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Dinheiro, investimentos e literacia financeira

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Citação de fornix, Em 10/01/2025 at 17:40:

Quem cai nos engodos dos PPR à conta desse argumento acaba invariavelmente ludibriado.

Um PPR, mesmo com os beneficios fiscais à entrada, só se torna eficiente se tiver rendibilidades atrativas, comissões de gestão reduzidas e que seja usado para abater no CH. Tudo isto cumulativamente. Não há nenhum que faça check em todos os pontos. Em Portugal tens 2 ou 3 que se safam.

A maioria dos PPRs tem sido atroz. E alguns deles são bastante conhecidos.

Eu tenho um fundo PPR pq tinha de adquirir um produto do banco quando fiz o crédito habitação, o qual reforço todos os meses automaticamente para ter os benefícios fiscais. A rentabilidade está em cerca de 4%. Se adicionar os 400€ anuais de poupança fiscal a rentabilidade está acima de 20%.

Não me parece tão terrível como descreves. Do ponto de vista de diversificação faz-me sentido.

Editado por Ego Sum
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É muito difícil um PPR compensar por causa da gestão ativa, mesmo tendo em conta os benefícios fiscais, mas como já disseram aí atrás nem tudo tem de ser uma questão de números. É um produto nacional que tem em conta a vossa situação profissional (podem resgatar em caso de desemprego de longa duração), a vossa idade, e até se estão a pagar casa ou não.

É possível que, mesmo tendo em conta isto tudo, um ETF continue a compensar (mesmo com os 28% à saída), mas não deixa de ser uma almofada de conforto muito mais prática para essas ocasiões.

E por fim, sim faz sentido do ponto de vista da diversificação, até porque muitos PPRs tem pequenas parcelas em obrigações e imobiliário, ou seja conseguem diversificar o vosso portefólio por aí, e podem focar-se exclusivamente num SP500 numa corretora.

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Citação de Ego Sum, há 1 hora:

Eu tenho um fundo PPR pq tinha de adquirir um produto do banco quando fiz o crédito habitação, o qual reforço todos os meses automaticamente para ter os benefícios fiscais. A rentabilidade está em cerca de 4%. Se adicionar os 400€ anuais de poupança fiscal a rentabilidade está acima de 20%.

Não me parece tão terrível como descreves. Do ponto de vista de diversificação faz-me sentido.

Já vários estudos comparativos foram feitos e refeitos com PPRs e ETFs similares e todos eles chegaram à mesma conclusão: quanto maior o período temporal de investimento acima dos 20 anos, maior é vantagem que um ETF leva face aos PPRs. E estes estudos foram feitos com a tributação de 28% à saída nos ETFs. A única excepção era com o resgate para pagamento de CH, desde que as rendibilidades fossem semelhantes E as comissões de gestão fossem reduzidas aka <0,5%. Um cenário que não encontramos em lado nenhum. Aplicando a redução de 30% para produtos com mais de 8 anos, a balança pende ainda mais para os ETFs. As pessoas olham para os 350-400€/ano de deduções ~15-20% rentabilidade de uma maneira muito simplista e nem fazem ideia do impacto que as comissões de gestão têm num periodo temporal de 30 anos. É um produto financeiro cujos verdadeiros beneficiários são as entidades gestoras e os bancos que os fornecem.

Quanto à parte da diversificação: nim. A maioria das carteiras de investimento faz overlapping com alguns produtos que por norma já investiríamos, mas depois conjugam com outros produtos sejam eles obrigações, cash, mercado cambial, commodities, fintechs, small caps, mercados emergentes e por aí a fora, de tal forma que as rendibilidades tornam-se sofríveis.

