challenger Publicado Fevereiro 13 Esta rábula do Marcelo com a Abrunhosa a oferecer-lhe a garrafa de vinho e a autografar a garrafa 😂 Há uns anos quase que andava a exigir a sua demissão. As voltas que a vida dá. Compartilhar este post Link para o post
Apocalypse Now Publicado Fevereiro 13 (editado) Citação de challenger, há 4 minutos: Esta rábula do Marcelo com a Abrunhosa a oferecer-lhe a garrafa de vinho e a autografar a garrafa 😂 Há uns anos quase que andava a exigir a sua demissão. As voltas que a vida dá. Não quer perder o protagonismo, ainda bem que está a acabar Tivesse ele a mesma vontade com a ministra da saude Editado Fevereiro 13 por Apocalypse Now Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Fevereiro 13 Citação de Su1, há 10 horas: Quem é do PS tem bom remédio: 14 Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado Fevereiro 13 Citação de Ticampos, há 2 horas: Tens razão, pior que Lisboa foi o interior todo, excetuando o Alentejo. Enfim. As pessoas não sabem muitas vezes no que estão a votar. Quase 30 anos... Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado Fevereiro 13 Em contexto de calamidade é sempre bom ter pessoal das missangas a gerir problemas das stem. O canudo de direito do Montenegro é muito valioso. Havia uma que era de economia ou o CRL. Wow, percebe de abstrações do capitalismo, sim senhora. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado Fevereiro 13 Citação de challenger, há 25 minutos: Esta rábula do Marcelo com a Abrunhosa a oferecer-lhe a garrafa de vinho e a autografar a garrafa 😂 Há uns anos quase que andava a exigir a sua demissão. As voltas que a vida dá. Se calhar sou eu que me estou a tornar um velho carrancudo, mas numa cidade que esteve às portas do caos (que felizmente parece não se ter confirmado, pelo menos o pior cenário), ter o presidente, de todos os estabelecimentos por onde podia ter entrado após o seu passeio digestivo típico de um domingo à tarde, ir parar a uma garrafeira a olhar para as garrafas como se estivesse a escolher a melhor pinga, e depois acabar a brindar com a responsável máxima, ou perto disso (não sei é ela mesmo a presidente da proteção civil a nível municipal ou não, como noutros concelhos, mas pouco importa para o caso), do dispositivo municipal de proteção civil, que certamente muito trabalhinho tem ainda para fazer hoje e nos próximos dias, como se estivesse numa qualquer Ovibeja ou Feira das Colheitas, parece-me algo completamente alucinado e que, fosse outra qualquer pessoa que não o presidente das selfies e dos banhos do ano, virava meme para durar anos. Como é o segundo maior socielite português, após o Castelo Branco, não passa nada. 6 Compartilhar este post Link para o post
Caviar Publicado Fevereiro 13 Citação de Carson Wentz, há 11 minutos: Se calhar sou eu que me estou a tornar um velho carrancudo, mas numa cidade que esteve às portas do caos (que felizmente parece não se ter confirmado, pelo menos o pior cenário), ter o presidente, de todos os estabelecimentos por onde podia ter entrado após o seu passeio digestivo típico de um domingo à tarde, ir parar a uma garrafeira a olhar para as garrafas como se estivesse a escolher a melhor pinga, e depois acabar a brindar com a responsável máxima, ou perto disso (não sei é ela mesmo a presidente da proteção civil a nível municipal ou não, como noutros concelhos, mas pouco importa para o caso), do dispositivo municipal de proteção civil, que certamente muito trabalhinho tem ainda para fazer hoje e nos próximos dias, como se estivesse numa qualquer Ovibeja ou Feira das Colheitas, parece-me algo completamente alucinado e que, fosse outra qualquer pessoa que não o presidente das selfies e dos banhos do ano, virava meme para durar anos. Como é o segundo maior socielite português, após o Castelo Branco, não passa nada. 5 Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado Fevereiro 13 Citação de Lebohang, há 2 horas: O grande problema da Regionalização é que todas essas regiões são bastante artificiais, Portugal não é como a Espanha, França, Itália, Alemanha ou Países Baixos onde sempre houveram regiões historicamente definidas. Veja-se p.e. essa