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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Congelamento de propinas aprovado no Parlamento: Chega tinha chumbado, mas mudou o sentido de voto

Despachado o guião desta segunda-feira, e muito devido à trepidante rapidez com que estas votações são feitas, é altura de os grupos parlamentares confirmarem sentidos de voto junto da mesa. E, aqui, uma surpresa: a mudança do sentido de voto do Chega, de contra para a favor, viabilizou a proposta de alteração do PS que congelava, para o ano letivo de 2026/2027, o valor das propinas.

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Citação de Descartes, há 1 hora:

Não me admira...

Nunca! JMV a primeira e depois logo se ve

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Fim do debate.
Foi...algo.

O Jorge pode ser muito bom deputado, mas tem de comer muita sopinha para este tipo de debates.
Mesmo quando tinha bons pontos, acabou a dizer alguma parvoíce, ou a ficar a meio do raciocínio. 

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Culpar o Marcelo Rebelo de Sousa pelo crescimento do Chega utilizando "dados empíricos" de quantos deputados tinham Antes de MRS e Depois de MRS é ignorar que haviam 36 deputados entre BE-CDU-LIVRE-PAN e 1 do Chega em 2019 e agora há 11 da Esquerda e 60 da Extrema-Direita.

Mas este é um exercício de reflexão e auto-crítica que a Esquerda se recusa a fazer.

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Citação de Lebohang, há 28 minutos:

Culpar o Marcelo Rebelo de Sousa pelo crescimento do Chega utilizando "dados empíricos" de quantos deputados tinham Antes de MRS e Depois de MRS é ignorar que haviam 36 deputados entre BE-CDU-LIVRE-PAN e 1 do Chega em 2019 e agora há 11 da Esquerda e 60 da Extrema-Direita.

Mas este é um exercício de reflexão e auto-crítica que a Esquerda se recusa a fazer.

E dizer aquilo quando o Livre está em crescimento também é parvo, porque o partido mostra que o crescimento é possível precisamente a fazer política de forma diferente dos outros e saber passar a mensagem, mesmo durante uma maioria esmagadora de direita.

Aliás, ainda esta semana saiu uma sondagem que diz precisamente que o Chega está em queda e o PS e o Livre em ascensão (inclusive a ultrapassar a IL pela primeira vez)

Mas sondagens nesta altura valem o que valem, ainda assim dá para ter uma ideia.


A esquerda perdeu fogo por sucessivos tiros nos pés.

O PCP com a questão da Ucrânia, o BE que não sabe passar uma imagem além de partido de questões identitárias, e o PS por anos de cansaço e escândalos.

E em cima disto, o Costa atirou os 2 partidos para debaixo do autocarro quando foi o fim da geringonça também e teve um governo de maioria absoluta desastroso.

Eu admito que o Marcelo dissolver a assembleia a cada 2 anos causa cansaço e desconfiança das pessoas nos partidos tradicionais, e aí consigo ver o ponto de vista que o Marcelo ajudou no crescimento da extrema-direita, mas isso ignora que o António Costa passou ali uns bons anos a usar o bicho-papão como forma de crescimento nas eleições.

Editado por rcoelho14
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Chega separa votação para poder chumbar medidas de combate à desinformação

Spoiler

Corria a bom ritmo a votação de propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2026 quando, na proposta 2051C, o Chega pediu para desagregar a votação por pontos e alíneas. Na votação, o partido quis deixar claro que estava contra a promoção da “consciencialização sobre a desinformação e os seus riscos” e a identificação de “sinais de manipulação por parte de criadores de conteúdos e participantes em fóruns de discussão”.

Em causa, estava uma proposta do Livre que visava a criação de um plano nacional de segurança digital para crianças e jovens. No momento da votação, a bancada do Chega pediu para votar ponto a ponto, indicando, portanto, que teria posições diferentes em relação a cada alínea da proposta.

Alternando entre a abstenção e o voto a favor na maioria das alíneas, saltaram à vista os votos contra. A proposta previa que este plano pudesse conter medidas para alcançar cinco objectivos, sendo eles: “Capacitar crianças e jovens do ensino básico e secundário para o uso responsável das tecnologias digitais”; “promover a consciencialização sobre a desinformação e os seus riscos”; “combater o bullying e a violência online”; “prevenir os riscos inerentes à utilização da inteligência artificial”; e “identificar sinais de manipulação por parte de criadores de conteúdos e participantes em fóruns de discussão”.