A titulo de exemplo em Agosto de 2023 fiz a subscrição do PPR Stoik, também na sequência da lengalenga dos juros compostos + benefícios fiscais, que era dos mais conhecidos no mercado com comissão de gestão fixa de 1% + 10% variável. Em 2024, com mais conhecimentos, decidi não incluir no IRS para poder retirá-lo ao final de 1 ano sem penalizações (evitando a comissão de resgate dele). Resgate total em Setembro/Outubro, sendo que o PPR teve uma valorização de 10% nas suas unidades de participação. Em contrapartida, um SP500 valorizava 30% no mesmo período temporal, um dos melhores periodos dos últimos anos. Por curiosidade, fui ver nas quedas de mercado e este PPR (que tinha uma carteira de investimentos... chamemos-lhe "diversificada" para ser simpático) conseguiu a proeza de desvalorizar ainda mais que um SP500 da vida.

Ao fim e ao cabo, as gestões ativas são contraproducentes a nós cidadãos que procuramos investir a longo prazo. O caso do Save and Grow tem as suas particularidades, por ser um PPR agressivo. Combina comissões elevadas com uma carteira reduzida, sobretudo em Mega Caps. Vai valorizar mais que um SP500, mas nas correções também vai cair mais ele. 

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Citação de TiltSLB, Em 11/01/2025 at 14:43:

Já agora uma ajuda. 

Quero começar a investir para a minha filha, sabendo as incertezas dos mercados, qual será o ETF que mais se enquadra? S&P 500 ou outro qualquer? 

Assumindo que a tua filha ainda tens uns 8 ou 9 anos, é completamente irrevelante o comportamento do mercado hoje dado que estás para o longo prazo e porque com o passar dos anos, os pesos relativos das empresas mudam e as empresas são removidas/adicionadas do fundo, o que ajuda a minimizar perdas.

Se há pouco capital, também não compensa tentar diversificar numa fase inicial.

Como já disseram atrás, nesta fase inicial provavelmente escolhia um ETF, ou que replique o SP500 ou um All World, o que na prática o comportamento vai dar ao mesmo, pois as empresas com maior peso nestes ativos continuam a ser americanos e serão estes que vão provocar as maiores movimentações. Com o tipo de ETF decidido, podes escolher um do tipo acumulativo (os dividendos são automaticamente reinvestidos) ou distributivo (recebes os dividendos na tua conta, o que implica ter de declarar esses ganhos). Os acumulativos dão um retorno final maior, creio. Também pode ser relevante saber em que moeda estão a ser negociados esses ativos, para evitar taxas de câmbio.

Depois com o passar dos meses e conforme a disponibilidade e capital, diversificar o portfolio com ETFs que repliquem outro tipo de setores (energia, semicondutores, cripto, saúde), ou mercados emergentes, mercado asiático, ou matérias primas como o ouro e a prata. Isto assumindo que não se vai arriscar com ações, CFD's ou demais derivativos.

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Citação de Kimi Raikkonen, há 46 minutos:

Assumindo que a tua filha ainda tens uns 8 ou 9 anos, é completamente irrevelante o comportamento do mercado hoje dado que estás para o longo prazo e porque com o passar dos anos, os pesos relativos das empresas mudam e as empresas são removidas/adicionadas do fundo, o que ajuda a minimizar perdas.

Se há pouco capital, também não compensa tentar diversificar numa fase inicial.

Como já disseram atrás, nesta fase inicial provavelmente escolhia um ETF, ou que replique o SP500 ou um All World, o que na prática o comportamento vai dar ao mesmo, pois as empresas com maior peso nestes ativos continuam a ser americanos e serão estes que vão provocar as maiores movimentações. Com o tipo de ETF decidido, podes escolher um do tipo acumulativo (os dividendos são automaticamente reinvestidos) ou distributivo (recebes os dividendos na tua conta, o que implica ter de declarar esses ganhos). Os acumulativos dão um retorno final maior, creio. Também pode ser relevante saber em que moeda estão a ser negociados esses ativos, para evitar taxas de câmbio.

