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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de HappyKing, há 10 horas:

O nosso primeiro ministro em todo o seu esplendor. Não faz a mínima ideia do que fala. 

O doutor luis montenegro licenciou-se na católica...

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Os principais candidatos à Presidência da República estão cada vez mais próximos nas intenções de voto, de acordo com a mais recente sondagem da Intercampus para o Jornal de Negócios, Correio da Manhã e CMTV. O almirante Henrique Gouveia e Melo, que até há pouco tempo liderava com uma margem confortável, registou uma queda significativa. Também Luís Marques Mendes desce ligeiramente, enquanto António José Seguro é o que mais sobe.

Gouveia e Melo caiu de 27,3% para 20,6% nas intenções de voto. Apesar da quebra, mantém-se na liderança. Marques Mendes surge em segundo lugar com 17,2% (uma descida de cerca de um ponto percentual face ao mês anterior) e António José Seguro aproxima-se, com 16,5%, após uma subida de 5,5 pontos percentuais. A margem de erro da sondagem é de ±4%, o que coloca os três candidatos em empate técnico.

O inquérito avaliou também outros potenciais nomes na corrida a Belém. André Ventura, que entretanto retirou a candidatura, recolhe ainda 10,6% das preferências. António Sampaio da Nóvoa, que não confirmou se avança, surge com 4,1%. A alternativa comunista — que será António Filipe, mas que a sondagem testou com o nome de Paulo Raimundo — reúne 3,8%. Mariana Mortágua, que também não anunciou qualquer intenção de concorrer, obtém 3,6%.

Com este cenário, a realização de uma segunda volta presidencial, em janeiro de 2026, parece cada vez mais provável. Em simulações de confronto direto, Gouveia e Melo vence por margem mínima tanto Marques Mendes (40,4% contra 39,4%) como António José Seguro (41,6% contra 38,1%). Num eventual duelo entre Mendes e Seguro, a diferença também é reduzida: 39,6% para o social-democrata contra 38% para o socialista.

A sondagem da Intercampus foi realizada entre 11 e 18 de julho, com uma amostra de 600 entrevistas e uma taxa de resposta de 58,9%.

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Citação de Lebohang, há 6 minutos:

Os principais candidatos à Presidência da República estão cada vez mais próximos nas intenções de voto, de acordo com a mais recente sondagem da Intercampus para o Jornal de Negócios, Correio da Manhã e CMTV. O almirante Henrique Gouveia e Melo, que até há pouco tempo liderava com uma margem confortável, registou uma queda significativa. Também Luís Marques Mendes desce ligeiramente, enquanto António José Seguro é o que mais sobe.

Gouveia e Melo caiu de 27,3% para 20,6% nas intenções de voto. Apesar da quebra, mantém-se na liderança. Marques Mendes surge em segundo lugar com 17,2% (uma descida de cerca de um ponto percentual face ao mês anterior) e António José Seguro aproxima-se, com 16,5%, após uma subida de 5,5 pontos percentuais. A margem de erro da sondagem é de ±4%, o que coloca os três candidatos em empate técnico.

O inquérito avaliou também outros potenciais nomes na corrida a Belém. André Ventura, que entretanto retirou a candidatura, recolhe ainda 10,6% das preferências. António Sampaio da Nóvoa, que não confirmou se avança, surge com 4,1%. A alternativa comunista — que será António Filipe, mas que a sondagem testou com o nome de Paulo Raimundo — reúne 3,8%. Mariana Mortágua, que também não anunciou qualquer intenção de concorrer, obtém 3,6%.

Com este cenário, a realização de uma segunda volta presidencial, em janeiro de 2026, parece cada vez mais provável. Em simulações de confronto direto, Gouveia e Melo vence por margem mínima tanto Marques Mendes (40,4% contra 39,4%) como António José Seguro (41,6% contra 38,1%). Num eventual duelo entre Mendes e Seguro, a diferença também é reduzida: 39,6% para o social-democrata contra 38% para o socialista.

A sondagem da Intercampus foi realizada entre 11 e 18 de julho, com uma amostra de 600 entrevistas e uma taxa de resposta de 58,9%.

