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[Liga Portugal 2 Meu Super] Todas as jornadas

Publicações recomendadas

Citação de andriy pereplyotkin, há 40 minutos:

Eu não quero saber se eles são bons ou maus. Isso é problema de quem os tem no plantel.

Ok, então também não podes apontar o dedo ao F.C.Porto até porque esta situação está prevista nos regulamentos e, como tal, não nos pode ser imputada qualquer responsabilidade - este é logo o 1º ponto.

Em segundo lugar, a competição não começou a ser desvirtuada a partir do momento que o Porto chamou diversos jogadores da equipa principal para "ajudarem" a equipa secundária na sua batalha. A competição começou a ser desvirtuada pelos sucessivos erros de arbitragem, curiosamente ou não, sempre em prejuízo do Porto. Querem arranjar bodes expiatórios? Apontem baterias ao VAR (ou falta dele), por exemplo. Não tenho dúvidas que o Porto também é a favor da sua introdução na 2ª Liga, por isso também não será por aqui que nos podem "culpar".

Em 3º lugar também não percebo este celeuma todo a propósito dos gajos que baixam à equipa B, porque até quanto sei não é apenas permitida a utilização de 1 jogador no 11 com +23 anos?! Isto por si só, não regula suficientemente a utilização dos jogadores por parte dos clubes grandes, independentemente de ser o Porto ou outro (sim porque esta situação do Porto não é caso único, muito menos é a 1ª vez que estamos a assistir a algo do género).

Se eu não tivesse minimamente dentro do assunto ou se não assistisse à maioria dos jogos, até diria que o Porto B joga com 11 gajos que andaram grande parte da época no plantel principal, quando isso está muito longe de corresponder à verdade. Aliás, eu até sou a favor desta política, embora por outras razões. Se um determinado jogador tiver afastado por lesão por um largo período de tempo, por exemplo, qual é o problema do gajo descer à equipa B para fazer meia dúzia de jogos de modo a ganhar ritmo competitivo? Independentemente de se tratar de um Romário, de um Sarr, de um Otávio ou de um Corona. Quem diz isso, diz dar alguns minutos a jogadores que trabalhem muito durante a semana mas que por uma ou outra razão não conseguem encontrar espaço na 1ª equipa. Para o clube e para o próprio jogador é preferível jogar, ainda que num contexto competitivo inferior, do que andar simplesmente a treinar e a ir para a bancada.

Para finalizar, não consigo mesmo perceber qual é o problema de jogar um Sarr em vez de jogar um Gonçalo Brandão, para ser sincero. Os jogadores muitas vezes também não ficam de fora de determinados jogos por lesão ou porque estão a cumprir castigo? Eu também podia ficar extremamente f*dido porque o Porto perdeu na Mata Real na 1ª volta e agora o Benfica apanha um Paços sem Luther Singh e Douglas Tanque, perdendo assim as suas duas principais armas ofensivas! Será que isto também desvirtua a competição?

Não encontro grandes motivos para se sentirem incomodados. A Académica sente-se injustiçada porque o Porto B jogou com Carraça, João Mário e Sarr, quando contra o Vizela (mero exemplo) utilizou G. Brandão, Diogo Bessa e G. Borges? Mas já não se sente prejudicada pelo facto do Francisco Conceição (que tinha um impacto brutal na equipa) já não entrar nas contas nesta altura do campeonato, certo? Isso já é pacífico...

As equipas B começam com um determinado núcleo de jogadores no início da época, mas no decorrer da mesma pode haver mexidas - seja porque alguns são promovidos, outros despromovidos ou porque entretanto vai-se ao mercado. Não vejo onde é que isto pode ferir a verdade desportiva. Ainda assim, se quiserem apontar o dedo a alguém nunca poderá ser aos clubes, critiquem sim as entidades que definem as regras do jogo.

 

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Citação de TariboWest, há 45 minutos:

Ok, então também não podes apontar o dedo ao F.C.Porto até porque esta situação está prevista nos regulamentos e, como tal, não nos pode ser imputada qualquer responsabilidade - este é logo o 1º ponto.

Em segundo lugar, a competição não começou a ser desvirtuada a partir do momento que o Porto chamou diversos jogadores da equipa principal para "ajudarem" a equipa secundária na sua batalha. A competição começou a ser desvirtuada pelos sucessivos erros de arbitragem, curiosamente ou não, sempre em prejuízo do Porto. Querem arranjar bodes expiatórios? Apontem baterias ao VAR (ou falta dele), por exemplo. Não tenho dúvidas que o Porto também é a favor da sua introdução na 2ª Liga, por isso também não será por aqui que nos podem "culpar".

