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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de dpitz, há 4 minutos:

Não tenho problema nenhum com trincheiras. A minha é a dos explorados. Não tenho dúvida nenhuma sobre isso. 

Eu sei. E, no fundo, fora uma "meia dúzia" de anormais, estamos todos do mesmo lado. Podemos, e isso é óptimo, é ter formas muito diferentes de defender os vulneráveis, os explorados.

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Citação de Black Hawk, há 42 minutos:

 

Escreveste bem, como é teu apanágio, mas a principal questão é esta: haverá aqui alguém que discorda disso? É que eu não vi ninguém a dizer que "o problema é delas porque o salário mínimo está a subir depressa demais".

Vi, isso sim, pessoas a discutir um assunto que é técnico, também de uma forma técnica (uns mais que outros, vá, de acordo com o conhecimento que têm do mesmo). Volto a dizer que não me parece que alguma das pessoas que participou na discussão ache realmente que o SMN está demasiado alto, ou que a culpa dos problemas económicos do país reside no valor do SMN.

A conversa começou com um indicador económico puro e duro, e que tem um efeito mau na economia. Mas também ninguém disse que o problema era do SMN, nem se disse que o SMN não devia ser aumentado. Disse-se que o problema era aumentar o SMN sem outras medidas a acompanhar, e não me parece que alguém discorde. E definitvamente ninguém ilibou os patrões para colocar as culpas nas pessoas que recebem o SMN, como estás aí a querer dar a entender.

Do ponto de vista pessoal, estou bem tranquilo quanto à questão da (in)sensibilidade, porque já estive nos dois lados desse espectro de "produção de bens materiais", citando-te.

Como diz o Tio Hans, na verdade estamos todos do mesmo lado, mas uns agarram-se ao seu chapéu ideológico e debitam constantemente as mesmas coisas, seja qual for a discussão, e são incapazes de acolher, ainda que momentaneamente, visões diferentes daquelas a que estão habituados.

P.S.: No fundo, o problema não se resolve com ideologias. Seja ela uma ou outra, o problema vai manter-se. Portanto seria preferível, de maneira geral, maior foco na solução, do que na ideologia. Eu apenas falei no problema, porque não tenho conhecimento suficiente para apontar a solução. Certamente que haverá quem o tenha, seja no CMPT ou fora (não querendo com isto dizer que espero que sejamos nós aqui a resolver o problema, mas podemos discuti-lo como adultos que somos e tentar chegar a bom porto).

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Isto tá muito estranho

Era suposto as pessoas dizerem que não se sentem seguras por não terem polícias na sua rua apesar de não ser verdade?

 

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Publicado (editado)
Citação de Black Hawk, há 1 hora:

 

O teu post é, provavelmente, o mais lúcido que li por aqui nas últimas páginas. Quando se fala da insensibilidade de quem ganha 920€ e ouve discursos frios sobre 'gerar valor', ou quando fala do desespero de quem não consegue pagar um T0,está-se a falar de falta de dignidade. E o meu ponto inicial era precisamente esse: a economia e a política deviam servir para as pessoas viverem com dignidade, não para sermos "escravos pagos" que vivem para pagar contas e impostos até morrer e vir o próximo tomar o lugar.

As trincheiras de que falei existem, sim, e compreendo o lado defensivo de quem se sente esmagado pela realidade social.

Citação de Ghelthon, há 14 minutos:

Escreveste bem, como é teu apanágio, mas a principal questão é esta: haverá aqui alguém que discorda disso? É que eu não vi ninguém a dizer que "o problema é delas porque o salário mínimo está a subir depressa demais".

Vi, isso sim, pessoas a discutir um assunto que é técnico, também de uma forma técnica (uns mais que outros, vá, de acordo com o conhecimento que têm do mesmo). Volto a dizer que não me parece que alguma das pessoas que participou na discussão ache realmente que o SMN está demasiado alto, ou que a culpa dos problemas económicos do país reside no valor do SMN.

