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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Mayday, Agora:

Coitado, meu deus. E não lhes vai pagar nada. Fogo. 

Logo vi que não tinhas mais nada.

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Citação de Elvis, há 13 minutos:

É o que preferires, diz-me o que preferes e eu corrijo.

Não é uma questão de preferência. Até porque a minha questão era, de certa forma, retórica.

Ambos sabemos qual a diferença entre os dois conceitos. E tu utilizaste-los devidamente. Os trabalhadores têm direitos; os colaboradores não.

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Citação de Elvis, há 2 minutos:

Claro que é. Não é lógico? O governo desdenha a Europa e o modelo social europeu e quer é aproximar-se dos EUA. É evidente

Desculpa, não ficou claro que estava a falar para pessoas com mais de 2 neurónios 

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Citação de JoaoFer, há 55 minutos:

Além de que estes 3 dias justificados são certamente a substituição da reposição dos 25 dias de férias retirados por altura da troika à administração pública. Agora já "ninguém" pode dizer que não tem 22+3 dias para retirar por ano.

 

Citação de Elvis, há 27 minutos:

Que patrões é que esta medida está a ajudar?

A não reposição de direitos retirados durante a troika. Pelo menos, no sector público. 

2 das 3 medidas sobre as alterações do código de trabalho são do agrado dos patrões. 

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Citação de Elvis, há 2 minutos:

Logo vi que não tinhas mais nada.

De certeza que se isso prejudica tanto os patrões e causa problemas ao normal funcionamento das empresas, então, o patronato vai dizer ao governo na concertação social que está contra a medida. Ou achas que não?

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Citação de JoaoFer, Agora:

 

A não reposição de direitos retirados durante a troika. Pelo menos, no sector público. 

2 das 3 medidas sobre as alterações do código de trabalho são do agrado dos patrões. 

Agora é que me deixaste muito confuso. Portanto esta medida beneficia o patrão Estado, é isso?

Onde é que esteve essa revolta toda com a ausência de reposição dos 25 dias quando tivemos quase 10 anos de governo PS?

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Citação de xicantonio, há 9 minutos:

É assim tão difícil de perceber que isto é o início da caminhada para as férias deixarem de ser pagas tipo EUA? 

Opah a questão de unpaid holidays é normal noutros países, falo por experiência própria. Deu jeito para aumentar o plafond a usar livremente depois de ter uma cachopo 

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Citação de Mayday, há 1 minuto:

De certeza que se isso prejudica tanto os patrões e causa problemas ao normal funcionamento das empresas, então, o patronato vai dizer ao governo na concertação social que está contra a medida. Ou achas que não?

Acho que se a discussão foi simplesmente dar +5 dias de férias ou wtv e este foi o meio termo que se alcançou, não me parece que vão estar contra a medida, independentemente de no limite saírem prejudicados.

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Citação de Sandes., há 1 minuto:

Opah a questão de unpaid holidays é normal noutros países, falo por experiência própria. Deu jeito para aumentar o plafond a usar livremente depois de ter uma cachopo 

Aqui preferimos lutar pelo alargamento das licenças parentais para os colaboradores homens. 

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A forma como a Ministra da Saúde sacode as responsabilidades após o relatório do IGAS.

Edit: aprendeu com o Montenegro, dá uma declaração curta e sai de cena sem responder a perguntas dos jornalistas.

Editado por Genzo
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Citação de Descartes, há 8 minutos:

Não é uma questão de preferência. Até porque a minha questão era, de certa forma, retórica.

Ambos sabemos qual a diferença entre os dois conceitos. E tu utilizaste-los devidamente. Os trabalhadores têm direitos; os colaboradores não.

Se calhar não sei. Para mim são a mesma coisa. Essas discussões de semântica nunca me interessaram muito.

Citação de xicantonio, há 9 minutos:

Desculpa, não ficou claro que estava a falar para pessoas com mais de 2 neurónios 

O que na verdade ficou claro é que não sabes nada do que dizes e gostas de ladrar umas m*rda que lês no twitter e te soam bem.

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Citação de Elvis, há 1 minuto:

Acho que se a discussão foi simplesmente dar +5 dias de férias ou wtv e este foi o meio termo que se alcançou, não me parece que vão estar contra a medida, independentemente de no limite saírem prejudicados.

