Descartes Publicado 31 Julho 2025 @Che, anda cá colocar a tua frase sobre os empresários portugueses. Compartilhar este post Link para o post
depina Publicado 31 Julho 2025 Nas primeiras sondagens o moedas aparece à frente da Alexandra leitão Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 31 Julho 2025 Espero que ganhe, mas a Alexandra Leitão não é a pessoa certa para liderar esta coligação. Vamos ver como se sai nos debates. Mas se a estretégia for só esta interactividadedas em 480p das redes sociais... Compartilhar este post Link para o post
Bashir Publicado 31 Julho 2025 Citação de Lip McBoatface, há 4 horas: ninguém vai andar a checkar as tuas horas a não ser que abuses mesmo. A filosofia é que se estás a fazer o teu trabalho e o que esperam de ti, está-se tudo a cagar. Se não estiveres a cumprir, ou vais ter uma conversa para perceber se te falta alguma capacidade (e se sim que treino ou algo assim se arranja para colmatar isso), se há mau planeamento da tua equipa/supervisor ou aí sim prestam atenção a ver se há aldrabice séria. Não sei, há um certo nível de confiança que és adulto e se és contratado para um trabalho o vais tentar fazer como deve ser... e por causa disso o pessoal sente-se minimamente motivado para o fazer... e por causa disso a malta que se está a cagar ou a fazer pausas de 1 hora na máquina do café ou a baldar-se é muito mais fácil de topar. Claro que aqui há também empresas mais m*rda, mas o que tenho visto no geral é assim. Tanto na minha empresa como na da minha Maria há essa liberdade. Na minha então basta deixar uma mensagem no canal de manhã a dizer "não vou estar na daily porque não me estou a sentir muito bem. Se me sentir melhor da parte da tarde vou pegar na tarefa X ou Y, senão amanhã volto a fazer ponto de situação". Tenho também malta a fazer daily na pastelaria com a cam ligada porque efectivamente ainda não começou o trabalho mas quer fazer o ponto de situação na daily. Estou numa consultora portuguesa. A minha Maria está numa subsidiária portuguesa duma empresa americana e apesar de não ter tantas liberdades como as que eu tenho, tem mais cuidado ao nivel do bem estar, da felicidade no trabalho. Já mudou de departamento para algo mais soft para ter menos stress nesta fase de estarmos a criar dois cachopos que ainda são bastante pequenos. Sei também que na empresa dela há um plano estruturado para alguém que não esteja a cumprir. Ajudar a melhorar, ver que valências podem ser melhoradas com alguma formação, trabalhar mais diretamente com alguém mais senior etc. Ai sim, se não funcionar é que acabam por despedir a pessoa. News flash, raramente chegam a esse ponto. E claro, nenhum dos dois vai ao escritório, ever. 1 Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 1 Agosto 2025 https://expresso.pt/economia/2025-07-31-patroes-pedem-a-montenegro-despedimentos-facilitados-e-mais-horas-de-trabalho-aa09dccc alguém tem o artigo completo? Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 1 Agosto 2025 Também estou numa holandesa, com grande influência monegasca, e sinto o mesmo que vocês. Aliás, a minha maior crítica enquanto empresa é com o escritório de Portugal. Pensam que estão a gerir uma loja na baixa do Porto Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 1 Agosto 2025 Citação de antifa, há 14 horas: Maltinha na academia, prontos para emigrar? Ainda mais? Citação de Rain Dog, há 1 hora: https://expresso.pt/economia/2025-07-31-patroes-pedem-a-montenegro-despedimentos-facilitados-e-mais-horas-de-trabalho-aa09dccc alguém tem o artigo completo? Spoiler Patrões pedem a Montenegro despedimentos facilitados e mais horas de trabalho Patrões defendem que há margem para ir mais longe na proposta de revisão da lei laboral O anteprojeto de alteração ao Código do Trabalho apresentado pelo Governo aos parceiros sociais, já depois de o ter aprovado em Conselho de Ministros, modifica mais de 100 normas da atual lei laboral, com o objetivo de “flexibilizar” o regime. A proposta, que ainda