Problema, essa sondagem está totalmente desactualizada. Desde domingo temos dois novos putativos candidatos, João Cotrim de Figueiredo e Rui Moreira. E o segundo tem uma grande probabilidade baralhar tudo, mesmo sendo certo que Portugal não é o Porto e a Presidência da República não é a Câmara do Porto.

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Citação de Lebohang, há 27 minutos:

A alternativa comunista — que será António Filipe, mas que a sondagem testou com o nome de Paulo Raimundo — reúne 3,8%. Mariana Mortágua, que também não anunciou qualquer intenção de concorrer, obtém 3,6%.

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Ui que loucura, vão propor metermos mais um dia extra de férias.... AI QUE LOUCURAAAA

Vão para o crl 

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Igreja Católica pede a Marcelo que envie lei de estrangeiros para Tribunal Constitucional

Spoiler

O Fórum de Organizações Católicas para a Imigração (Forcim) pediu hoje ao Presidente da República que sujeite as alterações à lei de estrangeiros ao Tribunal Constitucional e lamentou que o tema esteja "refém de ideologias políticas".

Após uma audiência na Presidência da República, Eugénia Quaresma, diretora da Obra Católica Portuguesa de Migrações e coordenadora do Forcim, disse que a comitiva foi recebida pela chefe da Casa Civil, obtendo a "garantia de que vão fazer chegar todas as posições ao senhor Presidente", principalmente a questão do reagrupamento familiar e as limitações aos recursos judiciais.

Há "uma medida que roça o inconstitucional, que é retirar um direito que é constituído e consagrado na Constituição, que é o dos migrantes poderem interpor recurso diretamente à justiça" e, depois, "fizemos chegar análises mais detalhadas", afirmou à Lusa Eugénia Quaresma.

"Uma das nossas preocupações foi o modo como o processo foi gerido. Nós não negamos a necessidade de regular as migrações, só achamos que este assunto não pode estar refém de ideologias políticas e tem de haver aqui um consenso em torno de princípios".

Os "princípios nos quais a Igreja acredita e conduz toda a ação há séculos e que vêm sendo atualizados através do magistério da Igreja" estão de acordo com "princípios constitucionais, democráticos, diretivas europeias e a Carta dos Direitos Humanos", recordou a dirigente católica, apelando a que exista um "consenso político nacional" sobre o tema, para evitar a "instrumentalização dos imigrantes", procurando gerar "algum alarme social, seja para um lado, seja para o outro".

O diploma, aprovado pelo Governo e em apreciação por Marcelo Rebelo de Sousa, "põe em causa as instituições democráticas" porque "não foram ouvidas instituições", alertou Eugénia Quaresma.

"O cidadão quer poder confiar na justiça e quer poder confiar na autoridade do Governo, mas tem de haver transparência no processo e clareza, num diálogo com todas as instituições da sociedade civil", algo que "não aconteceu", salientou a dirigente do Forcim.

Citação

"Uma das nossas preocupações foi o modo como o processo foi gerido. Nós não negamos a necessidade de regular as migrações, só achamos que este assunto não pode estar refém de ideologias políticas e tem de haver aqui um consenso em torno de princípios".

Os "princípios nos quais a Igreja acredita e conduz toda a ação há séculos e que vêm sendo atualizados através do magistério da Igreja" estão de acordo com "princípios constitucionais, democráticos, diretivas europeias e a Carta dos Direitos Humanos", recordou a dirigente católica, apelando a que exista um "consenso político nacional" sobre o tema, para evitar a "instrumentalização dos imigrantes", procurando gerar "algum alarme social, seja para um lado, seja para o outro".


Até a Igreja Católica caga em cima destes m*rda

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Citação de Banks29, há 2 horas:

Ui que loucura, vão propor metermos mais um dia extra de férias.... AI QUE LOUCURAAAA

Vão para o crl 

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Relativamente aos dias extra de férias, a proposta em cima da mesa, e que a ministra vai apresentar esta quinta-feira às confederações patronais e sindicais, aponta para a criação de um regime específico na legislação laboral que permita ao trabalhador meter um ou mais dias, com a correspondente perda salarial, por acordo com a entidade empregadora e sem prejuízo de outros benefícios.