Meio termo? Meio termo é negociar +5 dias e acabarem a concordar com +2 ou +3 em vez dos +5.

Não é permitirem ao trabalhador FALTAR sem maior prejuizo a não ser o desconto do dia de trabalho e chamarem-lhe férias.

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Citação de Elvis, há 4 minutos:

Se calhar não sei. Para mim são a mesma coisa. Essas discussões de semântica nunca me interessaram muito.

O que na verdade ficou claro é que não sabes nada do que dizes e gostas de ladrar umas m*rda que lês no twitter e te soam bem.

Semântica... 😁

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Mãe e filho da p*ta também é uma questão de semantica, por exemplo. 

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Citação de Elvis, há 10 minutos:

Agora é que me deixaste muito confuso. Portanto esta medida beneficia o patrão Estado, é isso?

Onde é que esteve essa revolta toda com a ausência de reposição dos 25 dias quando tivemos quase 10 anos de governo PS?

Beneficia o Estado, e os patrões.

Obviamente que o PS também nunca recuperou muitos dos direitos retirados, mas quem governa agora podia optar por repor, mas também não o faz, nem vai fazer.

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Citação de JoaoFer, Agora:

Beneficia o Estado, e os patrões.

Obviamente que o PS também nunca recuperou muitos dos direitos retirados, mas quem governa agora podia optar por repor, mas também não o faz, nem vai fazer.

Como é que beneficia os patrões? Ainda não percebi.

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Citação de Elvis, há 1 minuto:

Como é que beneficia os patrões? Ainda não percebi.

Se a administração pública tiver o direito de gozar 25 dias de férias, e o sector privado não, existe uma clara diferença entre os dois sectores, e assim ninguém resmunga.

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Citação de Descartes, há 5 minutos:

Semântica... 😁

Claro que é semântica lol. Interessa ao menino jesus se é o colaborador ou o trabalhador quando estamos a falar da mesma coisa e toda a gente sabe que estamos a falar da mesma coisa? Eu não estou a produzir nenhum texto legal em que tenho de aplicar os termos certinhos e corretinhos.

Citação de JoaoFer, há 1 minuto:

Se a administração pública tiver o direito de gozar 25 dias de férias, e o sector privado não, existe uma clara diferença entre os dois sectores, e assim ninguém resmunga.

Oh JoãoFer, vou pôr isto noutros termos. Se esta medida nunca tivesse existido, o patrão estava melhor ou pior?

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Citação de Elvis, Agora:

Claro que é semântica lol. Interessa ao menino jesus se é o colaborador ou o trabalhador quando estamos a falar da mesma coisa e toda a gente sabe que estamos a falar da mesma coisa? Eu não estou a produzir nenhum texto legal em que tenho de aplicar os termos certinhos e corretinhos.

Oh JoãoFer, vou pôr isto noutros termos. Se esta medida nunca tivesse existido, o patrão estava melhor ou pior?

Isso do termo colaborador em vez de trabalhador não é semântica, é propaganda. É mascarar a relação de trabalhador-patrao como se fosse de igualdade. É das coisas mais nojentas que vejo na linguagem portuguesa da última decada

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Citação de Elvis, há 5 minutos:

Oh JoãoFer, vou pôr isto noutros termos. Se esta medida nunca tivesse existido, o patrão estava melhor ou pior?

Mas existe e por isso é que a estamos a discutir, e na minha opinião, é uma medida que beneficia mais o patrão que o trabalhador. 

O ideal seria a reposição dos 25 dias na administração pública, e o acréscimo de3 dias para 25 dias minimos de férias no código de trabalho. 