A conversa começou com um indicador económico puro e duro, e que tem um efeito mau na economia. Mas também ninguém disse que o problema era do SMN, nem se disse que o SMN não devia ser aumentado. Disse-se que o problema era aumentar o SMN sem outras medidas a acompanhar, e não me parece que alguém discorde. E definitvamente ninguém ilibou os patrões para colocar as culpas nas pessoas que recebem o SMN, como estás aí a querer dar a entender.

Do ponto de vista pessoal, estou bem tranquilo quanto à questão da (in)sensibilidade, porque já estive nos dois lados desse espectro de "produção de bens materiais", citando-te.

Como diz o Tio Hans, na verdade estamos todos do mesmo lado, mas uns agarram-se ao seu chapéu ideológico e debitam constantemente as mesmas coisas, seja qual for a discussão, e são incapazes de acolher, ainda que momentaneamente, visões diferentes daquelas a que estão habituados.

P.S.: No fundo, o problema não se resolve com ideologias. Seja ela uma ou outra, o problema vai manter-se. Portanto seria preferível, de maneira geral, maior foco na solução, do que na ideologia. Eu apenas falei no problema, porque não tenho conhecimento suficiente para apontar a solução. Certamente que haverá quem o tenha, seja no CMPT ou fora (não querendo com isto dizer que espero que sejamos nós aqui a resolver o problema, mas podemos discuti-lo como adultos que somos e tentar chegar a bom porto).

Eu escrevi ai atrás mas passou meio despercebido:
 

Citação de Abraxas, Em 09/06/2026 at 12:58:

Acho que o Ghelthon, tal como eu, não está a falar de uma posição de achar que o salário minimo devia ser mais baixo, mas sim de mostrar que apenas subir não é suficiente. A meu ver o argumento dele não é de uma posição de achar bem ou mal, é simplesmente a realidade que é. A estrutura do nosso país está muito mal montada e andamos a correr atrás de compensar o avanço global sem nunca restruturar a nossa economia de baixo valor, isso acaba por sufocar as empresas que não conseguem pagar mais, roubar o dinheiro suado das pessoas que trabalham para pagar contas e sobreviver e afastar pessoas que dedicaram uma vida a estudar para ir viver fora porque aqui não compensa viver com esta estrutura. 

Acho que todos queremos melhor para nós e para os nossos filhos, acho que ninguem aqui deseja que alguém voltasse a viver com 500€ por mes na forma como as coisas estão. Gostava sim que tu pudesses estudar e ganhar 3000€, 4000€, 5000€ com um curso superior. Gostava sim que a minha vizinha da frente que trabalha num café pudesse comprar ou alugar casa e não ter de se sujeitar a viver num quarto de 10m2 com o filho no Brasil e mandar dinheiro para lá, gostava sim que a minha mulher pudesse abrir a loja dela sem ter o coração nas mão a achar que no fim do mês não tem dinheiro para a renda, gostava sim que o meu cunhado não tivesse de ter 3 trabalhos para pagar 1300€ numa zona não nobre por um 1 T1 e cuidar da filha e pagar um carrinho pequenino que tiveram de comprar para a transportar, gostava sim que vivêssemos num país onde o meu primo pudesse sepultar os pais com dignidade. e não o pode fazer da forma que queria porque não tem dinheiro para pagar uma sepultura digna, tendo de os deixar numa cova simples de terra com uma cruz. 

Acho que o tema aqui é mais este.

Editado por Abraxas

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Citação de Abraxas, há 6 minutos:

O teu post é, provavelmente, o mais lúcido que li por aqui nas últimas páginas. Quando se fala da insensibilidade de quem ganha 920€ e ouve discursos frios sobre 'gerar valor', ou quando fala do desespero de quem não consegue pagar um T0,está-se a falar de falta de dignidade. E o meu ponto inicial era precisamente esse: a economia e a política deviam servir para as pessoas viverem com dignidade, não para sermos "escravos pagos" que vivem para pagar contas e impostos até morrer e vir o próximo tomar o lugar.

As trincheiras de que falei existem, sim, e compreendo o lado defensivo de quem se sente esmagado pela realidade social.