Em 3º lugar também não percebo este celeuma todo a propósito dos gajos que baixam à equipa B, porque até quanto sei não é apenas permitida a utilização de 1 jogador no 11 com +23 anos?! Isto por si só, não regula suficientemente a utilização dos jogadores por parte dos clubes grandes, independentemente de ser o Porto ou outro (sim porque esta situação do Porto não é caso único, muito menos é a 1ª vez que estamos a assistir a algo do género).

Se eu não tivesse minimamente dentro do assunto ou se não assistisse à maioria dos jogos, até diria que o Porto B joga com 11 gajos que andaram grande parte da época no plantel principal, quando isso está muito longe de corresponder à verdade. Aliás, eu até sou a favor desta política, embora por outras razões. Se um determinado jogador tiver afastado por lesão por um largo período de tempo, por exemplo, qual é o problema do gajo descer à equipa B para fazer meia dúzia de jogos de modo a ganhar ritmo competitivo? Independentemente de se tratar de um Romário, de um Sarr, de um Otávio ou de um Corona. Quem diz isso, diz dar alguns minutos a jogadores que trabalhem muito durante a semana mas que por uma ou outra razão não conseguem encontrar espaço na 1ª equipa. Para o clube e para o próprio jogador é preferível jogar, ainda que num contexto competitivo inferior, do que andar simplesmente a treinar e a ir para a bancada.

Para finalizar, não consigo mesmo perceber qual é o problema de jogar um Sarr em vez de jogar um Gonçalo Brandão, para ser sincero. Os jogadores muitas vezes também não ficam de fora de determinados jogos por lesão ou porque estão a cumprir castigo? Eu também podia ficar extremamente f*dido porque o Porto perdeu na Mata Real na 1ª volta e agora o Benfica apanha um Paços sem Luther Singh e Douglas Tanque, perdendo assim as suas duas principais armas ofensivas! Será que isto também desvirtua a competição?

Não encontro grandes motivos para se sentirem incomodados. A Académica sente-se injustiçada porque o Porto B jogou com Carraça, João Mário e Sarr, quando contra o Vizela (mero exemplo) utilizou G. Brandão, Diogo Bessa e G. Borges? Mas já não se sente prejudicada pelo facto do Francisco Conceição (que tinha um impacto brutal na equipa) já não entrar nas contas nesta altura do campeonato, certo? Isso já é pacífico...

As equipas B começam com um determinado núcleo de jogadores no início da época, mas no decorrer da mesma pode haver mexidas - seja porque alguns são promovidos, outros despromovidos ou porque entretanto vai-se ao mercado. Não vejo onde é que isto pode ferir a verdade desportiva. Ainda assim, se quiserem apontar o dedo a alguém nunca poderá ser aos clubes, critiquem sim as entidades que definem as regras do jogo.

 

Epá eu estou-me a cagar para o Porto. Levam por tabela porque exemplificam perfeitamente tudo o que está errado com as equipas B, mas não me podia estar a marimbar mais para quem é que tem a equipa. Até te digo mais - fazem muito bem em ter, se os deixam. É só vantagens, burros eram se não aproveitassem.

 

Vou aqui explicar de forma muito simples porque é que é diferente:

Coisas que podem acontecer com todas as equipas -> erros de arbitragem (ainda hoje é anulado um golo limpo à Académica), lesões, castigos.

Coisas que só podem acontecer com equipas B -> um internacional olímpico brasileiro que custou 7M estreia-se numa equipa na qual não estava inscrito, fora do período de inscrições que todos os outros clubes tiveram de respeitar, com o mero propósito de os tentar safar.

Percebes? Pensa um bocado no lugar dos outros. Os teus argumentos fazem todos sentido para o clube Porto, mas se te meteres no lugar da Oliveirense talvez consigas perceber onde é que a coisa falha. Colocando a coisa nos teus termos, se calhar se hoje o Barcelona tivesse emprestado o Messi ao Tondela ficavas um bocado f*dido.

