Puto Perdiz Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Lifehouse, há 7 minutos: Eu reivindico "publicamente" várias coisas, sou de verbalizar, de dizer e noto numa geração acima a ideia de "mas, já é tão bom ter um trabalho". que geração é essa? Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 30 Setembro 2025 A mim n me afeta, meto sempre 40 euros 8 Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Puto Perdiz, há 5 minutos: que geração é essa? Dos 45 adiante, com especial foco entre os 50 e 60 Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Puto Perdiz, há 24 minutos: Ir ao mercadona, encher o carro de compras, encher o depósito. Se utilizares ainda gás de garrafa em casa podes comprar uma garrafa a quase metade do preço. Na altura só gastamos 1 garrafa de gás, por isso acabamos por mandar vir a preço de PT. Mas se ficassemos mais tempo, teria compensado bem trazer de Espanha também Citação de Lifehouse, há 6 minutos: Dos 45 adiante, com especial foco entre os 50 e 60 Noto bastante isso, queixam-se imenso, mas vão sempre ficando a ser explorados porque é melhor que nada, ou porque já estão perto da reforma, etc 1 Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 30 Setembro 2025 Era ilegalizar os esquemas todos que se compras no continente tens desconto na Galp e vice versa que os preços iam abaixo um bocado. Acho ridículo que quase todas as "grandes" gasolineiras têm todo esse esquema associado, não vejo semelhante em mais lado nenhum 4 Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 30 Setembro 2025 muito desse pessoal dos 45 anos entrou no mercado de trabalho na altura do pântano e depois apanhou com a troika. Acho natural que ainda tenham traumas com perder o emprego. 2 Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Sandes., há 2 minutos: Era ilegalizar os esquemas todos que se compras no continente tens desconto na Galp e vice versa que os preços iam abaixo um bocado. Acho ridículo que quase todas as "grandes" gasolineiras têm todo esse esquema associado, não vejo semelhante em mais lado nenhum o que me choca é mesmo as margens de lucro das cadeias de supermercado + gasolineiras. Faço sempre compras no Pingo Doce para aproveitar os 20e que dão em produtos + 20e que dão na BP em cada 100euros gastos numa compra. Em 100 euros "oferecem" 40! Imagino o quanto somos roubados nos preços dos produtos... 2 Compartilhar este post Link para o post
Hammerfall Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Alonso., há 8 minutos: o que me choca é mesmo as margens de lucro das cadeias de supermercado + gasolineiras. Faço sempre compras no Pingo Doce para aproveitar os 20e que dão em produtos + 20e que dão na BP em cada 100euros gastos numa compra. Em 100 euros "oferecem" 40! Imagino o quanto somos roubados nos preços dos produtos... É aqui que entra a minha veia comuna. O Estado só tem de montar uma cadeia de hiper e supermercados chamado "TugaMarket" (para podermos depois futuramente exportar) Iria arrebentar com certeza com os jeronimos da vida e afins, margens de lucro mínimas, supermercado para o português, equilibrava o mercado para baixo e dava resposta aos portugueses a uma das 1ªs necessidades essenciais à vida, comida, a baixo preço 1 Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 30 Setembro 2025 E o Moedas que vai abrir a campanha com um comício com a Ayuso? Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Hammerfall, há 33 minutos: É aqui que entra a minha veia comuna. O Estado só tem de montar uma cadeia de hiper e supermercados chamado "TugaMarket" (para podermos depois futuramente exportar) Iria arrebentar com certeza com os jeronimos da vida e afins, margens de lucro mínimas, supermercado para o português, equilibrava o mercado para baixo e dava resposta aos portugueses a uma das 1ªs necessidades essenciais à vida, comida, a baixo preço Eu sempre achei que se devia fazer isso com telecomunicações (rip PT) só para ver o cartel chorar ainda mais Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Alonso., há 49 minutos: o que me choca é mesmo as margens de lucro das cadeias de supermercado + gasolineiras. Faço sempre compras no Pingo Doce para