Foram precisamente os pontos sobre a desinformação e sobre a manipulação por parte de criadores de conteúdo em que o Chega exprimiu o seu voto desfavorável. No caso, a criação deste plano não vingou porque a maioria composta pelos deputados do PSD e do CDS, de princípio, votou contra todos os pontos da proposta de alteração apresentada pelo Livre. Neste processo orçamental, os partidos da AD têm chumbado a maior parte das propostas de alteração oriundas da oposição.

Em Maio passado, um relatório da Smartvote, com coordenação científica do Observatório da Comunicação, identificava o Chega como o partido que mais contribuía para a desinformação eleitoral.

 

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Hoje é uma data muito importante da história recente do nosso país,  celebremos o 25 de Novembro com a honra e dignidade que merece

 

 

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Editado por PRFA47
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Citação de PRFA47, há 1 minuto:

Hoje é uma data muito importante ba história recente do nosso país,  celebremos o 25 de Novembro com a honra e dignidade que merece

 

 

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E ainda dizem que não deve ser feriado. Enfim...

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Citação de Mayday, há 12 minutos:

Feliz dia dos homens de p*cha pequena.

Também temos direito 

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Tráfico humano: dez militares da GNR e um agente da PSP detidos por forçarem migrantes à escravatura

Spoiler

Há ainda seis civis detidos por vários crimes violentos contra pessoas

Dez militares da GNR e um agente da PSP foram detidos e alvo de buscas em casa e nos postos de trabalho, esta terça-feira, assim como seis civis que foram alvo da mesma operação da Polícia Judiciária por uma série de crimes violentos relacionados com a exploração e o escravizar pela força, através de um clima de terror a que sujeitam as comunidades de migrantes indostânicos que trabalham em propriedades agrícolas da zona de Beja, apurou a CNN Portugal.

A Unidade de Contraterrorismo teve apoio de elementos de outras áreas da PJ, com cerca de duas centenas de inspetores no terreno - e o epicentro da operação é a freguesia de Cabeça Gorda, nas propriedades onde as vítimas são exploradas em trabalhos forçados de sol a sol, com a supervisão e sob coação e ameaça da autoridade dos militares da GNR envolvidos na rede de exploração de imigração ilegal.

Os elementos desta força de segurança, nas horas vagas, funcionam como capatazes no terreno de uma associação criminosa, que é, de resto, um dos crimes pelos quais estão indiciados. Também respondem por tráfico de seres humanos, auxílio à imigração ilegal ou fraude fiscal e branqueamento de capitais - pela forma como ocultam os elevados proveitos ilícitos, e não declarados, do trabalho escravo a que sujeitam as vítimas.

Os migrantes, indocumentados e chantageados, sob ameaça de deportação para os seus países por parte dos militares da GNR, vivem em condições sub-humanas, com escassos rendimentos e sob vigilância policial para que a rede retire a máxima rentabilidade do seu trabalho forçado nos campos agrícolas.

Em comunicado, a PJ adianta que as buscas decorreram em Beja, Portalegre, Figueira da Foz e Porto, e que em "causa está uma organização criminosa que controlava centenas de trabalhadores estrangeiros, a maioria em situação irregular em Portugal".

"Através de empresas de trabalho temporário, criadas para o efeito, aproveitava-se da vulnerabilidade dos mesmos, explorando-os, cobrando alojamentos e alimentação e mantendo-os sob coação através de ameaças, havendo mesmo vários episódios de ofensas à integridade física", lê-se na nota.

Segundo a PJ, os detidos são "suspeitos de facilitarem a ação do grupo criminoso".

Ao que a CNN Portugal apurou, foram detidos oito guardas, um sargento que estava a comandar o posto de Matosinhos e um oficial. Quanto ao agente da PSP, estava de baixa há um ano.

As cerca de duas dezenas de detidos, entre militares e civis, serão presentes pelo Ministério Público a tribunal e arriscam ficar em prisão preventiva.

 

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Citação de Lebohang, há 16 minutos:

Paulo Núncio a escrever uma versão altamente fantasiosa do 25 de Novembro em plena AR

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Este tapar à força dos cravos vermelhos do 25 de Abril com um falso simbolo não podia ser mais representativo do que a Direita está a fazer.

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Sousa e Castro, capitão de Abril e de Novembro: “Esta reescrita da História é a última coisa que esperava ver”

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Em entrevista ao Expresso, Rodrigo Sousa e Castro, 81 anos, considera que há uma tentativa por parte do Governo de “menorizar o 25 de Abril” e ”desacreditar" quem fez a Revolução.

Que leitura faz desta insistência em comemorar o 25 de Novembro, com uma sessão no Parlamento igual à que se faz no 25 de Abril?