mega região de Lisboa e Setubal. No papel talvez fizesse sentido, no terreno basta ver que Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete (toda a Margem Sul do Tejo portanto) estão mais ligados a Lisboa e os restantes a Setúbal, ou seja, na prática seria uma mega região artificial. Se esse é o grande problema da regionalização, então não há problema. Não percebo a dificuldade de criar 2 regiões "especiais" que congregam a maioria da população e da actividade económica - Área Metropolitana de Lisboa e Área Metropolitana do Porto - e o resto ficar de acordo com os padrões históricos - Norte, Centro, Oeste, Alentejo e Algarve. Seriam 9 regiões no total (incluindo Madeira e Açores), todas elas com dimensão populacional e territorial relevante para o contexto do país. 2 Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado Fevereiro 13 No outro dia, foi o Pedro Duarte a falar sobre o tema: https://expresso.pt/politica/2026-02-12-mau-tempo-pedro-duarte-ex-ministro-e-autarca-do-porto-relanca-discussao-sobre-regionalizacao--outros-autarcas-e-especialistas-tambem--fcafed36 Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Fevereiro 13 Citação de Peplin, há 1 hora: Se esse é o grande problema da regionalização, então não há problema. Não percebo a dificuldade de criar 2 regiões "especiais" que congregam a maioria da população e da actividade económica - Área Metropolitana de Lisboa e Área Metropolitana do Porto - e o resto ficar de acordo com os padrões históricos - Norte, Centro, Oeste, Alentejo e Algarve. Seriam 9 regiões no total (incluindo Madeira e Açores), todas elas com dimensão populacional e territorial relevante para o contexto do país. Essa é uma falsa questão há décadas. Já era na altura do referendo. Desde a entrada de Portugal na CEE que o país foi dividido em Regiões. Para efeitos estatísticos e atribuição de fundos europeus. A única diferença que temos para com a generalidade dos países europeus é que as nossas regiões não têm autonomia política e administrativa e não têm governos democraticamente eleitos. São geridas pelas CCDR que têm presidentes negociados entre o PS e o PSD e vice-presidentes setoriais (ministros regionais) nomeados pelo Governo central. As regiões atuais (correspondentes a NUT II) são o Norte, o Centro, Oeste e Vale do Tejo, Grande Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo e Algarve. A que se juntam a Madeira e os Açores. A regionalização está feita. Só falta formalizar em forma de Lei. Alargar-lhes as competências e transformar as CCDR em Governos Regionais democraticamente eleitos. 3 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Fevereiro 13 Citação de Descartes, há 57 minutos: Essa é uma falsa questão há décadas. Já era na altura do referendo. Desde a entrada de Portugal na CEE que o país foi dividido em Regiões. Para efeitos estatísticos e atribuição de fundos europeus. A única diferença que temos para com a generalidade dos países europeus é que as nossas regiões não têm autonomia política e administrativa e não têm governos democraticamente eleitos. São geridas pelas CCDR que têm presidentes negociados entre o PS e o PSD e vice-presidentes setoriais (ministros regionais) nomeados pelo Governo central. As regiões atuais (correspondentes a NUT II) são o Norte, o Centro, Oeste e Vale do Tejo, Grande Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo e Algarve. A que se juntam a Madeira e os Açores. A regionalização está feita. Só falta formalizar em forma de Lei. Alargar-lhes as competências e transformar as CCDR em Governos Regionais democraticamente eleitos. E quais são os benefícios da regionalização? Compartilhar este post Link para o post