aproveitar os 20e que dão em produtos + 20e que dão na BP em cada 100euros gastos numa compra. Em 100 euros "oferecem" 40! Imagino o quanto somos roubados nos preços dos produtos... Eles não te oferecem 40€, oferecem-te 40€ em produtos que lhes custaram menos do que isso. Citação de Hammerfall, há 37 minutos: É aqui que entra a minha veia comuna. O Estado só tem de montar uma cadeia de hiper e supermercados chamado "TugaMarket" (para podermos depois futuramente exportar) Iria arrebentar com certeza com os jeronimos da vida e afins, margens de lucro mínimas, supermercado para o português, equilibrava o mercado para baixo e dava resposta aos portugueses a uma das 1ªs necessidades essenciais à vida, comida, a baixo preço Vai investigar quais são os produtos que têm as margens altas e depois cruza isso com os artigos que achas de primeira necessidade. Dito de outra forma, tenta procurar arroz, massa, nutella ou chocolate Nestlé e ver quanto custa no continente e quanto custa online ou em supermercados mais pequenos e depois vê onde é que eles ganham o dinheiro. Citação de rcoelho14, há 4 minutos: Eu sempre achei que se devia fazer isso com telecomunicações (rip PT) só para ver o cartel chorar ainda mais Isso seria uma boa ideia para rebentar de vez com as finanças do Estado. Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 30 Setembro 2025 E depois a malta, que se vê à rasca no final de cada mês, anda a partilhar o vídeo do CEO da Jerónimo Martins a dar lições de moral sobre o facto de Portugal ser um país pobre porque quer. Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 30 Setembro 2025 Citação de rcoelho14, há 3 horas: Luís (Montenegro) no céu com diamantes Mostrar conteúdo oculto Um dos riscos de titular um texto com um trocadilho baseado numa canção dos Beatles sobre uma experiência com alucinogénios (LSD) é que uma parte considerável dos leitores, incluindo a maioria dos governantes atuais, não “apanhe” a piada. Mas até nisso — acho — é apropriada: é que nós, a maioria dos governados, também estamos à nora com a ideia de que o conceito de “renda moderada” inclui, no entendimento esclarecido do Governo, valores até 2300 euros. E não melhorou com as explicações, temo. É ver a cara de António Costa (o jornalista) na entrevista a Miguel Pinto Luz (o ministro da Habitação) quando este lhe garante que “2300 euros é uma renda para a classe média porque se aplicarmos a taxa de esforço de 40% a um rendimento de 5750 euros de um agregado familiar dá 2300 euros”. “São poucas as famílias com esses rendimentos”, diz o entrevistador. “Não são, são muitas”, responde Pinto Luz, deixando Costa de boca à banda. E o ministro, feliz, insiste: “São números, e eu gosto dos números. É que nós andamos a falar de valores moderados, rendas acessíveis, há muitos anos e não nos preocupamos com uma coisa essencial: o rendimento dos portugueses; o que têm no bolso.” O jornalista, perplexo, lembra ao governante que o salário médio dos portugueses está muito abaixo de 5000 ou até de 2000 euros, e aquele corrobora: sim, é de 1500 euros (na verdade, terá sido este ano de 1200 euros líquidos, ou cerca de 1700 brutos). Para a seguir asseverar que a maioria das rendas praticadas em Lisboa é superior, “em muitas dimensões” (incluindo as da outra dimensão, vulgo espaço?) a 2300 euros. Esta explicação, chamemos-lhe assim, deve ter circulado na área da coligação governamental, porque também o ex-deputado do CDS Diogo Feio a usou num debate na SIC-N, começando aliás por sublinhar que “é muito fácil perceber, apesar de haver muita gente que está com dúvidas”. “Façamos uma conta simples", disse Feio. "Os portugueses podem ter custos máximos na área da habitação até aos 40% do que ganham. Se eu aplicar este conceito e tiver um casal, esse casal terá como rendimento bruto mensal na ordem dos 5600 euros. Dividindo, dá 2800 euros. Isto é o que ganham professores universitários, profissionais liberais, médicos, por aí fora. Esta medida abarca 90% do nosso imobiliário atualmente.” Perceberam? De certeza que sim, porque é muito simples. Então, para começar, em 2024 dos um pouco menos de cinco milhões de trabalhadores existentes em Portugal (4,75 milhões) só 5,77% tinham uma remuneração bruta mensal regular (o que inclui o subsídio de alimentação) superior a 2000 euros. Só que — algo que pelos vistos o Governo esqueceu — esses salários pagam impostos e Segurança Social. No conjunto, pagam mais que os 25% a que até agora eram taxadas as rendas. Assim, se tivermos em consideração valores líquidos — aqueles com que se tem de contar para efetuar aquele cálculo dos 40% do rendimento disponível — são naturalmente ainda menos os que podem gabar-se de auferir mais de 2000 euros. O que significa que a “explicação” que o Governo difundiu entre os seus apoiantes começa logo aí por não ter ponta por onde se lhe pegue: é que um casal com um rendimento bruto mensal de 5750 euros não tem — nem pouco mais ou menos — um rendimento líquido mensal desse valor. Mas há mais motivos para achar que o Executivo de Luís Montenegro anda a consumir cogumelos mágicos. É que este conceito da “renda moderada” serve para definir o universo das rendas que, de acordo com a proposta, passarão a pagar uma taxa de IRS de 10% — menos 15 pontos percentuais que a taxa normal sobre as rendas. E isto, explica Miguel Pinto Luz (na mesma entrevista), porque “queremos melhor redistribuição da riqueza gerada para poder garantir a cada português uma habitação condigna e educação condigna, saúde de qualidade, dar igualdade a todos os portugueses”. Portanto o Governo quer melhorar substancialmente o rendimento dos proprietários que arrendam casas com rendas até uns mui módicos 2300 euros para melhor redistribuir a riqueza gerada? Sério? Basta pensar na taxa média de retenção de IRS de um salário bruto de 2300 euros (25,83%) para ser evidente a injustiça social e económica de baixar para 10% o imposto sobre as rendas desse valor. Por que carga de água o mesmo rendimento, se proveniente do trabalho por conta de outrem, havia de ser muitíssimo mais taxado que o rendimento de um imóvel? E a quanto orçará esta perda de receita fiscal, ou seja, esta transferência direta dos cofres dos Estado para os senhorios? Até agora Pinto Luz, malgrado vangloriar-se de tanto gostar de números, não apresentou qualquer estimativa. Tomemos como fonte o último grande relatório sobre arrendamento (de 2023), que se baseia no Censos de 2021. Existiam nesse ano 923 mil arrendamentos habitacionais no país, 151 620 (16,4%) anteriores a 1991, ou seja, com rendas congeladas, que desde 2024 não pagam (e bem) IRS. Ficam 772 mil arrendamentos sujeitos a IRS/IRC. Em 2021, só havia 57 mil contratos com valores entre 650 e 999,99 euros, o que quer dizer que a maioria das rendas estavam abaixo de 650 euros. Vamos então usar um valor médio nacional de renda baixo — muito provavelmente errado tendo em conta que os preços subiram muitíssimo, e que os locais onde mais subiram são também aqueles onde ocorreram mais novos arrendamentos nos últimos anos (Lisboa, Porto e Algarve) —, digamos 300 euros. Temos pois 3600 euros anuais (300 vezes 12). Multiplicando por 772 mil arrendamentos, dá quase três mil milhões de euros (2 779 200 mil). Aplicando a este valor a taxa de imposto de 25%, entrariam cerca de 700 milhões nos cofres do Estado (694,8). Com a taxa de 10%, a receita fiscal desce para 278 milhões. A diferença é de mais de 400 milhões. Agora pensemos nas rendas de 2000 euros, que o Governo considera “moderadas”, e Pinto Luz assevera serem do mais comum que há em Lisboa. Vamos admitir que correspondem a 5% das rendas praticadas em Portugal, ou seja, para o universo de 772 mil arrendamentos, 38 600 contratos. Temos então 24 mil euros (12 vezes 2000) a multiplicar por esse número de contratos, ou seja 926,4 milhões. 