Tentar fazer uma equivalência em termos de importância histórica e de postura do Estado entre uma revolução que derruba uma ditadura e os acontecimentos de 25 de novembro é absurdo. No 25 de Abril mudou tudo, enquanto que a 25 de novembro quase tudo ficou igual, do ponto de vista do poder. Manteve-se o Presidente da República, o primeiro-ministro e o Governo, à exceção de alguns ministros. Os acontecimentos de 25 de novembro são apenas uma consequência do 25 de Abril. Pôr estas datas ao mesmo nível é a última coisa que eu esperaria ver. É uma tentativa muito serôdia de reescrita da História por parte deste Governo. Uma jogada política, para não dizer pior.

Com que objetivo?

É manifestamente uma atitude de tentar desacreditar política e civicamente quem fez o 25 de Abril e tentar menorizar o 25 Abril, não vejo outra explicação. A direita desceu ao mais baixo nível ao tentar mistificar e reescrever a História, com os danos que isso causa à coesão nacional e ao património histórico que devemos preservar para o futuro. Tenho a certeza de que muita gente da direita, muitos já falecidos, como Freitas do Amaral ou Lucas Pires, eram incapazes de o fazer. E quando vejo o presidente da Assembleia da República, o Presidente da República e o primeiro-ministro a aceitarem este constructo novo de interpretação histórica, percebo que o país está muito doente.

Esperava outra postura do Presidente da República nesta matéria?

Absolutamente. A primeira responsabilidade é dele. Por não ter denunciado esta reescrita da História, que encerra uma atitude política de revanchismo.

O general Ramalho Eanes também disse que o 25 de Novembro é um episódio fraturante e não devia ser comemorado.

Sim, mas depois disse o contrário e participou nas comemorações no ano passado.

Isso dececionou-o?

Completamente.

Vai participar nas comemorações solenes dos 50 anos do 25 de Novembro no Parlamento?

Obviamente, não. Para alguém que participou na revolução que deu ao povo português a liberdade, ver uns ‘marrecos’ dizerem que há coisas iguais ou até melhores do que o 25 de Abril dá uma revolta profunda.

Foi convidado para participar na comissão oficial formada pelo Governo para estas comemorações?

Não. Nem ninguém do Grupo dos Nove — grupo de oficiais moderados que saiu vitorioso nos acontecimentos de 25 de novembro —, penso eu.

O Grupo dos Nove nunca foi muito bem tratado do ponto de vista político e militar. Jaime Neves, Pires Veloso, Tomé Pinto ou Rocha Vieira chegaram todos a general, mas os militares do Grupo dos Nove ficaram a marcar passo.

O 25 de Novembro teve várias consequências. Houve um saneamento na área civil bastante violento e nos militares aconteceu o mesmo. Nós aguentámos as coisas a 25 de novembro, evitámos que houvesse uma retaliação e que houvesse a ilegalização do PCP, como alguma direita queria, mas no interior das Forças Armadas houve saneamentos, alguns dos quais totalmente injustos e que depois tiveram de ser revertidos. Houve episódios miseráveis, como o que aconteceu ao Salgueiro Maia, que é o mais notório.

Do Grupo dos Nove nenhum foi general.

O que chegou mais longe foi o Pezarat Correia que é brigadeiro. Mas a sua nomeação a general foi impedida por Mário Soares.

“A direita desceu ao mais baixo nível ao tentar reescrever a história, com danos para a coesão nacional”

Sentiram-se mal tratados pelos políticos?

Nestas coisas há muito sentimentalismo. No pacto MFA-Partidos foi definido um prazo para que houvesse uma revisão constitucional e os militares recolhessem a quartéis. Chega-se a 1982 e, com essa revisão feita, o Conselho da Revolução é extinto e os seus poderes são repartidos: uns passam para o Presidente da República, outros para o Governo e outros para a Assembleia da República. Faz-se uma cerimónia de transmissão de poderes no Parlamento e o Conselho da Revolução não é convidado. Quer dizer, nós tínhamos feito a Revolução, tínhamos feito tudo para consolidar o processo de democratização, tínhamo-nos apagado, até individualmente, para não criar problemas e depois o PS e o PPD não convidam ninguém do Conselho da Revolução para assistir à cerimónia. Foi uma afronta.

Como vê agora, 40 anos depois, um militar voltar a candidatar-se à Presidência da República?

Tendo em conta que não apareceu nenhuma personalidade de envergadura, nem no centro-esquerda nem no centro-direita, penso que a candidatura do almirante Gouveia e Melo acaba por ser necessária porque é uma pessoa independente e séria, ainda por cima com provas dadas. Não o conheço pessoalmente mas conheço o seu trabalho e é, para mim, a pessoa que desempenhará com mais seriedade e independência as funções de Presidente.

