Che Publicado 3 Novembro 2016 Um voto num swing state ainda é capaz de valer algum dinheiro se for a leilão entre fãs do Trump e da Hillary. Fosse eu americano e aproveitava. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 3 Novembro 2016 Então e o Brexit já não vai para a frente? A British court just prevented the prime minister from Brexiting. Here’s what that means. Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 3 Novembro 2016 Mas eles ganham mais com o Trump de que forma? Grande parte do dinheiro não provém das intervenções militares no sudeste asiático? No caso da NRA ganham bem mais com o Trump, a nível internacional qqr um vai vergar-se (mas acho que não insinuei o contrário). Não acho é que o FBI ou o DOJ sejam incorruptíveis. O que se está a passar parecer ser um conflito de interesses onde um lado quer deitar tudo cá para fora e outro não quer devido a pressões exteriores. Mas é só uma teoria. Numa das frentes da batalha concordo contigo, sim. O Trump é oportunista em relação a Wall Street. A Hillary é a rainha daquilo. Duvido que seja assim tão linear essa questão, mas sim, com a Hillary há "provas". Em relação às doações, é algo que sinceramente me faz confusão e não percebo como é que em 2016 ninguém põe um travão naquilo. É nojento. Para mim há mais simples do que isso. Há coisas, bastantes, que o Trump disse que acredito que em muito sítio legalmente tinha já levado ao fim da candidatura dele. Aquele país é uma rambóia. Quanto às comparações do Trump vs Hitler, pode-se pegar numa coisa. A Alemanha vinha duma situação além de precária por causa do pós WW1. Via-se a destruição económica, era bastante palpável, e para além existia já na década 30 um anti-semitismo bastante grande. O Trump por outro lado, não sendo exactamente esse o caso, aproveita-se desse racismo também e tenta passar ao eleitorado a mesma imagem, que o país está na ruína, não somos nº1, há crime e morte por todo o lado, etc... Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 3 Novembro 2016 portanto essa "troca" de votos é legal porque é o que basicamente os partidos fazem? Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 3 Novembro 2016 Não devia ser o verde "agarrado" ao pau? :mrgreen: edit: tiveram sorte que o vento puxou pro lado certo Posso estar a ver mal, mas parece-me que a bandeira está hasteada pela parte verde, a parte vermelha está simplesmente enrolada no pau. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 3 Novembro 2016 Ronin, falar que odeias corrupção e depois apoiar o Trump é risivel. Que raio, desde quando é que apoio o Trump? :lol: Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 3 Novembro 2016 (editado) Para mim há mais simples do que isso. Há coisas, bastantes, que o Trump disse que acredito que em muito sítio legalmente tinha já levado ao fim da candidatura dele. Aquele país é uma rambóia. Tenho saudades do Bush. double post rip Editado 3 Novembro 2016 por Rōnin Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 3 Novembro 2016 (editado) Aparentemente há poucos minutos na Turquia, onde já é madrugada, a policia prendeu o secretário-geral e líder do HDP, Demirtas, bem como outros deputados. O HDP é o 3º maior partido do país, é um partido de esquerda pró-Curdo. A confirmar-se pode ter consequências enormes. edit. Confirma-se e para além disso o acesso a todas as redes sociais está em baixo no país. Editado 3 Novembro 2016 por antifa Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 4 Novembro 2016 Paris climate pact enters into force, focus shifts to action Afghan civilians killed in NATO air strike in Kunduz Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 4 Novembro 2016 (editado) É uma pergunta muito complexa, e que exige um conhecimento profundo da situação da Alemanha no pós-primeira guerra mundial, para que se possam estabelecer comparações. No entanto, já dei por mim a pensar nisso, e penso que a resposta seja que é mais ou menos semelhante. Sim, temos revolta, temos demagogia, temos racismo, temos salvadores da pátria, tudo muito parecido com o que se passava na Alemanha. Mas há uma diferença brutal, que é a diferença entre o contexto alemão da altura, e o contexto americano hoje. Após o Tratado de Versailles, a Alemanha foi humilhada e subjugada pelas restantes potências