Depois com o passar dos meses e conforme a disponibilidade e capital, diversificar o portfolio com ETFs que repliquem outro tipo de setores (energia, semicondutores, cripto, saúde), ou mercados emergentes, mercado asiático, ou matérias primas como o ouro e a prata. Isto assumindo que não se vai arriscar com ações, CFD's ou demais derivativos.

Obrigado pelas dicas! 

Optei mesmo por um etf que replica o sp500 e tive em linha de conta todos os outros fatores que referiste. 

Para já vou reforçando à medida das possibilidades este etf, no futuro logo verei se diversifico ou me mantenho por aqui. 

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Citação de TiltSLB, há 21 horas:

Obrigado pelas dicas! 

Optei mesmo por um etf que replica o sp500 e tive em linha de conta todos os outros fatores que referiste. 

Para já vou reforçando à medida das possibilidades este etf, no futuro logo verei se diversifico ou me mantenho por aqui. 

Colocaste em.teu nome correto?

Pelo que pesquisei não dá para colocar em menor de 18 anos. 

Editado por Mwangaza

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Citação de Mwangaza, há 49 minutos:

Colocaste em.teu nome correto?

Pelo que pesquisei não dá para colocar em menor de 18 anos. 

Eu, por exemplo, tenho tudo na minha conta da XTB, mas como aquilo te permite criar vários portfólios, tenho um portfólio para mim e outro para o meu filho.

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Citação de challenger, há 9 minutos:

Eu, por exemplo, tenho tudo na minha conta da XTB, mas como aquilo te permite criar vários portfólios, tenho um portfólio para mim e outro para o meu filho.

Podia dar era para dar nomes às carteiras e ser um bocado mais fácil saltar entre as duas, mas uma vez por mês tb se faz relativamente bem. 

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Citação de Mwangaza, há 1 hora:

Colocaste em.teu nome correto?

Pelo que pesquisei não dá para colocar em menor de 18 anos. 

Já tinha conta aberta em meu nome, apenas criei mais um perfil de investimento, até para poder explorar a mais valia da doação no futuro. 

 

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Citação de fornix, Em 13/01/2025 at 22:03:

Quanto à parte da diversificação: nim. A maioria das carteiras de investimento faz overlapping com alguns produtos que por norma já investiríamos, mas depois conjugam com outros produtos sejam eles obrigações, cash, mercado cambial, commodities, fintechs, small caps, mercados emergentes e por aí a fora, de tal forma que as rendibilidades tornam-se sofríveis.

Isto só é mau se tu não quiseres explicitamente exposição a esses produtos.

Com o PPR só preciso de apostar forte no SP500 na minha corretora, porque o resto da exposição já é feito pelo PPR.

Se quiser ter 90% de exposição a ações, basta-me investir muito mais na Degiro do que no PPR (basicamente o que estou a fazer).

É óbvio que podes ter essa exposição a outros produtos sem recorrer a PPRs, mas depois não tens outros benefícios como os que mencionei acima.

Puramente pela matemática (e isto tendo em conta a probabilidade de terem desemprego prolongado, precisarem de recorrer ao PPR para pagar o CH, etc), o PPR nunca compensa, seja o Stoik ou outro qualquer. Mas como disse, nem tudo é uma questão de números, como de resto investir nunca foi (again, ler Nassim Taleb). O Nikel deu o seu exemplo com os ETFs distributivos, posso também falar dos 400€ do reembolso do PPR para um objetivo pessoal qualquer, sei lá, tanta coisa. Cada um terá de descobrir o método que o dá mais conforto.

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Boas. Vivo em França e gostaria de abrir conta portuguesa. Tenho as minhas contas aqui mas gostaria de abrir uma em Portugal para ir metendo dinheiro todos os meses. Que banco me aconselham sabendo que não tenho residência em Portugal. Banco físico ou banco online, não importa. 

Obrigado desde já!

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Esclareçam-me uma coisa:

Fizeram-me uma proposta de trabalho onde sugeriram que estivesse em regime de prestação de serviços no regime simplificado?