25% disso são 231,6 milhões; 10% são 92,6 milhões. Ou seja, os arrendamentos com valores na ordem dos 2000 euros receberão uma parte muito significativa da “borla fiscal” que o Governo está a propor oferecer aos senhorios — e sem qualquer condição associada. Antes, com base no conceito de “arrendamento acessível”, estipulado numa tabela, publicada em Diário da República, com valores por metro quadrado a partir do índice de preços do INE para cada região, os senhorios tinham a possibilidade de pagar menos imposto se aumentassem o prazo do contrato (a partir de cinco anos, taxa de 15%; a partir de 10 anos, 10%; a partir de 20 anos, 5%) e a renda não ultrapassasse em 20% o valor da renda acessível (que, diga-se, não era assim tão baixa). Com esta proposta, desaparecem todas as condições: é simplesmente agarrar em centenas de milhões de euros e oferecê-los aos proprietários, a pretexto de se crer que há quem não arrende porque o imposto é alto. No país com o rendimento per capita mais alto da União Europeia — o Luxemburgo —, onde o salário médio está entre 4000 e 6000 euros e o centro-direita tem governado na maior parte das últimas décadas, as rendas não podem exceder um valor anual correspondente a 5% do capital investido e os inquilinos, se considerarem a renda alta, têm recurso para uma “Comissão do Arrendamento”. A exceção a esta regra legal são os apartamentos considerados “de luxo” — aqueles com renda a partir de 2500 euros. Praticamente uma renda moderada em Portugal — sob efeito de PSD, bem entendido. Resta saber que amigos é que vão encher os bolsos com esta medida. Somos dos países com uma oferta pública de habitação mais baixo da UE e ainda vamos concessionar parte delas a privados para poderem cobrar até 2.3k. Isto é criminoso. Citação de Black Hawk, há 3 horas: Este discurso do Rui Rocha no debate da Lei dos Estrangeiros é uma prova oral para entrar formalmente no Chega? Vinha agora mesmo falar disso. Disse orgulhosamente no debate que "o multiculturalismo não funcionou nem funcionará" e que "temos de defender os nossos". Liberais até dizer Chega. Quanto ao acordo em si, está à vista o valor do "não é não". Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 30 Setembro 2025 Citação de doom_master, há 15 minutos: Resta saber que amigos é que vão encher os bolsos com esta medida. Somos dos países com uma oferta pública de habitação mais baixo da UE e ainda vamos concessionar parte delas a privados para poderem cobrar até 2.3k. Isto é criminoso. Vinha agora mesmo falar disso. Disse orgulhosamente no debate que "o multiculturalismo não funcionou nem funcionará" e que "temos de defender os nossos". Liberais até dizer Chega. Quanto ao acordo em si, está à vista o valor do "não é não". O Miguel Relvas anda todo contente a defender os 2300€, deviam começar por lhe bater à porta. Scratch a liberal... Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 30 Setembro 2025 Citação de antifa, há 37 minutos: E o Moedas que vai abrir a campanha com um comício com a Ayuso? Quero é pics da Ayuso 2 Compartilhar este post Link para o post
Hammerfall Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Tio Hans, há 47 minutos: Eles não te oferecem 40€, oferecem-te 40€ em produtos que lhes custaram menos do que isso. Vai investigar quais são os produtos que têm as margens altas e depois cruza isso com os artigos que achas de primeira necessidade. Dito de outra forma, tenta procurar arroz, massa, nutella ou chocolate Nestlé e ver quanto custa no continente e quanto custa online ou em supermercados mais pequenos e depois vê onde é que eles ganham o dinheiro. Isso seria uma boa ideia para rebentar de vez com as finanças do Estado. Peço desculpa por falar nas 1as necessidades. Como país de 1° mundo, gostava de pensar que num supermercado não existe produtos de 1a e 2a necessidade. Também achas que ter um carro em Portugal é um luxo? Só um aparte, os 20€ são em todos os produtos, independentemente do que compres. Tanto vale levar 20€ de arroz como de nutella. E já agora, porque fiquei curioso, sabes-me dizer onde posso checkar essas margens? Da mesma maneira que eu sei que um hambúrguer no mac sai a 4 cêntimos e depois os vendem a 8 euros, estávamos a hipotetisar que esses Jerónimos também teriam margens dessas. