Descartes Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Ghelthon, há 1 hora: Ainda mais: O bold é manifestamente falso: Unilabs - Tipos de sangue: quais são e compatibilidades Nunca fiz uma queixa na ERC, mas desta vez vai ter de ser. Não te esqueças de juntar a tabela de etnias da wikipédia e de utilizar o termo "literalmente". Compartilhar este post Link para o post
Elvis Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Lifehouse, há 14 minutos: O Instituto que gere o sangue em Portugal diz que não há falta alguma. Mas, lá está, vão só ler o título e... O Instituto e a própria notícia 🤯 1 Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 14 Agosto 2025 Claramente diz que imigrantes geram rutura de sangue tipo A. É explícito. É notícia. É informação. Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Elvis, há 26 minutos: O Instituto e a própria notícia 🤯 Mas o título já lá está e serve para partilhar e voilá Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 14 Agosto 2025 que clickbait nojento, como é possível Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 14 Agosto 2025 Citação de antifa, há 1 hora: Qual a tua opinião sobre chamuças? Uma m*rda mal cheirosa Citação de Ghelthon, há 2 horas: Ainda mais: O bold é manifestamente falso: Unilabs - Tipos de sangue: quais são e compatibilidades Nunca fiz uma queixa na ERC, mas desta vez vai ter de ser. https://www.erc.pt/pt/portal-das-participacoes/ Era bom que a CNE tivesse um formulário indentico Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 14 Agosto 2025 (editado) Na altura do covid (mais no fim) fiz uma reclamação à erc, depois de um contacto online a publicação madeirense em causa ter sido arrogante quando lhes enviei uma mensagem mostrando uma incorrecção numa notícia. Ainda fui ameaçado de volta quando eles souberam que tinham uma reclamação na erc. Melhor foi ainda se darem ao trabalho de virem dizer uns tempos depois que a erc lhes tinha dado razão, sendo que a carta que recebi em casa dizia claramente que eles tinham sido alvos de uma aviso quanto ao que publicavam. Madeira ♡ Editado 14 Agosto 2025 por smashing_pumpkin 1 Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Petar Musa, há 1 hora: https://www.erc.pt/pt/portal-das-participacoes/ 😉 Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 14 Agosto 2025 Citação de rcoelho14, há 19 horas: Coitado, tiraram o Montenegro da praia para uma reunião sobre a guerra na Ucrânia, é sempre a trabalhar 😞 2 18 Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Black Hawk, há 3 horas: Isso importa? Junta-se ruptura de um tipo de sangue (o que nem sequer é propriamente verdade) com imigrantes na manchete, a correlação está feita e será difundida por contas racistas e xenófobas por todo o lado. O trabalho está feito, seja a notícia verdadeira ou não, haja relação direta ou não. Como dizia o outro, verdades há muitas, resta pegar na que mais nos interessa. Desculpa, passou-me este post. Mas é isso, querem é espoletar a xenofobia. E os trogloditas que papam tudo o que vêem não vão sequer ler o corpo da notícia, onde facilmente se percebe que essa tese é tirada do cu, quanto mais pesquisar. Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 14 Agosto 2025 Montenegro na oposição vs. Montenegro no Governo: dos ataques às desculpas Spoiler “Na saúde e nos incêndios, a mesma incapacidade”. O título é do PSD e surge numa publicação feita no site do partido, a 8 de Fevereiro de 2023, para criticar o Governo então liderado por António Costa. À data, Luís Montenegro – hoje primeiro-ministro – vestia o fato de líder da oposição e não poupava nas críticas feitas ao executivo socialista, em particular nestas duas áreas. Dois anos depois, são precisamente estas as pastas mais quentes do Governo de Luís Montenegro. Com cinco grandes incêndios a lavrar o país ― cenário que se repete há longas semanas, levando populações e bombeiros ao desespero ― o que mudou nas declarações de Montenegro sobre a