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Oficial: Nuno deixa o FC Porto

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O que soube por mais do que uma pessoa (no que nem sei se acredito, mas iria explicar muita coisa), foi que o havia crispação entre o Bruno e o Marco por vários assuntos, incluindo a qualidade de jogo. Perto de Dezembro surgiu a oportunidade de contratar o JJ, apalavraram o acordo , que foi confirmado pós-taça.

 

É rebuscado, mas explicaria o desespero do Bruno.

Acredito que sim. A crispação já viria até da pré-época, com o tal caso Rojo. Mas o Jesus só aparece bem mais tarde. Essa oportunidade só surge porque o LFV não quis manter o Jesus, e alguém informou o Sporting disso. Foi uma questão de um par de dias.

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O Marco Silva não terá no Porto um jogador como o João Mário, como o Nani ou Carrillo. Ou mesmo um tronco eficiente como o Slimani.

 

Terá o Óliver, que até poderá aproximar-se do JM. Tem Brahimi e Corona, sendo que o Brahimi tem ascendente sobre os quatro mas o par leonino era melhor. E o Porto tem o postigazinho, o André Silva. Ou o Suares que pode ser adaptado a bicho de área, a tentar cabecear ou ganhar o ressalto.

 

Claro que tenho receio de que ele finalmente confirme o seu estatuto de messias do futebol, especialmente no Porto. Só que para cada novo Mourinho, há um novo Ancelotti e o Carletto Vitória lá vai ganhando campeonato sendo o paizão das vedetas.

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Sinceramente, seja quem for que substitua o Nuno, acho que o Porto não pode ter o objetivo do título na próxima época. Não se pode meter a carroça à frente dos bois como já tem sido comprovado.

 

 

és o maior :lol:

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Não acredito que seja o Marco Silva, tendo em conta que tem mercado na Premier League.

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Visto de fora, o Porto têm inúmeros problemas, mas todos eles começam naquele que, com mais escutas ou menos escutas, é a figura mais importante da história do Porto, PdC.

 

Infelizmente, como muitos grandes jogadores, não soube sair atempadamente. O futebol evoluiu (entenda-se, o campeonato, os rivais, o nível de investimento dos rivais, as equipas de meio de tabela etc.), e o PdC limitou-se a tentar aplicar a mesma receita, à espera que, algures nestes 4 anos, o resultado fosse diferente. Mas não foi.

 

E é aqui que começa o efeito bola de neve. Sempre que o insucesso bateu à porta, a solução foi double-or-nothing, quase loucamente inspirado nos métodos de Martingale.

 

Infelizmente para ele, mas também par aos Portistas, essa aposta não resultou. E, de uma forma que compreendo, ainda que não ache "justa", o senhor não me parece que queira abdicar e sair pela porta dos fundos. Estamos a falar de um homem que, mal ou bem, levou o Porto a conquistas incríveis, a registos dominadores e conquistas avassaladoras. Entendo, apesar de não concordar, que ele não queira que a última imagem dele seja um Porto sem chama nem garra. E isso leva-nos ao segundo problema, a ausência de identidade tripeira.

 

Acho que, ao longo dos últimos 6-7 anos, o Porto foi perdendo referências, seja nos tripeiros de gema, seja naqueles que aprenderam com o clube o que era uma cultura de vitórias. Paralelamente, não sei se por exclusivas dificuldades de tesouraria ou se por questões outras (interesses), o Porto tentou, numa primeira fase, desinvestir e apostar numa receita que havia dado frutos no passado (vender por muito, comprar por pouco, especialmente em Portugal, e voltar a vender por muito). Mas desta vez não correu assim tão bem. Depois, tentou-se algo que também já tinha funcionado: arriscar em treinadores com potencial, sem créditos firmados, mas que davam óptimas indicações. Correu mal. Uma, duas e três vezes. Parece que a famosa estrutura não conseguia estar à altura e, a cada treinador-experiência, correspondeu um fracasso. Pior. No caso do espanhol implicou um duplo fracasso: desportivo e financeiro.

 

O Porto, outrora rei das contratações, falhou quase todas. E isso pagou-se desportivamente, mas também financeiramente.