Por exemplo, um funcionário, a ganhar um ordenado bruto mensal de 1.000 euros e a trabalhar 40 horas por semana, se pedir dois dias extra irá, nesse mês, receber menos dois dias de trabalho, o que equivalente a 90,9 euros, tendo em conta que cada dia vale 45,45 euros. Porém, as ausências não irão contar como faltas, pelo que o trabalhador receberá o subsídio de refeição, de férias e de natal por inteiro. Também não haverá penalização na carreira contributiva para obtenção do subsídio de desemprego ou da pensão de velhice.

https://eco.sapo.pt/2025/07/22/governo-avanca-com-alteracoes-a-lei-laboral-dias-extra-de-ferias-sem-perda-de-beneficios-e-fim-das-restricoes-ao-outsourcing/

Editado por pedritsh
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Isso é gozar com a cara das pessoas, pqp.
Governo de m*rda em todos os níveis, não resolve nada, não melhora nada, ainda dá a mão e normaliza a extrema direita.
Até a igreja católica consegue parecer menos conservadora que eles.

-----

Can you afford to live here? Europe’s cities ranked by rent-to-salary ratio

Citação

In Europe, rent-to-salary ratio differs from 29% in Geneva to 116% in Lisbon. Besides the Portuguese capital, the ratio is also slightly above 100% in Istanbul (101%). This means the average net salary is not enough to pay the rent for a one-bedroom apartment in either Lisbon or Istanbul.

 

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Citação de pedritsh, há 21 minutos:

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Relativamente aos dias extra de férias, a proposta em cima da mesa, e que a ministra vai apresentar esta quinta-feira às confederações patronais e sindicais, aponta para a criação de um regime específico na legislação laboral que permita ao trabalhador meter um ou mais dias, com a correspondente perda salarial, por acordo com a entidade empregadora e sem prejuízo de outros benefícios.

Por exemplo, um funcionário, a ganhar um ordenado bruto mensal de 1.000 euros e a trabalhar 40 horas por semana, se pedir dois dias extra irá, nesse mês, receber menos dois dias de trabalho, o que equivalente a 90,9 euros, tendo em conta que cada dia vale 45,45 euros. Porém, as ausências não irão contar como faltas, pelo que o trabalhador receberá o subsídio de refeição, de férias e de natal por inteiro. Também não haverá penalização na carreira contributiva para obtenção do subsídio de desemprego ou da pensão de velhice.

https://eco.sapo.pt/2025/07/22/governo-avanca-com-alteracoes-a-lei-laboral-dias-extra-de-ferias-sem-perda-de-beneficios-e-fim-das-restricoes-ao-outsourcing/

Isso é um belo abrir de porta à mudança do regime actual de férias, introduzindo a ideia de férias não pagas. O caminho certamente será ir comendo dias das férias pagas por mais dias de férias não pagas.

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Citação de pedritsh, há 25 minutos:

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Relativamente aos dias extra de férias, a proposta em cima da mesa, e que a ministra vai apresentar esta quinta-feira às confederações patronais e sindicais, aponta para a criação de um regime específico na legislação laboral que permita ao trabalhador meter um ou mais dias, com a correspondente perda salarial, por acordo com a entidade empregadora e sem prejuízo de outros benefícios.

Por exemplo, um funcionário, a ganhar um ordenado bruto mensal de 1.000 euros e a trabalhar 40 horas por semana, se pedir dois dias extra irá, nesse mês, receber menos dois dias de trabalho, o que equivalente a 90,9 euros, tendo em conta que cada dia vale 45,45 euros. Porém, as ausências não irão contar como faltas, pelo que o trabalhador receberá o subsídio de refeição, de férias e de natal por inteiro. Também não haverá penalização na carreira contributiva para obtenção do subsídio de desemprego ou da pensão de velhice.

https://eco.sapo.pt/2025/07/22/governo-avanca-com-alteracoes-a-lei-laboral-dias-extra-de-ferias-sem-perda-de-beneficios-e-fim-das-restricoes-ao-outsourcing/

Filhos da p*ta.

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Citação de pedritsh, há 40 minutos:

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Relativamente aos dias extra de férias, a proposta em cima da mesa, e que a ministra vai apresentar esta quinta-feira às confederações patronais e sindicais, aponta para a criação de um regime específico na legislação laboral que permita ao trabalhador meter um ou mais dias, com a correspondente perda salarial, por acordo com a entidade empregadora e sem prejuízo de outros benefícios.