challenger Publicado Fevereiro 13 Citação de Carson Wentz, há 2 horas: Se calhar sou eu que me estou a tornar um velho carrancudo, mas numa cidade que esteve às portas do caos (que felizmente parece não se ter confirmado, pelo menos o pior cenário), ter o presidente, de todos os estabelecimentos por onde podia ter entrado após o seu passeio digestivo típico de um domingo à tarde, ir parar a uma garrafeira a olhar para as garrafas como se estivesse a escolher a melhor pinga, e depois acabar a brindar com a responsável máxima, ou perto disso (não sei é ela mesmo a presidente da proteção civil a nível municipal ou não, como noutros concelhos, mas pouco importa para o caso), do dispositivo municipal de proteção civil, que certamente muito trabalhinho tem ainda para fazer hoje e nos próximos dias, como se estivesse numa qualquer Ovibeja ou Feira das Colheitas, parece-me algo completamente alucinado e que, fosse outra qualquer pessoa que não o presidente das selfies e dos banhos do ano, virava meme para durar anos. Como é o segundo maior socielite português, após o Castelo Branco, não passa nada. Se a CMTV metesse numa metade do ecrã aquele momento e na outra metade imagens de uma qualquer aldeia alagada a jusante de Coimbra quase fazia lembrar este momento: https://www.instagram.com/reel/DNWihv-sAax/ 1 Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Fevereiro 13 Citação de Petar Musa, há 19 minutos: E quais são os benefícios da regionalização? Não escondo a surpresa de seres exatamente tu a colocar a questão. Achas que os Açores não têm benefícios decorrentes de serem uma região autónoma? Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Fevereiro 13 Citação de Descartes, há 2 minutos: Não escondo a surpresa de seres exatamente tu a colocar a questão. Achas que os Açores não têm benefícios decorrentes de serem uma região autónoma? Mas os Açores, e a Madeira, têm uma especificidade que o Alentejo não tem, por exemplo. Estamos fisicamente separados do Continente e isso faz com que, por exemplo, faça todo o sentido teremos uma fiscalidade própria bem como uma autonomia na gestão dos benefícios. Outro exemplo é a gestão da saúde que é muito própria. Cá, em 3 horas (vá, devia ser assim pelo menos) consegues passar um doente de Beja para um hospital de Lisboa. Nos Açores, por exemplo, em 3h só consegues meter um doente do Centro de Saúde da Graciosa no hospital da Terceira. Depois são precisas mais umas quantas horas para vir para o Continente. Posto isto, e é mesmo ignorância minha (na altura do referendo tinha uns 10 anos, estava mais preocupado em saber como jogava o Barça o Van Gaal) quais seriam os benefícios que regiões como o Alentejo, Algarve, teriam. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Fevereiro 13 Citação de Petar Musa, há 9 minutos: Mas os Açores, e a Madeira, têm uma especificidade que o Alentejo não tem, por exemplo. Estamos fisicamente separados do Continente e isso faz com que, por exemplo, faça todo o sentido teremos uma fiscalidade própria bem como uma autonomia na gestão dos benefícios. Outro exemplo é a gestão da saúde que é muito própria. Cá, em 3 horas (vá, devia ser assim pelo menos) consegues passar um doente de Beja para um hospital de Lisboa. Nos Açores, por exemplo, em 3h só consegues meter um doente do Centro de Saúde da Graciosa no hospital da Terceira. Depois são precisas mais umas quantas horas para vir para o Continente. Posto isto, e é mesmo ignorância minha (na altura do referendo tinha uns 10 anos, estava mais preocupado em saber como jogava o Barça o Van Gaal) quais seriam os benefícios que regiões como o Alentejo, Algarve, teriam. É só uma questão de escala. Pensando na Madeira ou nos Açores as questões são demasiado evidentes, não faria qualquer sentido ser de outra forma. Nas regiões do Continente os benefícios seriam exatamente os mesmos, embora a uma escala menor. A maior proximidade ao território e às populações. A possibilidade de ter um orçamento com receitas próprias para implementar estratégias de desenvolvimento mais coerentes, ajustadas às regiões e menos sujeitas às prioridades do "Terreiro do Paço". O desenvolvimento de políticas setoriais na área da educação, da saúde, da agricultura, da economia, do turismo, da gestão florestal, do ambiente, da energia, da mobilidade, da cultura, do ordenamento do território, etc... As necessidades e características do Alentejo são diferentes do Algarve ou do Centro e, principalmente, de Lisboa. Ter a possibilidade de eleger um Governo próprio, de nível intermédio entre o Estado Central e os Municípios, focado no desenvolvimento regional é algo absolutamente fundamental. Depois, é claro, o sucesso depende da competência dos Governos. Isso já acontece ao nível municipal. Há Câmaras melhor geridas e outras piores. 