terá de ser negociada com patrões e sindicatos, deixa na lei muito pouco do que foi introduzido há dois anos por António Costa, no âmbito da chamada “Agenda do Trabalho Digno”. Do lado dos sindicatos, a CGTP fala num “assalto aos direitos dos trabalhadores” e a UGT não promete viabilizar a proposta; entre os patrões, as alterações são positivas, havendo quem considere que deveriam até ir mais longe. É o caso da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), que defende uma revisão dos fundamentos para o despedimento, que passe a integrar “a necessidade de renovação do quadro das empresas” e da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), que defende um aumento do período de trabalho. Caso a proposta do Governo seja aprovada, entram em vigor normas polémicas como o prolongamento da duração dos contratos a termo, a imposição de novos limites para o reconhecimento da dependência económica dos trabalhadores independentes, alterações à licença de amamentação, ao regime de trabalho flexível e de teletrabalho, e outras com impacto profundo para os trabalhadores (ver texto ao lado). Projeto de alteração legislativa continuará a ser negociado em setembro com os parceiros sociais Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, fala em “mudanças profundamente negativas”. O sindicalista, que logo à saída da reunião de concertação social e ainda sem analisar o documento em detalhe, classificava a proposta como “um ataque aos trabalhadores e à lei sindical”, destaca agora um claro “desequilíbrio” entre os interesses dos patrões e os direitos dos trabalhadores. “Fomenta a precariedade, a desregulação dos horários de trabalho, ataca ainda mais a contratação coletiva e os direitos de intervenção dos sindicatos, a liberdade sindical, perpetua a incerteza e aumenta as condições para intensificar a exploração”, nota, admitindo que a contestação social fará eco para travar a “ofensiva”. Do lado da UGT, o secretário-geral, Mário Mourão, não quis detalhar ao Expresso a avaliação que faz da proposta antes de a partilhar com os associados, na reunião que aconteceu já depois do fecho desta edição. Mas, à saída da reunião de concertação social, foi perentório ao garantir que não prometia um acordo nesta matéria, tendo transmitido ao Executivo que “este não era o momento para uma alteração legislativa”. Maior flexibilidade As reservas dos sindicatos contrastam com a posição das confederações patronais, que querem até que se vá mais longe. “O documento aponta para soluções com potencial relevância, mas tem margem para significativas melhorias”, destaca ao Expresso presidente da CIP, Armindo Monteiro. O líder empresarial aplaude medidas como o regresso do banco de horas individual, o regime de horários flexíveis, a eliminação da proibição imposta às empresas de recurso ao outsourcing, bem como o alargamento da duração dos contratos a termo. Mas lamenta a ausência de outras, nomeadamente quanto a despedimentos. A proposta deveria “consagrar a necessidade de renovação do quadro das empresas como fundamento objetivo para o despedimento”, tendo por base a inadaptabilidade do trabalhador, o seu incumprimento ou falta grave, defende o presidente da CIP. Atualmente a lei prevê que o despedimento possa ocorrer por justa causa, extinção do posto de trabalho, inadaptação e motivos económicos, estruturais ou tecnológicos. Contesta ainda a manutenção do dever de reintegração obrigatória do trabalhador em caso de despedimento ilícito que, diz, “apenas deveria ter lugar quando estivesse em causa um despedimento assente em discriminação (racial, de género, orientação sexual ou outro)”. As alterações às regras dos despedimentos são um tema polémico, tratado com pinças pelos vários governos. Até 2003, a lei protegia o trabalhador e impunha barreiras ao despedimento sem justa causa. Durão Barroso (2002-2004) reforçou a possibilidade de despedimento por extinção de posto de trabalho ou inadaptação e, durante o resgate da troika, os processos foram