Não o preocupa o facto de não ter experiência política?

Comandou um dos ramos das Forças Armadas e fez um trabalho notável no âmbito de uma emergência sanitária. Isso também é experiência política. Ou ser comentador de televisão é que é experiência política?

Há quem tenha receio de ter um militar na Presidência da República. Esse medo faz sentido?

Dizer, em termos abstratos, que por ser militar pode vir a alterar a marcha normal da democracia não faz sentido.

Mas, sendo militar, pode haver um modelo mais autoritário de exercício do poder?

Não acho. Acho que, sendo um militar, haverá uma preservação da imagem institucional do Presidente da República, sem as tagarelices dos últimos tempos. E também não haverá as desconfianças que gerou este último mandato do Presidente Marcelo sobre se houve ou não houve um golpe para deitar abaixo o Governo de António Costa. Com um militar, isso não aconteceria. Talvez seja uma afirmação muito conservadora, mas eu diria que há que preservar uma certa sacralização da função presidencial. Não podemos vulgarizar tudo.

 

Sessão solene na AR idêntica à do 25 de Abril

 

No 50º aniversário do 25 de Novembro, o Parlamento vai assinalar a data com uma cerimónia que seguirá quase integralmente o modelo das sessões dedicadas ao 25 de Abril, contando com as intervenções do Chefe de Estado, do presidente da Assembleia da República (PAR) e dos partidos. Mais uma vez — à semelhança do que já aconteceu no ano passado — a sessão volta a opor a esquerda e a direita, com o PCP a optar mesmo por estar ausente. A polémica este ano chegou ao ponto de serem discutidos pendões e flores: a Iniciativa Liberal (IL) — que apresentou a proposta para a comemoração da efeméride — queria a colocação dos pendões e do “mesmo número” de arranjos florais da cerimónia do 50º aniversário da Revolução. PSD, Chega e CDS tinham igual entendimento, mas o PAR assegurou que a “dignidade” da cerimónia estará garantida. Não serão colocados pendões exteriores e, em vez de cravos vermelhos (símbolo da Revolução), o Parlamento deverá contar com rosas brancas. À esquerda, os partidos entendem que está em causa a “menorização” do 25 de Abril e uma tentativa de “reescrever a história”. A data será também assinalada com uma parada militar no Terreiro do Paço, que, segundo o Presidente da República, corresponde a um “regresso ao passado”, uma vez que nos mandatos presidenciais de Ramalho Eanes a data chegou a ser assinalada dessa forma. Liliana Coelho

 

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Citação de SAS_Robben, há 12 minutos:

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Este tapar à força dos cravos vermelhos do 25 de Abril com um falso simbolo não podia ser mais representativo do que a Direita está a fazer.

Cravos vermelhos que foram retirados pelo Ventura e ainda veio com a lábia da "cultura de cancelamento" que, supostamente, "sofre".

Logo depois, foi um deputado do PSD colocar um cravo vermelho.

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Citação de La Flame, há 2 minutos:

Que bela sequência esta página. Sim senhor.

Não seja eu a quebrar isso.

Onze bombeiros detidos por violação e coação sexual sobre jovem bombeiro dentro de quartel

Spoiler

cia Judiciária deteve os bombeiros após queixa da vítima, de apenas 19 anos

A Polícia Judiciária deteve esta terça-feira, fora de flagrante delito, 11 bombeiros voluntários da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Fundão, no distrito de Castelo Branco, pela forte suspeita de terem praticado, em duas ocasiões distintas, dentro do quartel do Fundão e de Soalheira, dois crimes de violação e um de coação sexual.

A vítima é um jovem bombeiro, de apenas 19 anos, que denunciou os crimes às autoridades com a ajuda do comandante do quartel.

"Foi sujeito a atos sexuais violentos, numa duvidosa praxe, pois seriam os seus dois primeiros serviço. A investigação teve o seu início numa queixa efetuada pela própria vítima, suportada e apoiada pelo Comando da referida corporação que, em todo o momento, colaborou com esta Polícia", detalha a PJ em comunicado.

O inquérito é titulado pelo Ministério Público de Castelo Branco.

Os detidos serão presentes à autoridade judiciária competente para aplicação de adequadas medidas de coação.

 

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Retirar cravos vermelhos é um novo low. Não estava à espera de ficar tão chateado com isso, mas estou com um nojo enorme desse gajo e deste dia

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Ninguém esperava que eles fossem o que sempre pareceram ser. 

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Diverti-me imenso logo pela manhã com a "conversa" entre o Núncio e o Miguel Costa Matos, na Sic Notícias. Foi um bom teaser para esse espetáculo. 

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