 

Chegado a este ponto, o PdC tenta voltar às origens e trazer um jogador que dava garantias que iria sentir o peso do símbolo que trazia ao peito. Era um homem 'da casa' afinal. Mas desde cedo que não encanta, o discurso não passa para os adeptos e também não devia passar para os jogadores. A massa adepta começa a ficar em brasa, afinal estavam a caminhar para o 4.º ano sem títulos, e os jogadores começam a jogar sobre brasas. O futebol é medíocre e a equipa falha em momentos capitais. O divórcio adeptos-treinador é claro e, aqui e ali, começa a surgir o impensável: o divórcio adeptos-presidente.

 

E agora? Agora acho que o PdC vai jogar a sua última mão. O Porto vai fazer all-in esta época, correndo o risco de hipotecar o seu futuro a curto prazo. Olhando para o plantel, julgo que a não renovação do Iker é óbvia. No tugão, numa equipa em dificuldades de tesouraria, aquele salário para aquela posição não se justifica. O Porto vai conseguir manter a qualidade na baliza através de um guarda-redes com menos historial mas bastante mais barato.

 

Na defesa, parece-me inevitável a saída do Felipe. É um jogador, pelos vistos, com mercado e pode representar um bom reforço nas finanças, permitindo que o clube invista nos sectores mais carenciados. Fala-se no regresso do Indi, mas acho mesmo complicado por dois motivos: primeiro tem mercado em Inglaterra (o que pode significar mais uma boa transferência) e segundo porque é um jogador caro. O Marcano vai continuar e, com um treinador como o MS, vejo o Boly a ter oportunidade para fazer parte das primeiras escolhas. O André Pinto teria sido uma boa escolha para 3.º central e estou certo que o Porto tem um bom central na equipa B para fazer de 4.º central. Em alternativa, com a venda do Felipe, o Porto pode investir num bom central titular, ficando o Boly para as sobras.

 

Nas laterais, salvo se aparecer uma super proposta, não vejo o Alex Telles a sair. Estou certo que o backup poderá vir de algum jovem com talento. Não sei qual é a situação do Layun (está em definitivo?). O Ricardo Pereira só deve voltar se for para mandar o Maxi à vida dele. Caso contrário, o RP pode ser vendido pois tem mercado depois da boa época que fez.

 

O Danilo é outro jogador que pode estar de saída. Não sei se tem tanto mercado como alguns dos outros jogadores, pelo menos não se têm falado incessantemente disso, mas para mim é melhor que o WC. Aqui acho que vai pesar a decisão do jogador. O Porto talvez não precise de vendê-lo e poderá querer contar com ele para uma época de tentativa de quebra do ciclo Benfica. Parece-me, contudo, que a saída ou não do Danilo poderá ter influência numa hipotética saída do Ruben Neves. É um jogador que, infelizmente, caiu no esquecimento, mas que esteve muito na moda no verão passado. Certamente ainda terá interessados, não sei é se ao preço justo face aquilo que promete vir a render. Se não o venderem, que comecem a dar minutos ao homem!

 

Não sei o que podem valer, em termos de mercado, o Herrera e o André André. O AA vejo o porto a conseguir despacha-lo para a Turquia. Talvez seja possível encaixar algum dinheiro aqui. O Herrera, não me parece tanto.

 

A super venda está no Brahimi, mas aqui é de grande risco. O Porto sem ele é uma coisa e com ele é outra. Isso via-se muito no futebol do NES. Aliás, todas as vezes que o Brahimi não jogou, fosse qual fosse o motivo, o Porto estava uns muitos furos abaixo de uma situação que, já de si, não era famosa. A sua saída pode implicar o grande encaixe do verão para o Porto, mas implica que o departamento de scouting volte aos tempos do antigamente e acerte no seu substituto.

 

Depois vai ser o clássico de tentar despachar o entulho dos Depoitres e dos emprestados desta vida.

 

Se o Porto for buscar um treinador como o Pedro Martins, ou até mesmo o Marco Silva, imagino que faça algumas incursões no mercado português. Não me espanta que o Porto tente o Krovinovic.

 

Acho é que vai ser uma época do tudo ou nada. A escolha do treinador vai ser fulcral, pois não há mesmo margem para escorregar. As contratações têm de ser todas acertadas, pois acho que, por questões de FP Financeiro a coisa não anda famosa. Honestamente, para mim que estou de fora, vai ser muito interessante ver o que vai acontecer, pois pode definir o futuro a curto prazo do Porto. Na minha cabeça vejo os seguintes cenários:

- Apostam-se as fichas todas que se têm e que não se têm: corre bem, vende-se, equilibram-se as contas e, na época de 18/19, os 3 grandes partem em quase igualdade. Se correr mal, pode significar o prolongar do deserto e a saída do PdC

- Não há um grande investimento, porque o clube não pode: corre bem, Porto equilibra-se, obriga Benfica a vender e entra com favorito na época 18/19. Não corre bem, e é o fim do PdC.

