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Sumudica by Night

Incêndio Pedrogão Grande: 64 vítimas mortais confirmadas

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Impressionante uma situação destas repetir-se e nem imagino o desespero de quem passa por isto, desde bombeiros a populares. É preciso educar a população para isto, passando por quem coordena os destinos do país até às pessoas que vivem isoladas. Eu não percebo um paio de assuntos florestais, mas enoja-me ver pseudo comentadores que vão a telejornais, sem qualquer formação na área, falar disto como se fossem entendidos.

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Tu és meu vizinho? :medinho:

Tu queres ver? :mrgreen: Espera aí que já mando mp.

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Ela não tem que se demitir, tem que ser despedida. Ela e quem está encarregue pela ANPC.

 

O Comandante Nacional da Proteção Civil que estava em funções aquando da tragédia de Pedrógão demitiu-se no mês passado. Por causa da sua licenciatura tirada à Relvas.

 

Agora demite-se quem? O Comandante interino? E a cada tragédia demitimos o ministro e o comandante nacional? É uma forma de gerir a situação. O pior é que corremos o risco de ainda sermos nós os dois a ter que assumir o lugar. Felizmente durará apenas até à primeira tragédia...

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Quase 100 mortos num ano por causa dos incêndios... Já alguma vez tivemos um número tão perto deste?

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o aproveitamento politico desta desgraça é tão baixinho que nem merece comentários.

 

 

do crl :estrelas:

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Isto na Marinha Grande e Leiria foi demais, nunca vi uma coisa assim.

 

O Pinhal de Leiria morreu, ardeu tudo. Vocês se calhar não estão a ver bem, mas isto começou na Burinhosa, Alcobaça e lá para a meia noite já estava no praia do Osso da Baleia, são dezenas de quilómetros em menos de 12 horas.

 

O fogo passou pela Vila da Vieira de Leiria toda, para quem conhece pode calcular. Estiveram umas bombas de gasolina em risco, com pinhal ao lado. Tiveram que chamar um canhão de água da Base Aérea (um monstro, ocupa faixa e meia de estrada) que esteve destacado ao pé das bombas a mandar para lá com o canhão.

 

O meu irmão esteve a ajudar em casa de um amigo aqui na freguesia e disse-me que só visto. Conseguiram aguentar a casa do amigo, os bombeiros só chegaram já estava quase tudo apagado.

 

Melhor é que a empresa do meu irmão foi hoje de manhã arranjar o fornecimento de energia à antena do Siresp aqui da zona. Não funcionava desde meio da tarde de ontem. O que deve ter safado é que foi havendo sempre rede e a internet a funcionar.

 

 

 

 

Que aperto. Costumo passar uma semanita de férias na zona de Vieira e Monte Real e isso está tudo em cinzas :-|

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o aproveitamento politico desta desgraça é tão baixinho que nem merece comentários.

 

 

do crl :estrelas:

 

o que uma merdice do tamanho de uma fogueira não faz em 2 minutos :medinho:

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o aproveitamento politico desta desgraça é tão baixinho que nem merece comentários.

 

 

do crl :estrelas:

Borrava-me todo :medinho:

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o que uma merdice do tamanho de uma fogueira não faz em 2 minutos :medinho:

e criado pelo incendio que nem aparece na camara, as pessoas tb deviam ter mais cuidado com os terrenos ao redor da sua casa, aquele pastinho seco é mesmo a pedir uma fagulha

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Demitir a Ministra pela situação em si seria ridículo, agora que ela transparece um elevado nível de desorientação e incompetência no exercício do cargo, parece-me algo evidente.

 

Mais de 100 mortos numa época de incêndios é algo inenarrável e nunca antes visto num país supostamente desenvolvido. Como por vezes temos o dom de só olharmos para o que está mal quando as tragédias ocorrem, pode ser que todas estas vidas humanas que se perderam, sirvam para que finalmente se pense a sério na gestão e ordenamento da nossa floresta, na formação, prevenção e combate. E sobretudo, que se ataque a sério as máfias que andam à volta do negócio do fogo, 500 ignições num dia só se explica com o facto de haver muita gente que quis aproveitar para facturar e lucrar antes que o calor se fosse, isto não vem tudo do calor ou dos maluquinhos que gostam de atear fogo.

