Foster Publicado 19 Maio 2025 Citação de whatever, há 15 minutos: Deves pensar que nasci ontem. Tu sabes perfeitamente o saldo muito positivo dos imigrantes para o saldo da SS, sabes o saldo muito positivo para a demografia, sabes que estamos praticamente pleno emprego. O que não sabes é que é mais que óbvio que essa é a cartilha dos racistas online de há mais de uma década para cá, começam por falar em imigração descontrolada, depois afinal já são são só os que não querem trabalhar, depois são os que não querem trabalhar e não assimilam os nossos valores, seja lá o que isso for, depois são os imigrantes ligados a gangs horríveis como o outro burro de serviço aí anda a falar. Isso é tudo patético de tão básico e repetitivo que é. E dizerem que querem discutir quando só querem uma oportunidade para que alguém vos dê atenção até tinha graça se não desse tanta pena. Tu metes palavras nos outros e depois respondes. Assim é fácil. "ah e tal porque depois vais dizer que afinal é x y z". Aprende a discutir. Compartilhar este post Link para o post
Caokrodilo Publicado 19 Maio 2025 Citação de SAS_Robben, há 31 minutos: Pelo mesmo motivo que é mais raro esse discurso com os ucranianos, romenos e moldavos: Já passaram anos suficientes para que a população se habitua se a eles. Agora o alvo são os brinquedos novos mas tenho idade suficiente para me lembrar do que se dizia deles. Cresci na Margem Sul e andei na escola com pessoas dessas nacionalidades (chineses incluídos) e diziam se coisas muito semelhantes E que aconteceu também com os portugueses que foram para fora ali nos anos 50/60/70, nomeadamente em França. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 19 Maio 2025 Citação de Pan, há 5 horas: Acho exagerado dizer que o Chega matou o PS. O determinismo e a política não são bons amigos. O PS é que deu um tiro no PS. Tal como o PSD está prestes a dar um tiro no PSD. Citação de antifa, há 3 horas: Miguel Carvalho O PAÍS QUE ESTAVA ESCRITO Por estes dias, falei para o El País (Espanha) e o para o De Standaard (Bélgica). Antecipei, de certo modo, o cenário destas eleições. Não me entendam mal: não sou visionário nem li nas cartas. Mas ando há quase cinco anos a acompanhar o eleitorado do Chega, a segui-lo, a falar com ele em todo o País, e talvez isso valha alguma coisa. Por isso, não é surpresa para mim o que aconteceu. Quem me conhece e me atura amiúde a falar sobre estes temas, em privado ou em público, sabe. Não, não existem 22 ou 23 por cento de "fascistas", tirem isso da ideia. Sim, há por ali muitos saudosos do antigamente, há racistas e outra gente, da elite financeira à arraia-miúda, muito pouco recomendável, a vários níveis. Mas que não se tome a parte pelo todo. Passei horas, muitas horas com largas dezenas de militantes e eleitores do Chega e muitos deles talvez queiram, apenas, ser ouvidos ou não serem esquecidos ou atropelados por sucessivas governações. Confundem tudo? Estão a cavar a própria desgraça e não sabem? Talvez. Mas a raiva e o desespero fazem o caminho da razão. E do outro lado, verdade seja, só têm arrogância, por vezes com irritantes tiques urbanos e de cátedra, a explicar-lhes o que devem ou não fazer. Ou pensar. Chamar-lhes "fascistas", insultá-los, ridicularizá-los até à exaustão, dá este resultado. E se experimentássemos, por uma vez, ir ao encontro deles, ouvi-los, tentar saber os porquês de pensarem o que pensam e decidirem o que decidem, não apenas nas campanhas eleitorais? E se lhes fizéssemos perguntas em vez de lhes vendermos retóricas empacotadas? Esqueçam os Venturas, os Pintos, os Frazões e afins. Não façam partilhas em barda, não insultem como carneiros só porque acham que Ventura fingiu um problema de saúde. Como qualquer especialista saberá explicar - e até uma criança entenderia - o ódio nas redes sociais conta sempre a favor do alvo e faz espumar o algoritmo de excitação. Isto já é quase tão La Palice que me espanta como é que tanta gente ainda se presta ao papel de