Editado por JoaoFer
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Um mês depois da Cimeira da NATO realizada em Haia, onde os 32 países aliados prometeram aumentar as suas despesas militares para 5% do Produto Interno Bruto (PIB), Henrique Gouveia e Melo – que vê essa meta como um “exagero” – revelou a sua visão geoestratégica num almoço-debate sobre “o futuro da NATO e da Defesa de Portugal face às alterações na Relação Transatlântica”, no âmbito das Estoril Talks, uma iniciativa promovida pelo grupo BF, dono do hotel onde a iniciativa se realizou. Para o candidato presidencial e almirante na reserva, a NATO devia evoluir para “uma aliança global”, incluindo países do Indo-Pacífico como a Austrália, o Japão, a Coreia do Sul ou a Nova Zelândia, para amarrar os Estados Unidos à organização e conterem e dissuadirem “o adversário continental, que seria o conjunto Rússia-China”.
 
Durante um almoço onde estiveram apoiantes como o social-democrata Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais, Gouveia e Melo apresentou os cenários possíveis para a evolução da NATO: a continuação de uma NATO atlântica, “um modelo anterior, que agora parece cada vez mais reduzido”; com o recuo dos Estados Unidos, outro cenário seria a evolução da organização para uma NATO de pendor mais continental e europeu, com a perda do laço transatlântico, focada no flanco Leste que seria a hipótese mais negativa para Portugal: “Não nos interessa uma NATO que seja uma potência continental. Somos periféricos, e perderemos o nosso valor estratégico. Seria péssimo.” Num terceiro cenário, “os problemas mundiais e este novo caos obrigam-nos a ter uma NATO global para dar uma resposta aos novos desafios”, defendeu.

Nesse contexto, para o antigo chefe do Estado-Maior da Armada, é do interesse de Portugal “alimentar uma de duas ideias”. Ou manter o atual modelo de defesa coletiva do Atlântico Norte, que está a perder força pelo posicionamento das administrações norte-americanas cada vez mais focadas no Pacífico, um caminho que já tinha sido iniciado por Barack Obama, mas que se intensificou com Donald Trump. Ou então promover-se um caminho para uma NATO global, incluindo as potências do Indo-Pacífico que, de resto, tiveram representantes na cimeira de Haia e que participaram nalguns painéis de debate organizados pela Aliança. Seria uma forma de manter os Estados Unidos interessados na aliança.

Essa “NATO global”, na opinião do candidato a Belém, iria para além do que está definido no presente tratado, para se tornar uma “projeção do poder ocidental contra um eventual ator estratégico que está em ascensão”, e que primeiro Gouveia e Melo não quis nomear, mas que é a China. E com quem a diplomacia portuguesa tem relações históricas privilegiadas.
 

 

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Citação de Elvis, há 23 minutos:

Onde é que esteve essa revolta toda com a ausência de reposição dos 25 dias quando tivemos quase 10 anos de governo PS?

Nas urnas.

 

Citação de Elvis, há 4 minutos:

Claro que é semântica lol. Interessa ao menino jesus se é o colaborador ou o trabalhador quando estamos a falar da mesma coisa e toda a gente sabe que estamos a falar da mesma coisa? Eu não estou a produzir nenhum texto legal em que tenho de aplicar os termos certinhos e corretinhos.

É claro que não é semântica. E tu sabes que não é semântica. E embora não estejas a produzir nenhum texto legal estás a aplicar os termos muito certinhos e corretinhos nos lugares devidos. Respeitando a cartilha.

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Citação de Descartes, há 1 minuto:

Nas urnas.

 

É claro que não é semântica. E tu sabes que não é semântica. E embora não estejas a produzir nenhum texto legal estás a aplicar os termos muito certinhos e corretinhos nos lugares devidos. Respeitando a cartilha.

Qual é a cartilha? Estar-me a borrifar para se sou tratado por colaborador ou por trabalhador como toda a gente está? Não ser nem amigo nem inimigo do meu patrão? Não há como tu para catalogar pessoas.

Citação de JoaoFer, há 4 minutos:

Mas existe e por isso é que a estamos a discutir, e na minha opinião, é uma medida que beneficia mais o patrão que o trabalhador. 

O ideal seria a reposição dos 25 dias na administração pública, e o acréscimo de3 dias para 25 dias minimos de férias no código de trabalho. 

Como é que beneficia mais o patrão se a alternativa era 22 dias de férias obrigatórios sem opção legal de mais dias e agora os trabalhadores podem optar por tirar dias adicionais de férias não remunerados?? É uma medida altamente inócua mas no limite o prejudicado é o patrão.

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