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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Neste último debate a Hillary ganhou de forma clara imo.

 

Mas mesmo assim, há coisas que ela diz que são um bocado ridículas. Continua a bater na mesma tecla de uma no-fly zone na Síria (e já agora, eis outro exemplo de que ela se está a cagar para o que diz em público) e, quando se fala na Wikileaks, ela imediatamente muda o disco e fala no Putin... :roll:

 

E o Trump é o mesmo de sempre. Monólogos incoerentes e expressões sem sentido como "We're gonna do a lot of things for college tuition". :lol:

Editado por Castbound

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Só o facto de ser mórmon já lhe dá logo um avanço enorme.

Claro. Mas também porque é o único candidato realmente conservativo..

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Então é tudo falso?

 

Pois, a questão é ver até onde vai a verdade, não ajuda esse tal O'Keefe ter histórico de editar as gravações de forma a alterar/exagerar o documentário. Portanto pode servir quanto muito para jornalistas com mais credibilidade pegarem na historia e investigarem.

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Ri-me mais do que devia...

 

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Wtf? O "Segurança para todos" mais pequeno e desaparecia... :mrgreen:

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"There was tension in the air, a lot of arguments, and we hardly managed to work," he recalls. "A short time after the revolt broke out, demonstrators started calling for the hanging of the AVO members - when a Hungarian in the street said AVO, he meant Jews. We heard that they were hanging secret police officers from electric wires in the streets, out of revenge."

read more: http://www.haaretz.com/print-edition/features/divided-we-remember-1.203136

 

 

"I was never a Communist or a member of the party, but when I heard talk against the Jews, I was not in favor of the revolt. Based on my bitter experience in 1944, I knew that if they were to start talking and inciting against Jews, it wouldn't stop there. We heard there was graffiti in the streets, 'Jacob, this time we won't take you as far as Auschwitz' - that is, they'll hang you on the spot. Suddenly, all the Jews became communists, and again they were blamed for everything."

read more: http://www.haaretz.com/print-edition/features/divided-we-remember-1.203136

 

Uma tentativa de revolução com a qual o Ocidente se pode identificar.

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Adjunto de Costa no Governo declarou licenciatura falsa

 

Em despacho assinado pelo primeiro-ministro, Rui Roque aparece como licenciado em Engenharia Eletrotécnica pela FCTUC, mas, na verdade, nunca acabou o curso e faltam-lhe várias cadeiras.

 

O adjunto para os Assuntos Regionais do gabinete do primeiro-ministro declarou ser licenciado sem ter completado o curso. No despacho de nomeação assinado por António Costa e publicado em Diário da República, Rui Lizardo Roque é apresentado como “licenciado” e, na nota curricular do mesmo documento, é especificado que a licenciatura é em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). O Observador apurou, no entanto, junto de várias fontes — incluindo académicas — que o adjunto de Costa nunca terminou a licenciatura.

 

Rui Roque estudou, de facto, Engenharia Eletrotécnica na FCTUC, mas faltam-lhe várias cadeiras para concluir o curso, segundo informações cruzadas pelo Observador. No ano de 1997/1998, entrou na FCTUC para o curso de Engenharia Física, mas mudou passado um ano para o curso de Engenharia Eletrotécnica. O adjunto ganha €3.512,42 brutos segundo o portal do Governo, o que corresponde a €2083,39 líquidos.

 

Rui Roque poderia ter a possibilidade de tentar uma equivalência utilizando a conversão do seu curso para o regime do Processo de Bolonha. No caso das Engenharias, as universidades (incluindo a de Coimbra) têm mestrados integrados (cinco anos, o exigido pela Ordem), mas ao fim de três anos os alunos ficam com o equivalente a uma licenciatura em Ciências da Engenharia. Mas nem este título Rui Roque terá. Primeiro, porque nunca o solicitou, segundo apurou o Observador. Segundo, porque lhe faltaria ter aproveitamento em várias cadeiras do plano curricular pré-Bolonha.

 

O próprio Rui Roque admite dúvidas sobre a sua situação, de tal forma que questionou a universidade sobre o assunto. Ao Observador, o adjunto de António Costa limitou-se a dizer:

 

Os dados constantes na minha nota curricular de nomeação baseiam-se nas informações prestadas pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra datadas de outubro de 2009. Quando confrontado pelas vossas questões, eu próprio solicitei mais esclarecimentos da mesma instituição. Como ainda não obtive resposta, nada mais tenho a acrescentar.”

Contactada pelo Observador, a Universidade de Coimbra escudou-se nos regulamentos, explicando que a universidade “não pode fornecer informações sobre os seus estudantes e antigos estudantes” e que “a única coisa que pode fazer é validar documentos oficiais, como sejam diplomas emitidos pela UC e confirmar ou não a sua veracidade.” O Observador apurou, no entanto, junto de fontes universitárias que Rui Roque não aparece no sistema informático como licenciado e não há registo até esta data de ter solicitado as equivalências a Bolonha. O Observador pediu igualmente a Rui Roque que mostrasse o documento (as tais “informações prestadas pela FCTUC”, em 2009), o que o mesmo recusou fazer. Quanto a António Costa, há uma semana que o Observador tenta obter esclarecimentos por parte do gabinete do primeiro-ministro, mas até agora não obteve qualquer resposta formal.