facilitados por via da redução do valor das indemnizações e flexibilização do despedimento por inadaptação. António Costa recuou, reforçando a fiscalização e a proteção aos trabalhadores nos casos despedimento ilícito. Além dos despedimentos, Armindo Monteiro defende ainda que “as faltas, mesmo que justificadas, em princípio não deveriam ser remuneradas”. E no teletrabalho, aponta, “é necessário cessar o desequilíbrio de poderes de decisão unilateral das partes”. Já Luís Mira, secretário-geral da CAP, defende que “para sectores fundamentais, que dependem de mão de obra e enfrentam enorme escassez de recursos humanos, seria relevante que a proposta considerasse o aumento do período de trabalho fixado por lei”. Sem clarificar o número de horas em causa, justifica que “a medida daria maior liberdade aos trabalhadores para determinarem as suas escolhas e, às empresas, mais recursos para fazer face às suas necessidades”. Atualmente a lei determina, na generalidade dos casos, horários de 40 semanais, podendo ir até 60 horas nalgumas situações. A Confederação do Turismo de Portugal (CTP), também sinaliza margem para ir mais longe, ainda que sem detalhes: “Consideramos positivas as alterações propostas, mas estamos num processo negocial que pode ainda sofrer mais alterações, num sentido ainda mais positivo e numa melhor adequação à realidade empresarial e dos seus trabalhadores”. Já a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) preferiu não tecer comentários, uma vez que “todas as alterações estão a ser analisadas juridicamente”. Contudo, o presidente, João Vieira Lopes já tinha esclarecido que para a CCP “não há temas tabu”. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 1 Agosto 2025 Citação de depina, há 12 horas: Nas primeiras sondagens o moedas aparece à frente da Alexandra leitão Falta imenso tempo e a vantagem é curtíssima Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Descartes, Em 30/07/2025 at 14:12: Tenho estado aqui a pensar na lógica que conduz a que moças com conhecimentos em jiu-jitsu possam amamentar os seus filhos sem penalizações laborais. Preciso de mais algum tempo... Talvez os envolvidos na conversa não estivessem a ser literais e estavam a extrapolar para o parecer estarmos a caminhar para uma sociedade com uma franja que decide privar o sexo feminino dos seus direitos, e que também tipicamente essa mesma franja costuma começar a estravazar para o achar é o sexo mais forte e que pode impor a sua vontade noutros campos. Tipo um não não ser ouvido como um não, digo eu. Citação de Tio Hans, há 22 horas: Eu tenho uma sorte do caraças com a empresa em que trabalho. Idem. A primeira coisa que o meu chefe me disse há 9 anos foi "se alguma vez estiveres com a cabeça em água ou não tiveres nada para fazer não te preocupes, podes ir embora, noutro dia se for preciso compensas", o que foi disruptivo para alguém que vinha de empresas mais tradicionais. Acabei por manter essa mentalidade, não quero saber quando chegam ou quando vão embora. Cada um gere como for melhor para si. Tendencialmente quando dás liberdade, as pessoas tendem a ficar mais autoconscientes e responsáveis. Citação de dpitz, há 21 horas: Tb há histórias de controlo/pressões no trabalho remoto/teletrabalho, não fiques descansado só por aí. E precisamente por ser cada vez mais prática, começam a surgir mais maneiras de controlar. Algo que ouvi ontem de um responsável de produto é que está a investigar uma cena de AI que consegue identificar no código todo que partes foram feitas por quem, e assim começas a ter à vista managers que não escreveram uma única linha de código em 3 anos. Uma coisa interessante é que na altura dos testes ou da release a AI faz um check automático para ver se o código que fizeste está em linha com todos os requisitos que estavam no ticket de Jira. Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Ego Sum, há 8 minutos: Talvez os envolvidos na conversa não estivessem a ser literais e estavam a extrapolar para o parecer estarmos a caminhar para uma sociedade com uma franja que decide privar o sexo feminino dos seus direitos, e que também tipicamente essa mesma franja costuma começar a estravazar para o achar é o sexo mais forte e que pode impor a sua vontade noutros campos. Tipo um não não ser ouvido como um não, digo eu. Idem. A primeira coisa que o meu chefe me disse há 9 anos foi "se alguma vez estiveres com a cabeça em água ou não tiveres nada para fazer não te preocupes, podes ir embora, noutro dia se for preciso compensas", o que foi disruptivo para alguém que vinha de empresas mais tradicionais. Acabei por manter essa mentalidade, não quero saber quando chegam ou quando vão embora. Cada um gere como for melhor para si. Tendencialmente quando dás liberdade, as pessoas tendem a ficar mais autoconscientes e responsáveis. E precisamente por ser cada vez mais prática, começam a surgir mais maneiras de controlar. Algo que ouvi ontem de um responsável de produto é que está a investigar uma cena de AI que consegue identificar no código todo que partes foram feitas por quem, e assim começas a ter à vista managers que não escreveram uma única linha de código em 3 anos. Uma coisa interessante é que na altura dos testes ou da release a AI faz um check automático para ver se o código que fizeste está em linha com todos os requisitos que estavam no ticket de Jira. Como assim? Usar a blame não é algo que existe há décadas? Não fazem version control por aí? Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Descartes, há 13 horas: @Che, anda cá colocar a tua frase sobre os empresários portugueses. Citação de Rain Dog, há 2 horas: https://expresso.pt/economia/2025-07-31-patroes-pedem-a-montenegro-despedimentos-facilitados-e-mais-horas-de-trabalho-aa09dccc alguém tem o artigo completo? O tecido empresarial português necessita de mão de obra barata e escravizada para sobreviver. 2 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Ego Sum, há 10 minutos: Algo que ouvi ontem de um responsável de produto é que está a investigar uma cena de AI que consegue identificar no código todo que partes foram feitas por quem, e assim começas a ter à vista managers que não escreveram uma única linha de código em 3 anos. O Git -> Annotate with Git Blame está caro ? 😂 Ou isso faz uma análise global desse blame? Mesmo assim na faculdade há uns anos valentes os profs já usavam programas para essas análises globais num repositório para ver quem num projeto tinha feito o quê para ver quem tinha andado a coçar a micose. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 1 Agosto 2025 (editado) Pessoal a vender blame como IA? Editado 1 Agosto 2025 por kareca 1 Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 1 Agosto 2025 (editado) Citação de Sandes., há 19 minutos: Como assim? Usar a blame não é algo que existe há décadas? Não fazem version control por aí? Citação de HappyKing, há 14 minutos: O Git -> Annotate with Git Blame está caro ? 😂 Ou isso faz uma análise global desse blame? Mesmo assim na faculdade há uns anos valentes os profs já usavam programas para essas análises globais num repositório para ver quem num projeto tinha feito o quê para ver quem tinha andado a coçar a micose. Citação de kareca, há 5 minutos: Pessoal a vender blame como IA? Tenham calma que eu não sou dev para estar dentro dos detalhes 😅 Perguntei entretanto, a parte de AI de facto não é essa. Achei interessante essa parte porque como alguém noob que não faz código nem usa github não sabia. A parte da AI é confirmar se o que foi desenvolvido cobre tudo o que foi pedido no ticket. Por exemplo se no ticket pedires para expor uma API e mudar a lógica de outra vais ter AI a verificar se não te falhou nada na implementação e atribuir um score ao que fizeste. Diria que ajuda a estabelecer KPIs e diria ser bom para code review. Editado 1 Agosto 2025 por Ego Sum 1 Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 1 Agosto 2025 @Ego Sum @Tio Hans @Bashir qualquer dia ainda vos chateio para uma entrevista. Ou então, chateio as vossas empresas para fazer um estudo diário sobre bem-estar ocupacional. Há anos que estudo empresas focadas no bem-estar dos trabalhadores e nos resultados que podem advir dessa aposta. 1 Compartilhar este post Link para o post
