa era diferente, começo a ter essa impressão. 

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Para falar de alguns temas que surgiram recentemente:

  • A entrada do City e do Chelsea é explicada, na minha ótica, pelo FOMO. Não quiseram ficar de fora. E, mais do que o medo de perder o comboio da Super Liga, tiveram medo de ficar numa EPL esfrangalhada e sem interesse. Depois há ainda a questão da vaidade, afinal de contas é por isso que ambos os donos desses clubes se meteram no futebol.
  • Com relação ao backlash eu acho que a maioria está a ser muito redutora. Todos estes cenários foram amplamente calculados, pensados e avaliados. Nenhuma JP Morgan desta vida não o faria. Nenhum clube - que trabalham com a nata dos advogados, consultoras, etc - embarcaria em algo tão disruptivo, sem ter esses cenários. Eles tinham isto estudado. E, no âmbito dos referidos estudos, eles sabem o que terão de fazer, quais as opções, como reagir perante um ban das ligas domésticas, da UEFA, da FIFA, etc. Tudo isto está estudado ao pormenor e, na ótica destes clubes, dos seus advogados e consultores, é tudo airtight. Ou acham que se a UEFA amanhã decidir pelo ban dos 12, que no minuto seguinte os 12 não têm uma declaração pública + uma providência cautelar + todos os instrumentos jurídicos necessários? 
  • Por último, e confesso que também não pesquisei muito, quem são os donos desta ESL?
    • São os clubes?
    • São os clubes e, posteriormente, cederam uma stake à JP Morgan?
    • É uma qualquer empresa?
    • Como funcionam os Media Rights? Ticketing? Merch?
  • A JP Morgan, como qualquer outra JP Morgan desta vida, ou ficou com uma stake desta liga, ou ficou com uma fatia muito grande dos principais e potenciais activos da liga (aposto tudo nos Media Rights).
  • No final do dia, alguns destes clubes estavam à beira da morte (ex. Barcelona, AC Milan e Inter), outros precisavam do dinheiro devido a investimentos obscenos nos últimos anos (ex. Real Madrid), outros só conhecem esta realidade desportiva/economica (ex. Liverpool, Arsenal, Manchester United e Tottenham). Entre a absoluta necessidade de uns, o medo de ficar de fora de outros (Chelsea e City) e a veia americana de tantos outros, não acho que o backlash seja suficiente para parar este comboio. Mais, tenho sérias dúvidas que as consequências (financeiras) de parar este comboio não impliquem o fim dos clubes. 
  • Na minha ótica, isto agora é um jogo de bastidores.
    • Por um lado, estes 12 + JP Morgan vão estar a trabalhar para derail a UEFA/UCL. Hoje já foi plantada uma notícia de uma operadora australiana (btw, de m*rda, as duas de desporto que interessam nada disseram) a recuar na intenção de apresentar proposta para adquirir os direitos televisivos da UCL. Este agora vai ser o jogo dos 12+1. Tentar moldar a public perception, mostrar que as ligas domésticas e a UCL perdem força sem eles (veja-se ontem a entrevista do Tio Florentino...). 
    • Por outro lado, a UEFA vai ameaçando em público. Mas o telefone do presidente não deve ter parado 1 segundo que seja. Todos os contratos (sejam eles Media Rights ou Patrocinadores) têm lá uma clausula que permite que este tipo de alteração de circunstâncias seja causa de (i) reequilibrio do contrato [algo que em algumas legislações/tipos de negócio pode ser requerido nos termos da lei, e em caso de ausência de acordo, como em tudo na vida, dirimido por um tribunal] ou (ii) rescisão do mesmo. Ou acham que a Mastercard vai pagar o mesmo se não estiverem na UCL o Real, Barcelona, City, Liverpool, Juve, etc?
    • É a silly-season dos rumores e do lobbying. A UEFA meteu já muitos soldados em campo - chamou as federações, os governos, etc. Estes entendem que a saída destes clubes = perdas significativas.
    • Por outro lado, espalham-se as notícias de alguns clubes com cold feet (geralmente avançadas por quem tem interesse - ex. Sky e BT com contratos de milhões na EPL) e depois do outro lado da barricada há quem coloque cá fora que nunca tiveram tão unidos. É a guerra de informação.
    • Em suma, isto vai estar muito embrulhado nos próximos dias, meses ou até anos. Vai depender onde a corda vai partir. Neste momento tudo indica que ninguém está disponível para ceder um milimetro. Vamos ver se tal se mantém nos próximos dias.
Editado por w0
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Citação de w0, há 3 minutos:
  • Com relação ao backlash eu acho que a maioria está a ser muito redutora. Todos estes cenários foram amplamente calculados, pensados e avaliados. Nenhuma JP Morgan desta vida não o faria. Nenhum clube - que trabalham com a nata dos advogados, consultoras, etc - embarcaria em algo tão disruptivo, sem ter esses cenários. Eles tinham isto estudado. E, no âmbito dos referidos estudos, eles sabem o que terão de fazer, quais as opções, como reagir perante um ban das ligas domésticas, da UEFA, da FIFA, etc. Tudo isto está estudado ao pormenor e, na ótica destes clubes, dos seus advogados e consultores, é tudo airtight. Ou acham que se a UEFA amanhã decidir pelo ban dos 12, que no minuto seguinte os 12 não têm uma declaração pública + uma providência cautelar + todos os instrumentos jurídicos necessários? 