 

Quem é Rui Roque: De “farras” a adjunto de Costa

 

Rui Pedro Lizardo Roque foi nomeado por António Costa adjunto para os Assuntos Regionais em janeiro de 2016. Tem 37 anos e cresceu na Granja do Ulmeiro (concelho de Soure, distrito de Coimbra), vila onde é autarca eleito pelo PS, como membro da Assembleia de Freguesia.

 

Rui Roque já era da Juventude Socialista quando ocupou diversos cargos durante a sua vida académica. Foi presidente do Núcleo de Estudantes de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores e coordenador-geral dos Núcleos e Pedagogia da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra. Dos tempos de faculdade herdou a alcunha de “farras”, como ainda atualmente é conhecido na cidade dos estudantes e mesmo entre dirigentes e militantes socialistas.

 

Abandonou a vida académica para abraçar a vida profissional, mas nunca exerceu como engenheiro. Entre março de 2007 e setembro de 2009, Rui Roque foi operador especializado da Sonae Distribuição e tem trabalhado em diversas empresas: foi sócio-gerente da Roque&Ribeiro (comércio de material ortopédico), consultor da DNZ RSK e sócio-gerente da Rui Roque Unipessoal, Lda.

 

No PS, Rui Roque pertence à federação distrital de Coimbra e à concelhia de Soure, mas a função mais relevante que ocupou foi a de “homem do terreno” da campanha de António Costa nas legislativas de 2015. Depois disso, em janeiro de 2016, foi então nomeado adjunto do gabinete do primeiro-ministro para os Assuntos Regionais.

 

Os políticos e as licenciaturas

Nos últimos anos têm existido diversos casos de licenciaturas de políticos cuja credibilidade foi colocada em causa. Os casos mais mediáticos foram os do antigo primeiro-ministro José Sócrates e do antigo ministro Miguel Relvas. No caso de José Sócrates estava em causa a conclusão da licenciatura em Engenharia Civil na Universidade Independente. Depois de várias polémicas sobre equivalências, cadeiras não frequentadas, falsificação de documentos, entre diversas outras irregularidades, o Ministério Público acabou por concluir — já em dezembro de 2015 — que a licenciatura era nula, embora tenha optado por não pedir a anulação por considerar o caso prescrito.

 

A mesma sorte não teve o antigo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares de Pedro Passos Coelho, Miguel Relvas, que viu mesmo a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais ser-lhe retirada, ao ser considerada “nula” pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa. Na base do curso de Relvas estariam equivalências até a cadeiras que não existiam e o reconhecimento de experiência profissional que incluía, por exemplo, ser presidente da assembleia geral de uma associação de um rancho folclórico.

 

O caso de Rui Roque é diferente do de Relvas e de Sócrates. O adjunto de António Costa não corre o risco de perder a licenciatura, até porque não a concluiu. Também não há problemas de equivalências, uma vez que o membro do gabinete do primeiro-ministro nunca as terá solicitado. Aparentemente, terá prestado falsas declarações quanto ao título académico.

 

Problema de “natureza ética”

Juristas contactados pelo Observador explicam que, mais de que uma questão legal, está em causa uma questão ética. Um dos especialistas contactados — que não se quis identificar por estar a comentar um caso específico — explica que “como não é um cargo que exija licenciatura, trata-se de um problema de natureza ética e de falsidade nas declarações” e levanta a questão: “Será que alguém que mentiu, mesmo sem precisar de mentir, tem legitimidade para continuar num cargo público dessa responsabilidade?”.

 

O mesmo especialista diz que o mesmo caso “coloca em causa quem assinou o despacho, que também pode ter sido enganado, o que põe em xeque a relação política e de responsabilidade política”. O mesmo jurista explica que “só existirá matéria criminal se a declaração de licenciatura estiver acompanhada de um documento a comprová-la. Se não houver licenciatura e houver documento, há matéria criminal”. Um outro jurista adverte que, caso Rui Roque continue no cargo, “terá de ser corrigido o despacho”, pois “o Diário da República não pode ter mentiras.” Ou seja: “Tem de haver um despacho de correção, em que volte a sair a nomeação já sem a indicação de que o indivíduo em causa é licenciado”.

 

Fonte

 

Temos novo Relvas

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O Relvas era licenciado, a forma como conseguiu a licenciatura é que foi "ilegal".

 

Mas mais grave do que isso é a recusa do Governo em partilhar os dados da execução orçamental de 2016 antes da discussão do OE para o próximo ano :lol: Devem estar lá umas surpresas engraçadas, devem

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A discussão sobre as licenciaturas (ou quase licenciaturas) dos políticos dava pano para mangas.

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O dia de hoje foi recheado de notícias, infelizmente:

 

 

Explica-se parcialmente pelo baixar o cú da UE em relação à Turquia no início do ano.

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The Islamic State is carrying out mass killings and using human shields. Refugees are being turned away over fears terrorist sleeper cells. Burning sulfur has sickened dozens.