resposta e combate aos incêndios agora que é primeiro-ministro? Esta terça-feira, Luís Montenegro apelou a um “espírito de unidade e solidariedade” para “evitar perdas” e “diminuir o impacto negativo de um fenómeno que infelizmente não conseguimos travar, apesar de todo o esforço que temos vindo a fazer”. E juntou-se ao apelo feito pelo Presidente da República para que não se usem os incêndios como arma de arremesso político. “Estamos absolutamente entrosados nesse entendimento”, declarou na noite desta quarta-feira, a partir de Cacela Velha. Mas na oposição, o hoje líder do Governo era mais duro. E falava mais. Luís Montenegro agarrou o tema dos incêndios florestais assim que assumiu a liderança do PSD. Aliás, foi precisamente com uma visita a Pedrógão Grande, em Julho de 2022, que decidiu inaugurar a sua presidência social-democrata. Lá, local da tragédia de 2017 que matou 66 pessoas, Montenegro declarou-se “assustado” com o panorama e a falta de preparação do Governo para a época de incêndios. Foi acusado de oportunismo, mas respondeu: “Habituem-se! Porque isto é só o primeiro dia, eu vou fazer isto muitas vezes, pois é isto que o país quer que faça um líder da oposição”. E tinha razão. De forma reiterada, em época de incêndios nesse ano e no seguinte, Montenegro foi para o terreno, visitou populações e exigiu mais e mais do executivo, em contraste com o silêncio das últimas semanas, criticado por autarcas que têm sido atingidos pelas chamas. "Medidas podiam ter sido tomadas" Os exemplos repetem-se. A 18 de Agosto de 2022, Montenegro acusava o Governo Costa de “manobra de distracção” ao remeter o problema dos incêndios para o lado científico e meteorológico, em vez de reconhecer o fracasso quer na prevenção quer na coordenação do combate aos fogos florestais. “Não me agrada nada que nos andem a vender que estamos num ano atípico, de vagas de calor. O que não é correcto é dirigir para aí e disfarçar o que correu menos bem”, dizia o já líder do PSD. O líder do PSD apontava ainda à falta de meios e à incapacidade de resposta como tendo um culpado: o executivo de António Costa. “Há muita coisa que o Governo não fez, das medidas que podiam ter sido tomadas: a implementação da reforma da floresta, acções que visam prevenir, ter meios de combate. Há medidas que só cabe ao poder executivo tomar. O Governo não pode sacudir responsabilidades”, dizia Montenegro. Dias depois, o social-democrata voltava ao tema e exigia ao Governo “um pedido de desculpas aos portugueses, às famílias que estão hoje a sofrer este flagelo e também a muitos milhares de pessoas que estão no terreno a combater os incêndios florestais”. As críticas continuariam pelo Verão de 2023, quando Montenegro pedia mais respeito ao Governo para com os bombeiros. Mecanismo por activar Agora, no fato de primeiro-ministro, Montenegro fala menos (e é criticado por isso, embora esta quarta-feira tenha tido o respaldo de Belém), não pede desculpas e até diz que o Estado tem meios, mas “nas situações de crise é sempre muito difícil fazer essa gestão” porque o país não tem “capacidade ilimitada”. Em resposta às críticas de falta de meios lançadas por autarcas das zonas mais atingidas pelos fogos, o chefe do Governo disse compreender as “manifestações de indignação”, mas, a partir de Faro, onde está de férias, garantiu que o Governo e as autoridades estão a fazer um “esforço enorme”. Porém, não explicou porque é que o Governo continua a optar por não accionar o Mecanismo Europeu de Protecção Civil, apesar dos apelos de quem está no terreno a combater os incêndios. Há uma semana que a Comissão Europeia lembrou o país que os meios estão disponíveis, mas que é preciso que seja o Governo a decidir activá-los. No entanto, até agora, o mesmo líder que na oposição pedia mais meios, prefere não accionar esta ajuda externa. “Levamos muito a sério o facto de ser uma ajuda de último recurso e há mais países afectados por incêndios”, respondeu