 

Quanto à Académica, não sei como se sente. Já eu fiz uma piada com um argumento que usam muitas vezes para defender as equipas B. Nós até tivemos sorte em não levar com o Evanilson e o Baró também. Fiquei bem mais f*dido nas vitórias que tiveram sobre o Covilhã ou o Mafra, que levaram a artilharia toda.

Em suma e como espero que percebas, o meu problema aqui não é achar que a Académica foi prejudicada por isto nem é com o Porto, que faz muito bem em se aproveitar de regulamentos que os beneficiam. Limito-me a não gostar quando as competições não têm regras iguais para todos.

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Citação de TariboWest, há 2 horas:

Para o clube e para o próprio jogador é preferível jogar, ainda que num contexto competitivo inferior, do que andar simplesmente a treinar e a ir para a bancada.

Por mais que tentem, é muito difícil... Os estarolas têm um umbigo demasiado grande e por isso torna-se complicado aos seus adeptos conseguirem ver para além dele. É preciso muito treino.

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Há dias tive esta discussão com um amigo. E mais ou menos o que concluí foi que:

O que se anda a passar com as equipas B há anos é absurdo! Mas acabar com as equipas B também o seria! Portanto é preciso encontrar um modelo que tente desvirtuar o mínimo possível a competição de forma a permitir que as equipas B continuem.

Um campeonato sub-23 não resulta, aliás, acabar com a Liga Revelação seria para ontem. E querer transformá-lo nesse ponto intermédio entre os juniores e a equipa A não faz sentido. Os clubes mais pequenos não têm dinheiro para manter duas equipas competitivas, nem sequer faz sentido que o façam.

Então é preciso criar uma moldura que deixe de transformar as equipas B nisto. O modelo que proponho é muito simples: um jogador só pode jogar pela equipa B se não estiver na ficha de jogo da equipa A nos últimos X jogos para o Campeonato. Sendo que X pode ser 3, 5, teria de ser discutido. Minimizava este tipo de situações, em que jogadores que poderiam perfeitamente ser titulares na A, andem na B a desvirtuar a competição.

E se um puto fosse convocado para ir para o banco da A numa maré de lesões ou algo do género? Ficava esses X jogos sem poder jogar na B. É o lado negativo da coisa.

Não pensei nisto a fundo, mas pareceu-me um modelo minimamente aceitável, de forma a não prejudicar a formação de jogadores e desvirtuar o mínimo possível uma competição.

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Acho que era relativamente fácil amenizar este problema. A equipa B inscrevia os jogadores que quer ter no seu plantel e só poderia usar esse lote de jogadores (e jovens vindos dos escalões de formação). Os jogadores podiam subir da B para a A, mas jogadores da A não poderiam descer para a B. As alterações ao plantel poderiam ser feitas no mercado de inverno. 

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Citação de Carlos Gouveia, há 7 horas:

Um campeonato sub-23 não resulta, aliás, acabar com a Liga Revelação seria para ontem. E querer transformá-lo nesse ponto intermédio entre os juniores e a equipa A não faz sentido. Os clubes mais pequenos não têm dinheiro para manter duas equipas competitivas, nem sequer faz sentido que o façam.

Não faz falta para os estarolas que andam a brincar com isto tudo. O "problema" da Liga Revelação é meter todos em pé de igualdade e isso é complicado para os meninos dos grandes que querem estar sempre por cima. Se o objetivo das equipas é a transição júnior/sénior porque não fazer isso numa competição própria? Faz muito mais sentido uma competição como os sub23 onde aquilo que interessa é o processo e a evolução do que estar numa Segunda Liga ou num CP onde 90% das equipas vão estar à procura do resultado e a fazer anti-jogo. E os clubes estão muito interessados no desenvolvimento dos jogadores mas é quando estão na mó de cima. O caso do Porto é mais um. A equipa B serve para a transição júnior/sénior e para ajudar o desenvolvimento de jogadores. De certeza que para o Meixedo e para o Ricardo Silva ficar no banco e ver o Claudio Ramos a evoluir. De certeza que para o Gonçalo Borges foi bom para a evolução dele ter ficado a comer banco para jogar o Toni Martinez ou o Evanilson que precisam mesmo de jogar contra o Mafra ou Oliveirense para poderem ser melhores jogadores.

Mas o melhor exemplo da utilidade dos sub23 é o Estoril e isso vai para além do que fizeram este ano. Na primeira época de sub23 tinham, entre outros, Matheus Nunes e André Franco. Um foi parar ao Sporting e outro está a espalhar magia na equipa A. Ainda que num espaço de tempo tão curto (relembrar que esta liga tem 2 anos e meio) já aparecem jogadores em que se vê efeitos positivos desta liga.

