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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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A Renata Cambra deu uma entrevista à antena 1. Apareceu-me uma parte no facebook. Tive a infelicidade de abrir os comentários. Até o Mário Machado é defendido por gente aparentemente normal. Coitadinho que foi preso sabe-se lá porquê.

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O PSD/governo já está borrado com a greve geral (cuja data anunciada está errada, btw)

 

Edite já corrigiram a data 

Editado por dpitz

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Citação de dpitz, há 2 horas:

O PSD/governo já está borrado com a greve geral (cuja data anunciada está errada, btw)

 

Edite já corrigiram a data 

Não sei. A nível do privado são poucas as pessoas que aderem.

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Citação de Revolution_07, há 14 minutos:

Não sei. A nível do privado são poucas as pessoas que aderem.

Isso é mais mito que outra coisa. A autoeuropa parou completamente na última, por exemplo

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Citação de Lebohang, há 6 minutos:

1-Maio2026-Cartaz.png

Se não diz "MORTE AOS TRAIDORES!!!!!!!!!!!!!!!!!" não vale a pena.

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Mas que swag do Isaltino ao lado do lider da UGT em Oeiras. 

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O Isaltino é o Engels desta geração. 

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Citação de Che, há 5 horas:

O Isaltino é o Engels desta geração. 

Quem é o paypig dele, como o Marx era do Engels?

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Citação de El Colosso, há 30 minutos:

Quem é o paypig dele, como o Marx era do Engels?

Miguel Tiago. 

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Citação de RAG, há 18 minutos:
Spoiler

Um regime de gratuitidade universal das refeições escolares, aplicado a todos os estudantes do ensino obrigatório, independentemente da sua condição socioeconómica, é mais benéfico do que aquele que é praticado na maior parte dos países, incluindo Portugal — direccionado para os estudantes mais carenciados, segundo um relatório da União Europeia (UE). Além de benefícios ao nível de saúde, escolar ou ambiental, há ainda um dado importante a ter em conta: por cada euro investido em refeições escolares, o retorno pode chegar aos 34 euros.

O relatório, do ano passado, olha para dados relativos ao ano lectivo de 2022/2023, altura em que os programas de refeições escolares na UE chegavam a 25 milhões de crianças, representando um investimento total na ordem dos 12 mil milhões de euros.

O documento, que surge no contexto da Garantia Europeia para a Infância, uma iniciativa de combate a pobreza, relembra que oferecer às crianças pelo menos uma refeição por dia na escola é uma das formas mais eficazes de contribuir para que estas tenham uma alimentação mais nutritiva e, em alguns casos, que não passem o dia com fome.

As refeições escolares, defende-se ali, “são a rede de segurança mais amplamente implementada a nível mundial, com impactos documentados na protecção social, educação, saúde e nutrição, agricultura, crescimento económico e sustentabilidade ambiental, com retornos anuais entre sete e 34 euros por cada euro gasto, por causa dos retornos conjuntos de todos estes sectores”.

Uma realidade tanto mais importante quanto o cenário traçado para os mais jovens, ao nível da obesidade, é severo e preocupante. O relatório indica que, em 2023, se estimava que “perto de 400 milhões de crianças em todo o mundo" fossem afectadas pela obesidade, o que representava uma duplicação dos valores de 2020.

Para 2035 projecta-se que 17 milhões de rapazes e 11 milhões de raparigas entre os cinco e os 18 anos na UE sejam obesos.

As refeições escolares podem ajudar a combater esta evolução, já que os estudos apontam para que elas sejam mais nutritivas do que as que as crianças consomem na rua. A Suécia, com refeições gratuitas universais, em estilo bufete e com “um grande bar de saladas”, é apresentada como um exemplo, já que estas refeições “têm demonstrado ser mais nutritivas, menos energéticas e mais em linha com as recomendações nutricionais do que a comida que as crianças consomem fora da escola”, além de fornecerem “cerca de metade das necessidades diárias de vegetais para uma criança”.