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 30 Setembro 2025 (editado) Citação de Hammerfall, há 26 minutos: Peço desculpa por falar nas 1as necessidades. Como país de 1° mundo, gostava de pensar que num supermercado não existe produtos de 1a e 2a necessidade. Também achas que ter um carro em Portugal é um luxo? Só um aparte, os 20€ são em todos os produtos, independentemente do que compres. Tanto vale levar 20€ de arroz como de nutella. E já agora, porque fiquei curioso, sabes-me dizer onde posso checkar essas margens? Da mesma maneira que eu sei que um hambúrguer no mac sai a 4 cêntimos e depois os vendem a 8 euros, estávamos a hipotetisar que esses Jerónimos também teriam margens dessas. Não tens que pedir desculpa. As margens nos supermercados nos bens essenciais, i.e., na comida, e em outros bens que sejam de marca branca, são baixas. São baixas no arroz, são baixas na massa, são baixas na pasta dos dentes ou nos detergentes de marca branca. As margens são absurdas na Nutella, nos desodorizantes dove ou no café para a Dolce Gusto. A melhor forma de verificares é procurares online e veres se arranjas arroz muito mais barato do que no Pingo Doce, p.e.. Eu garanto-te que arranjas café Dolce Gusto muito mais barato do que no Continente. Mas, só para que não haja dúvidas, fica aqui uma versão simplificada da demosntração de resultados da Jerónimo Martins no 1º semestre. A margem é 20,5% das vendas, ou seja, o que sobra das vendas da JM depois de se retirar o que os produtos vendidos custaram à empresa corresponde a 20,5% do total dessas vendas. E o resultado líquido da empresa corresponde a apenas 1,5% dessas vendas. Eu sei que, mesmo assim, 1,5% de 17 mil milhões de euros é muito dinheiro, mas não é um negócio particularmente rentável. Tem outras vantagens, liberta imensa tesouraria, é mais ou menos previsível, etc., mas está longe de ser extremamente rentável. E pagam mal e porcamente, imagina se pagassem bem. Só para complementar que a margem do Pingo Doce é de apenas 15%. Ou seja, por cada euro vendido, o Pingo Doce ganha 15 cêntimos. Editado 30 Setembro 2025 por Tio Hans 4 Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Tio Hans, há 15 minutos: Não tens que pedir desculpa. As margens nos supermercados nos bens essenciais, i.e., na comida, e em outros bens que sejam de marca branca, são baixas. São baixas no arroz, são baixas na massa, são baixas na pasta dos dentes ou nos detergentes de marca branca. As margens são absurdas na Nutella, nos desodorizantes dove ou no café para a Dolce Gusto. A melhor forma de verificares é procurares online e veres se arranjas arroz muito mais barato do que no Pingo Doce, p.e.. Eu garanto-te que arranjas café Dolce Gusto muito mais barato do que no Continente. Nos desodorizantes a margem é ridícula, vejo-os à venda por uns 6€ enquanto no outro dia vi na normal o mesmo à venda por 2/3€ sem desconto. 2 Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 30 Setembro 2025 Citação de doom_master, há 26 minutos: Nos desodorizantes a margem é ridícula, vejo-os à venda por uns 6€ enquanto no outro dia vi na normal o mesmo à venda por 2/3€ sem desconto. Eu nos ultimos anos até tenho mandado vir da Amazon em packs de 4. Acabo por poupar uns valentes euros ainda (mas já foi mais barato) Para não falar que estão sempre em "promoção", que na realidade é o preço real deles 1 Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 30 Setembro 2025 Citação de doom_master, há 42 minutos: Nos desodorizantes a margem é ridícula, vejo-os à venda por uns 6€ enquanto no outro dia vi na normal o mesmo à venda por 2/3€ sem desconto. A normal também vende muita coisa que não é feita para vender em portugal, daí algumas coisas terem preços absurdamente baixos. Compartilhar este post Link para o post
dpitz Publicado 30 Setembro 2025 Citação de smashing_pumpkin , há 7 minutos: A normal também vende muita coisa que não é feita para vender em portugal, daí algumas coisas terem preços absurdamente baixos. Como assim? não percebi Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 30 Setembro 2025 (editado) Citação de dpitz, há 2 minutos: Como assim? não percebi Há muitas marcas que ainda funcionam por representantes a nível nacional. Em teoria só eles é que vendem cá. Sei pelo menos 1 produto que está lá e não é vendido pelo representante nem o representante sabe de onde vem. E só se apercebeu disso porque teve reclamações da qualidade do produto que foi comprado na normal. Também me disse que eles têm várias inspecções da ASAE nas quais têm que retirar imenso produto, mas que funcionam mesmo