a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, quando questionada pelos jornalistas na última quinta-feira, no mesmo dia em que o Governo decidiu prolongar a situação de alerta em todo o país. Esta quarta-feira, em plenas férias, e depois de uma reunião com o Presidente da República anunciada aos jornalistas, o primeiro-ministro voltou a defender que o estado do país ainda não exige pedidos de ajuda internacional. “Isso obedece a critérios de natureza técnica e operacional que terão de ser atendidos, não temos nenhuma objecção a fazê-lo quando tiver de ser feito, mas também não o vamos fazer nas alturas em que não for tecnicamente adequado”, declarou Luís Montenegro. A seu lado, o primeiro-ministro teve o Presidente da República, que, outrora pediu mais “cooperação” entre Belém e São Bento, fez questão de garantir que os dois palácios estão coordenados e que Montenegro tem acompanhado o que se passa no terreno, justificando o silêncio de ambos o desejo de não quererem provocar mais alarme nas populações. De acordo com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), até esta quinta-feira, os incêndios já tinham queimado mais de 74.931 hectares, resultado de 5996 ocorrências, números que colocam 2025 num dos piores anos de que há registo em relação ao total de área ardida. Deixem o Luís trabalhar. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 14 Agosto 2025 Citação de rcoelho14, há 10 minutos: Montenegro na oposição vs. Montenegro no Governo: dos ataques às desculpas Ocultar conteúdo “Na saúde e nos incêndios, a mesma incapacidade”. O título é do PSD e surge numa publicação feita no site do partido, a 8 de Fevereiro de 2023, para criticar o Governo então liderado por António Costa. À data, Luís Montenegro – hoje primeiro-ministro – vestia o fato de líder da oposição e não poupava nas críticas feitas ao executivo socialista, em particular nestas duas áreas. Dois anos depois, são precisamente estas as pastas mais quentes do Governo de Luís Montenegro. Com cinco grandes incêndios a lavrar o país ― cenário que se repete há longas semanas, levando populações e bombeiros ao desespero ― o que mudou nas declarações de Montenegro sobre a resposta e combate aos incêndios agora que é primeiro-ministro? Esta terça-feira, Luís Montenegro apelou a um “espírito de unidade e solidariedade” para “evitar perdas” e “diminuir o impacto negativo de um fenómeno que infelizmente não conseguimos travar, apesar de todo o esforço que temos vindo a fazer”. E juntou-se ao apelo feito pelo Presidente da República para que não se usem os incêndios como arma de arremesso político. “Estamos absolutamente entrosados nesse entendimento”, declarou na noite desta quarta-feira, a partir de Cacela Velha. Mas na oposição, o hoje líder do Governo era mais duro. E falava mais. Luís Montenegro agarrou o tema dos incêndios florestais assim que assumiu a liderança do PSD. Aliás, foi precisamente com uma visita a Pedrógão Grande, em Julho de 2022, que decidiu inaugurar a sua presidência social-democrata. Lá, local da tragédia de 2017 que matou 66 pessoas, Montenegro declarou-se “assustado” com o panorama e a falta de preparação do Governo para a época de incêndios. Foi acusado de oportunismo, mas respondeu: “Habituem-se! Porque isto é só o primeiro dia, eu vou fazer isto muitas vezes, pois é isto que o país quer que faça um líder da oposição”. E tinha razão. De forma reiterada, em época de incêndios nesse ano e no seguinte, Montenegro foi para o terreno, visitou populações e exigiu mais e mais do executivo, em contraste com o silêncio das últimas semanas, criticado por autarcas que têm sido atingidos pelas chamas. "Medidas podiam ter sido tomadas" Os exemplos repetem-se. A 18 de Agosto de 2022, Montenegro acusava o Governo Costa de “manobra de distracção” ao remeter o problema dos incêndios para o lado científico e meteorológico, em vez de reconhecer o fracasso quer na prevenção quer na coordenação do combate aos fogos florestais. “Não me agrada nada que nos andem