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E o pior de tudo é que tanto no incêndio de Pedrogão como neste(s), não tínhamos todos os meios disponíveis por não ser época de combate de incêndios (a famosa fase Charlie que só se estende de 1 de Julho a 30 de Setembro). Não acredito que as tragédias fossem evitadas, mas talvez não tivessem ganho estas proporções.

Editado por toze2

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E já agora, pois a nova moda é criticar por ter havido uma diminuição dos meios no terreno, convém recordar que estamos em Outubro. É normal que os meios sejam recrutados e estejam no terreno em alerta máximo durante o período em que há picos de incêndios no país, e nos outros meses se reduzam os efectivos para patamares considerados adequados para fazer face a qualquer eventualidade. Não é exequível manter o mesmo número de homens e meios no terreno todo o ano, nem tal faria sentido.

 

O que aconteceu ontem foi uma anormalidade de proporções históricas. Nem em meses de Verão isto seria normal, quanto mais em Outubro. Fomos todos apanhados de surpresa, não dava para prever um tão grande volume de ignições e focos de incêndio por todo o país, e não seriam controláveis mesmo em níveis de prevenção como os de Julho/Agosto.

 

Mais uma coisa: isto não foi uma catástrofe natural. Em condições normais, por mais calor, seca e ausência de chuva que se façam sentir, este volume de incêndios não é natural. Isto foi concertado. Os meios no terreno seriam provavelmente adequados para fazer frente a uma catástrofe natural, mas o que lhes saiu na rifa foi um ataque terrorista. Contra isto não há meios que cheguem.

Editado por Black Hawk

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Verdade Giz, nunca vi nada assim aqui por Tomar. É necessário estar em casa com tudo fechado, o ar é mesmo tóxico. Eu hoje tinha de ir para Leiria mas com estas condições fiquei por cá, um gajo agora está sempre cheio de medo.

 

Em Tomar e nas zonas todas em volta, até pensei que era fogo perto, afinal é o fumo que veio de Leiria. Nem se respira na rua.

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Quais são as penas para quem é apanhado a atear fogo? É que tudo o que não seja a pena máxima é ridículo. Nada justifica meter lume numa mata e arriscar a que outras pessoas sofram com isso. Seja porque se é doente, porque se é alcoólico ou porque se chateou com a mulher ou com a bola. Nada justifica isto.

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O Comandante Nacional da Proteção Civil que estava em funções aquando da tragédia de Pedrógão demitiu-se no mês passado. Por causa da sua licenciatura tirada à Relvas.

 

Agora demite-se quem? O Comandante interino? E a cada tragédia demitimos o ministro e o comandante nacional? É uma forma de gerir a situação. O pior é que corremos o risco de ainda sermos nós os dois a ter que assumir o lugar. Felizmente durará apenas até à primeira tragédia...

 

Quem ouviu os bombeiros no final de Setembro, e leu as recomendações do IPMA sobre as condições climatéricas que teríamos em Outubro, aliada à seca extrema que grande parte do território está a passar e mesmo assim decidiu terminar no dia 30 (como estava previsto) a fase "Charlie" de maior prevenção aos incêndios não pode continuar a ter um lugar de peso nestas decisões.

 

Começava por colocar alguém com capacidades de gerir a ANPC. Não deve ser muito complicado.

Editado por Almeno

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Para este problema não há solução política. Quem tem medo que lance sal à terra.

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Ninguém coloca em causa a dor e o sofrimento humano. Não consigo sequer imaginar o que devem sentir as populações quanto se apercebem que o fogo, provavelmente de origem criminosa, está à porta das suas casas e do seu sustento e ameaça deitar uma vida de trabalho por terra.

 

Não sei o que passará na cabeça de um bombeiro voluntário de uma localidade que, por ordens de alguém em Carnaxide com um curso de Estudos Europeus ou de Direito, tem de parar de combater o incêndio que ameaça família e amigos para ir combater um incêndio vizinho onde, por vicissitudes da mãe-natureza, e falta de caminhos, não conseguirá chegar.

 

Também não sei como é que pessoas, que já estão em final de vida, encaram o amanhã depois de o fogo lhes ter devorado, 60 ou 70 anos de vida em segundos.

 

O que pensam os autarcas que, olhando à sua volta, vêem as chamas a chegar às suas povoações, e não há forma de os meios se multiplicarem e chegarem a todo o lado?

