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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de .Aimar, há 11 minutos:

Estamos juntos. Pago 450€ por uma renda de um T1 e infelizmente fomos adiando a compra de casa até ao ponto que neste momento é impossível sequer pensar nisso, pelo preço e por outras razões.

Poderá estagnar, mas não estou a ver a baixar, quando o estado e quem nos governa são os primeiros a beneficiar disto. 

Eu já só peço que estagne.

Por questões burocráticas nao consegui avançar com a construção da minha casa à uns 6/7 anos atrás como previa e apenas comecei este ano. Vai me ficar mais cara prai em 100k do que se tivesse conseguido avançar na altura. Já só peço que as taxas de juro não subam muito.

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

 

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Gabinete de investigação de acidentes revela, num relatório preliminar, que o cabo que cedeu “não estava certificado para utilização em instalações para o transporte de pessoas”, embora seja cedo ainda para concluir que as “desconformidades” identificadas na utilização desse cabo tenham sido decisivas no acidente que matou 16 pessoas. Relatório alerta também para falhas na manutenção do ascensor

pesar de ser cauteloso nas suas conclusões provisórias, o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) traz algumas revelações importantes num relatório preliminar de 35 páginas que finalizou esta segunda-feira sobre as causas do trágico acidente do ascensor da Glória, em Lisboa, a 3 de setembro, em que morreram 16 pessoas e ficaram feridas outras 23. 

Uma das principais constatações é que o cabo que ligava a cabina 1, onde seguiam os passageiros que morreram, à cabine 2 — num sistema centenário de contrapesos que fazia o elevador subir e descer a calçada de forma coordenada — e que acabou por ceder nesse dia “não estava certificado para [a] utilização em instalações para o transporte de pessoas”, não estando “conforme com a especificação da CCFL [Companhia Carris de Ferro de Lisboa] para utilização no Ascensor da Glória”. 

Segundo o relatório, a que o Expresso teve acesso, o cabo de tração ou de equilíbrio, como é conhecido na Carris, sofreu “uma rotura” no ponto de fixação à cabina 1 onde seguiam os passageiros. O documento chama a este ponto a “pinha de fixação”, sendo que a rotura aconteceu “dentro do destorcedor”. Para já, o GPIAAF não sabe ainda a razão exata para isso ter acontecido, assumindo que existem “fatores causais [que] ainda carecem de determinação no decurso da investigação, na sequência de análises a realizar”.

De qualquer forma, ainda sem certezas sobre os contornos técnicos capazes de explicar a cedência do cabo naquele ponto, o GIAAP aponta o dedo à Carris: “A utilização de cabos multiplamente desconformes com as especificações e restrições de utilização deveu-se a diversas falhas acumuladas no seu processo de aquisição, aceitação e aplicação pela CCFL [Carris], cujos mecanismos organizacionais de controlo interno não foram suficientes ou adequados para prevenir e detetar tais falhas”, lê-se no relatório. 

Falhas na manutenção

A manutenção do elevador está subcontratada pela Carris ao mesmo prestador de serviços desde 2019. O relatório indica que, no caderno de encargos e no contrato, está prevista a obrigação de esta manutenção ser executada “com a diligência e qualidade requeridas pelo tipo de trabalho em causa”. Contudo, frisa o GPIAAF, os trabalhadores “agem essencialmente como colaboradores da CCFL [Carris]” e, na execução dos trabalhos especializados, “não há por parte do quadro técnico do prestador de serviços de manutenção qualquer orientação aos trabalhadores ou supervisão”.

“Há evidências de que tarefas de manutenção registadas como cumpridas nem sempre correspondem às tarefas efetivamente realizadas, bem como de serem executadas tarefas críticas para a segurança de forma não padronizada, com parâmetros de execução e validação díspares”, conclui.

Além disso, as inspeções previstas para o dia do acidente e dias antecedentes “estão registadas como executadas”, e confirma-se que os trabalhadores estiveram presentes, “mas as evidências não suportam o período horário indicado nas folhas de trabalho para a sua execução”.