a vender que estamos num ano atípico, de vagas de calor. O que não é correcto é dirigir para aí e disfarçar o que correu menos bem”, dizia o já líder do PSD. O líder do PSD apontava ainda à falta de meios e à incapacidade de resposta como tendo um culpado: o executivo de António Costa. “Há muita coisa que o Governo não fez, das medidas que podiam ter sido tomadas: a implementação da reforma da floresta, acções que visam prevenir, ter meios de combate. Há medidas que só cabe ao poder executivo tomar. O Governo não pode sacudir responsabilidades”, dizia Montenegro. Dias depois, o social-democrata voltava ao tema e exigia ao Governo “um pedido de desculpas aos portugueses, às famílias que estão hoje a sofrer este flagelo e também a muitos milhares de pessoas que estão no terreno a combater os incêndios florestais”. As críticas continuariam pelo Verão de 2023, quando Montenegro pedia mais respeito ao Governo para com os bombeiros. Mecanismo por activar Agora, no fato de primeiro-ministro, Montenegro fala menos (e é criticado por isso, embora esta quarta-feira tenha tido o respaldo de Belém), não pede desculpas e até diz que o Estado tem meios, mas “nas situações de crise é sempre muito difícil fazer essa gestão” porque o país não tem “capacidade ilimitada”. Em resposta às críticas de falta de meios lançadas por autarcas das zonas mais atingidas pelos fogos, o chefe do Governo disse compreender as “manifestações de indignação”, mas, a partir de Faro, onde está de férias, garantiu que o Governo e as autoridades estão a fazer um “esforço enorme”. Porém, não explicou porque é que o Governo continua a optar por não accionar o Mecanismo Europeu de Protecção Civil, apesar dos apelos de quem está no terreno a combater os incêndios. Há uma semana que a Comissão Europeia lembrou o país que os meios estão disponíveis, mas que é preciso que seja o Governo a decidir activá-los. No entanto, até agora, o mesmo líder que na oposição pedia mais meios, prefere não accionar esta ajuda externa. “Levamos muito a sério o facto de ser uma ajuda de último recurso e há mais países afectados por incêndios”, respondeu a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, quando questionada pelos jornalistas na última quinta-feira, no mesmo dia em que o Governo decidiu prolongar a situação de alerta em todo o país. Esta quarta-feira, em plenas férias, e depois de uma reunião com o Presidente da República anunciada aos jornalistas, o primeiro-ministro voltou a defender que o estado do país ainda não exige pedidos de ajuda internacional. “Isso obedece a critérios de natureza técnica e operacional que terão de ser atendidos, não temos nenhuma objecção a fazê-lo quando tiver de ser feito, mas também não o vamos fazer nas alturas em que não for tecnicamente adequado”, declarou Luís Montenegro. A seu lado, o primeiro-ministro teve o Presidente da República, que, outrora pediu mais “cooperação” entre Belém e São Bento, fez questão de garantir que os dois palácios estão coordenados e que Montenegro tem acompanhado o que se passa no terreno, justificando o silêncio de ambos o desejo de não quererem provocar mais alarme nas populações. De acordo com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), até esta quinta-feira, os incêndios já tinham queimado mais de 74.931 hectares, resultado de 5996 ocorrências, números que colocam 2025 num dos piores anos de que há registo em relação ao total de área ardida. Deixem o Luís trabalhar. Para o bronze! Compartilhar este post Link para o post