idiota útil ao partilhar, como se não houvesse amanhã, o enxovalho, o insulto e o apedrejamento, por vezes quase ao mesmo nível do palavreado de tasca que tomou conta do Parlamento. Muitos, à direita, adotaram a narrativa do Chega de forma diplomática, escondendo a mãozinha marota - eles, mais polidos, claro, não são de atirar pedras nem de sujar as mãos. Antes das eleições, o Chega já estava a ganhar porque os temas da sua agenda já andavam na boca de outra direita, dita civilizada, que não suja a gravata, e contagiara os debates e o horário nobre. São moderados ou serão simplesmente covardes? À esquerda continuam a confundir-se desejos com a realidade: é uma longa história, caso clínico. Estão na sua bolha ou no seu parque temático. Têm todas as certezas do mundo, as cartilhas de sempre e um sindicalismo para um País que já não existe. E assim seguem, de derrota em derrota, até acabarem nos preparos que se viram. Nestas eleições fizeram ainda mais: prestaram-se ao ridículo para tentar conquistar os jovens. Tenho duas novidades para esses: a fotocópia, por bem intencionada que seja, é sempre pior do que o original, mesmo quando o original é alarvidade ou pantomina pura; quanto aos jovens, posso dizer-vos que já andam, muitos deles, em modo extremista tik-tok, a fazer a saudação nazi nas escolas, a sugerir trabalhos escolares sobre o líder do Chega, a fazer bullying racista, xenófobo e por aí adiante. Querem tentar começar por aí ou nem por isso? Por fim: muitos confundem os dirigentes e deputados do Chega com o seu universo eleitoral, outro erro crasso. As duas coisas não são iguais. E quanto mais depressa se perceber isso, mais estaremos perto de atacar o problema. Se não o fizerem, terão um Trump à portuguesa no poder mais cedo do que tarde. O caso Montenegro, acreditem, não vai acabar aqui. Em breve, talvez haja mais. Em que situação ficaremos nessa altura? Será que Montenegro chegará a tomar posse como primeiro-ministro? Do jornalismo, ou de grande parte dele, para ser justo com as exceções, já não espero nada, nadinha. Falta memória, mas isso não é de hoje. Falta decência, mas também não é de agora. O que certas chefias e direções permitiram nesta campanha é o resultado de muitos anos de "infoentretenimento". Estava escrito. Se levamos o "pé em riste" e o estilo "big brother" para a política e o jornalismo, não nos queixemos dos resultados. Há umas décadas, o escritor Mário de Carvalho antecipou: um jornalismo cão só merece um mundo-cão. O que se gasta em diretos insanos, a raiar a imbecilidade e a ignomínia, dava para muitas reportagens aprofundadas no "País do Chega". Falem dos problemas dos "left behinders", tragam-nos para a agenda política, e talvez tenham menos extremismos de trazer por casa. Não me venham falar da crise do jornalismo quando se gastam milhões a cavar a sepultura em diretos e reportagens que ampliam os fenómenos que o jornalismo tem obrigação de combater. Não se gasta dinheiro a reportar o País silenciado, sofrido, esquecido, mas gastam-se fortunas a alimentar o populismo com populismo. Junta-se a fome à vontade de comer. É um banquete para o partido que sabemos. Não, o "jornalismo" não fará um exame de consciência. Esqueçam. Não está para isso e não é uma legião de precários e tarefeiros de espinha direita que tem a força para mudar as circunstâncias. Os menos culpados são, muitas vezes, os que andam na estrada. Mas mesmo aí, assuma-se, foi de fugir. Não culpem o "povo", essa entidade capturada por todas as agendas e retóricas políticas. O "povo" não é uma entidade coletiva self-service, consoante a nossa vontade ou moldura. Há muitas cabeças, existências, quotidianos e amarguras que não são explicáveis sem termos em conta as zonas cinzentas das suas vidas e as suas muitas contradições. Há um País, com todas as suas diferenças, para conquistar para "o lado bom da força", ou seja, para um patamar de decência democrática, e reconciliá-lo com uma ética e uma noção mínima de compromisso e