No dia do acidente, o cabo não foi observado no fosso, “nem tal estava previsto no plano de manutenção”. Quanto à lubrificação do cabo, “prevista com periodicidade semanal”, está registada como tendo sido realizada em 28 de agosto e a inspeção mensal em 1 de setembro.

O relatório indica ainda que o local onde o cabo sofreu a rotura “não é passível de inspeção nas operações de manutenção previstas”, sendo apenas possível inspecionar “através da imobilização das cabinas e desmontagem dos destorcedores, operação que implica a paragem do equipamento durante pelo menos dois dias”.

Sendo ainda este um relatório preliminar, o GPIAAF frisa que, para já, “não é possível afirmar se algum indício de anomalia no cabo poderia ou não ser observado algum tempo antes da rotura numa inspeção à parte visível junto ao trambolho”.

Nunca tinha sido testado o freio em caso de falha no cabo

Sobre o sistema de freios, o relatório conclui que o sistema existente no ascensor “atuou devidamente, cortando a energia elétrica às cabinas a fim de desencadear nelas uma frenagem de emergência com vista à sua imobilização segura”. Contudo, não foi eficaz para as imobilizar, apesar de terem sido aplicados todos os freios existentes, quer automáticos quer manuais.

“Não se conhecem cálculos do freio de emergência das cabinas”, lê-se no documento. A informação recolhida pelo gabinete de investigação aponta para que o sistema de freios tenha sido modificado uns anos após a eletrificação do ascensor, eliminando algumas componentes, mas também há “indícios” de que o peso das cabinas” aumentou de forma não negligenciável”, existindo indicações díspares quanto ao peso atual.

Apesar de o sistema de freios das cabinas ser sujeito com “alguma frequência” a ajustes pelo prestador de serviços de manutenção, as anomalias que motivavam esses ajustes “raramente eram objeto de registo nas folhas de avaria a cargo dos guarda-freios, tal como raramente eram registados nas folhas de intervenção pelo prestador de serviços de manutenção os ajustes realizados”.

Além disso, lê-se no relatório, “não há memória na CCFL [Carris] de alguma vez ter sido testado o freio de emergência na situação de falha no cabo”. Se por um lado a Carris não tinha definidos os valores de afinação dos componentes mecânicos do sistema de freios, o responsável pela manutenção também “não estabeleceu qualquer sistema de controlo da qualidade dos trabalhos que realizava no sistema de freio”.

[texto atualizado às 18h53]

 

 

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Recurso a cabo com núcleo em fibra apontado como causa por especialistas do IST. Óleo na calha pode ter comprometido travões

Tudo o que podia correr mal no elevador da Glória correu. O cabo soltou-se, os travões não atuaram e a carruagem não aguentou o embate e ficou totalmente destruída a 60 km/h. O que explica que um ascensor histórico com um registo quase imaculado ao longo de 140 anos se tenha descarrilado e provocado a morte a 16 pessoas? A nota informativa do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) aponta pistas, entre as quais a mudança do tipo de cabo utilizado no ascensor e o não funcionamento dos sistemas de travagem.

Uma explicação avançada por especialistas, tendo por base essa nota, aponta como origem do acidente uma alteração feita há seis anos, quando se mudou de um cabo totalmente em aço para um formado por seis cordões de aço com “alma em fibra”. O seu núcleo passou a ser constituído por uma “corda” que se “deformou” de forma irreversível quando foi apertada e que continuou a deformar-se ao longo dos meses, perdendo volume e levando o cabo a soltar-se.

A possibilidade foi levantada ao Expresso por um engenheiro mecânico na reforma, Fernando Correia, e é corroborada por especialistas em engenharia de Materiais do Instituto Superior Técnico (IST), que dizem que a avaliação ao tipo de material explica o momento zero que fez com que o cabo que suporta o ascensor se tenha soltado do trambolho, a peça onde é amarrado. “Existiu efetivamente a troca do cabo que era de aço e passou a ser um de alma de fibra (possivelmente polimérica), mudando o interior (core) para uma rigidez muito inferior, o que implica uma mudança de sistema”, começa por dizer Pedro Amaral, engenheiro de materiais.

