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Poeira

Como Conquistar uma Rapariga ou um Rapaz

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Citação de BrunoCardoso, há 3 horas:

O meu casamento durou três dias

Ainda estava dentro da política de devoluções?

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Nessa onda, sei quem não consumou a noite de núpcias e teve direito a anulação do casamento por parte da igreja 😂 Aqui na terrinha acharam logo muito estranho o noivo andar a passear o cãozinho na rua às 7 da manhã do dia seguinte.

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Citação de Bashir, há 12 minutos:

Nessa onda, sei quem não consumou a noite de núpcias e teve direito a anulação do casamento por parte da igreja 😂 Aqui na terrinha acharam logo muito estranho o noivo andar a passear o cãozinho na rua às 7 da manhã do dia seguinte.

Conheci um caso semelhante, em que o gajo confessa que anda a trair na primeira noite de lua de mel

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Citação de Rain Dog, há 16 minutos:

casamento e filhos, para mim, é sinal de abandonar o barco. Linha bem definida

E se ela te disser para meteres o casaco da rains por baixo dela porque se esguicha toda?

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Citação de pedritsh, há 7 horas:

A questão aqui que me parece que todos os casos tem em comum, é que após o casamento quem sente problemas e/ou quer terminar é a mulher. Para o homem, normalmente, está sempre tudo bem. Queremos é sossego. Para elas não é assim.

Isto tem base empírica?

Citação de BrunoCardoso, há 5 horas:

O meu casamento durou três dias

Li como se tivesse acabado após 3 dias de casados

Citação de Montero, há 6 horas:

Pretendes o mesmo que eu então. 
Civil, paguei 300€ por ter escolhido o regime de casamento separação de bens, se for o comunhão de adquiridos acho que é gratuito. 

 

Sim, o regime de bens supletivo é o da comunhão de adquiridos. Se se quiser outro, há que pagar uma convenção antenupcial. Acho uma parvoíce que a separação de bens não seja o regime supletivo. Se alguma vez casasse, seria naturalmente na separação total de bens. Não há cá m*rda 

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Citação de Jimpo, há 40 minutos:

E se ela te disser para meteres o casaco da rains por baixo dela porque se esguicha toda?

eu vou mesmo ter de postar o recibo dessa compra para provar que não sou burguês?

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Curiosidade apenas, mas é tudo pago antes do casamento?

 

A minha duvida é mais o seguinte. Imaginem que eu tenho 0 euros e vou casar. Preciso de 20k, peço 20k emprestados?

Até posso receber 20k em prendas, mas tenho de pagar os juros inerentes. Agora imaginemos 40 ou 50k como falam ai

Editado por Samuel

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Citação de FabioK, há 18 minutos:

Pedir 20k para casar?

Quem não tem dinheiro não tem vícios 

completamente

não me metia nessa 

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Citação de Samuel, há 44 minutos:

Curiosidade apenas, mas é tudo pago antes do casamento?

 

A minha duvida é mais o seguinte. Imaginem que eu tenho 0 euros e vou casar. Preciso de 20k, peço 20k emprestados?

Até posso receber 20k em prendas, mas tenho de pagar os juros inerentes. Agora imaginemos 40 ou 50k como falam ai

Depende de sítio para sítio. No meu caso tem que estar tudo pago no dia do casamento, excepto 70% da animaçao e 50% da fotografia/vídeo.

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Citação de migxstoper, há 6 horas:

Depende de sítio para sítio. No meu caso tem que estar tudo pago no dia do casamento, excepto 70% da animaçao e 50% da fotografia/vídeo.

No meu caso foi também uma parte das fotos mais tarde e a quinta também uns 50 por cento no dia a seguir ao casamento

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Citação de Duda34, há 7 horas:

Isto tem base empírica?

Li como se tivesse acabado após 3 dias de casados

Sim, o regime de bens supletivo é o da comunhão de adquiridos. Se se quiser outro, há que pagar uma convenção antenupcial. Acho uma parvoíce que a separação de bens não seja o regime supletivo. Se alguma vez casasse, seria naturalmente na separação total de bens. Não há cá m*rda 

Grande parvoíce a situação normal ser proteger o lado mais fraco, que tendencialmente é sempre o mesmo.

Editado por smashing_pumpkin
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Citação de smashing_pumpkin , há 12 minutos:

Grande parvoíce a situação normal ser proteger o lado mais fraco, que tendencialmente é sempre o mesmo.

O que é que isso tem a ver com o regime de bens do casamento? E de que forma proteges um dos nubentes? No limite, beneficias aquele que menos capacidade financeira tem, porque a situação dele nunca pioraria. Isto falando em termos genéricos.

Acho que é a evolução normal do Direito, que acompanha a evolução da sociedade. Antes o regime supletivo era o da comunhão geral, entretanto passou para o da comunhão de adquiridos e no futuro deverá ser a da separação de bens. Casamento não significa finanças comuns, continuam a existir duas pessoas. E a separação de bens não significa que não possam existir dívidas comuns do casal, por exemplo.

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Citação de FabioK, há 8 horas:

Pedir 20k para casar?

Quem não tem dinheiro não tem vícios 

Isso é aplicável a tudo na vida. Eu também gostava de andar de Porsche, mas não dá.