integridade políticas. Fazê-lo do alto da burra, sem humildade e sem procurar estabelecer um ponto de contacto e um encontro com o adversário, por muito Shrek que nos pareça, só dará este resultado. --- Não concordo com tudo mas boa reflexão do jornalista que provavelmente mais acompanha o Chega. Já nas últimas eleições ele escreveu um texto parecido. Citação de Ghelthon, há 50 minutos: Nem de propósito, um (ex?) membro deste fórum colocou este cartoon numa rede social: O do meio quer os dois a trabalhar. Quanto mais mão de obra, mais barato fica. Esses cartoons costumam ter uma mensagem que só dá mais força ao que tentam lutar. Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 19 Maio 2025 Citação de André Sousa, há 23 minutos: Apenas tornou Portugal num destino mais apetecível pela facilidade de entrada no país. Foi assim que entraram os teus funcionários? Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 19 Maio 2025 Citação de André Sousa, há 24 minutos: Apenas tornou Portugal num destino mais apetecível pela facilidade de entrada no país. Mas os brasileiros nunca tiveram esse problema Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 19 Maio 2025 Um grupo de sonsos, moderados inúteis, belicistas mas fracos, com propostas para o país que que não lembram ao menino Jesus e grandes comedores de subvenções. Como é que não iriam crescer quando crescem os performers todos? https://t.co/W0en2Gz0u8 — JoacineKatarMoreira 🌍 (@KatarMoreira) May 19, 2025 3 11 Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 19 Maio 2025 Citação de El Colosso, Agora: Mas os brasileiros nunca tiveram esse problema Alguns tiveram. Ofereciam promessas de A e os colocavam a fazer B. Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado 19 Maio 2025 Mas é para bater nos estrangeiros, nos ricos ou nos patrões que abusam dos portugueses? Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 19 Maio 2025 Citação Um novo partido para um novo 25 de Abril 19 de Maio, 2025 4 mins leitura A crise que vivemos hoje em Portugal é expressão de um regime falido, cujas instituições e protagonistas já não conseguem oferecer qualquer saída para os trabalhadores, para a juventude, para os reformados ou para os imigrantes. O ciclo de governos que se alternam entre PS e PSD, agora agravado por uma extrema-direita cada vez mais ruidosa e por uma esquerda parlamentar rendida ao sistema, mostra que a política portuguesa está presa a uma engrenagem onde o essencial nunca muda: manda o capital, paga o povo. O que está em causa não é só quem ocupa a cadeira do poder, mas ao serviço de quem ela é ocupada. Os lucros milionários dos grandes grupos económicos continuam a crescer à custa da exploração, da precariedade, da destruição dos serviços públicos e da expulsão de milhares de famílias das suas casas, ao mesmo tempo que os imigrantes são usados como bode expiatório para justificar o retrocesso das condições de vida. Independentemente de quem governe, nada mudará enquanto os interesses dos poderosos ditarem as regras do jogo. Assim, o resultado das eleições de 18 de maio não traz qualquer promessa de mudança. PS e PSD têm partilhado o poder nas últimas décadas e são os principais responsáveis pela degradação das nossas condições de vida. A direita que agora governa aprofunda os ataques, mas fá-lo com as políticas que o PS abriu caminho: privatizações, benefícios fiscais para os ricos, flexibilização laboral, cortes na saúde e na educação. O PS pode mudar novamente de rosto, mas não mudará o projeto. Já o Chega e a Iniciativa Liberal, mesmo com discursos diferentes, querem aplicar versões ainda mais violentas do mesmo modelo. Do outro lado, a esquerda parlamentar vem seguindo o caminho da resignação e da adaptação ao regime. O BE, o PCP e o Livre mostram-se cada vez mais disponíveis para regressar a uma nova “geringonça” com o PS, mesmo quando é esse mesmo PS que partilha as responsabilidades pelo colapso do SNS, pela crise da habitação e pela destruição