Em causa não está a “resistência” ao peso e a “tração” do ascensor, porque tanto os cabos com núcleo em aço como em fibra têm resistência de largas toneladas, “muito maior do que a necessidade do sistema”, argumenta Pedro Amaral, mas sim a sua resistência quando é apertado num torno. E era assim que o cabo era fixado no trambolho, com uma força aplicada em todo o seu diâmetro (“compressão diametral”, segundo o professor). No caso de uma “alma em fibra”, para ser segura, a amarração teria de ser feita com um sistema diferente.

Com estas características, ao longo do tempo o cabo terá perdido resistência ao aperto feito no trambolho. Além disso, há outros fatores a ter em conta: as elevadas temperaturas potenciadas pela vibração e fricção dos materiais; e o facto de o cabo ser constituído por dois elementos com comportamentos físicos diferentes. “Quando se aperta num primeiro momento, fica tudo apertado, mas depois é preciso olhar para o fator tempo. Há dilatações, vibrações e a compatibilidade entre ambos os materiais é diferente do que se fosse aço com aço.”

Esta é, aliás, a primeira constatação do GPIAAF na sua nota, quando diz que “do estudo feito aos destroços no local, foi de imediato constatado que o cabo que unia as duas cabinas cedeu no seu ponto de fixação dentro do trambolho superior da cabina nº 1”. A expressão “ceder” é importante para os especialistas em engenharia de materiais: significa “deformar plasticamente”. Segundo Amaral, “após a aplicação da carga, quando há cedência, existe uma deformação que é irreversível. Isso parece visível numa das imagens do relatório”. O que não aconteceria se o cabo fosse totalmente em aço, acrescenta. “Um cabo de alma em fibra começa a deformar-se, perde resistência no aperto. A certa altura já não está apertado.”

Elevador da Glória: escolha de cabo com "núcleo de corda de plástico" na origem do acidente

 

O cabo, cujo fornecimento é garantido pela própria Carris, tinha sido trocado em setembro de 2024 e faltavam ainda 263 dias para ser substituído. Isso não interfere, no entanto, com a conclusão dos especialistas. Segundo Pedro Amaral, este material, que está especificado por siglas na nota do GPIAAF, vai-se “deformando em contínuo”.

O relatório preliminar do GPIAAF sairá apenas ao fim de 45 dias e irá concentrar-se, segundo a nota informativa, entre outros aspetos, na investigação sobre “o tipo de cabo e a sua fixação nos trambolhos, controlos de qualidade da execução e receção”, e também sobre o “mecanismo de desligamento entre o cabo e o trambolho, com uma análise da condição da fixação do cabo nos trambolhos e da sua execução”.

Pode, assim, ter contribuído para o acidente o facto de a Carris não ter considerado uma fixação diferente quando mudou o tipo de cabo utilizado. Para Fernando Branco, professor catedrático de engenharia civil do IST, “se se muda o cabo, o sistema de amarração também tem de ser testado”. Pedro Amaral concorda: “A amarração deve ser repensada quando se faz uma alteração destas.” E acrescenta: é preciso perceber se a manutenção passou a fazer “apertos sucessivos”.

Será que isso aconteceu? Confrontada pelo Expresso com uma série de questões nos últimos dias, a Carris não respondeu antes do fecho desta edição.

Num artigo de opinião de dois professores do IST dos departamentos de Matemática e Física — Henrique M. Oliveira e Luís Viseu Melo —, partilhado com o Expresso, os especialistas reforçam o argumento dos colegas: “Por mais robusto que seja o corpo do cabo, se as amarrações não forem concebidas com redundância e testadas com segurança, a sua vulnerabilidade compromete todo o sistema.” Afirmam ainda que a manutenção “revela-se insuficiente porque não incide nos pontos críticos do sistema: as amarrações do cabo entre substituições deste e os travões”.

