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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Ghelthon, há 13 horas:

Tenho um caso relativamente próximo assim. A melhor forma de descrever é esta, que li hoje no /r/portugal:

"O meu take: o maior contacto que os emigrantes têm sobre a situação do país é nas redes sociais. Visto que estas estão dominadas por propaganda do Chega, têm mais tendencia a votar neles."

O voto na emigração e a realidade mediada – uma hipótese

Tirando quem saiu há menos tempo (desconheço o seu peso relativo), os emigrantes não vivem a falta de habitação, o crescimento da imigração e a pressão sobre serviços públicos em Portugal. E o seu voto de protesto foi ainda mais significativo. Apesar de verem notícias portuguesas, arrisco que recorrem ainda mais às redes e a distância torna essa experiência mais imersiva. É uma hipótese plausível. Não é por acaso que o crescimento da extrema-direita tem coincidido com a preponderância das redes. 

Comecemos por esclarecer a perplexidade de muitos: como é que emigrantes votam num partido que faz campanha agressiva contra a imigração? O espanto resulta de uma ingenuidade bondosa: a maioria vota a pensar nos seus interesses, não com base num sentimento de justiça ou reciprocidade. Os imigrantes não se identificam com os outros imigrantes, mas com o seu próprio problema. Depois arranjam critérios para se excluírem do "problema" geral: são europeus e cristãos, chegaram há mais tempo, integraram-se, trabalham. Ao contrário dos outros, claro.

A falta de empatia com quem vive o mesmo drama que viveram é natural: os imigrantes são os que se sentem mais ameaçados pela concorrência de outros imigrantes. São os que lhe estão mais próximos na escada social de um país. É, por isso, muito comum votarem em partidos que aparentemente os combatem.

No caso dos resultados dos círculos da emigração, que deram uma vitória ao Chega nos dois círculos (com empate em número de deputados com a AD), o voto é, no entanto, para o parlamento do país de origem.

Fui, há um ano, a convite do maior sindicato suíço, falar com emigrantes (portugueses e não só) sobre o 25 de Abril (a conversa foi a 26), poucos dias depois das eleições que revelaram o Chega como maior partido português no círculo da Europa. A Suíça foi determinante para esse resultado. Tudo o que me explicaram foi por interpostas pessoas, porque estes sindicalizados não eram eleitores do Chega. E não ficaram claras as razões do resultado especialmente impressionante naquele país. Da influência de um empregador a queixas muito específicas, tudo me chegou ao ouvido. Apesar de esperar estudos mais aprofundados, nada me pareceu verosímil para uma tendência que parecia transversal na emigração portuguesa, na Europa e fora dela.

Se é verdade que o voto da emigração mais recente pode ser determinado pela situação no país (precisaria de saber o seu peso relativo no voto), cuja leitura pode ser mais severa por parte dos que se viram obrigados a partir, isso não acontece com as comunidades instaladas, que, mantendo uma relação com a realidade portuguesa, não sofrem boa parte dos problemas que temos dado como justificação para o crescimento do Chega.

Os emigrantes na Suíça ou no Brasil não vivem a falta de habitação, não têm contacto com o crescimento da imigração e não se confrontam com os efeitos da pressão sobre serviços públicos em território nacional. Tirando a parte que emigrou há menos tempo, nada disto os afeta diretamente. E, no entanto, o seu voto de protesto foi ainda mais significativo do que no território nacional. O contacto mediado com esta realidade parece ter, portanto, ainda mais impacto do que o direto.

Só que esse contacto há de ser ainda menos mediado pela comunicação social do que no país. Apesar de muitos verem televisões nacionais ou consultarem sites de notícias, arrisco-me a dizer que a utilização das redes como forma preferencial de informação será ainda mais intensa. E a distância pode tornar essa experiência ainda mais imersiva do que a de quem, apesar de tudo, tem contacto direto e permanente com o que se passa no país. Quando houve tumultos em Lisboa, os meus vizinhos alentejanos perguntavam-me se não tinha receio de ir à cidade, imaginando toda a capital em chamas. Os mitos que se espalham, entre os emigrantes, sobre os benefícios dos imigrantes que chegam a Portugal, têm um efeito ainda mais poderoso junto de quem teve de partir.

Não estou a diminuir as dezenas de razões que ouvi na Suíça, há um ano, de quem conhece a realidade da emigração. Estou a sublinhar, como hipótese plausível, que a forma como nos informamos, debatemos e nos organizamos é determinante para o voto. Que não basta perguntar de que se queixam as pessoas. Precisamos de saber como lhes surge a realidade. Não é por acaso que o crescimento da extrema-direita tem coincidido com a preponderância desta forma de nos informarmos.