dos direitos laborais. Entre sectarismos internos e oportunismos políticos, não têm oferecido uma alternativa consequente nem têm mobilizado qualquer resposta organizada às ofensivas da direita e dos patrões – e o resultado está à vista. É por isso que dizemos: está na hora de construir uma alternativa. Uma alternativa que seja realmente dos trabalhadores, da juventude, dos imigrantes e de todos os oprimidos. Uma alternativa que não prometa salvar-nos com pactos parlamentares ou jogos institucionais, mas que esteja enraizada nas lutas reais e na força coletiva de quem resiste todos os dias à exploração, à exclusão e à miséria. Uma alternativa que aponte para um governo dos trabalhadores — construído com base na mobilização, na solidariedade e num programa de rutura com os interesses dos milionários que dominam a política nacional. Essa alternativa é o Trabalhadores Unidos — um novo partido que está prestes a terminar o seu processo de legalização, nascido da convicção de que é preciso romper com este sistema e construir um novo projeto político ao serviço da maioria da população. Enquanto o TU não pôde ainda participar nestas eleições legislativas, por não ter concluído o processo de legalização, já se está a fazer ouvir nas ruas, nos locais de trabalho, nas escolas e nas greves. Já se está a organizar com quem não desiste de lutar e quer transformar a revolta em ação. Porque sabemos que, sem organização e sem um programa consequente, a raiva contra o sistema será sempre canalizada para becos sem saída — como bem se vê com o crescimento do Chega. Mas o TU não nasce apenas como resposta à crise atual. Nasce também como herdeiro das esperanças traídas da revolução de Abril. Passados 50 anos do 25 de Abril, o regime que dele resultou já não representa os anseios de quem, em 1974 e 1975, lutava por terra para quem a trabalha, fábricas sob controlo operário, saúde e educação públicas, e uma verdadeira democracia popular. Esse processo revolucionário foi traído pelo MFA, pelo PS e também pelo PCP, que aceitaram limitar a revolução em nome da estabilidade capitalista. O que hoje temos é o resultado direto dessa derrota: um país submisso à União Europeia, ao capital financeiro e aos interesses dos grandes grupos económicos. Por isso, não celebramos os 50 anos do 25 de Abril como quem celebra o regime atual, mas sim como quem se inspira na coragem de milhares que ousaram construir um mundo novo — e que chegaram a dar passos concretos para o fazer. Queremos um partido revolucionário, profundamente enraizado na classe trabalhadora, capaz de organizar a resistência aos ataques dos patrões e de impulsionar uma nova revolução. Porque, como se viu em 1974, três condições para uma revolução estavam lá: crise nas cúpulas, radicalização popular e vontade de lutar. Faltou a ferramenta essencial: um partido revolucionário com força de massas para derrotar as direções reformistas e levar o processo até ao fim. O TU existe para fortalecer as lutas e para dizer que não basta resistir: é preciso conquistar. Conquistar salários dignos, serviços públicos gratuitos e de qualidade, habitação acessível, direitos laborais, igualdade para todas as pessoas, fim da precariedade e da exploração. Enquanto os partidos do regime nos dizem para escolher entre o mal menor e a resignação, nós dizemos: chega de escolher entre versões diferentes da mesma política. É hora de construir uma alternativa própria, de classe, socialista, feminista, antirracista e internacionalista. Uma alternativa que esteja do lado dos povos oprimidos do mundo, como o povo palestiniano ou o povo ucraniano — contra todos os imperialismos e contra todas as opressões. Não queremos apenas participar nas eleições. Queremos construir uma ferramenta coletiva que faça soar no Parlamento a contestação que se constrói nas ruas, sem se tornar refém do sistema ou fazer da atividade parlamentar o seu centro de disputa política. Queremos que as decisões do país sejam tomadas com base nas necessidades de quem trabalha, estuda e vive aqui — não nos interesses dos milionários nem dos fundos de investimento. Se também sentes que nenhum partido te representa, se também acreditas que é possível mudar este país – e o mundo – a sério, então junta-te a nós. Vamos construir, juntos, o partido que faltou em 1974 — para que, desta vez, o 25 de Abril vá até ao fim. Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 19 Maio 2025 (editado) eu juro que quase todos os imigrantes que conheci, inclusive nos meus trabalhos de burgueses do teletrabalho, todos tiveram problemas com sefs e o crl A4 inclusive um maluco que deve andar a receber 100k ao ano, tudo descontado Editado 19 Maio 2025 por Plagio o Original Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 19 Maio 2025 Citação de Lebohang, há 3 minutos: Mal entrei no perfil dela recebi logo guia de marcha. Eu nem desejo entrar num comboio da CP, quanto (ou quando?) mais... 3 9 Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 19 Maio 2025 Citação de Genzo, há 6 minutos: Alguns tiveram. Ofereciam promessas de A e os colocavam a fazer B. Mas isso é eles a serem explorados, que é o que nós dizemos: o pessoal vem para aqui para ser explorado Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 19 Maio 2025 (editado) Citação de Plagio o Original, há 5 minutos: eu juro que quase todos os imigrantes que conheci, inclusive nos meus trabalhos de burgueses do teletrabalho, todos tiveram problemas com sefs e o crl A4 inclusive um maluco que deve andar a receber 100k ao ano, tudo descontado e quando digo sefs, aqui inclui-se uns 500 problemas a arranjar numeros de irs e segurança social, e o visto de residência caducar mesmo estando a trabalhar e a descontar isto para dizer que arranjar nacionalidade por cá não me parece fácil, pela impressão (sensação 😉) que me dá é que é uma corrida de obstáculos dos jogos olímpicos Editado 19 Maio 2025 por Plagio o Original Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 19 Maio 2025 Não assisto a nenhuma imigração descontrolada das cooperativas de trabalhadores. Assisto a uma imigração descontrolada fruto do tecido empresarial português que exige mão de obra imigrante barata e escravizada. O problema do país são os empresários. Não tenho medo de colocar o dedo na ferida e não me irão silenciar. 2 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 19 Maio 2025 Citação de Plagio o Original, há 40 minutos: se no teste estiver a pergunta: qual a forma correta de escrever: "quanto muito" ou "quando muito"? acho que vou chumbar a nacionalidade Comigo é os "à" e os "há" Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 19 Maio 2025 Citação de Plagio o Original, há 43 minutos: se no teste estiver a pergunta: qual a forma correta de escrever: "quanto muito" ou "quando muito"? acho que vou chumbar a nacionalidade https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/quando-muito-e-nao-quanto-muito/87 Citação de Petar Musa, há 3 minutos: Comigo é os "à" e os "há" https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/a-ou-ha/7411 Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 19 Maio 2025 Citação de doom_master, há 26 minutos: Foi assim que entraram os teus funcionários? Sim. A maior parte dos brasileiros (e não só) entra como turista e, caso tenha interesse, dá início ao processo para regularizar a situação. Citação de doom_master, há 26 minutos: Foi assim que entraram os teus funcionários? Sim. A maior parte dos brasileiros (e não só) entra como turista e, caso tenha interesse, dá início ao processo para regularizar a situação. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 19 Maio 2025 Citação de Mica, há 10 horas: Já posso dizer que a IL está a crescer @Descartes? 