Su1 Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Vaart10, há 3 minutos: @Ego Sum @Tio Hans @Bashir qualquer dia ainda vos chateio para uma entrevista. Ou então, chateio as vossas empresas para fazer um estudo diário sobre bem-estar ocupacional. Há anos que estudo empresas focadas no bem-estar dos trabalhadores e nos resultados que podem advir dessa aposta. @Plagio o Original 7 Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Su1, há 8 minutos: @Plagio o Original 2 Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Su1, há 18 minutos: @Plagio o Original Isso é para uma pessoa se sentir ofendida, não é? 1 Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Rain Dog, há 3 horas: https://expresso.pt/economia/2025-07-31-patroes-pedem-a-montenegro-despedimentos-facilitados-e-mais-horas-de-trabalho-aa09dccc alguém tem o artigo completo? Até estranhava os patrões não estarem a pedir para f*der ainda mais os trabalhadores, ainda não estão a pedir para se baixar o salário minimo, depois de tanto terem chorado com os aumentos nos governos do Costa. Compartilhar este post Link para o post
JPB Publicado 1 Agosto 2025 Sobre essa alteração da lei do trabalho *shocked Pikachu* Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Sandes., há 1 hora: Como assim? Usar a blame não é algo que existe há décadas? Não fazem version control por aí? Estava a pensar no mesmo Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado 1 Agosto 2025 Gostava mesmo de ver os valores dos cheques passados aos sindicatos para irem aceitar isto tudo. Parabéns aos envolvidos, em Dezembro todos os trabalhadores estão sem direitos. Compartilhar este post Link para o post
Le God Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Rain Dog, há 4 horas: https://expresso.pt/economia/2025-07-31-patroes-pedem-a-montenegro-despedimentos-facilitados-e-mais-horas-de-trabalho-aa09dccc alguém tem o artigo completo? Deixa o Luís, deixa o Luís Ele de certeza não te quer escravizar Ele é bondoso, não te vai magoar Deixa o Luís te enrabar Compartilhar este post Link para o post
dpitz Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Banks29, há 22 minutos: Gostava mesmo de ver os valores dos cheques passados aos sindicatos para irem aceitar isto tudo. Parabéns aos envolvidos, em Dezembro todos os trabalhadores estão sem direitos. A CGTP tem reagido: CGTP-IN - Sobre as propostas de alteração à legislação laboral CGTP-IN - Razões para combater as propostas do governo PSD-CDS Mas achar que isto se resolve apenas com as estruturas sindicais a dizer "não" na concertação social é idílico. A concertação social é um tabuleiro inclinado e o que é ali discutido já está decidido antes da própria reunião, na prática. Eu gostava era de ser mosca e estar presente nas presumíveis reuniões/contactos que existem entre patronato e governos antes das reuniões oficiais da concertação social. É quase certo que após as férias haverá acções de denúncia/protesto e a oposição a estas políticas e a este governo vai ter de passar muito por aí. A oposição ao governo tem de ser nas ruas. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 1 Agosto 2025 Citação de Vaart10, há 1 hora: @Ego Sum @Tio Hans @Bashir qualquer dia ainda vos chateio para uma entrevista. Ou então, chateio as vossas empresas para fazer um estudo diário sobre bem-estar ocupacional. Há anos que estudo empresas focadas no bem-estar dos trabalhadores e nos resultados que podem advir dessa aposta. Pá, calma. Eu não disse isso. O facto de quem manda na empresa onde trabalho não ser retardado não significa que a empresa esteja focada no bem-estar dos trabalhadores. Aliás, fê-lo mais por necessidade do que por outra coisa qualquer. Compartilhar este post Link para o post