Lifehouse Publicado Fevereiro 13 Citação de Vaart10, há 21 minutos: Um tipo que diz não querer nada com a política, mas que aparece sempre a falar aos jornalistas quando há um fenómeno politicamente relevante. Cavaco, és tu?! 2 Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado Fevereiro 13 Gostava de saber por que razão ainda não se falou aqui da presidente da Junta da Costa de Caparica? 😏 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Fevereiro 13 Citação de Peplin, há 3 minutos: Gostava de saber por que razão ainda não se falou aqui da presidente da Junta da Costa de Caparica? 😏 Há fotos que comprovem que essa presidente existe? Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado Fevereiro 13 Citação de Petar Musa, há 24 minutos: Há fotos que comprovem que essa presidente existe? Claro! 5 Compartilhar este post Link para o post
Su1 Publicado Fevereiro 13 Citação de Peplin, há 21 minutos: Claro! 2 46 1 Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado Fevereiro 13 Citação de Su1, há 45 minutos: Tive de ampliar a imagem para perceber a piada. 🔍 2 1 Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado Fevereiro 13 fdx o @Su1 está uma forma incrível. Está imparável 14 Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado Fevereiro 13 Não estava à espera de abrir um tópico de economia no trabalho e ver mamas 1 11 Compartilhar este post Link para o post
bug Publicado Fevereiro 13 Citação de Ego Sum, há 1 minuto: Não estava à espera de abrir um tópico de economia no trabalho e ver mamas Tem tudo a ver. Fazem movimentar muito dinheiro, diariamente. Compartilhar este post Link para o post
Apocalypse Now Publicado Fevereiro 13 MP abre novo inquérito sobre casa de Luís Montenegro em Espinho por suspeitas de fraude fiscal https://sicnoticias.pt/pais/justica/2026-02-13-mp-abre-novo-inquerito-sobre-casa-de-luis-montenegro-em-espinho-por-suspeitas-de-fraude-fiscal-d2543109?utm_term=Autofeed&utm_medium=Social&utm_source=Twitter?utm_source=site&utm_medium=share&utm_campaign=twitter here we go again aproveitando o timing o Passos saiu do covil Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Fevereiro 13 Governo recua e só garante dois terços do salário a trabalhadores em layoff Citação Governo recua e só garante dois terços do salário a trabalhadores em layoff Num primeiro momento, o Ministério do Trabalho anunciou que trabalhadores receberiam 100% do salário bruto, mas afinal haverá corte. Segurança Social paga 80% desta despesa só nos primeiros 60 dias. Spoiler O Governo recuou e, ao contrário do que tinha sido prometido, os trabalhadores abrangidos pelo layoff simplificado vão receber apenas dois terços do salário bruto em vez de 100%. Além disso, a Segurança Social só paga 80% desta despesa nos primeiros 60 dias de redução do tempo de trabalho ou de suspensão dos contratos e, daí em diante, essa percentagem baixa para 70%. Num primeiro momento, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) anunciou que, além de eliminar um conjunto de procedimentos para as empresas accionarem o layoff, o regime simplificado tinha condições mais positivas do que as do regime normal. Os trabalhadores teriam direito a 100% do seu vencimento normal ilíquido (em vez de dois terços), enquanto o empregador suportaria 20% do valor do salário do trabalhador (em vez de 30%) e a Segurança Social os restantes 80% (em vez de 70%). Contudo, o Decreto-Lei 31-C/2026, publicado a 9 de Fevereiro, apenas simplificava o acesso ao mecanismo e não concretizava as restantes promessas. Já nesta quinta-feira, o MTSSS anunciou que foi aprovado, e aguarda promulgação, um diploma que complementa “o regime de layoff simplificado para empresas em crise na sequência da tempestade Kristin”. De acordo com a nota agora divulgada, a compensação retributiva a que os trabalhadores em layoff têm direito vai corresponder a "dois terços do seu salário bruto, desde que não exceda três vezes a Remuneração Mensal Mínima Garantida (2760 euros)”, sendo que “a remuneração nunca pode ser inferior ao salário mínimo nacional em vigor [920 euros]”. Na prática, a solução reproduz o que está previsto no Código do Trabalho e trata-se de um recuo face ao que tinha sido prometido, dado que os trabalhadores terão um corte no seu salário. A repartição dos encargos com estas remunerações também é diferente do que foi anunciado. Afinal, só nos primeiros 60 dias de layoff é que a Segurança Social assegura 80% da remuneração devida ao trabalhador, ficando a empresa responsável pelo pagamento dos restantes 20%. “Após este período inicial, aplicar-se-á a habitual divisão de 70/30”, prevista na lei laboral. O ministério liderado por Rosário Palma Ramalho sublinha que “esta medida transitória e excepcional garante maior sustentabilidade às empresas afectadas na sequência da tempestade Kristin, mantendo postos de trabalho e acelerando a recuperação económica das regiões afectadas”. O Governo vem ainda esclarecer que o incentivo extraordinário à manutenção de postos de trabalho não é acumulável com o layoff, mas os dois apoios podem ser pedidos de forma sequencial. Quanto à isenção do pagamento de contribuições à Segurança Social, pode ser acumulada tanto com o incentivo à manutenção do emprego, como com o regime simplificado de suspensão de contratos. 