Portugal "não fica atrás"

E por cá? A directora do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direcção-Geral de Saúde (DGS), Maria João Gregório, diz que a situação será similar. “Também temos alguma evidência que aponta no mesmo sentido, ou seja, que crianças que fazem a refeição do almoço em contexto escolar têm um padrão de consumo alimentar mais adequado. Existem orientações no nosso país desde 2007, quer para o que é oferecido nos refeitórios escolares, quer na oferta alimentar nos bufetes e nas máquinas automáticas, no caso de existirem. E desse ponto de vista temos um enquadramento legal e um conjunto de orientações para que as escolas tenham uma oferta alimentar adequada bastante consistente e robusta. Não fica atrás do que é a realidade noutros países”, garante.

A responsável admite, ainda assim, que há “espaço para melhorar” e um dos aspectos que poderia ser considerado é, precisamente, o Estado garantir refeições escolares gratuitas para todos os estudantes.

Os dados do relatório da UE indicam que, em 2023, sete estados-membros ofereciam acesso universal a refeições gratuitas para as crianças do ensino obrigatório — Croácia, Estónia, Finlândia, Letónia, Lituânia, Luxemburgo e Suécia —, enquanto 16, incluindo Portugal, “escolheram concentrar as suas ofertas de refeições em crianças com baixos rendimentos ou escolas/áreas designadas”. Outros estavam numa fase de transição e apenas um, a Bulgária, não tinha um programa nacional de refeições escolares para o ensino básico e secundário.

A opção por um sistema “direccionado”, como o que existe em Portugal, em vez do universal, alerta-se no relatório, pode levantar questões relacionadas “com a estigmatização e o non-take up”, ou seja, pessoas que seriam abrangidas mas que, por desconhecimento ou outra razão, não usufruem desta medida. Além disso, sugere-se, “os critérios de elegibilidade também podem deixar crianças de fora”.

O estigma do refeitório

Aliás, sobre esta matéria, o relatório indica que apenas 64% das crianças carenciadas ou em risco de exclusão, em Portugal, usufruem de refeições escolares gratuitas, com o maior desafio para chegar a todos ser apontado como “a dificuldade em chegar” aos filhos de imigrantes em situação irregular, por “não estarem no sistema”.

O PÚBLICO questionou o Ministério da Educação Ciência e Inovação sobre este dado — entre outros — mas não obteve resposta. Maria João Gregório duvida, contudo, que ele corresponda à realidade. “Não consegui perceber qual era a fonte dessa informação e ainda no último estudo Pisa, Portugal apareceu como um dos países com menor taxa de crianças a passar fome, o que tem muito que ver com o papel das refeições escolares, diz.

Temos um conjunto de equipas locais, no âmbito da Garantia para a Infância, que fazem o acompanhamento das crianças em maior privação socioeconómica para garantir alimentação adequada, por isso não consigo compreender. Talvez não corresponda à realidade”, continua.

Maria João Gregorio, do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável Inês Fernandes

Contudo, a responsável da DGS considera que os problemas associados a refeições gratuitas direccionados são uma realidade, pelo que a universalidade é algo que deveria ser considerado. “Este relatório sugere que esse modelo [universal] tem mais benefícios e a OMS [Organização Mundial da Saúde] também aponta nesse sentido. Porquê? Tem muito que ver com existir um estigma social associado ao refeitório escolar. Quando as refeições são dirigidas para grupos mais vulneráveis, isto pode fazer com que a adesão seja menor, mesmo nas crianças que têm acesso gratuito. Temos alguns dados em Portugal que mostram que em níveis de ensino mais elevado, há cerca de 40% de adesão, o que é bastante baixo. Nos regimes universais, gratuitos para todas as crianças, estes valores tendem a ser superiores”, diz.

Questionada sobre se a DGS defende esta transição para a universalidade de refeições gratuitas no ensino obrigatório, Maria João Gregório indica: “A evidência científica sustenta que esta pode ser uma proposta importante, e assumindo que é um investimento com retorno bastante expressivo, acho que é uma medida em que o dinheiro público poderia ser bem aplicado.”

O presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas defende a mesma coisa. “Os livros já são gratuitos e, tendo em conta o que diz a Constituição, acho que o caminho poderá ser esse, defende Filinto Lima.

Numa escola é tão importante os alunos terem material escolar gratuito como terem uma boa refeição, não só ao almoço, mas nos suplementos que podem ser entregues, quer de manhã, quer de tarde. Porque um aluno de barriga vazia não aprende nada, é indisciplinado. E para muitos deles, a refeição quente que comem no dia é a da escola. Por isso, diria que faz sentido, porque a escola não é só livros e material escolar e um aluno bem alimentado está mais motivado para a aprendizagem.”

 

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Fazia bem a muita gente ir visitar uma escola TEIP da sua zona para começar a ter noção do que se passa na sociedade portuguesa.

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Citação

O PSD e CDS-PP recomendam ao Governo que crie um programa de voluntariado “cívico-militar” para atrair jovens para as Forças Armadas. Terá uma retribuição única de 439 euros e a possibilidade de tirar a carta de condução gratuitamente.

De acordo com um projeto de resolução entregue no parlamento esta segunda-feira, a apresentar na terça-feira pelos dois partidos, o programa “Defender Portugal” teria a duração de três a seis semanas – uma parte a cumprir em regime de internato - e seria destinado a jovens portugueses entre os 18 e os 23 anos. O programa, segundo o diploma (uma recomendação sem força de lei), visa “a formação cívica, física e militar de jovens cidadãos e o reforço da ligação entre a sociedade civil e a Defesa Nacional”.

Em troca da participação, os jovens voluntários que concluam o programa têm direito a “uma retribuição única no valor de 439,21 euros” (correspondente a 50% do valor pago durante o período de instrução básica ao primeiro escalão remuneratório das Forças Armadas) e a “possibilidade de obtenção gratuita da carta de condução, em estabelecimentos militares habilitados”. Por outro lado, esse programa seria também valorizado nos concursos de acesso às Forças Armadas, forças e serviços de segurança, órgãos de polícia e bombeiros profissionais.

 

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Citação de Scirea, há 16 horas:

Fazia bem a muita gente ir visitar uma escola TEIP da sua zona para começar a ter noção do que se passa na sociedade portuguesa.

Podes desenvolver? 

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Citação de Lifehouse, há 6 minutos:

Podes desenvolver? 

Não será pedir muito a alguém de uma escola TEIP?

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Citação de Lifehouse, há 11 horas:

Podes desenvolver? 

Começo pelo que apresenta o programa no site da DGE:

O Programa TEIP4 desenvolve-se a partir do ano letivo 2024/2025 e é uma medida de política educativa destinada a agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas situados em territórios com elevado número de crianças e jovens em risco de vulnerabilidade social, visando garantir a inclusão e sucesso educativo, melhorar a qualidade das aprendizagens e combater o abandono escolar.

O programa tem tido sucesso naquilo que é a sua ideia global que é reduzir o abandono/insucesso escolar. Já tinha sido recomeçado com a ME Maria de Lurdes Pintassilgo e daí em diante tem funcionado nesses contextos específicos com resultados. No entanto, a meu ver (e eu não sou professor numa escola TEIP) desenvolveu-se nesse ambiente e também na escola pública dita normal um facilitísmo absolutamente absurdo e uma perspetiva estatistica da educação. No fundo o que interessa é não baixar de um certo limiar de chumbos numa escola. Se esta porventura começar a ter valores demasiado elevados soam as sinetas no ME e lá vão ver o que está de errado com a escola e o professor, porque o problema é sempre o professor não é o contexto social em que se insere o aluno com pais ausentes, com pais sem estruturação, muitas vezes com influência no desenvolvimento cognitivo e impacto negativo, com falta de tempo, com falta de meios e a sentir incapacidade para compatibilizar a vida com o que se passa na escola. Enfim, são inumeras as razões. A escola nas mil burocracias que tem, inventa mil e uma maneiras e estratagemas de se virar para dentro e perceberndo que não quer problemas com o ME, vai resolver à sua maneira a situação (que hoje em dia são mais do que muitas pessoas imaginariam).