Eu escrevi ai atrás mas passou meio despercebido:
 

Mas as pessoas responderam-te, muitas concordaram contigo, e chegaram a conclusões que se calhar não gostaste. Tu depois respondeste a dizer que te ridicularizaram...

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Publicado (editado)
Citação de Plagio o Original, há 31 minutos:

Mas as pessoas responderam-te, muitas concordaram contigo, e chegaram a conclusões que se calhar não gostaste. Tu depois respondeste a dizer que te ridicularizaram...

Oh meu, acho que andámos a ler páginas diferentes. O meu primeiro post não trazia 'conclusões' económicas para se concordar ou discordar; era um apelo à compreensão e menos cinismo. E a resposta imediata a isso foi ser apelidado de 'choradeira', não ter 2 dedos de testa e ver as opiniões gerais tratadas como 'discussões de m*rda' e levar com o meme do costume a chamar-me de centrista iluminado.

Podes não concordar com a minha visão, o que eu respeito e aceito perfeitamente. Mas tentarem reescrever o que aconteceu e fingir que isto aqui é super fixe, na boa e super saudável quando a primeira reação foi só agressividade e ironia barata... poupem-me.

Valeu pelo post do BlackHack, do Hans, Ghelthon e de quem quis falar minimamente a sério

Editado por Abraxas

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Citação de Abraxas, há 1 minuto:

Oh meu, acho que andámos a ler páginas diferentes. O meu primeiro post não trazia 'conclusões' económicas para se concordar ou discordar; era um apelo à compreensão e menos cinismo. E a resposta imediata a isso foi ser apelidado de 'choradeira', não ter 2 dedos de testa e ver as opiniões gerais tratadas como 'discussões de m*rda' e levar com o meme do costume a chamar-me de centrista iluminado.

Podes não concordar com a minha visão, o que eu respeito e aceito perfeitamente. Mas tentarem reescrever o que aconteceu e fingir que isto aqui é super fixe, na boa e super saudável quando a primeira reação foi só agressividade e ironia barata... poupem-me.

Valeu pelo post do BlackHack, do Hans e de quem quis falar minimamente a sério

Eu n sei se me apetece ler outra vez mas tenho quase a certeza que só te acusaram de choradeira depois de chorares a dizer que as pessoas foram cinicas e te ridicularizaram

Tbm n é facil quando se discutem 200 assuntos diferentes de seguida em 2 ou 3 páginas 

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Eu só disse que ver muitos polícias na rua me deixa nervoso, não sei porque é que fui incluído na conversa. É que nem acho que seja uma opinião assim tão invulgar.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 12 minutos:

Eu só disse que ver muitos polícias na rua me deixa nervoso, não sei porque é que fui incluído na conversa. É que nem acho que seja uma opinião assim tão invulgar.

 

O @dpitz foi citado e literalmente só copiou e colocou o que o maluco da CGTP disse

Eu tbm e só disse que o que a malta andava a sugerir na thread era igual ao que a china e a coreia do sul fazem

Eu se fosse @mod considerava dar BO a que tenha este comportamento. É ragebait

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Quem têm medo que compre um cão ou não saia de casa, simples. Cambada de medricas.

Mais engraçado ainda são aqueles que querem mais polícia na rua e que faça frente aos ciganos e aos africanos/brasileiros/indostânicos, pois "as ruas estão cheias deles", só que quando a polícia está na rua com um forte contingente para zelar pela ordem pública e a fazer operações STOP às saídas das festas já falam mal das forças de autoridade que não os "deixam curtir" e beber à vontade, que os c**** dos policias andam à caça da multa e o diabo a sete.

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Citação de Plagio o Original, há 4 horas:

Nenhum dos posts que ele citou "insultou", foi "cínico" ou "ridicularizou" alguém...

Mas foi o que o chatgpt lhe disse que era e ele colou e copiou. 

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Citação de Black Hawk, há 5 horas:

Falaram aí atrás de insensibilidade (foste tu, Tio?). Não é que não perceba o contexto em que foi dito, mas se é para entrar no campo da insensibilidade e das trincheiras isto dá para os dois lados.