- Sendo campeão ou não, acho que é o fim da linha do PdC no final da próxima época. Se correr bem, sai 'em grande', a imagem que fica é do Porto campeão na última época dele. Se não correr bem, ao fim de 5 anos (com um potencial penta do Benfica ou um campeonato para o Sporting que foge há não sei quantos anos) sem ganhar nada é obviamente o fim da linha.

 

E depois de tudo isto ainda há o Sporting. Acho que o campeonato do próximo ano tem tudo para ser do crl. Se não for pedir muito, que os 3 grandes joguem à bola sff.

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Aqui está diferente. :mrgreen:

 

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LOOOOL

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Se não for pedir muito, que os 3 grandes joguem à bola sff.

Ponto fulcral. Não vi isso em nenhum este ano.

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Citação do jornal "Expresso" online

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Marco Silva, o cobiçado, resiste à marca do ‘destetra’

Treinador do Hull City volta a ser uma carta no baralho da SAD do FC Porto para o lugar de Nuno Espírito Santo. Em 2014, foi a aposta n.º 1 de Antero Henrique, mas o presidente preferiu Lopetegui e teimou em Peseiro quando o espanhol foi despachado. Agora, é Marco quem resiste à equipa que averbou o inédito ‘destetra’ da era Pinto da Costa

A saída de Nuno Espírito Santo pela porta pequena do Dragão era só uma questão de dias. Sem um título ou um troféu para resgatar a honra perdida em quatro anos de seca, o autor do grito “Somos Porto” cavou a sua sepultura, não na derrota com o Moreirense, mas uma semana antes, quando o Benfica festejou o inédito tetra campeonato da sua história - e o igualmente inédito 'destetra' do longo reinado de Pinto da Costa.

O dilema dos administradores da SAD, ontem, era se o despedimento deveria ser anunciado de imediato ou silenciado enquanto Pinto da Costa não tivesse na carteira o nome do sucessor do treinador que, por mais juras de portismo e amor à causa, saiu do seu antigo clube de mãos a abanar.

Ao que o Expresso apurou junto de um ex-dirigente do FC Porto, os administradores Adelino Caldeira e Fernando Gomes defendiam que se devia evitar o circo mediático pós-Lopetegui sobre o técnico que se segue, mas Pinto da Costa, contestado no Dragão na penúltima jornada da Liga e apupado em Moreira de Cónegos, optou por “arranjar logo um bode expiatório para apaziguar a ira dos adeptos e dar um sinal para o exterior que está tudo controlado”.

Ao lado do presidente esteve o “sempre alinhado Reinaldo Teles”, tendo contribuído para que o despedimento fosse anunciado logo após a reunião de segunda-feira à tarde.

A separação foi amigável, ao ponto de Nuno Espírito Santo, ao contrário de Julen Lopetegui (que exigiu o cumprimento do contrato até ao último cêntimo) ter prescindido de salários na ordem dos € 2 milhões, relativos a 2017/2018.

“O Nuno falhou como treinador, como gestor de balneário, mas é uma pessoa de bem e portista ferrenho”, diz fonte próxima da equipa, que adianta ser Marco Silva “o sucessor mais desejado” e uma das apostas fortes de Pinto da Costa, depois de o ter descartado no verão de 2014, quando Antero Henrique perdeu o braço de ferro com o presidente a favor do espanhol.

Agora, após quatro anos de queima de cinco treinadores (Paulo Fonseca, Luís Castro, Lopetegui, Peseiro e NES), o ex-campeão grego, mesmo sem salvar o Hull City da descida da Premier League, voltou a ser sondado, o que não aconteceu após a saída em janeiro de 2016 do atual selecionador espanhol, quando Pinto da Costa optou pela experiência de José Peseiro - novamente à revelia do administrador responsável pelo futebol e que bateu com a porta no verão passado, entre outras coisas porque “também torceu o nariz à escolha de Nuno”, lembra fonte próxima da SAD.

Apesar de a TVI noticiar que já há um princípio de acordo entre Marco Silva e o FC Porto e que falta apenas acertar o ordenado e anos do contrato, fonte próxima do treinador afirmou ao Expresso que Marco Silva “está inclinado e entusiasmado com a Premier League”, sem negar, contudo, o assédio ao ex-campeão grego e antigo treinador de Sporting e Estoril.