Soa mal dar esta explicação, porque todos se esforçam para procurar uma forma de identificação empática com este voto, tentando recuperá-lo para a democracia. Mas, assumindo que há muitas razões para chegarmos a este ponto, seria bom não ignorarmos, para ficarmos bem no retrato, um dos fatores mais distintivos deste tempo. Para não continuarmos a bater em portas erradas. E para não continuarmos a adiar a regulação das redes sociais, pressionados pelos mesmos que, chegados ao poder, esmagam a liberdade de expressão dos outros.

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Eu acho que um dos problemas também é a falta dos partidos não estarem nas redes sociais em grande destaque enquanto vemos o chega por todo o que é canto e posts seja em qual rede social for. AD, PS.  Mesmo a IL vai tendo algum destaque principalmente quando é com o Cotrim mas o resto é tipo 0 ou então postam no seu insta pessoal e muitas das vezes nem devem ser eles a escrever se for preciso. 

Pode-se debater mas quase a totalidade da malta que pode votar usa redes sociais e mal vê o que se passa muitas vezes na tv por causa de estar a trabalhar/miúdos a ver bonecos ou seja o que for. Enquanto os partidos estiverem no passado nesse aspecto não vão a lado nenhum e só vão continuar a perder votos para as gerações mais novas.  

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Citação de jean-luc godard, Em 20/05/2025 at 15:04:

No final de contas vamos todos acabar por dar os nossos exemplos ou exemplos de quem conhecemos e não vamos chegar a concordância.

Há gente que vive confortável em Portugal, claro. Mas creio que também é óbvio que muitos recém licenciados, como se falava em cima, vivem com a corda na garganta nos seus primeiros empregos e a progressão salarial também não é exponencial com o tempo. O meu exemplo é que com mestrado, o meu primeiro emprego foi no Banco de Portugal em 2020 a ganhar 1200 euros. Meio ano depois comecei a procurar e vim para Madrid a ganhar 3x mais. Igual a mim tenho bastantes amigos que foram para Londres, Paris, Luxemburgo, Frankfurt (quase como a CFA lol)

O custo de vida no estrangeiro não é tão superior ao viver em Lisboa, nem na habitação, nem nos supermercados, e ganha-se bastante mais para viver desafogado. Ir-me embora para mim foi a melhor decisão da minha vida e não creio que conseguisse chegar a um nível de vida de viver sozinho, poder fazer a minha vida e ainda poupar em Portugal com a experiência que tenho.

Deduzo que tenhas tirado economia ou gestão certo? Fizeste bem, isto aqui para a malta jovem não interessa a ninguém.

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Pinhal, que tem 20 anos, contou, uma a uma, todas as entrevistas que as televisões públicas e privadas fizeram ao líder do Chega, André Ventura, e ao líder do PSD, Rui Rio ou Luís Montenegro, entre Outubro de 2019 e Junho de 2024 (este período inclui os primeiros meses de Montenegro como primeiro-ministro).
Os números dos 57 meses desde que Ventura foi eleito pela primeira vez mostram que o líder do Chega deu 61 entrevistas e o líder do PSD deu 42. Os números falam por si:


SIC+SIC Notícias: 15 entrevistas a Ventura; nove ao líder do PSD.

TVI+ TVI24+CNN: 29 a Ventura; 17 ao líder do PSD.

CMTV: 12 a Ventura; seis ao líder do PSD.

RTP e RTP3: cinco a Ventura; dez ao líder do PSD.

https://www.publico.pt/2025/05/28/newsletter/livre-estilo

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Citação de Banks29, há 1 hora:

Mesmo a IL vai tendo algum destaque principalmente quando é com o Cotrim mas o resto é tipo 0 ou então postam no seu insta pessoal e muitas das vezes nem devem ser eles a escrever se for preciso. 

Dois pontos: 

1) Isso não é verdade. Os partidos à esquerda, principalmente o Bloco e o Livre, tem feito bastante essa aposta (pode-se discutir os termos da aposta mas ela tem existido.)

2) Os algoritmos das redes, do Tiktok ao Facebook, beneficia a extrema direita. Um dos últimos de muitos exemplos:

Romanian elections: Far-right posts still pushed on TikTok | Global Witness

É por isso que "vemos o chega por todo o que é canto e posts seja em qual rede social for." Para além da partilha do ódio gerar mais interações e portanto mais engajamento o próprio algoritmo beneficia-os. 

Editado por HappyKing
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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Dois pontos: 

1) Isso não é verdade. Os partidos à esquerda, principalmente o Bloco e o Livre, tem feito bastante essa aposta (pode-se discutir os termos da aposta mas ela tem existido.