Obviamente que a solução ideal seria acabar com a estupidez de permitir equipas terem 100 gajos com contratos profissionais mas nisso ninguém está interessado portanto nem vale a pena ir por aí. Durante anos o futebol português sobreviveu e produziu N talentos sem precisar de equipas B agora de repente são fundamentais porquê mesmo? 

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Eu percebo os argumentos do perep. Não acho que faça sentido não ter equipas B, já que está provado que ajudam à integração dos jogadores no futebol profissional (e até dos treinadores, como se viu pelos exemplos do Guardiola e do Zidane), e cada vez mais países estão a aderir a isto, menos os britânicos porque são puritanos em relação às suas estruturas.

Claro que concordo que não devia haver a possibilidade de meter Evanilsons, Sarrs ou Platas na equipa B quando foram contratados para jogar na equipa principal, porque isso de facto desvirtua a competição, mas para isso mais vale ajustar as regras.

Sobre a Liga Revelação, existir ou não faz-me pouca confusão, mas não vejo grande utilidade haver equipas como o Sporting, o Benfica ou a Belenenses SAD que têm as duas.

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Citação de Wincing Hálldor, há 21 minutos:

Eu percebo os argumentos do perep. Não acho que faça sentido não ter equipas B, já que está provado que ajudam à integração dos jogadores no futebol profissional (e até dos treinadores, como se viu pelos exemplos do Guardiola e do Zidane), e cada vez mais países estão a aderir a isto, menos os britânicos porque são puritanos em relação às suas estruturas.

Claro que concordo que não devia haver a possibilidade de meter Evanilsons, Sarrs ou Platas na equipa B quando foram contratados para jogar na equipa principal, porque isso de facto desvirtua a competição, mas para isso mais vale ajustar as regras.

Sobre a Liga Revelação, existir ou não faz-me pouca confusão, mas não vejo grande utilidade haver equipas como o Sporting, o Benfica ou a Belenenses SAD que têm as duas.

E o que faz uma equipa B que uma equipa sub23 não faça?

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Citação de JohnyM, há 23 minutos:

E o que faz uma equipa B que uma equipa sub23 não faça?

Uma equipa B está integrada numa competição mais competitiva.

A Liga Revelação é gira porque os putos jogam sem pressão, mas não vão dar o salto como se estivessem a jogar numa II Liga ou no CPP. Aliás, muitos dos miúdos da Revelação vão precisar de se integrar em espaços mais competitivos, algo que já estaria feito se tivessem numa dos escalões que referi.

As equipas Bs têm demasiados problemas de justiça e equidade para com as outras equipas mas, se houver vontade de resolver esses problemas, que não é difícil, vejo muitas coisas positivas na sua existência.

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Por acaso essa dos ingleses não terem equipas B é interessante e como não conseguem produzir jogadores ingleses de grande nível. Isto dado ao número de clubes que tem.

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Citação de Seferogol, há 7 minutos:

Uma equipa B está integrada numa competição mais competitiva.

A Liga Revelação é gira porque os putos jogam sem pressão, mas não vão dar o salto como se estivessem a jogar numa II Liga ou no CPP. Aliás, muitos dos miúdos da Revelação vão precisar de se integrar em espaços mais competitivos, algo que já estaria feito se tivessem numa dos escalões que referi.

As equipas Bs têm demasiados problemas de justiça e equidade para com as outras equipas mas, se houver vontade de resolver esses problemas, que não é difícil, vejo muitas coisas positivas na sua existência.

Matheus Nunes, Luis Maximiano (tem 6 jogos de equipa B não me parece que seja significativo), Daniel Bragança, André Franco (Estoril), Beto (Portimonense). Tudo jogadores que não precisaram de equipa B para chegarem ao patamar de competição superior. As equipas B podem ser úteis quando bem trabalhadas e se usadas para o pretexto da evolução dos jogadores mas não são, de todo, a última bolacha do pacote como querem fazer parecer. 

 

Citação de kareca, há 8 minutos:

Por acaso essa dos ingleses não terem equipas B é interessante e como não conseguem produzir jogadores ingleses de grande nível. Isto dado ao número de clubes que tem.

Isso parece-me mais mito que outra coisa. Em Itália, por exemplo, também não há e não é por isso que deixam de produzir jogadores.