Concordo. Acho só que não estavam a contar com o backlash tão grande por parte dos governos, especialmente do britanico que já fala de não dar Work Permits, de retirar o policiamento e de criar leis para impedir isto.

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Citação de Ticampos, há 1 minuto:

Estou curioso para conhecer os 3 clubes permanentes restantes.

Por este andar e com tantas equipas a recusar vai ser o Rabo de Peixe, o Guadalupe e o Fayal. 

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Concordo com o texto, mas referir que o Milan nao esta neste momento a beira da morte. O fundo este limpou as dividas. Mas em 4-5 anos voltaría a estar certamente pelo COVID

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Citação de SAS_Robben, há 8 minutos:

Os alemães por causa dos adeptos. Não fosse a regra dos 50+1 e se calhar a coisa era diferente, começo a ter essa impressão. 

Não acredito que seja totalmente por causa da regra dos 50+1, mas igualmente devido ao seu passado recente politico, no que toca a uma Europa unida. As 3 juntas levam-me a crer isso.

Citação de w0, há 11 minutos:

Para falar de alguns temas que surgiram recentemente:

  • A entrada do City e do Chelsea é explicada, na minha ótica, pelo FOMO. Não quiseram ficar de fora. E, mais do que o medo de perder o comboio da Super Liga, tiveram medo de ficar numa EPL esfrangalhada e sem interesse. Depois há ainda a questão da vaidade, afinal de contas é por isso que ambos os donos desses clubes se meteram no futebol.
  • Com relação ao backlash eu acho que a maioria está a ser muito redutora. Todos estes cenários foram amplamente calculados, pensados e avaliados. Nenhuma JP Morgan desta vida não o faria. Nenhum clube - que trabalham com a nata dos advogados, consultoras, etc - embarcaria em algo tão disruptivo, sem ter esses cenários. Eles tinham isto estudado. E, no âmbito dos referidos estudos, eles sabem o que terão de fazer, quais as opções, como reagir perante um ban das ligas domésticas, da UEFA, da FIFA, etc. Tudo isto está estudado ao pormenor e, na ótica destes clubes, dos seus advogados e consultores, é tudo airtight. Ou acham que se a UEFA amanhã decidir pelo ban dos 12, que no minuto seguinte os 12 não têm uma declaração pública + uma providência cautelar + todos os instrumentos jurídicos necessários? 
  • Por último, e confesso que também não pesquisei muito, quem são os donos desta ESL?
    • São os clubes?
    • São os clubes e, posteriormente, cederam uma stake à JP Morgan?
    • É uma qualquer empresa?
    • Como funcionam os Media Rights? Ticketing? Merch?
  • A JP Morgan, como qualquer outra JP Morgan desta vida, ou ficou com uma stake desta liga, ou ficou com uma fatia muito grande dos principais e potenciais activos da liga (aposto tudo nos Media Rights).
  • No final do dia, alguns destes clubes estavam à beira da morte (ex. Barcelona, AC Milan e Inter), outros precisavam do dinheiro devido a investimentos obscenos nos últimos anos (ex. Real Madrid), outros só conhecem esta realidade desportiva/economica (ex. Liverpool, Arsenal, Manchester United e Tottenham). Entre a absoluta necessidade de uns, o medo de ficar de fora de outros (Chelsea e City) e a veia americana de tantos outros, não acho que o backlash seja suficiente para parar este comboio. Mais, tenho sérias dúvidas que as consequências (financeiras) de parar este comboio não impliquem o fim dos clubes. 