Por exemplo, um funcionário, a ganhar um ordenado bruto mensal de 1.000 euros e a trabalhar 40 horas por semana, se pedir dois dias extra irá, nesse mês, receber menos dois dias de trabalho, o que equivalente a 90,9 euros, tendo em conta que cada dia vale 45,45 euros. Porém, as ausências não irão contar como faltas, pelo que o trabalhador receberá o subsídio de refeição, de férias e de natal por inteiro. Também não haverá penalização na carreira contributiva para obtenção do subsídio de desemprego ou da pensão de velhice.

https://eco.sapo.pt/2025/07/22/governo-avanca-com-alteracoes-a-lei-laboral-dias-extra-de-ferias-sem-perda-de-beneficios-e-fim-das-restricoes-ao-outsourcing/

Vão todos para a real p*ta que os pariu. 

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Citação de rcoelho14, Em 21/07/2025 at 13:05:

E ainda nem almocei, vê lá bem.
 

yah, o problema é esse. Não é bom beber de estômago vazio

Citação de doom_master, há 23 horas:

fixe, mais adolescentes a terem criancinhas.

Citação de challenger, há 20 horas:

Se o Sousa Pinto trabalhar tanto como na AR não sei se teremos estudo antes de 2050. Só se o Passos trabalhar pelos dois.

Podiam trabalhar como o Paulo Portas. Levar não sei quanto tempo a preparar um documento de reforma do estado e depois apresentar algo com 9 páginas com a fonte a tamanho 14.

Citação de rcoelho14, há 2 horas:

Igreja Católica pede a Marcelo que envie lei de estrangeiros para Tribunal Constitucional

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O Fórum de Organizações Católicas para a Imigração (Forcim) pediu hoje ao Presidente da República que sujeite as alterações à lei de estrangeiros ao Tribunal Constitucional e lamentou que o tema esteja "refém de ideologias políticas".

Após uma audiência na Presidência da República, Eugénia Quaresma, diretora da Obra Católica Portuguesa de Migrações e coordenadora do Forcim, disse que a comitiva foi recebida pela chefe da Casa Civil, obtendo a "garantia de que vão fazer chegar todas as posições ao senhor Presidente", principalmente a questão do reagrupamento familiar e as limitações aos recursos judiciais.

Há "uma medida que roça o inconstitucional, que é retirar um direito que é constituído e consagrado na Constituição, que é o dos migrantes poderem interpor recurso diretamente à justiça" e, depois, "fizemos chegar análises mais detalhadas", afirmou à Lusa Eugénia Quaresma.

"Uma das nossas preocupações foi o modo como o processo foi gerido. Nós não negamos a necessidade de regular as migrações, só achamos que este assunto não pode estar refém de ideologias políticas e tem de haver aqui um consenso em torno de princípios".

Os "princípios nos quais a Igreja acredita e conduz toda a ação há séculos e que vêm sendo atualizados através do magistério da Igreja" estão de acordo com "princípios constitucionais, democráticos, diretivas europeias e a Carta dos Direitos Humanos", recordou a dirigente católica, apelando a que exista um "consenso político nacional" sobre o tema, para evitar a "instrumentalização dos imigrantes", procurando gerar "algum alarme social, seja para um lado, seja para o outro".

O diploma, aprovado pelo Governo e em apreciação por Marcelo Rebelo de Sousa, "põe em causa as instituições democráticas" porque "não foram ouvidas instituições", alertou Eugénia Quaresma.

"O cidadão quer poder confiar na justiça e quer poder confiar na autoridade do Governo, mas tem de haver transparência no processo e clareza, num diálogo com todas as instituições da sociedade civil", algo que "não aconteceu", salientou a dirigente do Forcim.


Até a Igreja Católica caga em cima destes m*rda

A Igreja é das instituições que luta mais pela integração dos imigrantes.

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Citação de pedritsh, há 1 hora:

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Relativamente aos dias extra de férias, a proposta em cima da mesa, e que a ministra vai apresentar esta quinta-feira às confederações patronais e sindicais, aponta para a criação de um regime específico na legislação laboral que permita ao trabalhador meter um ou mais dias, com a correspondente perda salarial, por acordo com a entidade empregadora e sem prejuízo de outros benefícios.