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Citação de JohnyM, há 37 minutos:

Matheus Nunes, Luis Maximiano (tem 6 jogos de equipa B não me parece que seja significativo), Daniel Bragança, André Franco (Estoril), Beto (Portimonense). Tudo jogadores que não precisaram de equipa B para chegarem ao patamar de competição superior. As equipas B podem ser úteis quando bem trabalhadas e se usadas para o pretexto da evolução dos jogadores mas não são, de todo, a última bolacha do pacote como querem fazer parecer. 

 

Isso parece-me mais mito que outra coisa. Em Itália, por exemplo, também não há e não é por isso que deixam de produzir jogadores.

Agora para ser justo, faz o mesmo levantamento de jogadores que foram da B para a A nos 2 primeiros anos de existência. Só com o VSC ultrapassas o número de jogadores que referiste.

Mais uma vez digo, as equipas Bs são uma excelente forma dos miúdos crescerem, mas é preciso impor regras rígidas, para não haver casos em que um jogador joga na Champions na quarta e no Domingo joga contra o Vilafranquense na II Liga

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Citação de andriy pereplyotkin, há 11 horas:

Em suma e como espero que percebas, o meu problema aqui não é achar que a Académica foi prejudicada por isto nem é com o Porto, que faz muito bem em se aproveitar de regulamentos que os beneficiam. Limito-me a não gostar quando as competições não têm regras iguais para todos.

Eu percebo perfeitamente o teu ponto de vista e concordo que as regras do jogo deviam ser iguais para todos. Só não acho correcto que apontem o dedo ao Porto, neste caso em particular, quando não estão a cometer nenhuma irregularidade e no fundo apenas estão a procurar salvaguardar os interesses do clube, concorde-se mais ou menos com a estratégia utilizada. Mas sim, não é isso que está em causa e acabo por ter que concordar com o colega @Descartes - limitei-me a olhar para a perspectiva do Porto, ignorando completamente todas as repercussões sofridas pelos restantes clubes que competem na mesma divisão.

Mas também é para isto que serve precisamente um fórum - para exprimir as suas ideias, para ouvir as opiniões dos outros e para aprender com essa troca de argumentos. Era bom sinal que as discussões fossem sempre assim tão construtivas...

Citação de Carlos Gouveia, há 9 horas:

O que se anda a passar com as equipas B há anos é absurdo! Mas acabar com as equipas B também o seria! Portanto é preciso encontrar um modelo que tente desvirtuar o mínimo possível a competição de forma a permitir que as equipas B continuem.

Um campeonato sub-23 não resulta, aliás, acabar com a Liga Revelação seria para ontem. E querer transformá-lo nesse ponto intermédio entre os juniores e a equipa A não faz sentido. Os clubes mais pequenos não têm dinheiro para manter duas equipas competitivas, nem sequer faz sentido que o façam.

Então é preciso criar uma moldura que deixe de transformar as equipas B nisto.

Também sou dessa opinião. Acabar com as equipas B seria um tremendo erro e querer comparar os níveis de intensidade/competitividade da 2ª Liga para os da Liga Revelação também não faz sentido.

Acho fundamental a manutenção das mesmas (pois não queremos regressar aos tempos em que o Rui Jorge tinha dificuldades em formar uma equipa nos sub-21, por exemplo), ainda que os regulamentos tenham que ser revistos, para criarem uma maior justiça e equidade entre clubes.

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Citação de JohnyM, há 2 horas:

Mas o melhor exemplo da utilidade dos sub23 é o Estoril e isso vai para além do que fizeram este ano. Na primeira época de sub23 tinham, entre outros, Matheus Nunes e André Franco. Um foi parar ao Sporting e outro está a espalhar magia na equipa A. Ainda que num espaço de tempo tão curto (relembrar que esta liga tem 2 anos e meio) já aparecem jogadores em que se vê efeitos positivos desta liga.

Ainda há o Chiquinho, o Afonso Valente e o Bernardo Vital, qualquer um deles com qualidade para dar o salto para a equipa principal. 

Claro que a Liga Revelação faz sentido. Bendita a hora em que apareceu a Liga Revelação! 11 jogadores dos escalões de formação do clube mais o treinador transitaram para a equipa Sub-23. Não podendo ir diretamente para a equipa sénior, têm aqui um patamar competitivo que lhes permite continuar a evoluir. A transição entre Sub-23 e AA é suave, a filosofia e os princípios são comuns a ambas as equipas, quando chegam aos seniores os jogadores vêm perfeitamente entrosados nas ideias de jogo. 