Que desvantagens/vantagens tenho neste sistema?

O que precisava de fazer extra em termos de IRS/Finanças/etc?

 

Se este não for o tópico correto movam o post para o sitio indicado, por favor. 

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 10 minutos:

Esclareçam-me uma coisa:

Fizeram-me uma proposta de trabalho onde sugeriram que estivesse em regime de prestação de serviços no regime simplificado?

Que desvantagens/vantagens tenho neste sistema?

O que precisava de fazer extra em termos de IRS/Finanças/etc?

Muito resumidamente:

  • há retenção na fonte (a % depende da activiadade que for);
  • há IVA (a ser pago pela empresa);
  • precisas de seguro de acidentes trabalho, segundo a lei;
  • tens de abrir actividade, o que te dá descontos no IRS nos 2 primeiros anos (dependendo de condições) e Segurança Social (primeiro ano);
  • não tens subsídios.

Se tiveres questões mais específicas, força.

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Se tiveres questões mais específicas, força.

É na área da programação. A ideia era perceber o que isso implicaria, se pressupõe ter contabilista, se dá muito trabalho/chatices a parte burocrática, etc.

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Citação de HappyKing, há 5 minutos:

É na área da programação. A ideia era perceber o que isso implicaria, se pressupõe ter contabilista, se dá muito trabalho/chatices a parte burocrática, etc.

Só precisas de contabilista se (1) resolveres abrir empresa em vez de passares recibos verdes ou (2) se estiveres a recibos verdes e faturares mais de 200 ou 250 mil euros anuais.

Citação de Ghelthon, há 10 minutos:

Muito resumidamente:

  • há retenção na fonte (a % depende da activiadade que for);
  • há IVA (a ser pago pela empresa);
  • precisas de seguro de acidentes trabalho, segundo a lei;
  • tens de abrir actividade, o que te dá descontos no IRS nos 2 primeiros anos (dependendo de condições) e Segurança Social (primeiro ano);
  • não tens subsídios.

Se tiveres questões mais específicas, força.

Só algumas notas:

 A SS é mais elevada do que no caso dos trabalhadores por conta de outrém, porque não há descontos da parte do empregador, a retenção na fonte existe como existe para os trabalhadores por conta de outrém, mas a taxa é, genericamente, fixa e não depende do valor da remuneração e uma percentagem dos rendimentos é considerada custo da actividade e não é tributada.

Editado por Tio Hans

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Citação de Tio Hans, há 9 minutos:

Só precisas de contabilista se (1) resolveres abrir empresa em vez de passares recibos verdes ou (2) se estiveres a recibos verdes e faturares mais de 200 ou 250 mil euros anuais.

Há algum impacto em estar nesse regime nas questões de créditos para habitação e assim? Dito de outra forma: tenho menos probabilidades de o crédito ser concedido estando nesse regime?

E obrigado aos dois desde já pelos esclarecimentos.

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Citação de HappyKing, há 4 minutos:

Há algum impacto em estar nesse regime nas questões de créditos para habitação e assim? Dito de outra forma: tenho menos probabilidades de o crédito ser concedido estando nesse regime?

E obrigado aos dois desde já pelos esclarecimentos.

No fundo, vai mais depender de quanto ganhar do que propriamente do contrato de trabalho. Os RV têm um problema que é a estabilidade laboral. É 1000 vezes mais fácil acabar um contrato a rv do que um contrato sem termo. Mas uma forma de contornar isso é abrires uma empresa e tirares de lá salário, mas a não ser que ganhes, vá, de 50 ou 60k para cima, não compensa. E se caíres na transparência fiscal, não compensa mesmo.