1 Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado Fevereiro 13 Citação de rcoelho14, há 25 minutos: Governo recua e só garante dois terços do salário a trabalhadores em layoff Ocultar conteúdo O Governo recuou e, ao contrário do que tinha sido prometido, os trabalhadores abrangidos pelo layoff simplificado vão receber apenas dois terços do salário bruto em vez de 100%. Além disso, a Segurança Social só paga 80% desta despesa nos primeiros 60 dias de redução do tempo de trabalho ou de suspensão dos contratos e, daí em diante, essa percentagem baixa para 70%. Num primeiro momento, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) anunciou que, além de eliminar um conjunto de procedimentos para as empresas accionarem o layoff, o regime simplificado tinha condições mais positivas do que as do regime normal. Os trabalhadores teriam direito a 100% do seu vencimento normal ilíquido (em vez de dois terços), enquanto o empregador suportaria 20% do valor do salário do trabalhador (em vez de 30%) e a Segurança Social os restantes 80% (em vez de 70%). Contudo, o Decreto-Lei 31-C/2026, publicado a 9 de Fevereiro, apenas simplificava o acesso ao mecanismo e não concretizava as restantes promessas. Já nesta quinta-feira, o MTSSS anunciou que foi aprovado, e aguarda promulgação, um diploma que complementa “o regime de layoff simplificado para empresas em crise na sequência da tempestade Kristin”. De acordo com a nota agora divulgada, a compensação retributiva a que os trabalhadores em layoff têm direito vai corresponder a "dois terços do seu salário bruto, desde que não exceda três vezes a Remuneração Mensal Mínima Garantida (2760 euros)”, sendo que “a remuneração nunca pode ser inferior ao salário mínimo nacional em vigor [920 euros]”. Na prática, a solução reproduz o que está previsto no Código do Trabalho e trata-se de um recuo face ao que tinha sido prometido, dado que os trabalhadores terão um corte no seu salário. A repartição dos encargos com estas remunerações também é diferente do que foi anunciado. Afinal, só nos primeiros 60 dias de layoff é que a Segurança Social assegura 80% da remuneração devida ao trabalhador, ficando a empresa responsável pelo pagamento dos restantes 20%. “Após este período inicial, aplicar-se-á a habitual divisão de 70/30”, prevista na lei laboral. O ministério liderado por Rosário Palma Ramalho sublinha que “esta medida transitória e excepcional garante maior sustentabilidade às empresas afectadas na sequência da tempestade Kristin, mantendo postos de trabalho e acelerando a recuperação económica das regiões afectadas”. O Governo vem ainda esclarecer que o incentivo extraordinário à manutenção de postos de trabalho não é acumulável com o layoff, mas os dois apoios podem ser pedidos de forma sequencial. Quanto à isenção do pagamento de contribuições à Segurança Social, pode ser acumulada tanto com o incentivo à manutenção do emprego, como com o regime simplificado de suspensão de contratos. Então é mesmo para seguir o conselho do Ministro Manuel Castro Almeida e usar o salário do mês passado para gerir as suas necessidades após a tempestade e até depois dela passar porque com 70% do salário imagino que o que sobre vai servir para repor o telhado, pagar contas, comprar electrodomésticos novos, moveis novos, carro novo, etc. Isto após o anuncio dos 100% é novamente a marca de água deste governo AD: jogar com marketing, percepções e gestão de imagem constante do Montenegro e de alguns ministros e ficar bem na fotografia. Volto a dizer o que disse antes, nunca como hoje ficou tão claro que deve urgentemente haver uma renovada conversa e muito séria sobre regionalização. 