  • Na minha ótica, isto agora é um jogo de bastidores.
    • Por um lado, estes 12 + JP Morgan vão estar a trabalhar para derail a UEFA/UCL. Hoje já foi plantada uma notícia de uma operadora australiana (btw, de m*rda, as duas de desporto que interessam nada disseram) a recuar na intenção de apresentar proposta para adquirir os direitos televisivos da UCL. Este agora vai ser o jogo dos 12+1. Tentar moldar a public perception, mostrar que as ligas domésticas e a UCL perdem força sem eles (veja-se ontem a entrevista do Tio Florentino...). 
    • Por outro lado, a UEFA vai ameaçando em público. Mas o telefone do presidente não deve ter parado 1 segundo que seja. Todos os contratos (sejam eles Media Rights ou Patrocinadores) têm lá uma clausula que permite que este tipo de alteração de circunstâncias seja causa de (i) reequilibrio do contrato [algo que em algumas legislações/tipos de negócio pode ser requerido nos termos da lei, e em caso de ausência de acordo, como em tudo na vida, dirimido por um tribunal] ou (ii) rescisão do mesmo. Ou acham que a Mastercard vai pagar o mesmo se não estiverem na UCL o Real, Barcelona, City, Liverpool, Juve, etc?
    • É a silly-season dos rumores e do lobbying. A UEFA meteu já muitos soldados em campo - chamou as federações, os governos, etc. Estes entendem que a saída destes clubes = perdas significativas.
    • Por outro lado, espalham-se as notícias de alguns clubes com cold feet (geralmente avançadas por quem tem interesse - ex. Sky e BT com contratos de milhões na EPL) e depois do outro lado da barricada há quem coloque cá fora que nunca tiveram tão unidos. É a guerra de informação.
    • Em suma, isto vai estar muito embrulhado nos próximos dias, meses ou até anos. Vai depender onde a corda vai partir. Neste momento tudo indica que ninguém está disponível para ceder um milimetro. Vamos ver se tal se mantém nos próximos dias.

Quando te envolves com governos, as coisas mudam completamente de figura. Nunca te podes esquecer do enorme peso politico que esta "saída" irá gerar, e o quanto positivismo as medidas mais apertadas irão gerar num cidadão votante.

Acredito que a chave de efetivamente se avançar ou não está precisamente ai.

Outra coisa importante referir é que isto acaba por ser igualmente uma "demonstração de força" destes clubes perante os planos da UEFA para a LC e para a LE. Basicamente um "ou nos dão mais dinheiro, ou partimos para outra".

De resto, completamente de acordo que eles já estavam à espera do backlash. Acredito que a jogada agora seja deixar isto acalmar um pouco. 

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Citação de Alexis Ren, há 22 minutos:

 

As drogas são pesadas 

Nunca faço RT pensei, fuck it, é desta.

Depois lembrei-me que tenho 27 anos. fdx

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Eu partilho da opinião que eles não estavam à espera do backlash por parte de adeptos e público. Mas sinceramente duvido que se estejam a preocupar muito com isso... "new fans bring more money".

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Este torneio basicamente será aquele jantar anual de amigos, onde há um outro amigo nosso que todos os anos traz uma namorada diferente. 

Oh Real, o Sevilla vai este ano ao jantar? 

Não meu. Acabámos, não te contei? 

Depois aparece um PAOK da vida. 

Editado por ventura21
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