Por exemplo, um funcionário, a ganhar um ordenado bruto mensal de 1.000 euros e a trabalhar 40 horas por semana, se pedir dois dias extra irá, nesse mês, receber menos dois dias de trabalho, o que equivalente a 90,9 euros, tendo em conta que cada dia vale 45,45 euros. Porém, as ausências não irão contar como faltas, pelo que o trabalhador receberá o subsídio de refeição, de férias e de natal por inteiro. Também não haverá penalização na carreira contributiva para obtenção do subsídio de desemprego ou da pensão de velhice.

https://eco.sapo.pt/2025/07/22/governo-avanca-com-alteracoes-a-lei-laboral-dias-extra-de-ferias-sem-perda-de-beneficios-e-fim-das-restricoes-ao-outsourcing/

Eu só li a primeira frase do texto, depois disso deu-me vontade de ir cortar os pulsos. 

Que os sindicatos por uma vez na vida funcionem e não aprovem esta m*rda.

Lá diz só um :  regime que permite meter um dia extra de férias com perda de salário mas sem penalizações na atribuição de outros benefícios....

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A pior parte disso tudo é acabarem com os limites ao outsourcing. Vai ser só empresas a despedir malta e mandar o trabalho para a Índia. 

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Citação de Grillo, há 1 minuto:

Assustador ler o tópico dessa notícia no r/portugal. 2025 e gente com um pensamento tão pequenino...

O r/portugal desde as mudanças na APi há 2 anos que é um antro de bots do Chega, e antes já era a congregação de bots da IL.

A mudança depois do blackout do sub foi gigante, de repente tornou-se uma cópia do r/portugueses, só não tão racista porque ainda há lá muita gente de esquerda que vai tentando equilibrar a cena.

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Citação de Banks29, há 57 minutos:

Eu só li a primeira frase do texto, depois disso deu-me vontade de ir cortar os pulsos. 

Que os sindicatos por uma vez na vida funcionem e não aprovem esta m*rda.

Lá diz só um :  regime que permite meter um dia extra de férias com perda de salário mas sem penalizações na atribuição de outros benefícios....

Deu-te vontade de cortar os pulsos porquê? Isto quanto muito é uma medida inócua que não te afecta em nada.

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Ora bem, além do que já desconto, vou "ter que pagar" para ter mais um ou três dias de férias? 

Puxa, mais vale tirar uma daquelas auto-baixas médicas.

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Citação de Genzo, há 7 minutos:

Ora bem, além do que já desconto, vou "ter que pagar" para ter mais um ou três dias de férias? 

Puxa, mais vale tirar uma daquelas auto-baixas médicas.

Vais ter de pagar se quiseres ter mais dois ou três dias de férias. A alternativa é não teres ou a entidade patronal dar-te esses dias, como já acontece actualmente. O ónus da decisão é teu, portanto no limite não te afecta em absolutamente nada.

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Citação de Lebohang, há 6 horas:

Os principais candidatos à Presidência da República estão cada vez mais próximos nas intenções de voto, de acordo com a mais recente sondagem da Intercampus para o Jornal de Negócios, Correio da Manhã e CMTV. O almirante Henrique Gouveia e Melo, que até há pouco tempo liderava com uma margem confortável, registou uma queda significativa. Também Luís Marques Mendes desce ligeiramente, enquanto António José Seguro é o que mais sobe.

Gouveia e Melo caiu de 27,3% para 20,6% nas intenções de voto. Apesar da quebra, mantém-se na liderança. Marques Mendes surge em segundo lugar com 17,2% (uma descida de cerca de um ponto percentual face ao mês anterior) e António José Seguro aproxima-se, com 16,5%, após uma subida de 5,5 pontos percentuais. A margem de erro da sondagem é de ±4%, o que coloca os três candidatos em empate técnico.

O inquérito avaliou também outros potenciais nomes na corrida a Belém. André Ventura, que entretanto retirou a candidatura, recolhe ainda 10,6% das preferências. António Sampaio da Nóvoa, que não confirmou se avança, surge com 4,1%. A alternativa comunista — que será António Filipe, mas que a sondagem testou com o nome de Paulo Raimundo — reúne 3,8%. Mariana Mortágua, que também não anunciou qualquer intenção de concorrer, obtém 3,6%.