Pedro Emanuel e Sérgio Conceição, ex-campeões da casa, são outros nomes de quem se fala. Fonte próxima do ex-treinador do Guimarães avançou ao Expresso que é um dos nomes que se mantém na lista, até porque já foi sondado para treinar os dragões em janeiro do ano passado. Já Pedro Emanuel, treinador que deu nas vistas no Estoril, é hipótese pouco viável por ser uma reprise de NES - ex-jogador da casa, muito amor à camisola mas sem títulos nem experiência europeia.

O pecado mortal do penta encarnado

Sem margem para errar, Pinto da Costa tem pela frente a decisão mais difícil dos seus 35 anos no comando dos azuis e brancos. A viver das glórias passadas, com 59 títulos nacionais e internacionais no seu reinado, o até há poucos anos incontestado presidente é cada vez menos intocável, vaiado por adeptos e até pela claque Colectivo 95, proibida de exibir tarjas no Dragão frente ao Paços de Ferreira.

O sinal de que os tempos estão a mudar para Pinto da Costa são as pichagens nas paredes da sua casa, já um ano na moradia do Porto, agora no condomínio onde reside em Santo Tirso. A revolta saiu à rua contra o tetra do Benfica, um feito até agora só partilhado pelo Sporting e FC Porto, mas já paira no ar a assombração da eventual conquista do penta pelos encarnados.

“Será um pecado imperdoável para os portista, detentores deste feito histórico e único no futebol português”, afirmou ao Expresso José Martins Soares, o único candidato que foi a votos contra Pinto da Costa nos idos de 1988 e 1991.

Após anos remetido ao silêncio, Martins Soares publicou no seu facebook, na despedida do campeonato, uma longa carta aberta a Pinto da Costa, na qual não poupa os administradores da SAD nem o presidente, a quem agradece, contudo, pelos três décadas de dedicação ao clube. “A minha indignação é tanta que não consigo calar a revolta e é por por isso, de coração aberto, que me dirijo a si publicamente para lhe pedir mais um grande favor: não volte a erros do passado recente, para que não seja possível que os nosso rivais alcancem algo que apenas nós temos na história do futebol português: ser pentacampeão”, adverte na missiva.

José Martins Soares defende ainda que é tempo de “limpar a SAD, é tempo de voltar a reunir à sua volta quem o possa ajudar a voltar às vitórias”, escreve antes de repisar de novo: “Presidente e amigo, ninguém lhe vai perdoar um pentacampeonato do Benfica”.

Principalmente depois de Pinto da Costa, ufano com o feito inédito, não ter resistido a desfeitear o Benfica dos negros anos 90, quando acabou “de festejar o pentadescampeonato”, Record, 29 de abril de 1999.

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A minha opinião sobre o Marco Silva:

 

Não gostei particularmente do trabalho do Marco no Sporting (no máximo dos máximos, foi razoável), mas agora, em retrospectiva, acho que só fui tão duro com ele porque tinha as expectativas demasiado altas depois do que ele fez no Estoril...A equipa que ele construiu no Sporting tinha problemas, obviamente, mas estava bem longe de ser uma banda de música, com cada um a correr para seu lado. Havia ali trabalho.

 

É um bom treinador, com potencial e a quem continuo a augurar um óptimo futuro em termos de carreira. E bem, ao pé do Nuno, parece o Guardiola.

Posto isto, é o treinador com melhor imprensa que conheço. É impressionante a facilidade com que a comunicação social consegue pegar em dois trabalhos que roçaram a banalidade (Sporting e Hull) e elevá-los à categoria de feitos inacreditáveis, só ao alcance de um génio do futebol. O "facto" que apresentaram aí atrás - do Hull ser a 4ª equipa com mais pontos desde não sei quando, mas que afinal vai-se a ver e foi a 14ª - é apenas um exemplo das mentiras, factos alternativos, mitos e desculpas esfarrapadas que se construíram à volta dele. O tipo é levado em ombros pela imprensa sem que tenha feito absolutamente nada que o justificasse como não se via há muito tempo. Outro exemplo paradigmático disto é o plantel que supostamente não tinha no Sporting, mas que afinal vai-se a ver e era melhor do que o do Jardim e do mesmo nível do do Jesus na primeira época.