 

E muito mais atrocidades.

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Que bom :lol: nada de novo, né?

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A cena do costume do outsourcing da guerra por parte dos USA e o posterior abandono, mais o conflito YPG - Turquia em que os últimos não gostam de os primeiros andaram especialmente perto da fronteira a defender território.

 

Um bom exemplo do clusterfuck de guerra que se passa novamente no Médio Oriente.

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Officials said on October 26 that the attack may have been a revenge strike after a local Islamic State commander was killed the previous day.

 

No one has claimed responsibility for the incident.

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African nation says ICC persecuting "people of colour" but ex-prosecutor says continent's leaders covering up crimes.

 

The ICC was set up in 2002 and is often accused of bias against Africa and has also struggled with a lack of cooperation, including from the US, which has signed the court's treaty but never ratified it.

Editado por Lip Iverson

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A página dos truques da imprensa é de rir. Agora que o José Gomes Ferreira anda entretido a falar do Novo Banco, tiveram de procurar um novo alvo para escavar, e calhou a fava à Ana Lourenço :lol: e ainda há pessoal que lá vai comendo aquilo como se de uma página focada e imparcial se tratasse

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Eu até gosto da página, mas imparcial não é de certeza.

 

Gostar da página também eu gosto, mas não pelas razões para que ela foi criada. O que é pena, numa era de clickbait e outras manipulações de histórias e declarações para agarrar leitores, se calhar até haveria muita coisa legítima para apresentar e desmontar. ;)

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Eu sei que é duplo post, mas acho que se justifica:

 

 

Sim, ele teve a lata de, dias depois de se ter sabido que não foi ele o escritor do primeiro livro e de existir um contrato para alguém lhe escrever um segundo livro, de aparecer na tv a apresentar esse mesmo livro :lol:

Editado por Visitante

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A página dos truques da imprensa é de rir. Agora que o José Gomes Ferreira anda entretido a falar do Novo Banco, tiveram de procurar um novo alvo para escavar, e calhou a fava à Ana Lourenço :lol: e ainda há pessoal que lá vai comendo aquilo como se de uma página focada e imparcial se tratasse

 

É capaz de ser pessoal maisperspicaz do que aquele que acham que o JGF é bom jornalista... cof* cof...

 

Aquela do "não foi bem porque houve eleições" é absolutamente abjecta...

 

 

E só hoje é que vi. Então o PSOE vai abster-se para o Rajoy ser PM? Inacreditável...

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E só hoje é que vi. Então o PSOE vai abster-se para o Rajoy ser PM? Inacreditável...

Se não o fizesse ia ser o fim do partido.

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A página dos truques da imprensa é de rir. Agora que o José Gomes Ferreira anda entretido a falar do Novo Banco, tiveram de procurar um novo alvo para escavar, e calhou a fava à Ana Lourenço :lol: e ainda há pessoal que lá vai comendo aquilo como se de uma página focada e imparcial se tratasse

 

 

Eu até gosto da página, mas imparcial não é de certeza.

 

Acho que não há grandes dúvidas que não é imparcial. É tão imparcial como a esquerda.net, agora há motivo para existir.

 

Conseguimos sem grandes esforços conotar um órgão de comunicação social a uma certa ideologia, normalmente de direita. A minha questão é, existe algum, dos maiores órgãos, que se identifique com a esquerda? Ou que sejam facilmente identificados como esquerda? A verdade é que não, se há não estou a ver e peço que identifiquem, e é por isso que essa página não é imparcial e não tem grandes motivos para o ser.

 

PS: Detesto este conceito de esquerda e direita.

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Acho que não há grandes dúvidas que não é imparcial. É tão imparcial como a esquerda.net, agora há motivo para existir.

 

Conseguimos sem grandes esforços conotar um órgão de comunicação social a uma certa ideologia, normalmente de direita. A minha questão é, existe algum, dos maiores órgãos, que se identifique com a esquerda? Ou que sejam facilmente identificados como esquerda? A verdade é que não, se há não estou a ver e peço que identifiquem, e é por isso que essa página não é imparcial e não tem grandes motivos para o ser.

 

PS: Detesto este conceito de esquerda e direita.

 

Estou de acordo contigo. Mas então que não se apresentem como imparciais, que se apresentem como aquilo que realmente são. Uma página que pretende denunciar truques da imprensa e usa ela própria truques para influenciar os leitores neutros para uma determinada perspectiva é vergonhoso.

De resto, não acho que a imprensa seja conotada com qualquer um dos lados, salvo o Observador. Ou melhor, conotada é, mas de forma injustificada a meu ver (como é o caso do Expresso, mas dado o dono do grupo, até se percebe), uma vez que nenhum dos jornais está alinhado com nenhuma ideologia ou partido (como era o caso do Independente, há uns anos), e como se vê em países como os EUA, o Reino Unido ou em França. Aliás, em Portugal e falando de manipulação dos media, até creio que as manipulações e pressões são mais comuns na esquerda do que na direita, basta olhar para o tempo do Sócrates ou em que governos foram mais utilizadas as práticas de spin doctoring.

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