Travões mal concebidos

Segundo o GPIAAF, o guarda-freio acionou o travão pneumático e o travão manual, mas “na configuração existente, os freios não têm a capacidade suficiente para imobilizar as cabinas em movimento” quando não estão ligadas pelo cabo. “Desta forma, não constitui um sistema redundante”, conclui a nota informativa. Para Fernando Branco, esta é “a maior perplexidade” da tragédia. “Se assim é, trata-se de uma falha de conceção grave ninguém ter percebido que o sistema de travagem afinal não tinha capacidade para aguentar com o ascensor se o cabo se partisse. Choca-me muito.”

No artigo dos dois professores do IST lê-se que os “travões nunca dispuseram da capacidade redundante necessária para imobilizar autonomamente os veículos em caso de falhas no cabo”, embora não fosse difícil conceber um sistema eficaz. Os autores referem “erros graves de conceção, talvez aceitáveis no início do século XX, mas absolutamente inconcebíveis nos dias de hoje”.

Outra das explicações possíveis levantadas para a falha dos travões — partindo da observação das imagens do dia do acidente, nas quais os operários são vistos com muito óleo nas luvas ao retirarem o cabo da calha — é a existência de óleo em excesso que possa ter afetado um dos sistemas de freios. “Haver óleo é uma hipótese que reduziria a capacidade de travagem contra as paredes da calha, mas a nota não refere esse aspeto”, diz Fernando Branco. Pedro Amaral considera que essa é uma explicação plausível: o ruído que se ouve nos vídeos “demonstra que o sistema de travões não estava a ser efetivo” a suster o ascensor.

Artigo alterado dia 12 às 13h28, corrigindo a designação de “relatório preliminar” do GPIAFF para “nota informativa”

 

O que está no relatório é gravíssimo. Mas já anda tudo a tentar sacudir a água do capote para ver se ninguém vai para o olho da rua.

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Eu comprei a minha casa em 2005 e ganhava de base 487 euros, atualmente ganho o dobro e dificilmente conseguia comprar.

O vizinho do meu sogro à 8 anos alugou a casa ao lado por 600 euros, hoje está a pedir 1200 euros mais caução e fiadores.

Editado por pils

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O meu irmao mandou-me hoje um anuncio num sitio entre Carcavelos e Estoril de uma moradia T3 com 104m2 com "excelente potencial de capitalizaçao" por 310k.

Ligou ao fim da tarde, ja esta vendida por mais 60k do que estava marcado no anuncio. 

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Eu sendo muito sincero estava/estou numa situação em que considero voltar para pt mas vejo a minha casa actual em Manchester e penso que para ter igual na área do grande porto tenho que pagar na boa os 350k,  em bom estado prai uns 400. Nem um CH para isso consigo, sendo que tenho que ter um depósito prai de 20% não tendo IRS português. Nao está fácil 

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Vá pessoal, precisamos que continuem a comprar para manter este Ponzi

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Citação de Sandes., há 8 minutos:

Eu sendo muito sincero estava/estou numa situação em que considero voltar para pt mas vejo a minha casa actual em Manchester e penso que para ter igual na área do grande porto tenho que pagar na boa os 350k

Same same...

E acho que Programa Regressar acaba(?) no próximo ano. Espero que estendam ou façam algo semelhante no futuro próximo.

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Vós quereis tudo sem fazer sacrifícios, deixem de comer as tostas de abacate e cafés da starbucks todos os dias, comecem a levar os almoços em marmitas para o trabalho. É preciso fazer acontecer, sair da roda do rato, investir na vossa marca pessoal.

Falta aqui algum jargão?