1 Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Fevereiro 13 Citação de Scirea, há 26 minutos: Então é mesmo para seguir o conselho do Ministro Manuel Castro Almeida e usar o salário do mês passado para gerir as suas necessidades após a tempestade e até depois dela passar porque com 70% do salário imagino que o que sobre vai servir para repor o telhado, pagar contas, comprar electrodomésticos novos, moveis novos, carro novo, etc. Isto após o anuncio dos 100% é novamente a marca de água deste governo AD: jogar com marketing, percepções e gestão de imagem constante do Montenegro e de alguns ministros e ficar bem na fotografia. Volto a dizer o que disse antes, nunca como hoje ficou tão claro que deve urgentemente haver uma renovada conversa e muito séria sobre regionalização. Enquanto se continuar a gritar que regionalização só serve para criar mais tachos, nunca vais ter isso Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado Fevereiro 13 Citação de rcoelho14, há 8 minutos: Enquanto se continuar a gritar que regionalização só serve para criar mais tachos, nunca vais ter isso Basta ver o Chega em Lisboa e o Moedas por exemplo. Não é por ai que a conversa deve ir porque tachos há sempre em todo o lado. Mesmo a conversa parola do Chega nos cartazes de acabar com a corrupção é uma estupidez. Enquanto houver democracia (para não dizer humanidade) haverá sempre corrupção, temos é de ter os instrumentos para haver justiça e que ela seja aplicada. Caso contrário temos este sentimento de impunidade e de justiça para ricos e justiça para pobres que hoje em dia assola a nossa democracia. Mas a regionalização era fundamental ser discutida, apesar de achar que o Montenegro não tem coragem política (porque não tem coragem, ponto) para iniciar essa discussão. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Fevereiro 13 Citação de rcoelho14, há 1 hora: Enquanto se continuar a gritar que regionalização só serve para criar mais tachos, nunca vais ter isso Consegues mostrar que não? É que eu, quanto mais conheço do poder autárquico, mais me convenço que seria esse o resultado. Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado Fevereiro 13 (editado) Citação de Scirea, há 2 horas: Volto a dizer o que disse antes, nunca como hoje ficou tão claro que deve urgentemente haver uma renovada conversa e muito séria sobre regionalização. Se fosse a referendo possivelmente nem passava à custa das pessoas das grandes cidades e até de algumas pessoas das regiões mais beneficiadas pela regionalização que também votariam contra, com o argumento que eram mais tachos. Pelo menos temos um presidente agora que mais facilmente deixaria isso acontecer que o anterior. O Marcelo agora faz muitas falinhas mansas e floreados, mas na década de 90 foi o maior anti-regionalista do país. Editado Fevereiro 13 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Fevereiro 13 Parabéns ao deputado do PSD que usou o termo Chegolopitecus. Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado Fevereiro 13 Citação de Ticampos, há 57 minutos: Se fosse a referendo possivelmente nem passava à custa das pessoas das grandes cidades e até de algumas pessoas das regiões mais beneficiadas pela regionalização que também votariam contra, com o argumento que eram mais tachos. Pelo menos temos um presidente agora que mais facilmente deixaria isso acontecer que o anterior. O Marcelo agora faz muitas falinhas mansas e floreados, mas na década de 90 foi o maior anti-regionalista do país. Tenho serias dúvidas disso. Lisboa e arredores talvez, o resto... Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado Fevereiro 13 (editado) Citação de Axadrezado, há 52 minutos: Tenho serias dúvidas disso. Lisboa e arredores talvez, o resto... Tens razão, pior que Lisboa foi o interior todo, excetuando o Alentejo. Enfim. As pessoas não sabem muitas vezes no que estão a votar. Editado Fevereiro 13 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Fevereiro 13 O grande problema da Regionalização é que todas essas regiões são bastante artificiais, Portugal não é como a Espanha, França, Itália, Alemanha ou Países Baixos onde sempre houveram regiões historicamente definidas. Veja-se p.e. essa mega região de Lisboa e Setubal. No papel talvez fizesse sentido, no terreno basta ver que Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete (toda a Margem Sul do Tejo portanto) estão mais ligados a Lisboa e os restantes a Setúbal, ou seja, na prática seria uma mega região artificial. 1 Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado Fevereiro 13 Se o PS quiser voltar a ser governo só há uma prosa: apostar tudo na Ana Abrunhosa! 1 Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado Fevereiro 13 No meio de tudo isto não esperava que a Ana Abrunhosa se tornasse a imagem de liderança num país que se sente à deriva. 1 Compartilhar este post Link para o post