 

Como se sentem as mães, os pais, os irmãos e namoradas daqueles que perderam a vida, seja no combate aos incêndios, ou simplesmente porque ficaram encurralados pelo mesmo enquanto fugiam como podiam, quando sabem que o incendiário é condenado a um par de anos de prisão?

 

Como se sentiram aqueles irmãos que morreram agarrados? E os bombeiros voluntários impotentes perante tamanha destruição? Como se sentirá o Chefe Morais quando os meios, que ele desesperadamente pede, não chegam?

 

Agora juntem isso tudo. Juntem as imagens das populações unidas a tentarem, como podem, combater um fogo indomável e provavelmente de origem criminosa. Juntem essas imagens e os relatos de pessoas que, da melhor forma que sabiam, ficaram sem dormir 24h e 36h, a tentar ajudar a extinguir uma frente de fogo insaciável e incansável.

 

Agora que pensaram em tudo isto, perguntem-se: como é que estas pessoas se sentem perante o desnorte da MAI e as declarações absurdas do Secretário de Estado da Administração Interna?

 

Eu não me consigo, nem posso, substituir a essas pessoas, mas posso dizer-vos como me senti. Primeiro, enquanto cidadão e contribuinte, senti-me envergonhado. Enquanto ser humano senti-me enojado e revoltado. Se a demissão deles resolve alguma coisa? Se traz, de volta, a vida de mais de 100 pessoas? Se eles são os únicos e verdadeiros culpados desta tragédia? Certamente que não. Mas aquelas duas figuras não podem, dentro do possível, passar impunes. São declarações demasiado graves para não assistirmos a uma resposta pronta e firme de quem os lidera. Que se faça tanta coisa que nunca foi feita, por desleixe de todas as forças políticas que nos governaram ou que se sentaram na bancada da oposição.

 

Mas isto é apenas uma gota no oceano de preocupações. Agora que 100 vidas foram ceifadas de forma inglória e injusta, que a morte destas pessoas não tenha sido em vão. Que se ganhe coragem para acabar com certos lobis e determinados terroristas. Que se aprovem molduras penais mais pesadas. Que dotem os OPC de mais e melhores meios para apanhar os criminosos. Que se gaste dinheiro em prevenção. Que sejam desenvolvidos mais programas para garantir a 'formação' necessária às populações para estarem mais aptas a responder perante estas calamidades. Que se limpe as matas. Que se profissionalize mais bombeiros. Que se desenvolva um plano de reflorestamento.

 

Façam o que quiserem. Mas porra, façam algo! Que, pelo menos desta vez, estas vidas não tenham sido em vão.

Editado por w0

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Morrem 3 em Galiza e milhares saem em protesto. Morrem 37 em Portugal e pá, não se podia fazer melhor que isto.

 

É a vida...

 

Outra coisa, passa-se demasiado tempo a falar em fogo posto quando já ouvi várias personalidades a afirmar que a maior causa de fogo é por negligência humana. O vídeo que meteram na página anterior é o perfeito exemplo do estado de muitos terrenos, florestas e estradas no nosso país. A minha irmã que vive em Aveiro apanhou um valente susto e mesmo tendo limpo toda a mata seca à volta da casa, arriscou-se a ter a casa incendiada porque os vizinhos não limpam os seus terrenos.

 

Talvez seja mais fácil, por inconsciência moral, atribuir a culpa aos outros. Ou talvez seja apenas ignorância ou até mesmo estupidez.

 

Mas isso resolve-se com maior austeridade nestes casos. Só assim a coisa vai ao sítio.

Editado por Rōnin

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Quais são as penas para quem é apanhado a atear fogo? É que tudo o que não seja a pena máxima é ridículo. Nada justifica meter lume numa mata e arriscar a que outras pessoas sofram com isso. Seja porque se é doente, porque se é alcoólico ou porque se chateou com a mulher ou com a bola. Nada justifica isto.

 

O problema dos incêndios não se resolveria a aumentar penas a quem ateia fogos. Aliás, a lei nesse aspeto é boa e o problema de fundo para esta questão, a meu ver, não tem nada a ver com as consequências legais nesse aspeto.