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Não queiram ir mais longe. Isto é na Quinta da Princesa, para quem é daqui sabe a fama e o aspecto que o bairro tem:

https://www.imovirtual.com/pt/anuncio/apartamento-t3-seixal-amora-ID1hjE7

São 194 mil euros. Paguei menos 60 mil pela minha. Totalmente remodelada, numa zona tranquila, há menos de 4 anos. Quando estiverem a chegar a casa, é assim a vossa rua:

https://maps.app.goo.gl/xWazBvUySBu4tL658
https://maps.app.goo.gl/rXuDknzxsPPnLZAU8

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Citação de Peplin, há 3 horas:

É só malta a bater palmas nas redes sociais, pena não saberem o posicionamento político de alguns membros. 

Uma amiga de uma amiga minha, moradora na rua onde eles têm a sede, foi uma vez ameaçada porque estacionou o carro no "estacionamento deles".

Estes gajos vão acabar como um grupo paramilitar.

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Citação de fornix, há 10 horas:

Vós quereis tudo sem fazer sacrifícios, deixem de comer as tostas de abacate e cafés da starbucks todos os dias, comecem a levar os almoços em marmitas para o trabalho. É preciso fazer acontecer, sair da roda do rato, investir na vossa marca pessoal.

Falta aqui algum jargão?

Tens de bater punho, trabalhar 12 horas por dia como antigamente!!!

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Citação de JGabriel, há 17 horas:

Os quadros que tinham que não se alinhavam com a corrente dela e da Catarina bazaram, ou forram corridos. Sobra quem? 

Pois, não me parece que o Fabien Figueiredo ou a Marisa Matias salvem o BE. 

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Noutra fase do partido e do país acho que lhes caía bem o José Soeiro. Nesta altura talvez precisem duma figura mais experiente e respeitada como o regresso do Louçã (não me parece para aí virado) ou o José Manuel Pureza (fez uma campanha interessante nas autárquicas em Coimbra, mas teve um resultado muito fraco). O Pedro Filipe Soares anda desaparecido talvez pudesse ter potencial. Seja quem for vai ter muito trabalho a fazer. 

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Citação de mestes, há 11 minutos:

Noutra fase do partido e do país acho que lhes caía bem o José Soeiro. Nesta altura talvez precisem duma figura mais experiente e respeitada como o regresso do Louçã (não me parece para aí virado) ou o José Manuel Pureza (fez uma campanha interessante nas autárquicas em Coimbra, mas teve um resultado muito fraco). O Pedro Filipe Soares anda desaparecido talvez pudesse ter potencial. Seja quem for vai ter muito trabalho a fazer. 

O Pedro Filipe Soares foi candidato à câmara de Matosinhos e levou uma abada.

O Pureza foi candidato à câmara de Coimbra e levou uma abada.

O Moisés Ferreira foi candidato à câmara de São João da Madeira e levou uma abada.

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Citação de SAS_Robben, há 9 horas:

Estes gajos vão acabar como um grupo paramilitar.

Agora até já têm prioridade e tudo.

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Citação de SAS_Robben, há 16 horas:

https://www.noticiasaominuto.com/pais/2873856/ira-reconhecido-como-entidade-de-protecao-e-socorro-vitoria

O IRA - Intervenção e Resgate Animal foi reconhecido como "entidade de proteção e socorro com veículos prioritários", permitindo assim que as suas viaturas possam utilizar sirenes e luzes azuis. O presidente do organismo deixou ainda a nota de que Portugal se afirma assim "como exemplo de modernidade, humanidade e compaixão".