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Só dar mais alguns detalhes:

  • Ao abrir atividade nas finanças, escolher o CAE da atividade que se vai exercer. Dependendo da atividade em si e dos rendimentos anuais, poderá estar, ou não, isenta de IVA. 
  • No 1º ano de atividade creio que poderás estimar um volume de negócios reduzido (~15k), de maneira a aproveitares a isenção de IVA ao abrigo do artigo 53º. Se acabares esse ano com um volume superior, no ano seguinte és obrigado a cobrar IVA.
  • Convém que as negociações com as entidades a que prestes o serviço fiquem bastante claras. Infelizmente ainda há muitas que acordam um valor X à hora/serviço contigo e não te pagam mais que aquele X. E no final apercebes-te que tens que tirar o IVA àquele X.
  • Terás que entregar declarações periódicas de IVA. Exemplo: O IVA que cobrares em janeiro, fevereiro e março irás entregar até ao dia 15 de Maio. O limite é sempre mês e meio após o final de cada trimestre. Podes usar despesas que tenhas (computador, material eletrónico, ...) para deduzir no valor que cobraste às entidades e que tens de entregar ao Estado.
  • Segurança Social: podes escolher ter isenção no 1º ano. Tens de entregar declarações trimestrais até ao dia 30 de janeiro, abril, julho e outubro com os valores bases dos 3 meses anteriores, para te calcular a prestação da SS para os meses seguintes. Podes no final, escolher uma variação de + ou - 25% da prestação SS que daí resultou.

Como não há subsídios Férias/Natal e os descontos costumam ser maiores do que um trabalhador por conta de outrem, por norma os valores cobrados a recibos verdes costumam ser maiores comparativamente para atenuar isso. Quanto a possíveis CH, alguns bancos podem torcer o nariz ao não haver efetividade e pedirem fiadores como garantia.

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Em relação ao CH, tudo depende de quanto ganhes, e da regularidade. Eu tenho dúvidas de que vá ter problemas, porque desde que tenho actividade aberta (3 anos, praticamente), os RVs foram emitidos apenas a 2 empresas, sendo que estamos a falar do mesmo cliente final, sendo a diferença que agora facturo o cliente final sem intermerdiário português.

Dito isto, tenta ver o teu caso específico com um contabilista. Se for alguém com experiência no assunto, tanto melhor. Se quiseres posso recomendar um que conheci no Reddit.

Já agora, se a empresa não for portuguesa, não há retenção na fonte, nem IVA.

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Citação de HappyKing, há 4 horas:

Esclareçam-me uma coisa:

Fizeram-me uma proposta de trabalho onde sugeriram que estivesse em regime de prestação de serviços no regime simplificado?

Tá quieto

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Citação de JohnyM, há 15 minutos:

Tá quieto

Dizes isso pelo regime em si? Não querendo dar self expose, a empresa não é manhosa, é uma empresa portuguesa estável/conhecida. 

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Citação de HappyKing, há 6 minutos:

Dizes isso pelo regime em si? Não querendo dar self expose, a empresa não é manhosa, é uma empresa portuguesa estável/conhecida. 

Não faço ideia que empresa é nem tão pouco qual a área. Mas, a não ser que tenhas um volume de negócio bastante considerável, tenho sérias dúvidas que estar a recibos verdes possa ser positivo.

E sobre o que falaram em cima, na altura do crédito habitação, a efetividade no trabalho ainda é muito valorizado

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Recibos verdes pode compensar pelo simples facto de a empresa estar disposto a pagar acima do normal. E durante o primeiro ano por causa da SS melhor ainda. Eu tive 3 anos assim e foi tranquilo, não é nenhum bicho de sete cabeças.

E comprei casa a recibos verdes, só me pediram uma declaração da minha empresa a certificar que estava efetivo. Hoje em dia os bancos estão mais que habituados a malta de IT neste regime.

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Citação de migxstoper, há 55 minutos:

E comprei casa a recibos verdes, só me pediram uma declaração da minha empresa a certificar que estava efetivo.

Pode ser por ter acordado cedo, mas isto não faz sentido.

Mas sim, recibos verdes não significa necessariamente constrangimentos no acesso a CH. Vai depender de cada caso e consoante os bancos

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