 

A realidade é esta: o Marco Silva, com um plantel com mais e melhores soluções, não conseguiu que a equipa desse o salto qualitativo em relação à época do Jardim. No campeonato, fez praticamente a mesma média pontual e nunca esteve verdadeiramente na luta pelo título. Na Liga dos Campeões, concedo que os factores externos tiveram influência no desfecho, sobretudo no jogo decisivo com o Schalke, mas o empate com o Maribor não foi azar e nem cócegas fizemos ao Chelsea, como devia ser nossa obrigação. Na Liga Europa, o pessoal já está esquecido, mas o Wolfsburgo nem teve que suar para nos eliminar; o jogo da primeira mão foi especialmente embaraçoso. Na Taça da Liga, ficámos-nos pela fase de grupos. Sobra a Taça de Portugal, em que merece todos os elogios e mais alguns pela forma como eliminou o Porto (foi, provavelmente, o ponto alto da época), mas o seu mérito na conquista é relativamente reduzido...Eliminar Espinho, Vizela, Famalicão e Nacional (a duas mãos) são os serviços mínimos e na final, a vitória sofridíssima nos penaltys tem zero de dedo dele. Repito: zero. Foi um chouriço monumental que acontece uma vez em dez. Depois, qualidade de jogo quase sempre abaixo do exigível e gestão do grupo anedótica, com insistência até à exaustão em jogadores que nada acrescentavam e subaproveitamento de jogadores talentosos. A dada altura, ficou perfeitamente claro que não tinha mãos para aquilo. Foi um trabalho, na melhor das hipóteses, mediano e que não justifica nem metade dos elogios que lhe fazem.

 

O Porto não fica mal servido com ele, mas é um case study de hipervalorização, sem dúvida.

Editado por Refutador

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Ao que parece a segunda opção - caso falhe a contratação do Marco Silva - é o Eduardo Berizzo.

 

Se fosse eu a escolher, preferia o Berizzo em vez do Marco Silva.

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insistência até à exaustão em jogadores que nada acrescentavam e subaproveitamento de jogadores talentosos.

 

Quem é que me faz lembrar :mrgreen:

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Qualquer treinador de um grande que tenha de baixar a cueca para empresarios

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Que falhe o Marco Silva então. O Berizzo era a minha primeira opção, segunda e terceira. Não acho o Marco mau treinador, aliás, acho-o bastante competente, mas custam-me perceber porque razão está tão valorizado nos dias de hoje.

 

Posto isto. Estou a contar com o Berizzo no Sevilha, em condições normais. Porque há a hipótese Emery, caso abandone Paris.

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Refutador,

 

Se o Marco Silva, no máximo, fez um trabalho mediano em Alvalade, e apontas-lhe uma data de erros/defeitos, como é que o Porto não fica mal servido com ele?

 

 

Quanto ao facto do Marco ter boa imprensa.. Pá, boa imprensa tem um gajo que em 8 épocas num grande consegue ganhar 3 campeonatos e é tido como um génio O Marco tem tão boa imprensa como um Jardim ou um Fonseca. Treinadores da nova geração, que percebem que é importante manter bom relacionamento com os jornalistas e fazem por isso.

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O emery para nós? Longe, gajo completamente banal.

E ele falou do Emery para nós?

 

E de banal também não tem nada...

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O emery para nós? Longe, gajo completamente banal.

Emery para o Sevilha.

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Ao que parece a segunda opção - caso falhe a contratação do Marco Silva - é o Eduardo Berizzo.

 

Se fosse eu a escolher, preferia o Berizzo em vez do Marco Silva.

 

 

O Berizzo está muito longe de me entusiasmar na organização defensiva, mas gostava de o ter por cá.

 

 

Adoro os comentários de que para o Porto vencer um taça de Portugal já era um boa época e que o Porto não pode pensar em ganhar o título, quando acabou uma época bem equilibrada e só não acabaram campeões por incompetência de quem está no banco...

 

 

Na época do Villas Boas era exactamente a mesma coisa...

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The Independent can reveal that Silva is back in the United Kingdom after talks with FC Porto broke down on Tuesday over salary and budget. The 39-year-old has met with the relegated Tigers to sort out the final details of his departure, and will begin making decisions on his future on Thursday.

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Vá, tambem entre o Emery e o Tuchel, aí até eu já preferia o alemão

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Pode não ter nada a ver mas Luis Castro deixou o Rio Ave. Treinador?! Elemento da equipa técnica?!

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Pode não ter nada a ver mas Luis Castro deixou o Rio Ave. Treinador?! Elemento da equipa técnica?!

Reza a lenda que vai para o Chaves.

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