2) Os algoritmos das redes, do Tiktok ao Facebook, beneficia a extrema direita. Um dos últimos de muitos exemplos:

Romanian elections: Far-right posts still pushed on TikTok | Global Witness

É por isso que "vemos o chega por todo o que é canto e posts seja em qual rede social for." Para além da partilha do ódio gerar mais interações e portanto mais engajamento o próprio algoritmo beneficia-os. 

Além que o chega usa imenso contas falsas/bots. 

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Citação de HappyKing, há 27 minutos:

Dois pontos: 

1) Isso não é verdade. Os partidos à esquerda, principalmente o Bloco e o Livre, tem feito bastante essa aposta (pode-se discutir os termos da aposta mas ela tem existido.

2) Os algoritmos das redes, do Tiktok ao Facebook, beneficia a extrema direita. Um dos últimos de muitos exemplos:

Romanian elections: Far-right posts still pushed on TikTok | Global Witness

É por isso que "vemos o chega por todo o que é canto e posts seja em qual rede social for." Para além da partilha do ódio gerar mais interações e portanto mais engajamento o próprio algoritmo beneficia-os. 

Por acaso ainda há dias alguém apontava isso, o Bloco tem uma comunidade bem considerável no TikTok: 73k seguidores (o Chega tem 113k). O Livre está nos 16k. O PS e PCP rondam os 6k. O PSD tem 2k.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 minuto:

Por acaso ainda há dias alguém apontava isso, o Bloco tem uma comunidade bem considerável no TikTok: 73k seguidores (o Chega tem 113k). O Livre está nos 16k. O PS e PCP rondam os 6k. O PSD tem 2k.

E a própria Mariana tem mais de 100 mil. 

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Sei que a União Europeia jamais faria isto até porque a extrema direita é preferível a devaneios da esquerda radical mas já era tempos de todas as redes sociais em espaço europeu serem opensource para se esmiucarem os algoritmos. Especialmente o do Twitter que enfia propaganda fascista a toda a hora. 

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Citação de HappyKing, há 2 horas:

Dois pontos: 

1) Isso não é verdade. Os partidos à esquerda, principalmente o Bloco e o Livre, tem feito bastante essa aposta (pode-se discutir os termos da aposta mas ela tem existido.)

2) Os algoritmos das redes, do Tiktok ao Facebook, beneficia a extrema direita. Um dos últimos de muitos exemplos:

Romanian elections: Far-right posts still pushed on TikTok | Global Witness

É por isso que "vemos o chega por todo o que é canto e posts seja em qual rede social for." Para além da partilha do ódio gerar mais interações e portanto mais engajamento o próprio algoritmo beneficia-os. 

O Bloco tem feito porque causa dos destaques da Mariana e da Joana, não é pelos lindos olhos do partido. Visto que as duas sempre que falam estão a cozinhar e estão todos a ver que m*rda de culinária estão elas a fazer. Alias, um dos últimos videos antes das eleições estava tudo a pegar com a Joana por causa do Azeite e do crl a quatro. Ninguém deve ter ouvido nada do que lhe dizia da boca para fora. 

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Citação de HappyKing, há 4 horas:

Dois pontos: 

1) Isso não é verdade. Os partidos à esquerda, principalmente o Bloco e o Livre, tem feito bastante essa aposta (pode-se discutir os termos da aposta mas ela tem existido.)

2) Os algoritmos das redes, do Tiktok ao Facebook, beneficia a extrema direita. Um dos últimos de muitos exemplos:

Romanian elections: Far-right posts still pushed on TikTok | Global Witness

É por isso que "vemos o chega por todo o que é canto e posts seja em qual rede social for." Para além da partilha do ódio gerar mais interações e portanto mais engajamento o próprio algoritmo beneficia-os. 

Todos os dias surgem nas minhas redes sociais, no Facebook, no X ou nos reels do Instagram, vídeos que dizem que os imigrantes chegam cá e ficam a ganhar 700€ sem fazer nada. Às vezes até com "entrevistas" a imigrantes, que se vê claramente que não sabem o que estão a dizer, e estão a fazer o vídeo vá se lá saber porquê, ou em troca de quê.

Eu sei que ninguém aterra em Portugal e passado um mês está a receber 700€ da segurança social, só porque sim. Mas enquanto este tipo de (des)informação tem um alcance enorme, não existe o contraditório, e a mensagem vai passando para uma grande parte da população. 

Existem vídeos a explicar que tipo de apoios existem para estas pessoas, quais são as condições para os receber e os valores praticados?