Sabem o que ajuda imenso a que se cavem trincheiras?

É a insensibilidade de as pessoas ganharem o salário mínimo, que mal dá para arrendar um T0 numa cidade e mesmo nos arredores destas já começa a ser incomportável, para depois ouvir quem se arrisque a dizer que o problema é delas porque o salário mínimo está a subir depressa demais (não estou a apontar a ninguém daqui) e as empresas não têm meios para aumentar o salário médio, mediano ou whatever, de quem ganha ligeiramente mais do que o salário mínimo, na mesma proporção.

É a insensibilidade daquele discurso que defende a lei do mais forte - sim, aquele discurso de que os fortes sobrevivem e os mais fracos morrem, que há 20 anos era sempre proferido pelos vilões de filmes e animes, mas hoje em dia é corriqueiro -, segundo o qual quem não consegue comprar casa ou arrendar que se mude para o carai mais velho, ou se o salário miserável que aufere não der dinheiro para comprar um par de calças ou material escolar ao filho, ou sequer meter comida na mesa, que vá para um segundo trabalho em part-time que a culpa da sua miséria é dele.

É a insensibilidade de quem olha para o fenómeno da economia como se o nosso objetivo enquanto espécie for apenas gerar dinheiro, esse conceito natural que existe na natureza em abundância e que deve crescer em alguma árvore da Amazónia ou nos arbustos das savanas do Serengueti. Ah, desculpem, não é dinheiro; é valor!, esse eufemismo usado por quem ainda tem um resquício de dignidade para tentar camuflar uma total ausência de empatia e sensibilidade.

Não sei em que ponto da nossa evolução enquanto espécie passámos de avaliar a mais-valia dos indivíduos pelo que acrescentavam à Humanidade, para passar a ser avaliada pela riqueza material que geram, como se o nosso objetivo enquanto espécie fosse gerar dinheiro, servindo o ser humano como escravo da economia em vez de ser a economia a servir o ser humano.

Aliás, na História ensina-se precisamente isso. Gajos como o Van Gogh, Mozart ou Oscar Wilde ficaram na História pela riqueza material que geraram e pelo dinheiro que fizeram, não pelos seus contributos para a cultura da sociedade humana e o crescimento intelectual da humanidade.

Mas deixemos este último devaneio de lado. Voltemos à insensibilidade.

Se é da insensibilidade de que os mais fracos têm mais é de morrer (no sentido figurado... pelo menos por enquanto), de se sujeitar à sua miséria porque é sua culpa, de passar fome e de viver na rua porque o mercado é soberano e nós somos meros escravos dele.

Então passemos à insensibilidade para com os outros também. Se têm uma pequena e média empresa e não conseguem suportar o aumento dos salários na mesma proporção do aumento do salário mínimo, o mercado dita que morram, não é?

Não literalmente, claro. Mas se a vossa empresa não consegue suportar o aumento do salário mínimo, ou o do salário ligeiramente superior ao mínimo, mas ainda assim miserável que pagam como se estivessem a ser magnânimos, então o mercado dita que fechem portas porque são fracos e os fracos têm é de morrer.

Se é de insensibilidade de que se fala, quem não consegue suportar salários condignos não deveria ter empresas em funcionamento. Fechem portas e vão bater punho em vez de pedirem subsídios como se fossem ciganos, ou imigrantes ou lá o que é que os palermas dizem.

Ou então assumimos que a economia funciona nos dois sentidos. Que se é para haver sensibilidade para com os negócios mais frágeis - que precisamos deles também para gerar emprego, independentemente de ser mal pago ou não - então também tem de haver sensibilidade para se ajudar as pessoas que já auferem miseravelmente sem as culpar por estarem a ser exploradas por uma economia que apenas visa o lucro pelo lucro, sem que esse seja aplicado no crescimento da humanidade e apenas sirva para que uma pequena elite seja cada vez mais rica.