 

Outra coisa, passa-se demasiado a falar em fogo posto quando já ouvi várias personalidades a afirmar que a maior causa de fogo é por negligência humana. O vídeo que meterem na página anterior é o perfeito exemplo do estado de muitos terrenos, florestas e estradas no nosso país. A minha irmã que vive em Aveiro apanhou um valente susto e mesmo tendo limpo toda a mata seca à volta da casa, arriscou-se a ter a casa incendiada porque os vizinhos não limpam os seus terrenos.

 

Talvez seja mais fácil, por inconsciência moral, atribuir a culpa aos outros. Ou talvez seja apenas ignorância ou até mesmo estupidez.

 

Mas isso resolve-se com maior austeridade nestes casos. Só assim a coisa vai ao sítio.

 

Relatório. Origem criminosa dos incêndios é “mito” que desresponsabilizou a sociedade. Não percebo puto de floresta, mas a classe jornalista e tudo em seu redor propagou um bocado esta ideia. Ainda hoje ouvi uma jornalista dizer que, "como sabemos, a maioria dos fogos são gerados por mão criminosa". Essa ideia vai-se gerando e fica sempre mais fácil culpar o desconhecido do que olharmos para os problemas e responsabilidades que todos temos.

 

Pelo menos a nível institucional e legal, isto tem de levar uma grande volta. Ajudar as autarquias e câmaras a criarem sistemas que vigiem as propriedades e a sua limpeza, advertindo quem não o faz e dispondo de meios para o fazer, a troco de certa quantia; olhar para exemplos positivos, que os há, a nível local e absorver o que de bom têm para aplicar noutras localidades; pôr em cargos de chefia quem apresenta competência e mérito para tal, não com cunhas e favores; etc. etc.

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irmaolucia‏ @irmaolucia 3 hHá 3 horas

Mais

gosto desta assunção cristas, que tem apontado as falhas do estado. ainda vai a ministra da agricultura e do ordenamento do território.

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Eu não me consigo, nem posso, substituir a essas pessoas, mas posso dizer-vos como me senti. Primeiro, enquanto cidadão e contribuinte, senti-me envergonhado. Enquanto ser humano senti-me enojado e revoltado. Se a demissão deles resolve alguma coisa? Se traz, de volta, a vida de mais de 100 pessoas? Se eles são os únicos e verdadeiros culpados desta tragédia? Certamente que não. Mas aquelas duas figuras não podem, dentro do possível, passar impunes. São declarações demasiado graves para não assistirmos a uma resposta pronta e firme de quem os lidera. Que se faça tanta coisa que nunca foi feita, por desleixe de todas as forças políticas que nos governaram ou que se sentaram na bancada da oposição.

 

Subscrevo. Aliás, como é que um trabalhador da MAI e ANPC, e também quem trabalha com eles, consegue levar a sério neste momento quem está à sua frente?

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Relatório. Origem criminosa dos incêndios é “mito” que desresponsabilizou a sociedade. Não percebo puto de floresta, mas a classe jornalista e tudo em seu redor propagou um bocado esta ideia. Ainda hoje ouvi uma jornalista dizer que, "como sabemos, a maioria dos fogos são gerados por mão criminosa". Essa ideia vai-se gerando e fica sempre mais fácil culpar o desconhecido do que olharmos para os problemas e responsabilidades que todos temos.

 

Pelo menos a nível institucional e legal, isto tem de levar uma grande volta. Ajudar as autarquias e câmaras a criarem sistemas que vigiem as propriedades e a sua limpeza, advertindo quem não o faz e dispondo de meios para o fazer, a troco de certa quantia; olhar para exemplos positivos, que os há, a nível local e absorver o que de bom têm para aplicar noutras localidades; pôr em cargos de chefia quem apresenta competência e mérito para tal, não com cunhas e favores; etc. etc.

 

Há que lembrar que estamos a falar também de idosos com pouca mobilidade e capacidade para limparem os seus terrenos. O Estado tem que forçosamente intervir nestes casos porque senão estas pessoas estão entregues a si próprias o que na realidade significa que estão entregues à morte.

 

Vai-se fazer uma manifestação contra os fogos. Agora é que as coisas se vão resolver. Os fogos nunca mais vão ter coragem de arder aqui.

 

Bem, de certa forma tens razão. Até porque o relatório também de nada serviu.

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