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Citação de Samuel, há 8 horas:

Curiosidade apenas, mas é tudo pago antes do casamento?

 

A minha duvida é mais o seguinte. Imaginem que eu tenho 0 euros e vou casar. Preciso de 20k, peço 20k emprestados?

Até posso receber 20k em prendas, mas tenho de pagar os juros inerentes. Agora imaginemos 40 ou 50k como falam ai

Nunca na vida me casaria a pedir emprestado ou a assumir que as prendas cobrem. Ou guardei 20k ou não há festa.

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Isso é lindo pedir X a pensar no valor das prendas para cobrir. Todos estamos a ver onde isso vai dar.

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Citação de Duda34, há 5 horas:

O que é que isso tem a ver com o regime de bens do casamento? E de que forma proteges um dos nubentes? No limite, beneficias aquele que menos capacidade financeira tem, porque a situação dele nunca pioraria. Isto falando em termos genéricos.

Acho que é a evolução normal do Direito, que acompanha a evolução da sociedade. Antes o regime supletivo era o da comunhão geral, entretanto passou para o da comunhão de adquiridos e no futuro deverá ser a da separação de bens. Casamento não significa finanças comuns, continuam a existir duas pessoas. E a separação de bens não significa que não possam existir dívidas comuns do casal, por exemplo.

Isso dito assim até parece que quem casa não escolhe como se quer casar. Simplesmente há um modo pré-definido para quem não se está para chatear com essas coisas e que em caso de algo correr mal tenta que o casal saia da situação minimamente equilibrado. Continuamos a viver numa situação em que a mulher tendencialmente é prejudicada a nível salarial além que também é tendencialmente a mulher quem paga a fatura da relação resultar em filhos. Logo é mais do que natural que o estado haja como protetor de um lado que é tendencialmente mais frágil.

De resto, o casamento significa o que a pessoa quiser e toda a gente é livre de viver financeiramente como quiser.

 

 

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Citação de smashing_pumpkin , há 22 minutos:

Isso dito assim até parece que quem casa não escolhe como se quer casar. Simplesmente há um modo pré-definido para quem não se está para chatear com essas coisas e que em caso de algo correr mal tenta que o casal saia da situação minimamente equilibrado. Continuamos a viver numa situação em que a mulher tendencialmente é prejudicada a nível salarial além que também é tendencialmente a mulher quem paga a fatura da relação resultar em filhos. Logo é mais do que natural que o estado haja como protetor de um lado que é tendencialmente mais frágil.

 

Exato, e o “modo pré-definido para quem não se está a chatear com essas coisas” deveria ser, no meu entender, o regime mais parecido com aquele que deixa estar as coisas como eram antes do casamento. E é o regime da separação de bens. E vendo bem as coisas, não há nenhuma proteção à mulher (ou à parte financeiramente menos estável no casal) com o regime de comunhão de bens. No máximo, como disse, há um “”benefício”” a essa parte, na falta de melhor palavra. Eu não entendo como é que o legislador encara o casamento como “a partir de agora, o que vier daqui financeiramente é dos dois”, seja isso dívida ou crédito. Epa, mas isto é a minha visão das coisas.

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Citação de jean-luc godard, há 7 minutos:

Não é que algum de nós saiba alguma coisa da situação, mas uma relação é a 2 - não é só ela que te tem que preocupar e não é certamente só ela que está a fazer algo de errado.

Claro que não se conhece a situação toda (ainda para mais são 15 anos) mas tendo em conta o que aparentemente se passa, o erro dele foi amparar-lhe sempre os golpes e deixar passar demasiadas coisas por amor. E os limites vão esticando e esticando e quando se repara simplesmente deixaram de existir e um dos lados acha que o outro vai estar lá sempre, faça o que se fizer.

Editado por smashing_pumpkin

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Uma pessoa que fala de mim a outro amigo por mensagens, em forma de gozo e humilhação.

A partir disto nem há solução nenhum a não ser a separação. 

Eu digo muitas vezes, as pessoas não mudam, elas podem conseguir esconder/aguentar sem voltarem as mesmos feitios/vicios por algum tempo, as vezes anos mas acabam sempre por voltar porquê o ser humano funciona assim.

Ele próprio diz, ela sempre foi assim, ou seja, passado 15 anos com ele a tentar ela mudou 0 ou perto disso. As tantas há 7 anos atrás já gozava com ele, a diferença podia ser que ele não sabia. 

Editado por Banks29

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Lembrem-se que a ideia do apoio não é arranjar culpados porque ninguém sabe o que se passa numa relação.

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Citação de jean-luc godard, há 44 minutos:

Não é que algum de nós saiba alguma coisa da situação, mas uma relação é a 2 - não é só ela que te tem que preocupar e não é certamente só ela que está a fazer algo de errado.

Isso pura e simplesmente não é verdade.

E sem saber nada do caso, e sem querer simplificar, mas se sentes que já perdeste 15 anos não percas outros 15. O respeito e a decência são se constroem, ou existem ou não existem.

Editado por whatever
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Citação de Banks29, há 1 minuto:

Já reparaste que tu é que estás a dar destaque que foi ele que disse aquilo, eu nem o citei e apenas tirei a única linha que achei importante.

Pá, edita lá aquilo, se faz favor.

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