😄 Podes, claro. Desta vez não te consigo contrariar. Citação de Vaart10, há 10 horas: Penso o mesmo que tu, mas parece que há quem já se sinta amedrontado. Aliás, a verdadeira luta começa agora. A bem da verdade, deveria ter começado quando estes tipos entraram na AR. Nós fazemos demasiadas generalizações sobre o perfil dos votantes do séquito do André, na realidade, são perfis muito díspares. O que mais de incomoda é aquele tipo que se esforçou para crescer na vida, conseguiu, com mais ou menos ajuda, e agora diz que isso foi resultado de pensar como o André. Aliás, costuma dizer que, se ele conseguiu, todos conseguem, basta seguirem os ensinamentos cheganos. A questão é que esse crescimento se deveu aos partidos democráticos, não ao partido do André do refluxo. Concordo com o bold. Porque agora acabou a vergonha. Agora eles vão assumir-se sem pruridos. Estou convencido que vamos deixar de ouvir e ler frases como: "Eu nem sequer votei no Chega mas concordo com algumas coisas que eles defendem..." Eles agora vêm para campo aberto. E vamos perceber muito rapidamente que os grunhos vão ser substituídos por pessoas com inteligência e ambição. Porque o cheiro a poder já tresanda e bem sabemos o que isso quer dizer. Sim, a verdadeira luta começa agora. Citação de antifa, há 10 horas: Pá o Chega faz várias coisas: Por um lado e no fundo faz o que o PCP fazia, só que de forma muitissimo mais eficiente por ser mais básico e sem o preconceito que o PC arrastava. Ou seja, fala com uma mensagem clara que apela aos pobres e remediados. Sem rodriguinhos, sem "economês". É assim que saca votações brutais em meios rurais onde não penetra a mensagem de mais ninguém, vais a um café em qualquer meio rural e tirando as afiliações por "jeitinhos" na freguesia só dá conversa sobre o chega. Depois o Chega faz outra coisa, apela à mesquinhice de café, ao revanchismo e ao ódio, algo que diz muito a classes que se sentiram traídas pelas circunstâncias e abandonadas nos ultimos anos, por isso é que o Chega saca grandes votações na Margem Sul e Gondomares da vida, onde toda uma demografia teve de abandonar a cidade onde queria viver e que acabou por se contentar a ficar em empregos de m*rda, ou então não se moveu socialmente e não chegou onde os sonhos que tinham apontavam, e essa malta, que é uma massa enorme, ainda por cima culturalmente básica, carrega uma frustração que é facilmente manipulável e que hoje em dia já não há stresses de ser apontada seja a quem for, aos desempregados, à "esquerdalha", aos imigrantes, etc. Sim, é isto que explica o crescimento desmesurado. Agora vamos entrar numa nova fase. O assalto ao poder. Citação de Petar Musa, há 10 horas: O Carneiro é um cinzentão que não se importa de estremunhar e tentar o lápis azul se as coisas não lhe agradarem. O PS se quer fazer alguma coisa, tem que sair dos Medinas, dos Carneiros, da Ana Catarina Mendes. Arrisque numa coisa diferente, na Leitão por exemplo. A Leitão? Por favor... Se o PS apostar numa qualquer escolha que faça lembrar o PNS é suicídio político. Não, o PS agora tem duas hipóteses. Ou se organiza em "conclave" e saca do bolso uma figura que, não podendo ser um Soares, um Guterres ou um Sampaio, seja (Deus nos livre) um Sócrates ou um Costa. Ou então promove um "cinzento" como o Medina ou o Carneiro para fazer o papel que, em tempos, tiveram o Marcelo, o Marques Mendes ou o Rui Rio no PSD por forma a ganhar tempo até que surja essa tal figura que consiga capitalizar o inevitável desgaste da AD e eventual esgotamento do Chega. Citação de Aiden, há 10 horas: Bloco Central, com Ventura a liderar a oposição, seria coisa para termos uma maioria do Chega nas próximas eleições. Uma das coisas boas que ter Democracia há 50 anos nos dá, é que podemos olhar para trás e ver o que aconteceu no passado. Já tivemos um Governo de Bloco Central. Também se dizia, nessa altura, que seria terrível porque se abririam alas para o PCP chegar ao poder, dado que eram estes a liderar a oposição. O resultado foi o cisma no PS (líder do Governo) com a criação do PRD e a passadeira estendida para o PSD governar com 2 maiorias absolutas do Cavaco. O que eu quero dizer com isto é que uma lógica de bloco central com acordo parlamentar não favorece necessariamente o Chega. Mas isso depende da vontade do Montenegro (que continua, estou convencido, a sonhar com a maioria absoluta) e do coelho que o PS fará sair da cartola. PS: E ainda tenho 20 páginas para ler. Vocês vieram hoje para aqui carpir que nem umas Madalenas... 1 Compartilhar este post Link para o post