Para o Estoril Praia a Liga Revelação foi das melhores coisas que lhe poderiam acontecer. 

 

Voltando à Segunda Liga, faltam 6 pontinhos. Começo a acreditar que é possível a subida 😳

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A Liga Revelação só tem interesse para quem não tinha equipa B. Em termos competitivos, tenho sérias dúvidas que a Liga Revelação chegue sequer perto da competitividade que a 2ª Liga ou o CNS proporcionam aos jogadores.

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Citação de JohnyM, há 1 hora:

Matheus Nunes, Luis Maximiano (tem 6 jogos de equipa B não me parece que seja significativo), Daniel Bragança, André Franco (Estoril), Beto (Portimonense). Tudo jogadores que não precisaram de equipa B para chegarem ao patamar de competição superior. As equipas B podem ser úteis quando bem trabalhadas e se usadas para o pretexto da evolução dos jogadores mas não são, de todo, a última bolacha do pacote como querem fazer parecer. 

 

Isso parece-me mais mito que outra coisa. Em Itália, por exemplo, também não há e não é por isso que deixam de produzir jogadores.

Só no Porto tens Ivo Rodrigues, André Silva, Gonçalo Paciência, Francisco Ramos, Rafa Soares, Fernando Fonseca, Jorge Fernandes, Bruno Costa, Mikel Agu, Rúben Macedo que fizeram algumas épocas na equipa B e agora são titulares nos clubes respetivos. O José Sá passou pelo Marítimo B umas épocas. No Benfica numa vista rápida tens Rúben Dias, Ferro, Florentino, Gedson, João Félix. Nomes a bold são internacionais A pelos países respectivos.

As equipas B quando são bem usadas fazem sentido e ajudam a lançar jovens porque a Liga Revelação não tem a mesma competividade. Por algum motivo em Inglaterra tens clubes como o Chelsea a emprestar jogadores ao Championship ou a clubes tipo da Liga Holandesa, para terem minutos em equipas séniores.

Em Portugal já não há tantos empréstimos porque o pessoal desconfiava do profissionalismo de jogadores emprestados e porque a Liga impôs limitações enormes. 

Sinceramente acho que existe maior desvirtuação de resultados no CNS onde as equipas B podem subir tirando o lugar a clubes que fazem investimento e um esforço considerável para montar uma equipa e fazer deslocações um pouco por todo o país. Curiosamente nunca vi críticas a ter um Eduardo Quaresma e Plata a jogarem numa semana contra o Rio Ave para a Liga e um mês depois estarem a jogar contra Fontinhas,  Montijo, Rabo de Peixe. 

Ou o ter um Luís Phellipe, Gonçalo Gregório, Whelton, Lyle Foster, Estupinan, Diogo Calila, Danny Henriques, Zidane Banjaqui e Robinho no CNS. Porque não é só os 3 estarolas que metem jogadores da equipa principal a jogar na B.

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Uma coisa que me faz confusão é assumir que se não houvesse equipas B os jogadores não jogavam em mais lado nenhum. Pá, se calhar quem as tem é que se tinha de ver livre deles mais cedo... E aí dizem-me que a selecção sofria porque não cresciam no contexto competitivo de uma equipa B. Pá, mas se calhar todas as outras equipas que os iam ter cresciam porque tinham melhores jogadores. Eu também acho que campeonatos com mais qualidade dividida e mais competição levam a melhores resultados internacionais.

 

Citação de Descartes, há 12 horas:

Por mais que tentem, é muito difícil... Os estarolas têm um umbigo demasiado grande e por isso torna-se complicado aos seus adeptos conseguirem ver para além dele. É preciso muito treino.

Deixa-me ter a minha luta, também já gastaste anos nas tuas ahah

Citação de TariboWest, há 1 hora:

Eu percebo perfeitamente o teu ponto de vista e concordo que as regras do jogo deviam ser iguais para todos. Só não acho correcto que apontem o dedo ao Porto, neste caso em particular, quando não estão a cometer nenhuma irregularidade e no fundo apenas estão a procurar salvaguardar os interesses do clube, concorde-se mais ou menos com a estratégia utilizada. Mas sim, não é isso que está em causa e acabo por ter que concordar com o colega @Descartes - limitei-me a olhar para a perspectiva do Porto, ignorando completamente todas as repercussões sofridas pelos restantes clubes que competem na mesma divisão.