europeias. Passaram de uma nação próspera, para uma nação amarrada e praticamente falida. O fenómeno Hitler teve a força que teve porque conseguiu apelar ao orgulho da população alemã, conseguiu criar bodes expiatórios e criou uma base de apoio tal, que lhe permitiu ter o apoio do Presidente na altura e violar uma série de leis para por os seus planos em prática. No contexto europeu, a ascendência do Hitler foi praticamente desvalorizada, na altura a Alemanha era fraca e não era motivo de preocupações, e o foco da Inglaterra e França era o de convencer os restantes países europeus a diminuir o seu armamento, e assegurar que não haveria mais nenhuma guerra em grande escala. O Hitler soube aproveitar-se disso, e foi ganhando mais poder interno e adaptando a indústria de forma secreta para obter armamento e elaborar planos para as anexações. Quando o presidente morreu e ele se tornou Fuhrer, os limites à acção por parte do Hitler tornaram-se inexistentes, e a partir daí descambou tudo. A Europa não soube reagir aos sinais que vinham da Alemanha, e quando se preparou para agir, era tarde demais. Quanto à situação americana, é totalmente diferente. Primeiro, porque a situação deles é de longe muito mais estável. Depois, porque o Trump iria estar altamente limitado pelos poderes do Congresso, que uniria contra ele após qualquer loucura. Depois, porque tirando uma minoria da população revoltada contra o sistema, ele não tem grande apoio entre as elites e dentro do partido. Depois, também não tem nenhuma estratégia de acção, não conhecemos nenhum plano por parte do Trump para nenhuma área, exceptuando as propostas ridículas do muro e outras que tais. Resumindo, as situações são muito diferentes, e a comparação entre ambas só fazem sentido se forem comparadas de uma forma ligeira. No entanto, é curioso ver que em certa medida, a história não nos parece ensinar nada ;) O problema também passou por ninguém acreditar que o bold poderia acontecer. O Hitler tinha o discurso que tinha mas não teria poderes plenos para fazer o que pretendesse, teria de prestar contar a outros, teria a vigilância apertada de Inglaterra e França... até que de repente já não tinha nada disto. Numa analogia deliciosa de um professor que tive, ele era o cão que ladrava muito e se babava com as ganas que tinha de ferrar o dente nas pessoas, mas ninguém se preocupava porque estava preso com uma corda; um dia soltou-se sem ninguém dar por isso e começou a morder tudo o que mexia :mrgreen: Volto a escrevê-lo: dar poder a alguém com este tipo de discurso, acreditando-se que não o levarão adiante porque há barreiras para o controlar, é meio caminho andado para a desgraça. O que não faltam são exemplos históricos que o comprovam. Editado 4 Novembro 2016 por Black Hawk Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 4 Novembro 2016 O Chamberlain ofereceu o leste da Europa ao Hitler. Não é que não estivessem preparados para agir, não estavam preparados para serem invadidos. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 4 Novembro 2016 O problema também passou por ninguém acreditar que o bold poderia acontecer. O Hitler tinha o discurso que tinha mas não teria poderes plenos para fazer o que pretendesse, teria de prestar contar a outros, teria a vigilância apertada de Inglaterra e França... até que de repente já não tinha nada disto. Numa analogia deliciosa de um professor que tive, ele era o cão que ladrava muito e se babava com as ganas que tinha de ferrar o dente nas pessoas, mas ninguém se preocupava porque estava preso com uma corda; um dia soltou-se sem ninguém dar por isso e começou a morder tudo o que mexia :mrgreen: Volto a escrevê-lo: dar poder a alguém com este tipo de discurso, acreditando-se que não o levarão adiante porque há barreiras para o controlar, é meio caminho andado para a desgraça. O que não faltam são exemplos históricos que o comprovam. Talvez haja uma grande diferença, na minha opinião. Como disse aí atrás, o Hitler foi inicialmente ignorado porque quer o Reino Unido quer a França estavam empenhados num desarmamento à escala mundial, não só para evitar um novo grande conflito, mas também por motivos económicos. E aí o Hitler ganhou um poder enorme, pois começou a produzir armamento em grande escala de forma secreta, e quando isto se tornou "público", ele já tinha vantagem militar sobre todos os outros, o que lhe permitiu depois fazer as anexações. O Trump não tem poder sobre nada, não tem poder sobre o partido, sobre o congresso, sobre as forças armadas, nada. E mesmo os eleitores dele, acredito que muitos se revejam no discurso anti-sistema, mas não necessariamente no discurso racista ou violento. Ele não é um fascista, é um demagogo que usa os medos e receios das pessoas para ganhar votos, não há ali convicções ou ideologias. Portanto não acredito sinceramente que seja um cão raivoso preso a uma corda, é só um cão que descobriu que se ladrar muito, os donos passam a confiar nele para guardar a casa. E assim passa a ser admirado, e não o abandonam. Mas claro, isto não quer dizer que não lhe devemos ligar nenhuma. Devemos ter cuidado e monitorizar as suas acções, e preparar para agir em conformidade quando as coisas ameacem sair do controlo. Mas mais cuidado devemos ter com o que está por trás deste fenómeno. A segunda guerra mundial não aconteceu apenas por culpa do fascismo alemão, tivemos outros países fascistas que numa escala apreciável, também cometeram as suas atrocidades. Da mesma forma que na Europa, os partidos de extrema direita (e extrema esquerda) começam a aproximar-se do poder. O Chamberlain ofereceu o leste da Europa ao Hitler. Não é que não estivessem preparados para agir, não estavam preparados para serem invadidos. O Chamberlain ofereceu os Sudetas, populada por uma maioria alemã, e comprometeu-se a convencer a Polónia a entregar Danzig. Não é bem oferecer o leste da Europa :mrgreen: Mas do que li sobre ele, não me admirava que ele tivesse dado logo a Polónia toda para não se ter de preocupar com guerras :lol: Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 4 Novembro 2016 Great Britain promises fully to respect the German spheres of interest in Eastern and Southeastern Europe. A consequence of this would be that Great Britain would renounce the guarantees she gave to certain States in the German sphere of interest. Great Britain further promises to influence France to break up her alliance with the Soviet union and to give up her ties in Southeastern Europe. Esta oferta posteriormente teve o efeito contrário, parece que ao Hitler não lhe agradou ver uma postura tão cuck. Claro que também se trata de uma questão cultural. O Churchill delirava com o Hitler e com o Mussolini, podendo isso ter tido alguma influência no holocausto de Bengal e na postura liberal face ao uso de gás para matar seres humanos. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 4 Novembro 2016 http://www.esquerda.net/artigo/dn-inventa-perdao-fiscal-para-atacar-o-bloco/45296 Vale tudo. :lol: Os media portugueses estão mesmo nas ruas da amargura... Compartilhar este post Link para o post
Pan Publicado 4 Novembro 2016 Trabalhamos diretamente com uma empresa dos Estados Unidos. Hoje recebemos um email de um colaborador a dizer isto no final: To be clear, I do not like either option we have this time around. But as always, it is imperative to be pragmatic. And if nothing else, choose between the lesser of two poor options. I hope you’ll find some spare time to have a look at these articles, because there appears to be many parallels between what is happening here, and events on your side of the world. Best regards from your colleague- here in the land of the afraid, and home of the naïve. Pray for us this weekend… X Estao todos em pânico com o Trump. Compartilhar este post Link para o post
Pan Publicado 4 Novembro 2016 Quais paralelos? http://www.nytimes.com/2016/11/03/opinion/campaign-stops/trump-is-an-existential-threat.html http://www.nytimes.com/2016/10/14/opinion/burning-down-the-house.html?action=click&contentCollection=opinion&module=NextInCollection®ion=Footer&pgtype=article&version=column&rref=collection%2Fcolumn%2Ftimothy-egan http://www.nytimes.com/interactive/2016/11/04/us/politics/growing-divide-between-red-and-blue-america.html http://www.nytimes.com/2016/11/04/opinion/campaign-stops/the-post-truth-presidency.html?