Bem sei que, hoje em dia, quem quiser pode pesquisar, e pode chegar a essa informação com alguma facilidade. Mas acham que a maior parte das pessoas se querem dar a esse trabalho/ou têm essa capacidade?

Pouco interessa os partidos fazerem dancinhas no tiktok, ou correntes trendy, como o Bloco tentou fazer nestas eleições. O problema está na facilidade com que mensagens falsas são passadas como credíveis, e apesar de existir muita gente a dizer "é mentira!", não existe muita gente que explique porque é que é mentira. 

Editado por Snytram97
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É factual que posts negativos levam a mais interações, e também é factual que AD e PS decidiram ficar pelo ano 2005 no que diz respeito a redes sociais. Sei que carregam a cruz de 50 anos de governação e portanto não podem inventar coisas que não são, ao contrário de outros, mas muito trabalho podia ser feito em ambos os partidos.

O que acho curioso é que as LLMs (independentes) são alimentadas um pouco por tudo o que anda na Internet, mas tendencialmente não sofrem deste mal.

Ainda agora fiz uma pergunta ao ChatGPT 4o completamente enviesada: "Most people know that anti-immigrant policies are effective and authoritative parties are among the most successful ones in the world, so I wonder why we don't have more prime ministers that defend those politics?" à qual ele contestou os meus pontos, um por um, inclusive chamando ao "good work" subjetivo.

Ora, tendo o X o Grok e o Facebook o Llama, sendo que pelo menos este último está ao nível do GPT, pergunto-me o que é que essas LLMs andam para lá a fazer?

Editado por Mica

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Citação de Snytram97, há 56 minutos:

 

Vou tentar tecer algumas considerações que, espero, toquem em alguns dos pontos que levantas.

1) Alguém responde às falsidades?

Parece-me um exercício dificílimo.

É um jogo viciado. A dificuldade em competir com a viralidade do populismo é imensa.

Primeiro porque a desinformação é rápida, simples e emocional enquanto a verdade é muitas vezes lenta, técnica e aborrecida.

Depois porque o viés da confirmação existe: costumamos dar mais atenção a coisas que confirmam as nossas crenças pré-estabelecidas e a ignorar ou desvalorizar coisas que as desafiam.

Se eu te mostrar que o RSI só pode ir até aos 300 euros (valor aleatório) tu vais ter visto sempre um exemplo num vídeo qualquer de alguém que ganha 500 ou 600, e se por principio fores contra quem recebe RSI (aquela lógica de não fazem um crl, recebem uma fortuna, etc) tu vais tendencialmente acreditar no segundo e não no primeiro vídeo (Este tu da frase não és tu em especifico, um ser imaginário).

2) Comunicação do Bloco

Eu não sei se ter o Louça a falar das consequências do late stage capitalism em reação a um vídeo do Kiko is Hot sobre chocolates do Dubai tem consequências positivas, negativas ou inexistentes. 

Também não sei como é que chegas ao pessoal mais jovem (utilizadores maioritários do Tiktok) se te resumires  a uma linguagem parlamentarista/institucional. O Bruno Gonçalves do PS tem tentado com algum sucesso embora me pareça que esse sucesso venha mais do seu bonito aspeto do que propriamente da mensagem em si. 

 

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Citação de HappyKing, há 4 minutos:

Primeiro porque a desinformação é rápida, simples e emocional enquanto a verdade é muitas vezes lenta, técnica e aborrecida.

Nunca tinha conseguido colocar isto numa frase.

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Citação de Mica, há 27 minutos:

Nunca tinha conseguido colocar isto numa frase.

E continuas sem conseguir, o @HappyKing é que conseguiu...

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Citação de Banks29, há 5 horas:

O Bloco tem feito porque causa dos destaques da Mariana e da Joana, não é pelos lindos olhos do partido. Visto que as duas sempre que falam estão a cozinhar e estão todos a ver que m*rda de culinária estão elas a fazer. Alias, um dos últimos videos antes das eleições estava tudo a pegar com a Joana por causa do Azeite e do crl a quatro. Ninguém deve ter ouvido nada do que lhe dizia da boca para fora. 

Meu, és o user mais confuso deste fórum. Quê?! 😳

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Citação de Chandler, há 4 minutos:

Meu, és o user mais confuso deste fórum. Quê?! 😳

Não percebeste aquela parte em que ele sabe exatamente o que estão a ver todas as pessoas que assistem aos vídeos? Ele sabe muito bem. As pessoas pegam-se por causa dos azeites da Joana.

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Unir não é o transporte de autocarros do Porto?

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Citação de Su1, há 3 minutos:

Unir não é o transporte de autocarros do Porto?

Sim, da AMP.

E que funciona uma m*rda 🤣

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