Mas também é para isto que serve precisamente um fórum - para exprimir as suas ideias, para ouvir as opiniões dos outros e para aprender com essa troca de argumentos. Era bom sinal que as discussões fossem sempre assim tão construtivas...

Tranquilo, um gajo está cá para isso. Como disse, o Porto serve de exemplo porque este ano demonstra muito facilmente tudo aquilo que acho que existe de errado. Se fosse o Benfica na linha de água não duvido que fosse igual, o próprio JJ o disse no início do ano.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 10 minutos:

Uma coisa que me faz confusão é assumir que se não houvesse equipas B os jogadores não jogavam em mais lado nenhum. Pá, se calhar quem as tem é que se tinha de ver livre deles mais cedo... E aí dizem-me que a selecção sofria porque não cresciam no contexto competitivo de uma equipa B. Pá, mas se calhar todas as outras equipas que os iam ter cresciam porque tinham melhores jogadores. Eu também acho que campeonatos com mais qualidade dividida e mais competição levam a melhores resultados internacionais.

Se os clubes deixassem de ir buscar tanto jogador manhoso ao estrangeiro, haveria espaço para a malta das equipas Bs.

E nem era preciso empréstimos, fazia-se como o Real Madrid: jogadores iam para outras equipas com cláusulas de recompra.

Se evoluíssem o esperado, batia-se a cláusula e toda a gente ficava satisfeita. O clube que o recebeu, porque tirava rendimento desportivo e financeiro, e o clube comprador que adquire um jogador "feito" por um preço mais simpático.

Além disso, as equipas melhoravam em termos de qualidade na sua generalidade.

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Citação de Seferogol, há 1 hora:

Agora para ser justo, faz o mesmo levantamento de jogadores que foram da B para a A nos 2 primeiros anos de existência. Só com o VSC ultrapassas o número de jogadores que referiste.

Mais uma vez digo, as equipas Bs são uma excelente forma dos miúdos crescerem, mas é preciso impor regras rígidas, para não haver casos em que um jogador joga na Champions na quarta e no Domingo joga contra o Vilafranquense na II Liga

Mas eu não digo que as equipas B não tenham a sua utilidade. Digo é que, a partir do momento que se cria um liga própria para a transição o propósito das equipas B deixa de existir. E toda esta discussão existe por culpa dos clubes e da política de resultados que se vive na formação.

Citação de andre26, há 16 minutos:

Só no Porto tens Ivo Rodrigues, André Silva, Gonçalo Paciência, Francisco Ramos, Rafa Soares, Fernando Fonseca, Jorge Fernandes, Bruno Costa, Mikel Agu, Rúben Macedo que fizeram algumas épocas na equipa B e agora são titulares nos clubes respetivos. O José Sá passou pelo Marítimo B umas épocas. No Benfica numa vista rápida tens Rúben Dias, Ferro, Florentino, Gedson, João Félix. Nomes a bold são internacionais A pelos países respectivos.

As equipas B quando são bem usadas fazem sentido e ajudam a lançar jovens porque a Liga Revelação não tem a mesma competividade. Por algum motivo em Inglaterra tens clubes como o Chelsea a emprestar jogadores ao Championship ou a clubes tipo da Liga Holandesa, para terem minutos em equipas séniores.

Em Portugal já não há tantos empréstimos porque o pessoal desconfiava do profissionalismo de jogadores emprestados e porque a Liga impôs limitações enormes. 

Sinceramente acho que existe maior desvirtuação de resultados no CNS onde as equipas B podem subir tirando o lugar a clubes que fazem investimento e um esforço considerável para montar uma equipa e fazer deslocações um pouco por todo o país. Curiosamente nunca vi críticas a ter um Eduardo Quaresma e Plata a jogarem numa semana contra o Rio Ave para a Liga e um mês depois estarem a jogar contra Fontinhas,  Montijo, Rabo de Peixe. 

Ou o ter um Luís Phellipe, Gonçalo Gregório, Whelton, Lyle Foster, Estupinan, Diogo Calila, Danny Henriques, Zidane Banjaqui e Robinho no CNS. Porque não é só os 3 estarolas que metem jogadores da equipa principal a jogar na B.