Agora, um sem o outro, não. Não podem pedir a compreensão de quem ganha 920 euros, e ainda são acusados de não gerarem riqueza aos seus patrões, pelo drama destes últimos e das suas empresas que não conseguem sequer pagar mais 50 euros por mês aos seus trabalhadores. Tenham lá paciência.

Depois falam em trincheiras. As trincheiras surgiram historicamente como um mecanismo de defesa perante a ofensiva cerrada de que se era alvo por outrém. Se elas existem hoje em dia como eufemismo para algo, foi porque alguém se sentiu atacado nos seus direitos e dignidade.

Imaginem quem, porquê e por quem.

A sensibilidade, o bom senso e a subsequente capacidade de tomar decisões acertadas é cada vez mais um luxo de quem tem tempo mental livre. Viver no sobressalto constante de não se saber se vai conseguir pagar as contas, manter o emprego, tratar da família e ainda gerir a ansiedade de ver chegar um futuro previsivelmente pior consome todo esse tempo.

Depois, claro, temos a concertação dos média e das redes sociais que tanto funcionam como escape(esgoto) psicológico bem como de veículos de endroutinacão de mentes fragilizadas e despidas de qualquer capacidade de elaborar um suspiro que seja de juízo crítico.

Juntas a degradação dos serviços sociais públicos- saúde, educação, justiça, segurança- à receita e tens como resultado massas revoltadas, doentes e acríticas, manipuladas para se atacarem entre si em nome de agendas que não lhes pertencem.

 

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Citação de fornix, há 10 horas:

Perfeitamente normal. Sempre ouvi dizer que o trabalho dá saúde. Montenegro bem!

Um passinho para chegarmos ao trabalho liberta.

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Citação de smashing_pumpkin , há 17 horas:

Desumano. 

O corno do montenegro e o outro grande filho da p*ta desaparecerem amanhã seria um grande favor que faziam. Que ódio que lhes tenho, crl. 

Que tenham tudo aquilo que merecem.

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Como este é o tópico do ambiente 

https://open.spotify.com/episode/3WTw83IZDJMITB3GMQm90Q?si=uA_2uFuSTFaOtcsXMCaTCQ

Já sei que eles são isto e aquilo, blablabla. 

Mas é muito interessante este episódio para perceber um pouco os interesses por detrás da indústria da madeira, e de certa maneira os fogos, o que acontece sem que ninguém veja e que após os acontecimentos é impossivel voltar atrás e muito importante terem conseguido a petição e mudança da lei. 

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Citação de Mayday, há 17 horas:

Mas foi o que o chatgpt lhe disse que era e ele colou e copiou. 

Amém. Tem sido um chorrilho de banalidades sem conteúdo nenhum

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A Câmara de Lisboa vai cortar os descontos nas refeições escolares para os alunos que têm pais a receberem mais de 1000 euros brutos por mês. 

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Citação de Longineu, há 7 horas:

Desumano. 

O corno do montenegro e o outro grande filho da p*ta desaparecerem amanhã seria um grande favor que faziam. Que ódio que lhes tenho, crl. 

Que tenham tudo aquilo que merecem.

Está descansado que cada vez fica melhor

https://expresso.pt/sociedade/2026-06-11-medidas-para-garantir-inclusao-social-dos-mais-pobres-apagadas-da-nova-lei-da-prestacao-social-unica-bf3b27ff?fbclid=IwdGRjcASYqqBjbGNrBJiqdGV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHgrmx4hhyyBkBQ1yfahg3nYNGwImdFP1DUQmiDu2I1IBsb7lGiQhEjBBK23U_aem_bO7V-YQZTK4LW98nz3Vp9Q#Echobox=1781210229

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Citação de Lifehouse, há 4 minutos:

A Câmara de Lisboa vai cortar os descontos nas refeições escolares para os alunos que têm pais a receberem mais de 1000 euros brutos por mês. 

Essa malta rica...

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Citação de Lifehouse, há 11 minutos:

A Câmara de Lisboa vai cortar os descontos nas refeições escolares para os alunos que têm pais a receberem mais de 1000 euros brutos por mês. 

Estamos a falar de 70 cêntimos

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