Peço desculpa mas não acho isto normal

Quando vi isso no X pensei que era troll

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O BE precisava de meter a Mortágua na prateleira e fazer um rebranding a sério abrindo a porta a que muita gente que saiu pudesse voltar e tivesse uma voz que contasse para alguma coisa, mas mesmo assim duvido que se safassem. Aquilo actualmente já não é um partido atrativo para praticamente nenhum tipo de eleitorado, mesmo o que se pode chamar de elites urbanas de intelectuais de esquerda, artistas, etc, que eram um grupo onde dominavam, o que eu vejo hoje em dia é a manifestarem apoio pela CDU ou Livre. Até nos alternos e putos freaks da cidade o que eu vejo é irem maioritariamente para a CDU. O único grupo que o BE segura é a malta LGBT militante. E se nestes grupos é assim, então para as massas de gente trabalhadora "normal" de esquerda que em muitos casos acabou por votar BE e que compõe a maioria do eleitorado que dá lugares isso é um comboio que já passou, e com o estigma que se abateu sobre o BE e a Mortágua, dificilmente recuperam porque o Livre e o voto útil no PS parece muito mais consequente. A continuar assim rapidamente se transformam apenas num grupo ativista que faz as suas conferências e as suas acções onde vão sempre os mesmos, porque ao dia de hoje o BE já é pouco mais que um grupo de colegas. 

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Citação de Jimpo, há 12 horas:

O meu irmao mandou-me hoje um anuncio num sitio entre Carcavelos e Estoril de uma moradia T3 com 104m2 com "excelente potencial de capitalizaçao" por 310k.

Ligou ao fim da tarde, ja esta vendida por mais 60k do que estava marcado no anuncio. 

Está aqui o grande problema. 

A habitação não é vista como um bem essencial, mas sim como um activo financeiro para valorização, especulação e lucro. Há por aí muita casa vazia que é mantida vazia de propósito, sem nunca haver intenção dos donos de a habitar ou arrendar, a pressionar o mercado e a oferta de forma artificial só à espera que valorizem para vender mais caro. 

Uma boa parte disto resolvia-se ao proibir fundos e empresas de serem donos de imóveis para habitação e de taxar à bruta tudo o que for a partir do terceiro ou quarto imóvel em nome da mesma pessoa que não esteja no mercado para arrendamento. 

Só que o imobiliário, ainda mais no Tugão, dá de mamar a muita gente. Incluindo o actual primeiro ministro. 

Editado por JGabriel
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Citação de SAS_Robben, há 10 horas:

Estes gajos vão acabar como um grupo paramilitar.

Ir para além de aterrorizar velhotes ciganos é mau para o negócio, aquilo é um scam para uns broncos viverem à grande das doações e agora provavelmente dos subsídios. 

 

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Citação de SAS_Robben, há 17 horas:

https://www.noticiasaominuto.com/pais/2873856/ira-reconhecido-como-entidade-de-protecao-e-socorro-vitoria

O IRA - Intervenção e Resgate Animal foi reconhecido como "entidade de proteção e socorro com veículos prioritários", permitindo assim que as suas viaturas possam utilizar sirenes e luzes azuis. O presidente do organismo deixou ainda a nota de que Portugal se afirma assim "como exemplo de modernidade, humanidade e compaixão".

 

Peço desculpa mas não acho isto normal

Pode haver muita malta nesse grupo com boas intenções, pena haver neonazis encapotados lá enfiados que f*dem tudo e que usam o grupo como desculpa para dar porrada. 

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Eu não acho que a culpa da queda do BE seja só da Mortágua, acho que houve muita gente no partido que decidiu saltar fora quando a Catarina Martins decidiu deitar o governo abaixo quando estavam em coligação e isso influenciou também para a Maioria absoluta do PS nas eleições que se seguiram. 

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Citação de challenger, há 13 horas:

O que está no relatório é gravíssimo. Mas já anda tudo a tentar sacudir a água do capote para ver se ninguém vai para o olho da rua.

Eu não consigo perceber como é que isto não está a ser um assunto com mais discussão.

O relatório leva à conclusão que o acidente foi causado por falhas gravíssimas e até agora as manifestações públicas foram da Carris a dizer que a culpa foi da administração anterior e da CM Lisboa a dizer que fica provado que não há qualquer responsabilidade política no acidente.

Parece que de repente ninguém se chateia muito com um homicídio por negligência de 16 pessoas.

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