Luiz Phellype 5J pela equipa B e 0J pela equipa A

Gonçalo Gregório (que nem jogou este ano) tem 0 jogos pela equipa principal do Braga

Lyle Foster 5J (137min) na equipa A já a incluir jogos em taças e 5 jogos (322min) na equipa B

Estupinan 16J (1348min) na equipa A e 1J (79min) na equipa B. Caso curioso porque fez o unico jogo pela equipa B em Outubro e começou a jogar pela equipa A a partir de Dezembro.

Welthon 3J na equipa B (53min) e 0J na equipa A

Diogo Calila 16J na equipa A (992min) e 6J (512min) entre sub23 e equipa B sendo que só fez 1J pela equipa B. A partir do momento em que começou a jogar na equipa A não voltou aos sub23 nem à equipa B

Danny Henriques 10J na equipa A (659min) e 6J (515min) entre equipa B e sub23 sendo que também só fez 1J pela equipa B em Novembro

Robinho 4J na equipa A(56min) e 7J (587min) entre sub23 e equipa B sendo que no mercado de Inverno foi emprestado ao Penafiel onde tem jogado com regularidade.

Zidane Banjaqui 0J na equipa A e 19J (1368min) entre sub23 e equipa B e no mercado de Inverno foi emprestado ao Casa Pia tendo jogado com regularidade.

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Claudio Ramos 0J na equipa A e 4J (360min) pela equipa B. Jogos em Dezembro, Janeiro e Fevereiro

Romário Baró 10J na equipa A entre Champions, Taça e Campeonato (271min) e 5J (426min) pela equipa B. Só começou a jogar na equipa B a partir de Fevereiro.

Fábio Vieira 24J pela equipa A entre Champions, Taças e Campeonato (554min) e 1J (90min) na equipa B 

Toni Martinez 20J pela equipa A entre Champions, Taças e Campeonato (634min) e 1J (90min) na equipa B 

Evanilson 20J pela equipa A entre Champions, Taças e Campeonato (516min) e 2J (158min) pela equipa B 

Malang Sarr 19J pela equipa A entre Champions, Taças e Campeonato (1391min) e 3J (270min) pela equipa B

 

Todos estes dados foram do ZeroZero. Não coloquei o Marcano porque não faz sentido entrar nestas contas, tal como o Luiz Phellype por exemplo. Não consigo perceber em que medida algum destes casos é semelhante aos do FCP. No limite poderias falar do Danny Henriques que fez 1J pela equipa B enquanto já jogava pela equipa principal mas não me parece que o Danny tenha a mesma relevância no CP do que tem o Evanilson, o Fábio Vieira ou o Baró tenham na Segunda Liga.

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Citação de Seferogol, Agora:

Se os clubes deixassem de ir buscar tanto jogador manhoso ao estrangeiro, haveria espaço para a malta das equipas Bs.

E nem era preciso empréstimos, fazia-se como o Real Madrid: jogadores iam para outras equipas com cláusulas de recompra.

Se evoluíssem o esperado, batia-se a cláusula e toda a gente ficava satisfeita. O clube que o recebeu, porque tirava rendimento desportivo e financeiro, e o clube comprador que adquire um jogador "feito" por um preço mais simpático.

Além disso, as equipas melhoravam em termos de qualidade na sua generalidade.

Se as equipas B não existissem, os jogadores não iam ter clube? Esse argumento não faz sentido nenhum. Além de que esse paternalismo do jogador manhoso do estrangeiro é um bocado frágil quando a segunda liga tem muito mais portugueses do que a primeira e quando, regra geral, os grandes até são as equipas que têm menos portugueses. Se calhar podiam limpar o lixo internamente que já não precisavam de equipas B para dar ritmo aos jogadores.

 

E vejo que concordas comigo, se eles estivessem noutros clubes, as equipas eram geralmente melhores.

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Citação de Seferogol, há 10 minutos:

E nem era preciso empréstimos, fazia-se como o Real Madrid: jogadores iam para outras equipas com cláusulas de recompra.

Se evoluíssem o esperado, batia-se a cláusula e toda a gente ficava satisfeita. O clube que o recebeu, porque tirava rendimento desportivo e financeiro, e o clube comprador que adquire um jogador "feito" por um preço mais simpático.

Além disso, as equipas melhoravam em termos de qualidade na sua generalidade.

E isso era o ideal para todos excepto para os estarolas

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