A escola (e a sociedade) não pode ficar indiferente à realidade social que a circunda e a compõe. A indiferença da escola às desigualdades culturais dos alunos transforma essas desigualdades em desigualdades de aprendizagem e de êxito escolar. Ao ignorar essa diferença, o ensino gera êxito daqueles que dispõem de capital cultural que melhor corresponde às atividades letivas, mas provoca o insucesso dos que não dispõem desse recurso e que se convencem assim de que são incapazes de aprender. Nada mais errado. Até que ponto a missão social e assistencialista da escola, quando entendida como primordial e não como um imperativo ético, não desvia esta instituição das tarefas do ensino e da aprendizagem? Questão a qual não se tem ainda resposta, no entanto, é a realidade com que a escola se depara na contemporaneidade. Podemos ainda assim pensar em como conseguiremos conciliar uma escola de sucesso para todos com uma escola de qualidade?

Quando o mínimo é aceitável por grande parte das escolas, os alunos vão dar exatamente esse mínimo. Quando os alunos percebem que o difícil hoje em dia é chumbar e verem colegas que passam o ano inteiro com 5, 6, 7 negativas e chegam ao fim e transitam, que mensagens lhes passamos? Quando dizemos a um aluno do 3º ciclo/secundário para ler um texto e este só consegue ler metade ou pouco mais (a outra parte tem de ser o professor a ajudar) dizemos o que aos outros? Quando sabemos que muitas vezes as salas de aula de escolas TEIP são lugares para a estatística da escola estar a funcionar, o que estamos a produzir? Disse-o no meu mestrado e digo-o novamente, estamos a formar iletrados funcionais e desenraizados sociais.

Falei em ir visitar uma escola TEIP porque ali, naquele microcosmos, vemos o que a sociedade produz, o resultado de assimetrias, da desigualdade, da pobreza, da incapacidade de durante décadas percebermos o estado das relações sociais, desta obsessão com números, estatística, e o que a comparação com a UE nos traz. Levanta também outras questões ao nível daquilo que a escola nestes contextos parece ser hoje em dia, não um lugar como antes foi mas um sitio onde se despejam crianças para de lá saírem com 17 anos e o 12º ano, mas fica a questão, no final, aprenderam o que?

 

Editado por Scirea
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E para acrescentar ao que o Scirea e bem diz, quando eu estava mais por dentro disto (estamos a falar na altura da TEIP2), exceção feita a casos raros que até partiam mais da iniciativa própria e casmurrice de certos professores/diretores, o que acontecia de forma mais usual era um nivelamento por baixo dos resultados escolares, sendo certo que havia uma redução no número de "chumbos" (que por si só, num vácuo, indicam muito pouco da qualidade da educação), mas havia também uma acentuada descida no número de alunos com resultados de excelência, fruto da desmotivação, no cumprimento de serviços mínimos na qual o Scirea toca, mas até numa espécie de profecia auto-cumprida em que certos professores, quando colocados numa escola TEIP, basicamente recusavam-se em dar boas notas aos alunos, colocando um limite artificial, porque estavam numa escola de alunos problemáticos, não fazia sentido na cabeça deles que, no meio desses, existissem alunos brilhantes, aplicados e com bom aproveitamento.

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No Porto e arredores, as ruas continuam cheias de cartazes das presidenciais. É um bocado inadmissível.

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Citação de Tio Hans, há 10 minutos:

No Porto e arredores, as ruas continuam cheias de cartazes das presidenciais. É um bocado inadmissível.

Inadmissível é os arredores do Porto irem até Melgaço, Vilar Formoso, Barrancos e Vila Real de Santo António.

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