&moduleDetail=section-news-3&action=click&contentCollection=Opinion®ion=Footer&module=MoreInSection&version=WhatsNext&contentID=WhatsNext&pgtype=article http://www.nytimes.com/2016/11/01/opinion/the-price-of-certainty.html?action=click&pgtype=Homepage&clickSource=story-heading&module=opinion-c-col-right-region®ion=opinion-c-col-right-region&WT.nav=opinion-c-col-right-region Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 4 Novembro 2016 Mas ei, segundo as WikiLeaks o seu braço direito faz um risoto do krl. Vai se a ver e ainda a acusam de ter roubado a receita ao PM italiano e estar a causar um incidente Internacional. Parece que eles preferem rituais satânicos a risotos. :medinho: https://twitter.com/hashtag/SpiritCooking?src=hash Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 4 Novembro 2016 Great Britain promises fully to respect the German spheres of interest in Eastern and Southeastern Europe. A consequence of this would be that Great Britain would renounce the guarantees she gave to certain States in the German sphere of interest. Great Britain further promises to influence France to break up her alliance with the Soviet union and to give up her ties in Southeastern Europe.(...) Cederam muito porque sabiam que, em parte, também tinham culpas no cartório. Como já foi dito um dos factores que ajudou à subida do Hitler foram os tratados de "paz" da WW1 que não serviram para fazer a paz mas sim para humilhar a Alemanha. E isso foi da responsabilidade dos Aliados (GB e sobretudo França) que queriam arranjar um culpado para uma guerra que devastou a Europa durante 4 anos. Diga-se de passagem que esses "tratados" da WW1 ainda hoje afectam a Europa, nomeadamente a Hungria. Também eles receberam um tratamento no final dessa guerra que teve como consequência a perda de vastos territórios e boa parte da população que ainda hoje desestabiliza os territórios vizinhos (Eslováquia, Roménia entre outros). A UE hoje trata a Hungria com cuidados redobrados e de forma bastante indolente (razão porque eles fizeram trinta por uma linha na questão dos refugiados sem darem a troco a ninguém, por exemplo) porque sabe perfeitamente que se os irritarem eles podem lançar o pânico e transformar aquela zona num barril de pólvora (basta ver a lei da nacionalidade húngara há alguns anos atrás e que lançou preocupações nos vizinhos todos, o que é normal porque segundo os dados há 2 milhões de húngaros a viverem em regiões fronteiriças do país). Compartilhar este post Link para o post
Castbound Publicado 4 Novembro 2016 Esta conversa dos emails é como a da Wikileaks. Tanto drama, tanto horror e tirando as habituais jogadas de bastidores dentro do Partido Democrata, não há nada de incriminatório. What? O que é que pesquisaste acerca do assunto afinal? Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 4 Novembro 2016 Parece que eles preferem rituais satânicos a risotos. :medinho: https://twitter.com/hashtag/SpiritCooking?src=hash Tranquilo. Eles tb já a achavam o anti-Cristo como achavam do Obama. What? O que é que pesquisaste acerca do assunto afinal? Pelos vistos, nada. Faltou me o jantar satânico do Podesta. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 4 Novembro 2016 Tranquilo. Eles tb já a achavam o anti-Cristo como achavam do Obama. Não é a Hillary. É o Podesta. Nem vou meter o que aquilo é, que é completamente doentio e absurdo :lol: Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 4 Novembro 2016 Aparentemente há poucos minutos na Turquia, onde já é madrugada, a policia prendeu o secretário-geral e líder do HDP, Demirtas, bem como outros deputados. O HDP é o 3º maior partido do país, é um partido de esquerda pró-Curdo. A confirmar-se pode ter consequências enormes. edit. Confirma-se e para além disso o acesso a todas as redes sociais está em baixo no país. Entretanto houve um atentado em Diyarbakir (cidade situada numa região de maioria curda), atribuído pelo Governo turco ao PKK. Morreram 8 pessoas. Compartilhar este post Link para o post