3 Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado Fevereiro 13 Qualquer ideia dessas de reformar o país, tinha de ter sido antes, não agora que a política está partida em três blocos que não cooperam. Tarde demais Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado Fevereiro 13 Citação de Ghelthon, há 8 horas: Consegues mostrar que não? É que eu, quanto mais conheço do poder autárquico, mais me convenço que seria esse o resultado. Com todos os defeitos do poder autárquico, ainda esta semana se demonstrou que é o que segura o país em muitos momentos. A proximidade é uma valência essencial a que o Governo Central não consegue corresponder. Dotar estruturas intermédias de maior responsabilidade permite uma capacidade de resposta muito superior. 6 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Fevereiro 14 Citação de Mayday, há 12 horas: Parabéns ao deputado do PSD que usou o termo Chegolopitecus. Gonçalo Capitão para Pedro Frazão: «O senhor deputado [Pedro Frazão] invocou um santo e eu, em relação à sua intervenção, vou invocar outra santa, a Santa Ignorância, que é a sua padroeira.» 🔥 13 Compartilhar este post Link para o post
PRFA47 Publicado Fevereiro 14 Citação de Mayday, há 7 horas: Gonçalo Capitão para Pedro Frazão: «O senhor deputado [Pedro Frazão] invocou um santo e eu, em relação à sua intervenção, vou invocar outra santa, a Santa Ignorância, que é a sua padroeira.» 🔥 Esse está a construir uma reputação engraçada nos últimos meses, mas também facilitam-lhe a tarefa... Compartilhar este post Link para o post
JGabriel Publicado Fevereiro 14 Citação de Mayday, há 7 horas: Gonçalo Capitão para Pedro Frazão: «O senhor deputado [Pedro Frazão] invocou um santo e eu, em relação à sua intervenção, vou invocar outra santa, a Santa Ignorância, que é a sua padroeira.» 🔥 Há vídeos dessas duas intervenções? Quero ver Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Fevereiro 14 Citação de andriy pereplyotkin, há 12 horas: Com todos os defeitos do poder autárquico, ainda esta semana se demonstrou que é o que segura o país em muitos momentos. A proximidade é uma valência essencial a que o Governo Central não consegue corresponder. Dotar estruturas intermédias de maior responsabilidade permite uma capacidade de resposta muito superior. Eu não discordo dessa parte, claro. Mas não sei até que ponto seria melhor transferir poder e meios financeiros para o poder autárquico, que é grosso modo muito podre. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Fevereiro 14 [Alberto Gonçalves] Bad Bunny, o fundo da toca É sempre fascinante ler os comentários do Observador: graça Dias 11 h Caríssimo Alberto Gonçalves Uma fascinante análise sobre o deplorável espectáculo do Super Bowl, em que o protagonista Bad Bunny, terá saído do obscurantismo, em que vive mergulhada a ala da extrema esquerda norte-americana ( e não só). Somente o caro AG com a sua irreverência, com a sua inteligente sagacidade e com toda a sua independência e liberdade de pensamento, sem se deixar condicionar pelo o status quo, poderia brindar os leitores do Observador com mais este texto brilhantemente construído e de hilariantes analogias. Obrigada 45 Paul C. Rosado 3 h É mesmo isso. Quando conheço alguém que gosta de rap, hip-hop, reggaetons ou afins, assumo logo que essa pessoa é tola. Até hoje nunca me enganei. Abençoado preconceito! Que ferramenta evolutiva fantástica! 22 Compartilhar este post Link para o post