assim. Na semana seguinte volta à prateleira. Editado 30 Setembro 2025 por smashing_pumpkin 1 Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Lifehouse, há 4 horas: Seria uma revolta que duraria pouco tempo, parece-me. A tal como no desconto fiscal que ainda está em vigor, as gasolineiras assim que apanham uma baixa de impostos fazem-se logo à margem de lucro. Era até os motoristas de materiais perigosos ou que fornecem os supermercados pararem outra vez. A partir daí começava logo o barulho do povo. Quer dizer, logo logo talvez não. Primeiro ficarão a ver a Catedral a arder, depois serão filas enormes nos postos de combustível para atestar o depósito e nos supermercados para os enlatados e papel higiénico. E antes de se revoltarem com o Governo, ainda maltratariam os motoristas que estão parados. Contudo, tenho as minhas dúvidas que o Montenegro será capaz de resolver o problema tão rápido como o seu antecessor. Citação de antifa, há 2 horas: E o Moedas que vai abrir a campanha com um comício com a Ayuso? Mas o Ayuso não tinha deixado a UAE para assinar pela Lidl Trek? Bom, ao menos vai ser um concelho que promove a ciclovia. Não pode ser só o autocarro com rodas numa "linha privada". Citação de Lifehouse, há 2 horas: E depois a malta, que se vê à rasca no final de cada mês, anda a partilhar o vídeo do CEO da Jerónimo Martins a dar lições de moral sobre o facto de Portugal ser um país pobre porque quer. Esses não fazem parte do grupo do "carcanhol" que financia o Chega ? Compartilhar este post Link para o post
bug Publicado 30 Setembro 2025 O candidato do Chega às autárquicas da minha cidade tem muita dificuldade em articular frases. Nos debates conjuntos que vi, usa as ideias dos outros para responder e algumas vezes encaralhou-se todo sem saber o que responder, o que por si só mostra como é fraco. Até parece um tipo pacato, apesar de meio envergonhado. A minha questão é: as pessoas não têm noção das próprias limitações? Eu posso ter muita vontade, mas faltarem-me skills para determinada função. E assusta um bocado a população votar de cruz. E aqui nem falo de ideologias políticas, é mesmo das competências mínimas que um presidente de câmara deve ter ao nível de se saber expressar e fazer entender. Compartilhar este post Link para o post
Hammerfall Publicado 30 Setembro 2025 Citação de Tio Hans, há 1 hora: Não tens que pedir desculpa. As margens nos supermercados nos bens essenciais, i.e., na comida, e em outros bens que sejam de marca branca, são baixas. São baixas no arroz, são baixas na massa, são baixas na pasta dos dentes ou nos detergentes de marca branca. As margens são absurdas na Nutella, nos desodorizantes dove ou no café para a Dolce Gusto. A melhor forma de verificares é procurares online e veres se arranjas arroz muito mais barato do que no Pingo Doce, p.e.. Eu garanto-te que arranjas café Dolce Gusto muito mais barato do que no Continente. Mas, só para que não haja dúvidas, fica aqui uma versão simplificada da demosntração de resultados da Jerónimo Martins no 1º semestre. A margem é 20,5% das vendas, ou seja, o que sobra das vendas da JM depois de se retirar o que os produtos vendidos custaram à empresa corresponde a 20,5% do total dessas vendas. E o resultado líquido da empresa corresponde a apenas 1,5% dessas vendas. Eu sei que, mesmo assim, 1,5% de 17 mil milhões de euros é muito dinheiro, mas não é um negócio particularmente rentável. Tem outras vantagens, liberta imensa tesouraria, é mais ou menos previsível, etc., mas está longe de ser extremamente rentável. E pagam mal e porcamente, imagina se pagassem bem. Só para complementar que a margem do Pingo Doce é de apenas 15%. Ou seja, por cada euro vendido, o Pingo Doce ganha 15 cêntimos. 255M de euros então. Mas antes desse resultado líquido, o que é que foi para o estado vs o que poderia ter ido se este exemplo em específico não tivesse a sua sede fiscal noutro país? E se o lucro é de 15%, não poderia o estado como já disse anteriormente competir com o lucro a 5% e oferecer um serviço mais competitivo? Eu sei que estou aqui a "simplificar" demasiado a coisa, e se calhar está aí o meu erro lol Compartilhar este post Link para o post