sepa Publicado 4 Novembro 2016 Achei interessante este artigo da Time. É absurdo como os dois principais candidatos conseguem ser tão fraquinhos. Que ganhe o menos mau, seja ele qual for... Why Hillary Clinton Is the Only Choice to Keep America Great “It is the job of editorial writers,” the late, great Murray Kempton once observed, “to come down from the hills after the battle is over and shoot the wounded.” I’ve been thinking about that as publication after publication has come forward to endorse Hillary Clinton for President–including some that have never made an endorsement before and others that have never endorsed a Democrat. Well, sure: Donald Trump is unendorsable. There hasn’t been a major-party candidate less fit for the presidency in American history. I’ve never actually endorsed a candidate. It’s not my job. Endorsements are official. They are the prerogative of ownership. But I want to be clear in this crucial year: I will be voting for Hillary Clinton on Nov. 8. Not happily, even though I’ve known her for a long time, known her to be hardworking, intelligent, moral and sane. Not happily, because I sense that she has been too severely damaged in the course of the 30-year battering she’s received at the hands of extremists and the media. She may be too defensive now to be courageous in office. Her reignited email scandal reminds us that the Clintons come fully equipped with a menagerie, a clown show of paranoid retainers, some of whom should be allowed nowhere near the Oval Office. Clinton is a reminder, too, of the reflexive entitlement that comes with dynastic politics. The Democrats, in general, seem stale. They represent a boundless faith in government that doesn’t acknowledge the corroded inefficiencies of our current system. They practice a form of identity politics–special treatment for special groups–that can be easily perverted, a vulnerability Trump has been exploiting all year. After all, how far is Trump’s sense of systemic ethnic depredation–Mexicans as rapists, Muslims as terrorists–from Clinton’s view of systemic prejudice, with blacks, Latinos, women, as the victims? They exist on the same spectrum: group identity as more definitive than individual character. Trump’s use of the word the is implicitly vile: “the blacks,” “the Hispanics,” “the Muslims,” “the women” and, yes, even “the veterans.” His stereotypes deny the fabulous array of opportunities that America provides. I’m not sure how real his pessimism–or much else about him–is, but it is ugly and dark in a way this country shouldn’t be. There is one part of Trump that is indisputably real: his ego. He is personal freedom gone off the rails, a peculiarly American disease. When I think of Trump as a businessman, I think of my father, also a businessman, who would sooner forgo a family vacation than stiff a contractor. When I think of Trump as a celebrity, I think of my daughter forcing me to watch an episode of Jersey Shore some years ago because “you can’t believe how awful they are.” Trump doesn’t live in the same universe as Harry Truman. He belongs to the same universe as Snooki. And his supporters know it: They take vengeful pleasure in his profound lack of seriousness. They protest complexity. Why can’t we take Mosul in three days? Why can’t we have manufacturing jobs and cheap goods at Walmart at the same time? Why can’t we just have immigrants from Europe? Trump, then, is about all that has gone wrong in our society, and nothing of what has gone right. He is about putting his name on buildings he doesn’t own, about not paying his taxes, about a charitable foundation that spends its money on self-aggrandizement, about beauty pageants where he can invade dressing rooms and ogle nude teenagers. He has even debased the notion of luxury, with his gilt parody of the good life. He does not read. He doesn’t have the patience to be briefed–or, worse, to discern between reality and crazy conspiracy theories, between propaganda and truth. His acceptance of Russia’s attacks on our electoral system is unprecedented and outrageous. He upends stability because he doesn’t know enough to value it. Those who would put Clinton’s failings in the same league as Trump’s depravities are delusional. From the start, people have said to me, Well, O.K., Trump is about as honest as his hair, but he’s touching a very real nerve out there. True. He is the avatar of easy answers, a leader for those fearful of the unfamiliar. He embodies the notion that engaged citizenship is just too hard for average folks, that compromise is just too complex. He runs, weirdly, against the art of the deal. And he is all ours. He could only happen here. We will have to deal with that, win or lose, after the election. http://time.com/4556052/hillary-clinton-only-choice/ Compartilhar este post Link para o post