RAG Publicado Fevereiro 14 Citação de Lebohang, há 1 hora: [Alberto Gonçalves] Bad Bunny, o fundo da toca É sempre fascinante ler os comentários do Observador: graça Dias 11 h Caríssimo Alberto Gonçalves Uma fascinante análise sobre o deplorável espectáculo do Super Bowl, em que o protagonista Bad Bunny, terá saído do obscurantismo, em que vive mergulhada a ala da extrema esquerda norte-americana ( e não só). Somente o caro AG com a sua irreverência, com a sua inteligente sagacidade e com toda a sua independência e liberdade de pensamento, sem se deixar condicionar pelo o status quo, poderia brindar os leitores do Observador com mais este texto brilhantemente construído e de hilariantes analogias. Obrigada 45 Paul C. Rosado 3 h É mesmo isso. Quando conheço alguém que gosta de rap, hip-hop, reggaetons ou afins, assumo logo que essa pessoa é tola. Até hoje nunca me enganei. Abençoado preconceito! Que ferramenta evolutiva fantástica! 22 Flocos de neve, tudo incomoda Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado Fevereiro 14 Citação de Lebohang, há 1 hora: [Alberto Gonçalves] Bad Bunny, o fundo da toca É sempre fascinante ler os comentários do Observador: graça Dias 11 h Caríssimo Alberto Gonçalves Uma fascinante análise sobre o deplorável espectáculo do Super Bowl, em que o protagonista Bad Bunny, terá saído do obscurantismo, em que vive mergulhada a ala da extrema esquerda norte-americana ( e não só). Somente o caro AG com a sua irreverência, com a sua inteligente sagacidade e com toda a sua independência e liberdade de pensamento, sem se deixar condicionar pelo o status quo, poderia brindar os leitores do Observador com mais este texto brilhantemente construído e de hilariantes analogias. Obrigada 45 Paul C. Rosado 3 h É mesmo isso. Quando conheço alguém que gosta de rap, hip-hop, reggaetons ou afins, assumo logo que essa pessoa é tola. Até hoje nunca me enganei. Abençoado preconceito! Que ferramenta evolutiva fantástica! 22 1 Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado Fevereiro 15 Citação de noikeee, Em 13/02/2026 at 23:45: Qualquer ideia dessas de reformar o país, tinha de ter sido antes, não agora que a política está partida em três blocos que não cooperam. Tarde demais Citação de rcoelho14, Em 13/02/2026 at 13:57: Enquanto se continuar a gritar que regionalização só serve para criar mais tachos, nunca vais ter isso Citação de Ghelthon, há 20 horas: Eu não discordo dessa parte, claro. Mas não sei até que ponto seria melhor transferir poder e meios financeiros para o poder autárquico, que é grosso modo muito podre. A dificuldade com a regionalização, a meu ver, seria por uma coisa que já hoje é difícil e que noutros países é levada muito a sério: a participação cívica e política dos cidadãos no poder local. No entender do português típico, ir votar nas legislativas, nas presidenciais e nas autárquicas são os únicos momentos onde podem participar na política. Depois disso apenas existem os 'jotinhas' e os 'outros que andam à procura de tacho'. Uma cidadania ativa e participativa tem outros ângulos e perspectivas que a maioria não sabe/quer saber: orçamentos participativos (participando com propostas, com ideias, discussão local etc.), participar nas assembleias da sua zona (municipal e da freguesia), ir a reuniões de câmara abertas aos habitantes e colocar questões aos autarcas, criar petições e até apresentar propostas para serem avaliadas na assembleia, participação no poder local fora do sistema partidário ou mesmo num partido, participar em associações e grupos com trabalho politico e social. Enfim, as hipóteses são vastas mas pouco ou nada se participa e isso está muito incrustado na cabeça das pessoas que pensam que chega ir votar e o resto são as instituições a funcionar. Nada mais errado. As instituições são feitas de pessoas, se deixamos as coisas só acontecer sem sermos exigentes com elas, elas deterioram-se e depois é ver apodrecer. Por mais boa vontade que algumas tenham, já sabemos que uma fruta podre numa cesta vai tentar passar para as outras. Claro que tudo o que eu disse dá trabalho, a nossa própria estrutura social não está montada para termos muito tempo para isto pois exige tempo e disponibilidade, mas um sistema regional com este tipo de mentalidade, evidentemente que o 'deixa andar' vai redundar em poder politico a fazer o que quer com o dinheiro que vai ter de gerir. Para isso acontecer como deve ser as pessoas num nível mais próximo terão de pensar no seu papel politico ir além dos momentos de ir às urnas e ai sim está o desafio. Fica o episódio do Podcast do Daniel Oliveira com o Filipe Teles sobre poder local e a regionalização onde ele desenvolve um pouco mais estas ideias. 1 Compartilhar este post Link para o post