Bashir Publicado 14 Agosto 2025 Esta reentré do PSD no Algarve enquanto o país arde e se iniciam crowdfundings para outro Luis de 80 anos que perdeu tudo faz-me imensa confusão. As pessoas não se tocam mesmo. 1 2 Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Bashir, há 15 minutos: Esta reentré do PSD no Algarve enquanto o país arde e se iniciam crowdfundings para outro Luis de 80 anos que perdeu tudo faz-me imensa confusão. As pessoas não se tocam mesmo. Está ao nível dos amigos laranjas da madeira. Por cá ficou tudo indignado e no fim o resultado foi a oferta do poder total. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Genzo, Em 13/08/2025 at 20:56: Cotrim de Figueiredo candidato a PR. Não tem QQ hipótese de passar, sequer, à segunda volta, mas terá, certamente, a capacidade de baralhar as contas quanto a quem passará a essa segunda volta. Creio que as chances do AJ Seguro aumentaram. 2 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 14 Agosto 2025 Uma vez o PSD, ainda ressabiado com o formação da geringonça, mandou um velho provocar o AC com a mentira de que ele estaria de férias no bem bom durante os incêndios de Pedrogão. Agora, o PM está na praia com a sua familia querida e a beber cocktails na festa do Pontal com um sorrisinho no rosto enquanto o país arde. Assim é a politica. 1 Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 14 Agosto 2025 (editado) @Mayday não sejas injusto com o Luís. Ele nem tempo tem para fazer a barba e ficar apresentável para uma reunião por zoom. Além disso, está com medo pois há um Governo que já esteve mais longe de acabar com o teletrabalho e ele não gosta nada de interagir com outros seres humanos de forma presencial. Então se forem jornalistas foge a sete pés... Editado 14 Agosto 2025 por Genzo 2 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 14 Agosto 2025 Se me dissessem que ele inventou o lero lero eu acreditava. Compartilhar este post Link para o post
Bashir Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Tio Hans, há 53 minutos: Não tem QQ hipótese de passar, sequer, à segunda volta, mas terá, certamente, a capacidade de baralhar as contas quanto a quem passará a essa segunda volta. Creio que as chances do AJ Seguro aumentaram. Eu gostava era de perceber a linha de pensamento do Cotrim. Não o considero burro, portanto há algum horizonte que não estou a apanhar. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 14 Agosto 2025 Há uma coisa que me irrita profundamente, os governos são compostos, de forma significativa, por políticos profissionais e não por pessoas dedicadas à coisa pública. Assim, os governantes fazem muitas vezes a gestão da sua imagem e do seu cargo, e não a gestão do País. Ou seja, estão mais preocupados em perpetuaram-se nos cargos e em ter uma reputação positiva do que em melhorarem as condições do País. Depois, em situações mais gravosas, como esta dos incêndios, os políticos resguardam-se, fazem declarações estéreis ou então fazem anúncios de pouca importância. Esta inércia ou calculismo favorecem em demasia o surgimento de pessoas autoritárias, que têm, à primeira vista, um discurso forte, populista e algo eloquente. 1 2 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 14 Agosto 2025 Narrativa do Governo está dada: estamos em guerra Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Mayday, há 43 minutos: Uma vez o PSD, ainda ressabiado com o formação da geringonça, mandou um velho provocar o AC com a mentira de que ele estaria de férias no bem bom durante os incêndios de Pedrogão. Agora, o PM está na praia com a sua familia querida e a beber cocktails na festa do Pontal com um sorrisinho no rosto enquanto o país arde. Assim é a politica. Mas tem que se dizer que se vai trazer a F1 de volta a Portimão! Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Lebohang, há 7 minutos: Narrativa do Governo está dada: estamos em guerra Contra quem? Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 14 Agosto 2025 (editado) Citação de Petar Musa, há 2 minutos: Contra quem? colaboradores, mulhere, pobres, jornalista e juizes Editado 14 Agosto 2025 por Mayday 1 Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 14 Agosto 2025 Citação de Petar Musa, há 1 minuto: Contra quem? São Pedro. Ou então Zeus. Pelo menos estes dois foram culpados por alguns reacendimentos derivado às trovoadas. Para já, são os culpados mais fáceis de provar. Compartilhar este post Link para o post