Com este cenário, a realização de uma segunda volta presidencial, em janeiro de 2026, parece cada vez mais provável. Em simulações de confronto direto, Gouveia e Melo vence por margem mínima tanto Marques Mendes (40,4% contra 39,4%) como António José Seguro (41,6% contra 38,1%). Num eventual duelo entre Mendes e Seguro, a diferença também é reduzida: 39,6% para o social-democrata contra 38% para o socialista.

A sondagem da Intercampus foi realizada entre 11 e 18 de julho, com uma amostra de 600 entrevistas e uma taxa de resposta de 58,9%.

Gostava que ganhasse o António Filipe, mas deve ser impossível.

São cargos diferentes, mas gostei muito quando foi Presidente da Assembleia da República provisoriamente.

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Na empresa onde trabalho já tenho essa opção de tirar até um máximo de 3 dias de férias a mais, pagando esses dias (que no nosso caso é descontado dum plafond de benefícios flexíveis - podemos discutir a existência de "benefícios flexíveis" noutra altura que é outra conversa). Permite-nos aumentar os 25 dias de férias que temos (a empresa já é simpática e dá-nos 25 em vez dos 22 previstos na lei), para 26, 27 ou 28 caso quisermos. É completamente facultativo. Não perdemos nada em ter essa opção. Não entendo o drama, a não ser que seja mesmo uma slippery slope para tirar direitos laborais, mas neste caso pelo contrário parece dar é uma opção extra e não remover direitos.

Esta lei era a primeira prioridade do país? Não, não está no top 20 ou no top 50, mas não me parece má ideia. Não compreendo de forma nenhuma a vossa reação.

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Citação de noikeee, há 25 minutos:

Na empresa onde trabalho já tenho essa opção de tirar até um máximo de 3 dias de férias a mais, pagando esses dias (que no nosso caso é descontado dum plafond de benefícios flexíveis - podemos discutir a existência de "benefícios flexíveis" noutra altura que é outra conversa). Permite-nos aumentar os 25 dias de férias que temos (a empresa já é simpática e dá-nos 25 em vez dos 22 previstos na lei), para 26, 27 ou 28 caso quisermos. É completamente facultativo. Não perdemos nada em ter essa opção. Não entendo o drama, a não ser que seja mesmo uma slippery slope para tirar direitos laborais, mas neste caso pelo contrário parece dar é uma opção extra e não remover direitos.

Esta lei era a primeira prioridade do país? Não, não está no top 20 ou no top 50, mas não me parece má ideia. Não compreendo de forma nenhuma a vossa reação.

O português está tão f*dido que qualquer coisa a mais já não é cagar, mas sim deixar cair...

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Citação de noikeee, há 41 minutos:

Na empresa onde trabalho já tenho essa opção de tirar até um máximo de 3 dias de férias a mais, pagando esses dias (que no nosso caso é descontado dum plafond de benefícios flexíveis - podemos discutir a existência de "benefícios flexíveis" noutra altura que é outra conversa). Permite-nos aumentar os 25 dias de férias que temos (a empresa já é simpática e dá-nos 25 em vez dos 22 previstos na lei), para 26, 27 ou 28 caso quisermos. É completamente facultativo. Não perdemos nada em ter essa opção. Não entendo o drama, a não ser que seja mesmo uma slippery slope para tirar direitos laborais, mas neste caso pelo contrário parece dar é uma opção extra e não remover direitos.

Esta lei era a primeira prioridade do país? Não, não está no top 20 ou no top 50, mas não me parece má ideia. Não compreendo de forma nenhuma a vossa reação.

Isto em nada restringe direitos laborais já existentes. Pelo contrário, amplia-os. Não percebo como pode ser uma medida que sofra de contestação, sinceramente.

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O que me parece é que se esperava que os dias de férias fossem alargados, +2/3 de férias por ano e não está opção.

Porque a medida não afeta ninguém é verdade. Mas também não melhora a vida de ninguém.

 

Editado por Alonso.

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Um dia de férias que não conte como um dia de trabalho efectivamente prestado, não são férias, chamem-lhe outra coisa. Mas já se percebeu que este governo anda à boleia dos patrões, e portanto, este é apenas o início do que está por vir.

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