F_Tex Publicado 19 Maio 2025 Citação de Carson Wentz, há 1 hora: Diz-me que o "portas escancaradas" foi de propósito, por favor. É que com a conversa do PCC ai atrás só me vinham à cabeça os vistos Gold, de um tempo em que a direita não parecia ter assim tantos problemas com a imigração. obviamente 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 19 Maio 2025 Citação de Descartes, há 16 minutos: PS: E ainda tenho 20 páginas para ler. Vocês vieram hoje para aqui carpir que nem umas Madalenas... Coitado do Descartes de daqui a umas horas. 1 13 1 Compartilhar este post Link para o post
Grillo Publicado 19 Maio 2025 Citação de IlidioMA, há 5 horas: tenta à chapada Primeiro que tudo, não posso por motivos profissionais 😂. E segundo, não podemos cair no mesmo registo. Isso é o que eles querem que nós façamos. Para dizerem "olha o esquerdalho pacífico a bater nas pessoas". Nem é agredindo verbalmente. Apesar de que às vezes faz falta Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 19 Maio 2025 Depois de adquirirem a sua mão de obra imigrante barata e escravizada já querem fechar as fronteiras. 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 19 Maio 2025 Os que falam de"portas escancaradas" e depois metem o PCC ao barulho esquecem-se que o Chega não tem qualquer problema com a imigração brasileira. Compartilhar este post Link para o post
Hououin Kyouma Publicado 19 Maio 2025 Citação de Tio Hans, há 9 horas: O Chega só vai deixar de crescer quando (1) quem governa meter este país a andar para a frente, (2) quando o Chega chegar ao poder e as pessoas levaram com o choque de realidade e começarem a ver o Chega como um partido do sistema ou (3) quando o Ventura se fartar disto e for substituído por um Pedro Pinto ou um Frazão da vida. Diria que (2) é a mais provável, infelizmente. E irá mesmo funcionar dessa forma quando a sociedade moderna, e em particular a portuguesa, é de tal forma fatalista? Remetendo novamente para a velhota que votou antes de mim, na AD — "não gosto, mas é o que é". O problema é muito mais cru que o putativo desfasamento entre os projetos de vida das pessoas e a realidade. As pessoas gostam de ser ver representadas e validadas. Foi isso que o Ventura trouxe ao país, assim como a extrema-direita tem trazido ao testo do mundo nesta era atual. Chegou um homem com um discurso de tasca, simples e sem jargão, a dizer que acabou a mama e é para limpar a casa. Mas também não é o esquizofrénico da esquina, com mau aspeto e educação, a quem toda a gente desvia o olhar e passa para o outro lado da rua para não se cruzar. É um homem de sucesso, validado aos olhos dos seus apoiantes pelas anteriores presenças mediáticas, que chegou ao meio mais elitista e inalcançável que existe ao comum do cidadão — a política. Mas não só. Talvez mais importante que isso, foi o facto de ele não ter descido ao nível da ralé dos tascos quando entrou no debate político. Em vez disso, teve a capacidade de baixar todo o debate político, com todas as suas convenções de décadas, ao seu nível — o da ralé. É ele quem controla o tom do debate político no país aos dias de hoje. É ele o alvo a abater por parte de todos os restantes partidos. É a ele que os grandes partidos estão a tentar emular na sua postura e no seu discurso, não o contrário. Ele é o verdadeiro people's champion, muito acima de qualquer deputado do PCP. A generalidade dos votantes do Chega ficará minimamente satisfeita por chegarem a casa ao fim de mais um dia odioso de trabalho, ligar a televisão, ouvir as bujardas do André Ventura na assembleia e fantasiar com a Rita Matias. Compartilhar este post Link para o post